sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Assuntos em takes

Take 1: Academia

Comecei academia na quarta feira. Fiz testes de resistência nesse dia, montaram meu programa e comecei na quinta com exercícios e tempos estipulados. 
Razão: o médico indicou a atividade para aumento de massa e disse que tudo melhora com exercícios. Ele esqueceu de perguntar se eu estava afim. E esqueceu que toda vez que alguém vai à médico na família, a indicação é, depois de curado; fazer academia. Esses doidos estão conveniados com as tais? Só pode!
"Faça um esporte". Gosto de assistir alguns, será que não basta? É sei que não. ¬¬'
E dói. Primeiro dia, normal, as dores eram suportáveis. Ontem pela noite, uma garrafa de água pesava 50 quilos pra mim. Santo Deus. O.O
Sobrevivo, claro, mas não é a maior maravilha do mundo.



Take 2: Academia/F1 - Proposta de piada sarcástica

Respondi questionários da academia para a montagem de um perfil, detalhando sobre minha saúde, medicamentos, minhas outras atividades no dia a dia e etc. Esporte favorito ou atividade favorita? E a vontade de escrever: "me arruma um kart e uma pista, produção!" 
Ou uma bola oval. Estou mesmo com vontade de virar uma quaterback pigmeia. ;) Mais precisa que Drew Brees, mais rápida que Colin Kaepernick e mais recordista que Peyton Manning! Huahuahuahua...
Mas uma das questões abertas era: Qual é seu objetivo com as atividades físicas na academia?
Respondi: Recomendação médica - criar resistência física e ganhar massa.
Ganhar massa. 
Ganhar Massa...
"Massa" e "Ganhar" não parece palavras que usaria em uma mesma sentença. A não ser que eu usasse também o "Não".


Take 3: Academia e palavras estranhas

Na procura da minha ficha de treinamento li um cartaz na portaria: "Zumba Masculina - Sexta-feira".
Zumba? 
Minha veia infantil já projetou uma imagem que nada tem a ver com a tal atividade. 


O pai do Alex no Madagascar 2. (Só que no caso é "Zuba")


Take 4: Kimi e sua frase

Ontem vi essa postagem da Ludy no Octeto - aqui - onde Kimi Räikkönen fala sobre as dificuldades do desenvolvimento do F14T, algumas coisas estão ainda em patamar de pouca análise conclusiva e tal, mas que não há nada que seja tão absurdo que não possa ser trabalhado. 
A frase carregadinha de metáfora para isso foi: "Já vi invernos piores".
Momento piada pronta: "Claro,cara pálida, você é finlandês!"


E é rir para não chorar. Só fico um pouco mais tranquila que um fã do Vettel e da Red Bull, mas certamente, vindo da Ferrari, a casa pode ruir mais ainda a qualquer instante.

Take 5: Red Bull

Falando na equipe dos touros vermelhos, não se sabe mais o que acontece por lá. Se era uma tática de darem de "jãozinho sem braço" aviso que já perdeu a graça. Se é problemas mesmo, está difícil mesmo de resolver. E se for só um drama acrescido de gotinhas de preguiça... bem, o relógio está rodando, pessoal!
Só se for aquela jogada, depois de quatro anos só dando eles, decidiram tirar esse ano e deixar os outros brincarem também.
O que duvidaria muito, pois não faz nenhum sentido, mesmo que estejam "cansados". Quem cansa de ser o primeiro? Não seria fácil ver os outros fazerem tudo que fizeram antes, não seria.


Desejo a todos uma sexta menos dolorida que a minha.
Abraços afáveis!

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Dicas de Filme: Oscar 2014

São nove filmes que estão concorrendo ao Oscar esse ano, por melhor longa. O evento de premiação acontecerá no domingo. Para me interar do assunto, assisti à maioria dos filmes principais. Da categoria de filme, falta apenas "Nebraska" e "Capitão Phillips". 
Assim, farei hoje uma pequena resenha dos assistidos, a quem quiser uma opinião e dica para o fim de semana, ou uma visita ao cinema ou à locadora (daqui um tempo). Os vistos, são estes: "12 Anos de Escravidão",  "Ela", "Trapaça", "O Lobo de Wall Street", "Clube de Compras Dallas", "Philomena" e "Gravidade".


► 12 anos de escravidão

Dirigido por Steve McQueen (não, não o ator), 12 anos de escravidão conta uma história de um nortista negro e letrado no ano de 1841 nos Estados Unidos (a abolição da escravatura nos EUA foi só conquistada em 1863) que em sua responsável e agradável vida em família, cai em uma enganação através de uma oferta de trabalho que no final das contas é uma espécie de "sequestro"para torná-lo escravo. Dali ele passa 12 anos sendo comprado como escravo, "perdendo" o nome, e passando por vários senhores, em 12 anos - conforme o título.
Não é de se espantar que alguém saia do cinema ou termine o filme, comovido. Afinal, a temática sugere isso, mesmo que a intenção não seja apenas sensibilizar, mas não dá para dizer que é uma temática fácil de lidar sem sentir pesar por alguma passagem que fatalmente, será trágica.
Passagens trágicas essas que, além da sofrida pelo negro nortista principal, enganado por ilegais se segue uma evolução dele como pessoa: Solomon Northup deixa de lado seu orgulho e conhecimento, para salvar sua vida, mesmo que escravizado.  As situações trágicas não param em elementos que sabemos que aconteceriam como o transporte acorrentados, as torturas, a primeira venda do grupo de negros, a separação de mães e filhos, mercadores raivosos, senhores que forçam trabalho e punem com chibatadas. Além disso, há um senhor raivoso, interpretado por Michael Fassbender (que concorre a melhor ator coadjuvante), que culmina no grande vilão da trama. O fazendeiro é destemperado e nutre uma relação de amor e ódio pela negra Patsey, interpretado pela Lupita Nyong'o (que concorre a melhor atriz coadjuvante).
O filme é seguramente muito triste e o melhor drama da lista e o único "épico".

