sábado, 29 de dezembro de 2012

Retrospectiva 2012

Antes que acabe de vez e mude de "este ano" para "ano passado", escolhi 12 momentos do ano para listar, em ordem aleatória de importância:

1. Maratona monografia


Escrever uma dissertação de conclusão de curso era a coisa mais abominada por muitos colegas meus. Para outros, de outros cursos e outras áreas, a palavra "monografia" era praticamente uma ofensa. Tinha gente que repetia a palavra seguida de um "Deus me livre". 
Eu, ao contrário, estava ansiosa pelo momento. E 2012 era o tempo em que me dedicaria a fazer um trabalho da qual tivesse um orgulho imenso, nem que me custasse muitas privações. 
A monografia em si não ficou perfeita (e nunca será), mas fiz tudo exatamente sozinha o que me garantiu o orgulho que talvez eu premeditava. A nota, apesar de insuficiente é minha e aprovação foi a libertação de que tudo, exatamente tudo que fiz foi quase uma batalha épica. A orientação foi aquém do premeditado, tudo que estava na minha responsabilidade foi feito, mas matei "trolls" todos os dias em que encarei o desafio de defender a monografia. Defendi, venci, mas como qualquer batalha, houveram perdas. Serviu em todo caso, como aprendizagem, mais que tudo. E pelos benefícios de todo o percurso, sou grata.

2. Festa de Halloween Beneficente

Como em 2011, eu minha irmã e minha professora de italiano botamos em prática o segundo Halloween da escola de idiomas. Se em 2011, trabalhamos rápido e tivemos muitas alegrias, por estamos pela primeira vez em um projeto novo, em 2012 tudo foi muito maior e mais complicado.
As decepções vieram à galope, tudo era caro demais, tudo era inalcançável e a palavra beneficente fazia um monte de gente desconversar. As ajudas vieram pouco e com  muito custo, e no fim a festa saiu, com muito trabalho, muita dedicação e muito empenho de todas. 
A gratificação foi maior que ano passado, cuja a renda foi para a compra de doces, presentes e tudo que fosse útil numa festinha à tarde para crianças de uma creche. Em 2012 toda a renda foi para uma instituição de crianças carentes, que recebeu mais de 500 fraldas e 50 roupas de cama. 
Sobrou uma quantidade boa de dinheiro, a qual foi destinada à três cartinhas do papai Noel dos correios. As três garotinhas escolhidas, uma pedia cesta básica e recebeu duas, (mais uma bolsa estilosa hehehe), outra recebeu material escolar com tudo que tem direito (e também uma bolsa extra) e a última pedia uma caixa de bombom e recebeu 7 delas, mais um ursinho de pelúcia.
Todo o trabalho com a festa foi compensado pelo pouco que fizemos por essas crianças.

3. Amigos



Muitas pessoas foram especiais esse ano. Amigos de muito tempo, se aproximaram mais ainda. Outros me deram um suporte incrível quando passei pelos problemas acadêmicos (que ouso pedir para não acontecer novamente em 2013, pelo amor!!!)
Sou extremamente grata a esse pessoal. 
O pessoal que conheci esse ano, que procurou minha amizade por aqui ou pelo facebook, embora não os conheça, têm além da minha amizade, o meu respeito. 
Me decepcionei com algumas pessoas das quais sim, eu presava pela amizade. Mas vez ou outra por mais que machuque, acontece. Resta só se preparar melhor para a próxima.

4. Os Vingadores



Quase todo ano tem filmes bons. Pelo menos todos os anos existem aqueles em que planejo a data da estréia como se fosse "o" evento. 
Coisa de nerd talvez, mas nerd autêntico, porque hoje, alguém fala que gosta dos filmes "De volta para o Futuro" e se acha "o" nerdão da parada. Onde pararão esses conceitos é outra coisa que espero que em 2013 não aconteça de forma tão pobre. Algumas coisas devem evoluir para melhor e não para pior.
Enfim, falava de filmes...
Esse ano extrapolei meus horizontes. Para quem marcava na folhinha ou na agenda as datas de estréia de adaptações de livros como Harry Potter e O Senhor dos Anéis, mudei. Desde o fim da saga do bruxo de óculos redondos, eu mal tinha pelo quê esperar na tela grande. Assim, entrei com gosto do gênero adaptações de HQs. Se meu favorito era os filmes do Homem de Ferro, achei super as adaptações do Capitão América e Thor que premeditavam para 2012, Os Vingadores. 
Com um básico "demorou, estou viciada" empolguei além da conta com o filme. E marquei na agenda, fui assistir e fiquei ainda mais empolgada com o filme que quase todo mundo pode dizer que não tem anda de especial.
Fato é que estava abstenta de HP e SdA, todos precisam entender. Além disso, como uma boa admiradora de grandes atores que cativam por interpretação, fica com Tom Hiddleston - que interpretou Loki nos longas Thor e depois nos Vingadores - a boa surpresa que tive do ano. Virei fã do cara!

