terça-feira, 31 de outubro de 2017

GP dos México com fotos comentadas sarcasticamente (ou não)


Mexicanos fazendo a festa com Verstappen e um busão...

...Peraí.

Onde-é-que-esse "luchador" está com a mão??


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Precisa de legenda?


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Houve pódio? Houve sim, mas e alguém deu importância?

Resposta certeira:


Acontecia um pódio, mas as câmeras e a transmissão focavam e falavam do Hamilton e os três ali num tratamento básico de:


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Pronto Max, satisfeito? Tudo ok, sem punição, com pódio, primeiro lugar, troféu, champanhe, papelzinho picado e festança com DJ


Mais alguma coisa? 
Ah, sim. Título. 

Tente ano que vem, afinal esse ano, a brincadeira já acabou

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Kimi gente como a gente: saindo da festa com os enfeites e os docinhos para levar para casa


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Para não me acusarem (injustamente, diga-se) está aí minha "homenagem" ao novo tetra campeão 


No mais, ele não precisa da minha opinião, para ser o Lewis "Genius" Hamilton e eu, sei bem disso.
Como diria a sábia filosofa Elsa do Frosen:


Abraços afáveis!

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

GP do México: Decisão da Temporada

Neste domingo houve a decisão precipitada da temporada da F1 2017. Faltam duas corridas ainda para terminar o ano na categoria e aquela promessa da imprevisibilidade, a tentativa de fazer festa como os esportes americanos conseguem fazer a cada etapa, e a ideia de ser como futebol da bola oval - ou seja, com reviravoltas até o último segundo de jogo - caiu como uma torrada com geleia no chão. E o pior: caiu, do lado da geleia e pisaram em cima, com perda total.

Não que a corrida tenha sido completamente ruim. O good side dela aconteceu muito bem, se isolarmos os passos dados. Pena que o holofote fosse a decisão do campeonato. Vejam bem: esquecendo toda a disputa, Hamilton largou em terceiro e Vettel em primeiro. Verstappen em segundo botou para quebrar, mostrando que falam ou deixam de falar, mas ele é o que é, e esperamos que com o tempo, essa impetuosidade não se reduza à um marasmo que o torne apenas um garoto desagradável.
Após uma largada boa de Vettel, mostrando os motivos pelas quais, mesmo com detratores dizendo que ele é uma farsa, ele é um campeão mundial de fibra, que lutou pela posição e foi espremido pela sede de tomar a ponta de Max e um incalculável Hamilton, que quis se aproveitar da situação entre os da frente. Foi a primeira vez que a transmissão, a partir de Reginaldo Leme, admitiu que o inglês faz péssimas largadas.
Condensando o que eu disse na corrida passada, Hamilton na frente livre de pressão, é uma coisa. Quando se espera que ele seja o gênio que se prega, ele é tão desajeitado quanto aquele seu "eu" que perdeu o campeonato de 2007, por burrice.
Com pneu furado ele correu para os boxes, e caiu para último. Vettel com a frente do carro avariada, também. Dali, a situação seria empolgante: o que remasse mais, seria o nome da corrida. Vettel foi muito melhor, mesmo - de novo! - que os detratores venham dizer que ele é uma farsa.
Dali, as coisas ficariam legais: Vettel fazendo boas ultrapassagens e subindo na zona de pontuação, enquanto Hamilton tomava até bandeira azul e o rádio coach não parava de dar instruções ao "perdido". Lá na frente, Verstappen e Bottas, faziam corridas limpas. Kimi, andava em bom ritmo para completar o seu pódio de número 90 na carreira.
Pena que o foco ainda era a maldita contagem de pontos. As contas não tardavam a ser lembradas, e aquilo, desmistifica qualquer corrida, seja ela boa ou ruim. O foco, da velocidade, do automobilismo puro e simples, fica à critério daquele que fez outras corridas das quais venceu, e não esta, que estava a acontecer diante da gente, pela TV.