► Ela

Um ficção científica romântica, dirigido por Spike Jonze. Estranho? Pois nem tanto. A história se passa com Theodore (Joaquim Phoenix), um escritor deprimido que está só, depois de uma recente separação, mas ainda não divorciado. À procura de uma alma gêmea e um tanto frustrado pela falta que a ex esposa faz, ele não é bem sucedido. Até que ele adere à uma interface de computador de uma companhia virtual. Uma inteligência artificial como sistema operacional que vai aprendendo com ele como ele é, a partir das respostas que ele dá. Samantha é apenas uma voz de computador (da atriz Scarlett Johansson) que com o tempo aprende o que Theodore mais quer em uma pessoa, seja ela como companhia ou relacionamento. Esse último momento é de fato, o que acontece. Theodore começa uma relação com Samantha.
Uma série de perguntas transborda na relação no decorrer do filme: estaria ele apaixonado mesmo por um "computador"?; ele está criando um mundo perfeito, gerando uma situação de escapismo, uma vez que ele não admite mais a frustração do casamento real frustrante que teve?; entre outras coisas.
É um romance de ficção científica, talvez futurista, mas que não está muito longe de ser uma realidade cotidiana. Muitas pessoas nutrem relacionamentos virtuais, hoje não da mesma forma, mas sem o contato real. Ao final, Theodore tem seu momento de "ficha caindo" (que expressão mais tosca ao falar de tecnologia, hein?) e o filme termina após longos duas horas e seis minutos. Não é tão logo quanto outros da lista aqui, mas muito arrastado o que, ao meu ver, quebrou um pouco o ritmo da trama. Uma opinião, claro.

Trapaça

Ok, confesso que esse era um dos filmes que mais queria ver. Ano passado quis saber porque amavam tanto "Os Miseráveis" e descobri: era moda. Ninguém tem coragem de falar de filme de arte cantado, chato como é, que é um filme ruim. É mais fácil dizer que amou e chorou rios, que admitir que não é para você, que não fez sua cabeça. Fazer pose de cult, dá nisso: você fica sem coragem para falar e se sentir assim excluído de um papo qualquer. 
Mas voltando, novamente queria saber qual era a de Trapaça. Não que alguém tenha dito que era bom, mas é um filme muito bem cotado, então bateu a curiosidade. Os quatro atores principais da trama concorrem as duas categorias de atrizes e atores. David O. Russell - o diretor - pegou seus atores amigos - pois já trabalhou com eles em outras produções - e contou-nos a história de ficção de algo real - uma operação do FBI para flagrar uma má conduta de congressistas americanos em 1978. Um esquema: um xeique falso que ofereceria dinheiro aos políticos em troca de favores. O cara da operação é Melvin (Christian Bale), um trapaceiro conhecido, processado pela justiça que é contratado para comandar a operação junto com sua ajudante, a personagem de Amy Adams. Bradley Cooper é o chefe da operação vindo do FBI e a personagem de Jennifer Lawrence é a esposa doida de Melvin. É um filme para americano. Afinal a história - história por trás do filme, o pano de fundo, não é abordado claramente. Não sabemos por simples fato que nesse tempo os EUA passaram pelo recente fim do Watergate, renúncia de Richard Nixon - tudo num abalo de confianças nas instituições, sejam ela políticas ou não, do país.
Todos os personagens - com intenção de ser - são caricatos: Melvin é careca, mas finge ter cabelo usando uma peruca; sua ajudante finge ser inglesa, o cara do FBI é um falso filhinho de mãe e esposa de Melvin finge ser doida, sendo doida? Não sei... Mas nas excessivas horas do filme, o que perpassa na nossa cabeça todo o tempo é as reviravoltas da trama e os visual setentista com recuperação do sonho americano meio defasado. Falta profundidade, intencionalidade, falta ambientação para o leigo, falta diálogo preciso e claro. Não há função por exemplo para a personagem de Lawrence, que faz cenas de uma pessoa louca e coloca tudo a perder em alguns momentos, sem muito mais. Parece forçada toda a relação do atores. No fim, tudo que precisa ser resolvido é rápido sem a sua desconfiança como telespectador. Eles mudam em um piscar de olhos - de bobos ferrados para espertalhões sabichões. 
Não me agradou pois a maior parte do tempo, fiquei pensando e buscando muito mais do que foi apresentado. É o pior dos que assisti, certamente.