5. O Hobbit: Uma Jornada Inesperada


Era em 2012 que finalmente o diretor Peter Jackson daria aos fãs de Tolkien um gosto a mais de fazer um novo filme sobre os livros do professor.
Eu depois de toda minha batalha com a monografia, corria sério risco de tomar trauma de qualquer coisa que levasse à "hobbit", "Tolkien", "Anel" e etc. Os livros de Tolkien foi tema central de uma tese para minha graduação em História. 
Exatos e cabalísticos 7 dias antes da estréia do filme estava eu em uma sala quente, com três pessoas me avaliando em uma banca. Mesmo assim, saí daquela sala aprovada e à caminho do cinema para a compra do ingresso antecipado do filme.
Por incrível que pareça, ainda não revi o filme depois da primeira vez. E por incrível que pareça revisitei a "Terra-Média / Nova Zelândia" sem nenhuma aversão. Pensando sobre o filme depois de menos de dois dias constatei que não há trauma algum e sim, preciso ver de novo. Urgente!

6. Séries



Séries sempre foram meio chatas. Eu não tinha paciência de acabar tudo e a única série que eu fazia questão de ver era Friends. Tanto foi mesmo que completei a coleção de temporadas e agora não dependo de reprises para ver quando quiser.
Mas me rendi à ter séries e acompanhá-las esse ano e entendi porque muita gente vicia nelas.
Esse ano recebi a dica da série Merlin da minha amiga Ludy (do blog Octeto). Mesmo que ainda não tenha terminado, estou empolgada com a série. ^^
Além dela, definitivamente virei fã da série The Big Bang Theory e descobri traços Sheldon Cooper na minha personalidade. Outras boas séries que estou acompanhando e agora realmente tenho o porque ligar a tv e o aparelho de DVD é Once Upon a Time e Guerra dos Tronos.
E há boas, que ainda preciso iniciar e podem fazer parte das minhas tardes de lazer já que agora descobri o porque é legal assistir essas coisas...

7. Guerra dos Tronos

Pela série, decidi ver qual é a do livro a qual se baseia. Os livros matam qualquer preguiçoso de desgosto pelo número de páginas e apesar de descômodo isso não deveria ser um problema. Confesso que me perguntei muito nas primeiras páginas, depois de ter comprado o primeiro volume, o que é que tanta gente que escreve "concertesa" no facebook poderia estar dizendo que lê a saga de George R. R. Martin, sendo que eu lia e estava muito confusa. Parei na página 30 do primeiro volume, "Crônicas de Gelo e Fogo" e me senti uma besta porque realmente estava boiando muito. 
Com a série as coisas clarearam e voltei à leitura. Mesmo ainda duvidando que os assassinos da língua portuguesa estão lendo os livros mesmo, agora consegui um bom ritmo de leitura e estou quase no fim do primeiro livro. 
É sempre bom tentar de novo e não pensar nos outros para fazer o que você realmente quer.

8. Livros

Um ano em termos de leitura só pode ser considerado bom quando se acha pelo menos um livro que vai para sua prateleira de favoritos em definitivo.
O ano foi baixo em termos de "literatura de recreação" (digamos assim) devido às leituras dedicadas à monografia. Mas esse ano li um daqueles que foi para a prateleira dos favoritos e não é nada perto de Crepúsculo ou 50 Tons de Cinza hehehehe (embora tenha lido a saga Crepúsculo e não encontrei o porque de tanta gente ter se fascinado pela história. E 50 Tons confesso que só conheço de ouvir falar, mas ainda tem tantos livros em pilhas aumentando para serem livros que vai ter que ficar para um futuro distante)...
O livro a qual me refiro, fica como dica:


Simplesmente, excelente!