Até aí tudo bem em escrever essa coluna. Mas o que deixa a gente meio cansado é o que sobressai; é aquilo que a gente nem deveria dar pano para a manga. Eis elas: Construções de caráter premeditadas, importâncias dadas ao que é secundário, merecimento eventuais e isolados como se fossem cerne das disputas, mídia, opinião, gosto e pretenso argumento de que "se sabe do que ocorre". Eis o tratamento dos esportes pela maioria das pessoas, seja ele F1 ou futebol, tênis ou vôlei. Galvão chegou a mencionar - em um dos poucos momentos em que foi são - o extremismo das pessoas nas redes sociais com relação à torcidas. 
Antes mesmo da corrida acontecer, não vi uma alma viva dizer que estava torcendo por Vettel conseguir pelo menos, tardar a disputa para as próximas etapas. Vi alguns, não porque gostam de Vettel, mas porque são idiotas o suficientes para quererem ver Lewis vencendo em território brasileiro, como se isso significasse algo à mais para categoria e não apenas um triunfo que só ele e os torcedores guardariam na memória.
Vi também - salvo míseras exceções - poucos comentários atribuindo uma boa atitude de Vettel em saber lidar com a derrota. O que saltou aos olhos foi um mar de críticas até nas atitudes amistosas, tais como sua fala em italiano, ou suas palmas ao rival que, fez uma corrida meia boca. Para um tetra campeão de tanta estirpe, eu diria vergonhosa, mas que todo mundo aplaudiu até nos discursos piegas pós corrida.
"Falso Vettel", disseram. Não sei o que o exterior tem falado. 
Pautar minha avaliação sobre a torcida à favor de Hamilton via redes sociais e mídia brasileira é raso. Mas significa muito se formos parar para fazer foco em uma das circunstâncias:

1) Quem ganha com campeonato completado assim, com tanto ponto de vantagem e faltando duas etapas? 
2) Qual a vantagem, honrosa em vencer um campeonato, em nono?
3) Qual o critério para dizer que Hamilton é melhor que Vettel?

Para a número 1 e a número 2, a resposta é clara: apenas Hamilton. Para a três a resposta é: um critério tão ridículo e cínico quanto os políticos envolvidos na nossa Lava Jato.

Brasileiro gosta de Hamilton e não de Vettel por razões bem claras:

1) Ele ama o Senna e faz questão de falar dele toda vez que tem oportunidade. Isso, inflama o orgulho de qualquer um que nasceu e vive aqui.
2) Ele venceu o primeiro campeonato dele, em 2008, em cima de um pseudo piloto, brasileiro, que muita gente baba ovo até hoje. Falar que Lewis é um dos melhores, é legitimar aquela vitória na última volta em Interlagos sob um "forte concorrente" que por sinal, é conterrâneo nosso.
3) A marra dele é de jeitão brasileiro. Não tem piloto brasileiro que tenha sido humilde ou encrenqueiro na F1 que não tenha durado muito pouco. A "desumildade" cria um elo de empatia que ele jamais verá em outro território a não ser aqui.
4) Ele já infernizou com o psicológico de um espanhol que depois virou inimigo de muito brasileiro por conta de um "faster than you" da vida, e de dois alemães - Nico e Vettel. O estigma do 7 x 1 está inerente nessa torcida verde-amarela.
O quinto ponto é mais geral: 
5) As pessoas, definitivamente, acham que, só porque os seus pilotos favoritos alguma vez, não conseguiram superar o Vettel, acham que, por "razão" apenas pessoal, ele não merece os créditos de todos os feitos. Assim sendo, qualquer um, até mesmo Hamilton, um cara tão arrogante quanto qualquer outro (se não for o mais de todos) ali naquela categoria, torna-se por automático momento, um querido. 
O resumo é bem simples: Dizer que Vettel venceu campeonatos sem esforço é a mesma pauta para Hamilton no meu entendimento - igualmente sem esforço. É uma questão de admitir preferência. Então, admitamos a preferência e largamos as nossas birras às claras, e não mascaradas de verdade, pois, não dá mais para ficarmos nessa bobagem. Não existe verdade, existe o que você pensa a respeito e isso, amigos, é completamente inútil no crivo do esporte.
Afinal, com antecedência de duas corridas, Hamilton entra no seleto hall de tetra campeões. Agora, mais que nunca é que admiro Nico Rosberg, que conseguiu vencer as barreiras da ascensão desse "monumental" piloto, assim como Jenson Button em 2009 e Sebastian Vettel - sim, o "Farsa"- nos anos seguintes.