► O Lobo de Wall Street

Você tem tempo? Três horas do seu dia? É capaz de rir com as coisas mais bizarras já pensadas? Uso exagerado de drogas e exploração total e sem pudor (algumas vezes de insinuações) de sexo não te choca?
Então manda ver!
Dá inclusive para comparar os dois filmes; esse com "Trapaça", pois ambos são obras "romanceadas" de situações que aconteceram e tratam de dinheiro em um país como os EUA. Mais ao contrário do anterior, há humor mais interessante, ainda que bizarro, e há fôlego até a conclusão - coisa que Trapaça deixa a desejar. Pode não ser nem de longe o melhor filme dos nove, mesmo que eu não tenha assistido a dois deles, mas de fato não é tão ruim. O filme conta a trajetória de sucesso e decadência de Jordan Belfort: ex corretor da Bolsa de Nove York - Jordan fez fortuna nos anos 90 explorando com todo vigor o mercado financeiro americano. Precisa entender litros de economia para não ficar muito flutuando no que diz respeito a como ele consegue ser bem sucedido com o dinheiro dos outros. (Fora que assistir com legenda péssima que traduzia muita coisa ao pé da letra e termos técnicos ficavam na forma original....)
Leonardo DiCaprio já fez papéis melhores, mas nesse ele se superou: quem puder assistir saberá que ele conseguiu um feito, afinal é um personagem altamente bizarro para se fazer convencer. E não é caricato. A melhoria de "O Lobo de Wall Street" que não há em Trapaça é o ritmo: você sabe quem é o cara, o que ele quer, o que ele gosta e etc. Você sabe no que vai dar no fim, e mesmo assim não se arrasta até ele ou questiona a função desse ou aquele personagem ou suas intenções. 
Mas como o outro tem um excesso. Se em Trapaça o excesso era a falta de naturalidade com a transmissão da história (e por vezes interpretação e expressão dos atores) e diálogos ou cenas sem importância - como a cena do Studio 54 do personagem de Cooper com Adams ou Lawrence dançando e cantando freneticamente uma música dos Beatles - em "O Lobo..." alguns diálogos e cenas de sexo são irrelevantes beirando, depois de algumas horas de repetição, ao cansaço.
Há pontos legais, como situações cômicas que arrancam risadas rápidas e inesperadas e os diálogos de DiCaprio com a câmera. É fato: excessos propositais, são ao mesmo tempo dádiva e pecado.
Martin Scorcese radicalizou também na quantidade de palavrões, certamente um recorde na sua filmografia. E pensar que o último filme dele era o meigo "A Invenção de Hugo Cabret"...

► Clube de Compras Dallas

Aqui Matthew McConaughey encarna Ron Woodroof, um caubói de rodeio e eletricista que vive o tempo da epidemia da AIDS nos anos 80. Em uma década que a doença e sua transmissão era estritamente associada a usuários de drogas injetáveis e/ou homossexuais, Ron - em relações heterossexuais - acaba contraindo o vírus. 
A trama se desenvolve em torno do preconceito, do orgulho, da visão de Ron ao comercializar remédios, da organização farmacêutica americana com o experimental AZT. 
Ao descobrir a doença, Ron é avisado que tem poucos meses de vida, mas um sujeito sem perspectiva dá a volta por cima e procura remédios ilegais nos EUA que salvam e retardam ele por mais tempo e faz disso, um negócio - vendendo e salvando outras pessoas com o vírus.
Aqui as interpretações e expressões são memoráveis, garantindo uma certa razão nas indicações de Matthew como melhor ator e Jared Leto, em um personagem travesti que se alia a Ron, como ator coadjuvante. 
Apesar de ser quase duas horas de filme, ele acaba abruptamente e não explora muito as nuances de preconceito e foca mais nas relações de crítica da FDA - órgão do governo que trata de liberar os remédios no circuito americano.
É bom, forte e impactante.

► Philomena

Interpretada por Judi Dench, Philomena teve aos 18 anos o impacto que carregou por toda sua vida: ela foi internada em um convento. Depois de um rápido romance, ela engravida e sob a rédia de freiras altamente conservadoras ela padece do "pecado" sofrendo as punições dos sermões, do trabalho, e se vê afastada do pequeno Anthony durante sua jornada de trabalho no convento. 
Em meio a isso, a trama mostra que na realidade, as jovens meninas grávidas que envergonharam suas famílias tendo filhos fora de relacionamentos estáveis como casamentos, tinham seus filhos adotados por outras famílias. É aí que Anthony desaparece do conhecimento de Philomena.
Anos mais tarde, Philomena revela a sua filha uma vontade de procurar o filho perdido a 50 anos. A filha repassa a história a um jornalista investigativo ateu, que se interessa pela história e propõe ajuda-la.
Em meio a tudo, Philomena retorna ao convento e descobre que as freiras não querem revelar paradeiros de documentos, alegando morte de muitas que lá viviam e um incêndio que acabou com documentos, menos um: o que Philomena teria assinado abrindo mão de seu filho.
Na realidade as freiras irlandesas vendiam os filhos das meninas que lá ficaram. O jornalista e ela, partem então na busca do paradeiro do filho, sozinhos, seguindo apenas algumas pistas.
Não vou contar mais pois certamente perderia a graça. É um filme simples, curto, e de grande sensibilidade. Philomena é uma senhorinha que você pode encontrar em muitos lugares, de veia sofrida, mas devota a sua religião, e principalmente, de coração nobre apesar de todas as coisas que passou.
Ele é simples, pois retrata a verdade, algo não comum na premiação. Sem romancear ou exagerar, ele é direto e simples. Embora não seja aquela obra magnífica que temos visão quando se trata de Oscar (não é um épico ou coisa semlehante), não seria de nada desperdiçado se vencesse o prêmio.