Abraços afáveis!

sábado, 28 de outubro de 2017

13 to 31: 13 músicas para o Halloween (#10 e #11)

Deixo as sugestões de músicas para Halloween para o sábado e domingo. Dois clássicos: um NWOBHM e um power metal alemão. As melhores da minha lista virão, propositalmente, na véspera e dias de Halloween. 

DIA 10 - "13 to 31" indica:



DIA 11 - "13 to 31" indica:


A programação do último fim de semana de outubro está acumulada: as responsabilidades batem à porta, assim como os momentos para "espairecer". Na agenda, o treino classificatório (ainda que saiba os resultados), e amanhã tem cinema (assistirei Thor: Rägnarök), chegarei correndo para pegar pelo menos um jogo da NFL à tarde e mais um à noite, ainda tenho de considerar mais uma corrida da temporada da F1 (novamente, mesmo sabendo o resultado final. Não posso condenar 18 pilotos - em detrimento de dois das quais desmereço - que podem ainda tentar dar o ar da graça em pista). 
Segunda de manhã trabalho cedo, então, comentários sobre o GP do México ficarão (se a internet permitir, pois anda bem difícil) para depois do almoço.

Assim sendo, desejo à todos um excelente fim de semana! Abraços afáveis!

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Corrente Musical de A a Z: R.E.M.

Com dois votos dos quatro totais contra um para a banda de metal industrial alemã Rammstein e uma para a banda sueca de pop Roxette, vamos à mais um Corrente Musical com:




♫ Música que mais gosto:


♫ Música que menos gosto:

Não me vem nenhuma à mente. 

♫ Música romântica:

Música de coração partido na verdade... #QuemNunca?


♫ Música para dançar:



♫ Música que me define:



♫ Clipe Favorito:



♫ Melhor álbum:


Certamente a escolha deve ser unânime em termos de ser o trabalho que mais teve holofotes, e é recheado de hits,  sendo também o único que teve necessariamente 8 vídeos lançados, num compêndio de 11 canções. "Out of Time" é um álbum leve e divertido de ouvir, datado de 1991. As faixas do sétimo disco de estúdio de Michael Stipe, Peter Buck, Mike Mills e Bill Berry são:

1. "Radio Song"
2. "Losing My Religion" 
3. "Low" 
4. "Near Wild Heaven" 
5. "Endgame" 
6. "Shiny Happy People" 
7. "Belong" 
8. "Half a World Away" 
9. "Texarkana" 
10. "Country Feedback" 
11. "Me in Honey" 

♫ Pior álbum:


Conheço o R.E.M. (confesso) por apresentações ao vivo e por músicas de sucesso e aparições de clips na MTV. Há um sem número de músicas que conheço deles e tenho em casa o DVD do show "Perfect Square". Mas fora "Out of Time", os demais álbuns da discografia deles conheço apenas os pedacinhos. Mas dada o grande alcance deles, a qualidade de suas músicas mais conhecidas, creio que não deve ter um álbum que seja de qualidade questionável que possa ser comentado aqui.

► Menções honrosas: 10 músicas não mencionadas

Drive;
Animal;

Como costume, está aberto as escolhas de vocês. Agradeço as votações precisas e já deixo algumas escolhas para próxima rodada. Como temos duas em estágio de repescagem, vou dividir propostas da letra S:






ou


Combinados? Na próxima, venho com a mais votada e acrescento mais quatro bandas com a letra S para a postagem seguinte. 
Acompanhem a Corrente pelo link: Corrente Musical de A a Z. Votem pelos comentários ou pela página do blog no Facebook (como preferirem!)

Abraços afáveis e até sábado!

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

13 to 31: 13 músicas para o Halloween (#5, #6 e #7)

Sigo com as 13 indicações para o Halloween. Desta vez, as pausas para comentar F1 vieram no começo da semana, na segunda e na terça, então, compensando a falta desses dias publico as músicas do dia 5 e 6 equivalentes às pausas, e de hoje, dia 7, logo abaixo.

DIA 5 - "13 to 31" indica:


DIA 6 - "13 to 31" indica:



DIA 7: "13 to 31" indica:


Abraços afáveis e até amanhã! 

terça-feira, 24 de outubro de 2017

GP dos EUA com fotos comentadas sarcasticamente (ou não)

Qual teria sido a treta da vez?
Se não houve, nessa semana terá: Verstappen tem que começar desde cedo a questionar as coisas. 
Já que é bocudo o suficiente para falar mesmo, está mais que na hora de botar fogo no coreto.


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Olhares fulminantes e de conquista...


Qual a sua escolha?


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Ricciardo descobriu sobre as sondas dos astronautas?


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Que raio de pose é essa dos caras da McLaren?


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Atenção! 
Pausa dramática para o desfile dos pilotos da Williams exalando sex appeal como jamais visto no paddock da F1!!!!

Primeiro, Stroll e sua elegante camiseta rosa, mochila descolada, calça de brim e chapéu de caubói:



E Massa, em roupas casuais, marcando a presença não com vestimentas, mas com um olhar de desprezo de derreter corações:



(Que. Tristeza.)

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Kvyat nos representa: o desprezado, o injustiçado, o que está ali, mas nunca chega a lugar algum, a não ser o fundo do poço. 

#TamuJunto

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Ricciardo se aglutinando com a criança novata


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Kimi na tietagem com Usain.
E eu vendo esses caras bem mais baixos que ele e fiquei pensando em mim perto do Bolt, fazendo pose para foto, mas aparecendo só o minha testa


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Sou mais o da esquerda...


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Pequeno discurso?
Gosto do Vettel. Mas a diplomacia que ele adotou nas últimas corridas é de tal modo irritante. 
E sou fã do Kimi, como bem sabem. Chateia muito os comparativos dele com pilotos medíocres. Mas isso são os outros, não eu. Estou sabendo aceitar - as vezes - o que se passa com ele.
Mas dói um bom tanto ainda, quando a gente vê ele abrindo espaço para o companheiro e ainda recuperando pódio num estilo semi tapetão. 
Ele não merece isso nem à pauladas. Mas, vá lá. Ele sabe o que ocorre, sabe das críticas, e não se importa. 


Kimi precisa virar palestrante depois de se aposentar. 
Eu quero aprender com ele esse modo "f%d@-se"


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Arrivamale Arrivabene queria um abraço e Wolff já se certificou de poder dar um ippon. 
Perdeu a chance de enforcar o maledeto, hein Arriva?!


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Sem protestos. 
Trump deve ter ficado feliz, embora tenha ficado irritado no Twitter porque não tem americano na F1. Hamilton que prometeu mundos e fundos sobre os direitos igualitários de seus pares, ficou só no discurso né?
Eu sabia que o máximo que ele provocaria era dizer-se inglês:

Dito e feito. Ele não é um afrodescendente militante. É uma pena, pois o assunto requer holofotes de todos os lados,  inclusive de pessoas públicas que, querendo ou não, são formadoras de opinião. Se ele é tão amado por tantos, poderia ter feito algo pela causa. Mas a omissão, só aumenta minha indiferença com relação à sua figura que nem consegue ser sequer expressiva nestes termos.
Está certo que militância quando não equilibrada sobrepõe o que a pessoa é enquanto profissional, algumas vezes, mas um pouco disso faria dele menos vazio, tenho certeza.