E por fim:

► Gravidade

Filme dirigido por Alfonso Cuarón, é praticamente um monólogo. O filme se passa no espaço e a Dra. Ryan Stone é a personagem encarnada por Sandra Bullock. Ela, o comandante da missão (George Clooney) e mais um grupo estão instalando peças no telescópio Hubble quando são surpreendidos por uma chuva de detritos rumo a onde estão. Aí começa a peleja, uma vez que eles perdem a segurança e começam a vagar pelo espaço. Sobram apenas os dois, a doutora e o comandante.
É alternado então, entre drama, sufoco, silêncio e respiração tão curta quanto a da personagem, que é levada à uma central para retornar a Terra. O comandante acaba se desgarrando da nave, e a doutora luta para conseguir sobreviver e retornar. 
De longe, Ryan Stone busca como personagem apenas uma coisa: mostrar a fragilidade humana e uma superação de limites, mesmo quando nem tudo compensa para voltar à terra firme.
É meio angustiante. A personagem perde oxigênio, a falta de gravidade parece ser algo muito custoso pois se agarrar aos objetos e as coisas é impossível e você acaba tomado por um desespero como se estivesse na mesma situação que ela.
E por incrível que pareça, por ser ficção científica, é o mais completo, mais bem trabalhado, lapidado...
Ganhou diversas premiações e com razão.

Peço que comentem se gostaram de algum filme que assistiram, que compartilhem opiniões. À quem viu "Nebraska" e "Capitão Phillips" também pode deixar impressões.

Abraços afáveis!

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Momentos para compartilhar - Semana 37

Semana 37: O que, de melhor, o mundo virtual te trouxe/traz?

Como tudo na vida, em excesso torna-se possivelmente um problema. Lembram dos tempos de internet discada? O som do dial up era um saco, mas ao ouví-lo era instantâneo ficar na oração por conseguir conectar e seguia-se uma novena para não cair, ninguém precisar do telefone e você conseguir fazer tudo o que queria. 
Muita gente entrava a noite, de madrugada afim de pagar menos e também não prender a linha. Era quase impossível não surtar para abrir uma página carregada. Um vídeo para carregar então era praticamente como dar a luz... 
Era sofrido, mas pela restrição e limites, a gente tinha um pouco mais de vida. Se o estresse era grande a gente largava rápido a tentativa. Hoje, com a facilidade e velocidade, as horas passam depressa, mas você continua grudado na tela. Se uns dez anos antes, a internet era para algo que tinha de ser feito rapidamente, hoje, com a facilidade, até quando você esquece o nome daquele ator, você acessa o Google via celular para se lembrar. Esqueça a sua memória ou a sua inteligência. Com internet, ninguém é mais consultor de enciclopédia.
Mas há coisas boas, se assim não fosse, não viciaríamos tão fácil. Então, vou à lista de top 5 melhores coisas do mundo virtual:


► Amigos

Certamente a internet é uma benção para conhecer gente nova e legal. Uma coisa que sempre fiz era ter amigos de carta. Peguei uma amiga de Roraima que gostava dos mesmos livros que eu em uma revista. Por ela fui indicada a uma das minhas melhores amigas de carta que vive no interior do estado de São Paulo. Por ela encontrei outra da região, que me passou para um amigo da mesma sala, que passou meu endereço para uma outra grande amiga de Brasília e assinando os tais Friend books que giravam o país encontrei fãs de metal e fãs de cinema e eu recebia muitas cartas por mês. 
Hoje, fazemos isso graças às redes sociais. As cartas tinham uma magia de sentimentos, que emails não substituem, mas matam a saudade e recadinhos nas redes sociais nos colocam em contato mais rápido. É como se conhecêssemos mesmo essas pessoas, e ao não encontrá-los pela manhã deixamos recados de "bom dia" na geladeira. 
Sou grata pelos amigos que fiz através desse blog (alguns deles converso praticamente todos os dias, pelo Facebook) e os contatos com aquele pessoal do tempo de cartas, hoje cuidando de suas próprias vidas, mas ainda gostando e dividindo momentos com as mesmas coisas. Amizades é a coisa mais bela da internet.

► Informação

Para tudo a internet é rápida. Notícias em geral, de esporte (nunca fiquei tão a par do que acontece na F1 antes, durante e depois de uma temporada como nos últimos anos), sobre filmes, atores, músicos e novidades de livros e entretenimentos em geral são garantidos pelo "www".
O grande problema foi que a velocidade das informações embaçaram um pouco a verdade dos fatos. Muita coisa é dita e tem muito espertinho que libera notícias de forma distorcida, seja ele assunto sério ou mera fofoca. E informação é agora tão comum que não dá mais para ficar a par do que acontece por aí. Você pode não assistir uma novela, mas com apenas um clique - e sem querer - já sabe o que aconteceu no último capítulo.

► Compras

Quando nãos e tem uma cidade com grande estrutura de comércio é pela internet que faço compras. Boleto bancários impressos para evitar problemas de números de cartão e foi por isso que armários enormes estão lotados de filmes, livros e alguns poucos cds (porque cd ainda é caro para chuchu). Principalmente livros e filmes que não tem possibilidades de encontrar a não ser na cidade vizinha (coisa que tem mudado, graças a novas lojas).

► Música

Falei acima que cds são caros. Meu último cd foi de banda favorita e já tenho que comprar DVD deles. E já fico rancorosa, pois nesse espírito de pensar bem antes, nunca completarei minha coleção do Iron Maiden ou mesmo do Metallica com discos originais de tão carinhos que os bichinhos são. 
É ilegal, mas fatalmente a gente baixa os danados mesmo. Alguns são importados e não ganhamos na loteria para poder pagar o maldito imposto cobrado nesses discos. É a coisa mais absurda do mundo os preços dos cds. Até filme já baixou bastante (até porque agora tem o Blu-Ray...). Mas é um luxo grande colecionar discos de boas bandas nesse país, então a internet, nos dispõe ao erro de baixar as músicas que gostamos (até porque ouvir o lixo que toca na rádio é uma derrota).

► Vídeos/Streamings

Nunca fiz questão de ter MTV na minha casa. Para mim, se quero ver bons videos de bandas eu digito no youtube e me divirto. Ouço e vejo o que eu quero. Não acesso os videos hits babacas de gente mostrando seus filhos e seus bichinhos ou qualquer coisas nesse sentido. Acho bobagem gastar muito tempo nisso, mas gasto sim tempo vendo vídeos de esportistas, atores e músicos que eu gosto no Youtube - é algo que adoro. E as vezes a gente vê vídeos incríveis dessas pessoas aí, que faz você admirar ainda mais ou não.
E streamings, quando bons, quebram o galho quando você precisa de ver algo que sua tv não vai transmitir.

E vocês, há algo que a internet lhes trouxe ou traz que vocês se sentem satisfeitos?

Abraços afáveis!

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Música do dia: "Nowhere to Run"

Após passar um tempo no twitter, li diversas matérias de esportes, de filmes com o Omelete e de música com o Whiplash. Nesse último, uma reportagem em especial foi a que me chamou para a postagem de hoje, dessa produtiva segunda feira. 
A reportagem é essa aqui: "Vocalistas: belíssimos timbres de alguns cantores de rock". Nada mais e nada menos que uma lista, que o autor da matéria, Flávio Siqueira, montou com algumas escolhas de belas vozes, de acordo com seu gosto pessoal (o que justifica a falta de alguns que poderiam estar nela, mas não estão - o tal gosto pessoa variaria mesmo de pessoa para pessoa ).
A matéria apresenta músicas com as vozes de Eddie Vedder, Jerry Cantrell, David Coverdale e outros. Da lista, o que mais chamou atenção é a dica de música do dia para este meu post, de uma banda que eu não conheço (ou não conhecia até essa manhã), mas achei bastante agradável de ouvir. Especialmente, a música da matéria, que trago como a de melhor impressão à primeira "ouvida" : "Nowhere to Run".

The Flying Eyes é uma banda de "rock psicodélico", formada em 2007. São americanos, de Baltimore. Uma rápida pesquisa (ver mais aqui) soube que se compara muito a banda com The Doors. De certa forma soa parecido, sendo certamente uma influência, mas não cópia. 



Comentários sobre o que acharam, são altamente bem vindos!
Abraços afáveis e que todos tenhamos uma semana produtiva!

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Dude, Looks Like a Lady - parte 2

Em outubro do ano passado fiz esse post aqui: Música do Dia: Dude, Looks Like a Lady.

Peguei então pelos comentários algumas outras dicas da Gisa do Também Falo Disso e do Ron Groo para montar uma parte 2 dos caras que passariam fácil por uma moça por aí. 

Começando pelos comentários no post de outubro da Gisa, eis que ela mandou um link super legal de Steven Tyler - o próprio intérprete da música em questão que inspirou o primeiro post. 
No link, detalhes de roupas, acessórios e cabelos do grande Steven, são citados como possibilidades de ser a mãe de alguém ou uma senhora qualquer hehehehe... Ver o link aqui.
Ri muito! 



Gisa ainda lembrou bem outra coisa. Michael Monroe, do Hanoi Rocks lembraria outro grande cantor - David Lee Roth que seguramente poderia estar na lista:





Performático até falar chega, Lee Roth foi a cara da performance nos anos 80 especialmente quando foi o vocal do Van Halen (mais tarde se aventurou em carreira solo também). Caras, bocas, poses, roupas apertadíssimas, super coloridas ou até mesmo, mostrando um pouco mais do que se deveria, David Lee Roth tinha um jeitão que hoje daria muito a discutir. Na verdade não era nada, era apenas uma vontade incansável de ser exuberante e feliz...


Hoje, Roth está quase a mesma coisa, só com cara de tiozão:


Pensando em caras e bocas, nada mais justo pensar em Poison. Lembra deles? Pois ali naquela banda já dá muito papo. A começar ( e por hoje já está de bom tamanho) pelo Bret Michaels, o vocalista:




Um olhar mais atento e vcs podem achar uma semelhança no desenho da boca de Bret com a da Daniella Cicarelli. Duvidam? Dêem uma comparada:





É...! E Michaels não está assim tão bem hoje, cinquentão:




Um fato notável. A Luane do Octeto Racing Team bem ressaltou e nos comentários do primeiro post surgiu e não é mais nada que verdade verdadeira: Se Axl Rose, Sebastian Bach, e agora, Bret Michaels e David Lee Roth estão um tanto "bagaço", há de se convir que outros cinquentões estão bem mais aparentáveis que esses que tiveram uma vidinha de excessos no campo da cosmética. Luane e Gisa bem que disseram: James Hetfield é esse exemplo do "envelhecer muito bem". Super bem:

Mais jovem

Hoje

Velhinho, com barba branca, mas bem melhor que muitos da mesma idade. Viva James! 


Por fim, a menção de Ron Groo com o nome do mestre dos andrógenos - Boy George:





A intenção do Boy George sempre foi essa, chamar atenção exatamente pela essa dúvida - homem ou mulher? Muito bem maquiado, não por menos é o tipo mais fácil de se lembrar, principalmente para quem viveu um pedaço que fosse dos anos 80. A criançada que nasceu nos anos 2000 por exemplo não terão noção do que estou falando. *Triste mas é verdade!* Excêntrico até, afinal usava umas roupas estranhas em show também, hoje quando seu nome aparece nas fofocas aparece com uma carga violenta de polêmica. 
Sem maquiagem ele não é nada muito diferente disso hoje:



Com isso, finalizo a semana, desejando um resto de sábado e um domingo excelente a todos. Volto segunda!
Abraços afáveis!