Daqui eu sigo apoiando só o que a NFL, jogadores da liga e outros esportistas fazem a respeito disso. 

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Kimi de óculos, no pódio no maior estilo piloto dos anos 70  e Vettel com sorriso meio forçado.
Eu sei o que é estar no lugar que ninguém quer te ver e também sei o que é ter planos minados depois de muito esforço...


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"Roubaram o pódio do Verstappen"
Tecnicamente não. Passar com as 4 rodas na faixa, era e é regra passível de punição.


"Todo mundo cortou caminho naquela faixa"
Vimos o "todo mundo" fazer isso ou foi só porque o Burti falou na transmissão?
E todos os que fizeram isso, ultrapassaram alguém? 


Eu não vi ninguém que tenha passado as 4 rodas na faixa, mas também nem presto atenção nessas coisas. Já vi corridas em que rolou uns passeios extrapista e nada aconteceu.  
Puniram o Max e só digo uma coisa: NOR-MAL. Sempre tem um bode expiatório...
E Kimi nem viu o que aconteceu e como aconteceu, então, criticar ele por estar envolvido é pura canalhice. Se fosse o contrário, não teria toda essa comoção, a não ser as fãs chorando. 
Podia ser qualquer um punido. 
Ah, mas menos o Hamilton. Esse sim, faz tudo certo. ¬¬'

Eu sei que é chato para caramba quando a coisa bonita acontece e cortam o barato assim, pela raíz.
É mais chato ainda que toda vez que a Ferrari  se beneficia de algo é esse Deus nos acuda de falatório: "Ela é protegida", "o F de FIA é de Ferrari", "Roubaram para facilitar"... blábláblá... 

Roubaram? Em detrimento do Räikkönen, flores astrais? O cara está em quinto lugar no campeonato, sendo criticado por todo mundo pela sua conduta que saiu de morna para ruim, a Ferrari nunca está nem aí se ele é ultrapassado, se abandona corrida, se reclama de alguma coisa no rádio e vocês acham que ela "correu" o processo para punir o Verstappen para beneficiar o segundo piloto deles? Ele nem tem chances de se aproximar do Ricciardo do jeito que as coisas andam, então tirem da gaiola já, porque o bom senso tem que andar solto.
É óbvio, pela rapidez na punição, que a FIA viu o erro, e claro que a Ferrari ia choramingar - são latinos, choram as pitangas com qualquer coisa. Estão até chorando pouco, pois já aconteceu bastante coisa esse ano e eles estão bem amenos. Anos antes era um dramalhão que só vendo. 
Se fosse a Mercedes, vocês diriam que estava ok, não é mesmo? Então, chega de clubismo, pois não tem razão para isso. 
Há tempos venho dizendo que as punições são providenciais e específicas. Todo mundo já sabe disso, e tem muitos que já cansaram de comentar sobre. 
Grosjean disse no briefing do Japão: os pilotos do meio do grid para trás não sabem o que pode e o que não pode ser feito, uma vez que alguns protegidos, agem de forma errada, mas nada acontece. E ocorre que, nos últimos anos, o protegido não veste necessariamente vermelho e quando veste, o castigo vem a galope, que nem um cavalo, pois chove criticas sobre o tal.
À Verstappen já aviso: use a petulância que corre nas veias para falar. Acusar mesmo, na bucha, quem faz coisas que não deve ser feita e quem está sendo protegido das regras. E que seja, finalmente, bem vindo à F1. Ela está assim, faz uns 10 anos já. Vamos criar casca porque vai ser necessário, amiguinho. Muito necessário.


Abraços afáveis!