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Quando um burro fala o outro abaixa a orelha

Eu não costumo republicar ou compartilhar toda frase que vejo no Facebook. Se alguém faz isso direto pode saber que a intenção não é outra se não dar indireta. Já fiz o teste, minha irmã também e rimos de deixar a barriga doendo quando a pessoa a qual pensamos - que se encaixava perfeitamente na frase - foi a primeira a curtir. Se não bastasse ainda comentou "pura verdade!". Carapuça hoje em dia pode até ser usado como acessório, mas é tão descartável quanto garrafa PET.

Se a pessoa é adepta a sinceridades ela tende a sofrer muito. Vejo constantemente uma pessoa que conheço lamentar-se por ser sincero. Toda vez que ele protesta sobre algo, ele está coberto de razão. Sem papas na língua, ou sem medo de teclar - o que parece ser o mais adequado, no caso - sempre leio seus status sabendo que alguma verdade estará contida no momento do desabafo. 
Esses dias ele publicou que pela sua "chatice", ele estava perdendo amigos próximos. Uma pena. Acho que ele deveria era aumentar o círculo de amizade.
Pensando ainda nesse cara, ele era um cara engraçado, e certamente ainda é no dia-a-dia. Sofria, assim como muitos, na mão da professora de matemática - uma mãe carrasca de provas altamente difíceis. Digo "mãe" porque ela dava conselhos justos aos alunos. Mas "carrasca" porque suas provas as vezes fazia muita gente escorregar, inclusive eu.

Por incrível que pareça, ele também era alvo fácil dado exemplo de aluno com um certo grau de displicência. Depois topei com ele na universidade e tive segurança que ele só curtiu um pouco mais aquela fase de escola, não se responsabilizando tão cedo. Eu levei tudo muito a sério, principalmente no colegial e certamente estou em um patamar muito inferior a de muitos que até hoje não sabem nem onde está o nariz.  Eles acham que estão bem, pois buscaram estar onde estão. Mesmo assim para quem olha de fora, eu estou ruim na comparação. Não quer dizer que eu esteja infeliz, mas certamente, não rendeu de nada levar muito a sério certas coisas. Exemplo? Bem, esse cara de quem eu falava foi um curtidor, mas hoje tem uma visão super correta das coisas. Fora isso, está na faculdade, formando-se para engenheiro, o que faria a professora de matemática questionar seus gritos depois de notas ruins nas provas. Juntamente, também tinha aqueles outros que em reunião de pais era dado como "o garoto exemplo". Um deles, a mãe e avó sempre salientavam que ele estudava o dia todo, "pobre garoto". A última notícia que tive deste, foi que se apresentaria com um amigo em um bar e cantariam essas bobagens de sertanejo universitário. Não estava na faculdade, mas investindo em uma "carreira artística". 
Longe de mim julgar, mas pergunto, de que adiantou todo o esforço de estudos, se em uma parte da vida, você jogou para cima?

Mas não se engane que só acho interessante aqueles que publicam coisas de suprema utilidade nas redes socias. Ai de mim! Adoro os que expressão alguma boa brincadeira ou piada mesmo sobre fatos. Futilidades como garotas muito ruins ao se vestirem, montarem blogs sobre moda me faz até rir, mas na realidade é bom que façam algo que gostam e não se importem com que os outros vão pensar. Mesmo que seja ridículo, se quer, faça. Nessa vida, pelo menos podemos contar com o luxo de ser fiéis a nós mesmos, porque se anular pelos outros é algo que não faz muito sentido.
É de se confessar: status bobos são ignorados mesmo. Exclui esses dias uma garota, irmã de uma conhecida só pelo fato da garota publicar todo dia palavrões nada dignos de uma mulher (que dirá de uma adolescente cabeça de vento) para uma "recalcada". A "recalcada" estava dando de cima do paquera, ficante ou peguete. Cansei dos "c#ralh%s" e dos "f6d@-se" incansáveis nos textos com inúmeros erros de português lamentados no perfil, a cada cinco minutos. Não a conheço pessoalmente, só a irmã dela. Exclui mesmo, pois ainda não intendi porque adicionou. Então não tinha nenhuma obrigação em manter. 
Não digo que um momento de bobagem não seja relaxante. Basta acessar o meu perfil e verão que também tenho minha cota de futilidade. Muita coisa passa, até quando é amigo seu, ou parente, que tem péssimo gosto para música ou opinião retrógrada sobre alguma coisa. Tudo passa em nome do bom senso de aceitar afinal, você não tem que dar palpite em tudo, e também não é o senhor ou a senhora perfeita. O lance irritante são dos pseudo intelectuais e os graduados. Tenho um punhado deles, inclusive, acadêmicos.

Esse último é realmente a criatura mais cômica de se observar agindo como "ser social/virtual". Seus status são o cúmulo da bizarrice. Um destes exemplos máximos, sai de publicações comentadas com alto requinte e gastando o português sobre religião (seu objeto de estudo enquanto acadêmico) à confusões no campeonato mineiro de futebol. Pasmem, mas ao falar de futebol, ele usa o mesmo grau de textos com palavras escolhidas a dedo no Aurélio. 
Perdi as contas das vezes que este se exibiu, na sua grande pobreza de espírito, o fato de estar fazendo pós doutorado na Europa. Inveja minha? No começo sim, admito. Até perceber que o único desfrute dele, nos países próximos ao que está vivendo, resume-se a experimentar cervejas. 
Vá lá, pode amar cervejas tranquilamente, mas jamais compartilharia isso incansavelmente como se fosse um estudo acadêmico. Sim, ele passa essa sensação, até nesse momento de relaxar. Não posta uma foto de museu, uma foto de lugar bonito, de seus próprios estudos... Nada, nada.
Raiva ainda derrama do copo já cheio, quando se lembra das vezes em que ele te cobrou um pouco mais de maturidade em publicações suas... E você se deparar com uma publicação de um colega sobre uma inscrição rúnica de vikings debatida por um professor da Universidade de Oslo... Um achado importante em que o acadêmico, no garbo da sua falta de graça escreve comentando: "são arranhões de urso na madeira, no mínimo". 
Infeliz comentário. Mesmo que tenha sido para ser engraçado. Não teve graça. Se fosse eu, destratando assim, diria que era falta de respeito com "a história"... 
E ele não é o único. Infelizmente ser acadêmico não significa nada hoje. Afirmo sem medo de errar.

Por isso, quando me deparei com essa frase/foto de Facebook, não pestanejei em compartilhar:


Algumas verdades precisam ser ditas... "Quando um burro fala, o outro abaixa a orelha."

Abraços afáveis!

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Momentos para partilhar - Semana 36

Semana 36: Morro de preguiça...




Acordar cedo

Apesar de não acordar de mau humor quando muito cedo, em qualquer circunstância é inevitável pensar "mas já?". Se eu demorar muito, eu não levanto, por isso, sempre salto rápido da cama. Caso contrário, a preguiça toma espaço.

Fazer compra

Até que ir ao supermercado eu não acho tão ruim. Gosto de ficar empurrando carrinho :D Mas me dá preguiça pensar em andar, andar e andar mais um tantão em lojas de shopping ou do centro da cidade, sem uma razão de compra.

Atividade física

As pessoas de casa falam o tempo todo que eu devia parar minha rotina do computador -> mesa -> sofá para ler -> computador. Tanto foi que minha mãe falou isso para um médico e bingo estou com um atestado para fazer esporte ou atividade física para criar resistência e massa muscular. Nada de natação, disse o médico - "dia de frio ou chuva, você não vai - quero algo intenso, que tal escolher um esporte que você gosta?" Gosto de assistir, praticar é outro departamento, fófis!
Aqui na cidade, é academia ou academia. Esporte, só se for futebol, na escolinha com uns 100 meninos novinhos? Qualé! 

Começar algo que vai dar em bagunça

Sentar para estudar e escrever algumas coisas significa que vai ter folha e livro espalhado para tudo quanto é lado. Não tenho uma mesa só minha, o que significa que ao acabar tenho que guardar tudo. Arrumar armários, catalogar livros, DVDs e agora, por exemplo no meu novo curso: sentar, fazer molde, cortar e começar a costurar, dá preguiça. Mas (eis um "mas" que é agradável) se eu começo fazer, eu faço. Afinal quando é necessário, é necessário.

Por incrível que pareça, não me recordo de mais nada.
Sintam-se a vontade para dizer os seus momentos de preguiça.

Abraços afáveis!

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Versões boas, ruins ou melhores? - Stripped

Selecionando uma sequência de músicas para ouvir enquanto arrumava arquivos no computador, me deparei com a música "Stripped" da banda inglesa Depeche Mode.
"Stripped" é o décimo quinto single da banda, o primeiro do álbum "Black Celebration". Foi instantâneo ao ouvir a original e lembrar-me da minha versão favorita. Mas vou segurar o suspense desta, até porque na pesquisa feita sobre a música original, me deparei com várias outras versões feitas, e selecionei algumas para a postagem de hoje.

Original: Depeche Mode - Stripped
Composição: Martin Gores
Álbum: Black Celebration
Lançamento: 1986



Algumas versões interessantes:

Versão 1: Statemachine
Álbum: Legerdemain
Lançamento: 1997



Essa banda é sueca, considerada um estilo de música eleto-sinfônico pop. Bem semelhante a original, inclusive no timbre de voz do vocalista.
A seguinte é de uma banda italiana.

Versão 2: Novembre
Álbum: Arte Novecento
Lançamento: 1995



Considerada uma banda de death/doom metal, já tem o acréscimo de uma guitarra um pouco mais acentuada que nas demais. Porém, o fato de ser uma banda que caminha pelo estilo doom, o tom mais sombrio e "caído" da música se faz presente.

Versão 3: Leviathan
Álbum: Demo Five
Lançamento: 2000



Essa parece ser uma versão cover de uma demo, e por isso a qualidade não é boa. Diferente da anterior, um doom metal, essa versão caminha mais para o black metal conforme o estilo proposto pela banda Leviathan. Gostei do nome hehehehe... E eles são norte americanos.

Versão 4: Scooter
Álbum: Mind the Gap
Lançamento: 2004



Scooter já aposta em uma versão bem mais moderninha muito semelhante e limpa perto da original. Scooter é uma banda alemã de música techno.

Versão 5: Shiny Toy Guns
Álbum: Goth Eletro Tribute to Depeche Mode
Lançamento: 2005



Como sugere o título do álbum, essa banda participou como tributo ao próprio Depeche, com uma versão meio gótica para a música, juntando um duo vocal, um feminino e um masculino.

Versão 6: Gregorian
Álbum: The Dark Side of The Chant
Lançamento: 2010



Uma banda de canto gregoriano, vez uma versão de "Stripped" em canto... gregoriano! Acho muito lindo, mas no tradicional - assim, ficou muito moderno, requer costume ao ouvir.

A minha versão favorita, que ultrapassa inclusive a original é dada pela banda de metal industrial, Rammstein.

Versão 7: Rammstein
Álbum: For The Masses
Lançamento: 1998


Como é possível perceber, Till Lindemann canta apenas um trecho da música "Let me see you stripped" e não prossegue no "...down to the bone". A mudança se deu pela dificuldade do cantor em pronunciar essa parte final da frase. Essa foi a primeira música em inglês da banda, então, isso já foi um avanço. Nem chega a ser tão grave, uma vez que essa versão teve resposta positiva dos membros do Depeche, inclusive do compositor Martin Gore, por tratar-se de uma versão completamente diferente do que já teriam feito com a música. 

Eu fico com a última, como já disse. E vocês? 
Abraços afáveis!

PS: Para ver as outras versões já publicadas aqui, de outras músicas, basta clicar neste link ou na aba "Especial 1: Versões/Covers". 

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Manchetes da F1, comentadas

Na falta das notícias densas, vamos às manchetes esporadicamente escolhidas e sarcasticamente (ou não) comentadas.

► Webber aposta em boa atuação de Ricciardo na Red Bull: "Vai dar trabalho ao Seb na classificação" (Ver reportagem completa aqui)

Seráááááááááááá?


***

► Após reação com visual dos carros da F1, Whiting revela que regulamento de 2015 vai exigir simetria dos bicos (Ver reportagem completa aqui)

Aviso: só em 2015 que poderemos deixar as crianças assistirem as corridas. 
As vezes fico pensando na falta de pulso firme da organização, com mais uma dessas. Fazem um estardalhaço, mas como Whiting mesmo disse "agimos de boa fé, não somos designers". Pois é, as vezes é bom pensar nas coisas, queimar uns neurônios, antes de sair fazendo regras e regulamentos, porque se a mudança for para o bem, não haverá polêmica. Mas não: o lance é inventar, vamos surtar... Se der problema ano que vem a gente muda de novo! 

Só que não.

***

► Chefe da Ferrari vê Räikkönen mais maduro e garante: "Sabe o que fazer com um campeão como o Alonso" (Ver reportagem completa aqui)

Peço palmas de pé à Domenicali.


Sim, pois ele descobriu a pólvora. ¬¬'
Disso, só podemos tirar uma coisa: os maledettos ferraristas entendem que lidavam com um inconsequente infantil antes. Mais palmas. ¬¬'
É esse tipo de criatura podre que fala um dia que dois galos em um galinheiro é problema dos grandes e como se ninguém tivesse olhando, aposta em uma briga de galos no quintal de casa. 
Mais ainda, na citação em aspas de" entender que Kimi sabe lidar com campeões como Alonso", gera muita lenha para o fogo daqueles que querem atear no circo. Dessa frase, já acredita-se que Kimi foi mesmo contratado para superar Alonso ou pelo menos forçar o espanhol a fazer mais milagres. O que acho que está acontecendo é apenas uma tentativa desesperada de volta a vencer campeonatos. Como sempre fazem, estão pouco se lixando sobre o que cabe a eles fazer (tipo, um carro, já ouviram falar?), afinal tem dois campeões burros de carga para fazer todo o trabalho por eles, limpo ou sujo. Se for limpo, lucro. Se for sujo, a culpa é deles, e não da equipe...


***

► Villeneuve critica novas regras do Mundial e dispara: "Isso está destruindo um pouco a F1" (Ver reportagem completa aqui)

Sim, parece que aos poucos vemos as coisas ruírem um pouco. Ainda é F1, mas com muita coisa estranha, fake, com chatices e amarrações... Meio que reflexo da nossa vida cotidiana. É a evolução! E nem sempre evolução é para o bem - afinal, doenças evoluem para quadros piores, então...

Em outra oportunidade, Villeneuve atribuiu uma fala dizendo que só Vettel e Alonso são bons pilotos hoje, deixando uma palavra para definir os demais: "medíocres".


É preciso dizer que eu discordo completamente? 
Em todo, me desculpem, mas a maioria das coisas que Villeneuve diz, eu não acompanho.

***

► Mesmo com regras complexas em 2014, Vettel e Hulkenberg defendem que papel de piloto continua decisivo (Ver reportagem completa aqui)


O que a falta de assunto não faz! Quem foi o "Einstein" que pensou remotamente que piloto não tem papel decisivo? O pior é que os coitados tem que ir lá e defender, explicar pros bocós que acham que os carros andam sozinhos, que eles tem muito trabalho a fazer. Haja saco! Não deve ser fácil, ter que toda vez ficar provando sua utilidade. 
Próximo testes: vão por um boneco sentado  lá e vamos ver quantos títulos ele vencerá...


***

► Meses após punir Vettel na Índia, FIA legaliza zerinhos e libera vencedor para "ato de celebração" (Ver reportagem completa aqui)

Quando eu digo que esse povo tem vento (para não dizer outra coisa) na cabeça... Fizeram a novela mexicana com os zerinhos do menino com que propósito?  ¬¬'


Chega.

Abraços afáveis! E bom começo de semana, folks!