9. F1

A Formula 1 sempre garante boas coisas, porém esse ano atípico foi muito mais agradável que pelo menos 2008, 2009 e 2011 juntos. Tivemos muitas coisas diferentes, novas caras no pódio, novos desafios, novas discussões. De fato o ano foi tão diferente que as minhas expectativas e torcidas mudavam a cada corrida. Corridas chatas se tornaram ótimas e o saldo de corridas interessantíssimas foi positivo. 
Só posso esperar que a competitividade e o bom valor do esporte permaneça ano que vem, porque realmente esse foi muito bom e passou depressa demais.

10. Kimi Räikkönen


Antes da temporada da F1 começar, a volta do Kimi pra mim não era boa coisa. Na pré temporada pouco consegui me convencer do contrário. Não era por falta de confiança no potencial do Räikkönen profissional, mas sim porque a F1 é cruel com quem anda na linha, que dirá quem não se importa com o traçado.
Mas Kimi foi aquele cara que me fez optar por ser sua torcedora fiel à tempos atrás. Marcou pontos em 19 das 20 etapas e foi nada mais, nada menos que o terceiro colocado no campeonato, depois de dois anos fora da categoria. 
Traços do WRC fez com que Kimi piloto crescesse profissionalmente. Graças aqueles ótimos 2 anos de pausa, tudo reconquistado em 2012 na F1 com Kimi abordo de uma Lotus teve um gosto muito doce e suave.
Sem poesias, Kimi foi mito fora das pistas também. Sem pudores, ele caiu de grades, ficou possesso com o mecânico no rádio, deu ótimas respostas sobre perguntas panacas de jornalistas, e até pegou caminho errado em Interlagos. Tudo com o humor Kimi Räikkönen que faz ser ele o mesmo cara de sempre. Goste ou odeie, ele pouco se importa. Só faz aquilo pela qual gosta. E sinceramente: precisa de mais?

11. Nightwish e outras

Uma das minhas bandas favoritas trocou de vocalista pela segunda vez. Fãs do tipo fãs da Xuxa  (loucos e emotivos) abandonaram a banda alegando infantilidade de seus membros tomando as dores pela segunda vocalista demitida. Aconteceu tudo de novo, nova diva demitida e o povo se derrete em lágrimas.
Deus nos livre dos fãs de metal passionais! Nunca vi tanto chororô por coisa tão banal. Se a índole dos caras incomoda tanto, basta parar de comprar os cds e arrumar outra coisa para ouvir. Hoje em dia não tem mais desculpa, tem opção à rodo e jeito de ouvir uma banda boa às pencas.
Se a primeira vocalista tinha problemas com os caras que eles que resolvessem. Eu era fã pela música. Não esperava que a segunda vocalista (mais simpática que a outra, aquela a qual tive chance de ver ao vivo e é muito boa) fosse sair da banda. Foi um choque, mas mantenho o pensamento: sou fã da música que os caras fazem, por isso bato o pé que o baixista e também vocalista deve ser o "frontman". Mas se assim não for, também não vou me descabelar. É esperar ver o que aprontam daqui a diante. Se eu gostar compro os próximos cds, se não, será uma pena, pois a banda é muito boa, e faz parte do meu dia-a-dia desde 2000.
Fora isso, perdi shows bons. Do Nightwish, porque era dia de semana, e prestes a defender monografia, com todo o impasse que minha orientadora me proporcionou, não poderia viajar tranquila com o circo pegando fogo por aqui. Perdi o show, tudo bem que seria com outra vocalista, mas perdi a chance de vê-los ao vivo de novo.
Perdi o show do KISS pelo mesmo motivo do impasse da minha orientação. Fiquei sem chance de ver a minha outra banda favorita pela primeira vez, trazendo um senso de missão cumprida para um ano tão complicado.
2013 precisa ser diferente nesse ponto.

12. Desafios 

O mundo não acabou conforme muita gente acreditou. Só resta traçar aquelas metas que precisam ser cumpridas para o ano que vem, já que não foi possível em 2012.
Farei algumas idas a lugares que preciso e aprenderei alemão, custe o que custar nesse ano que se aproxima. Nada de dietas, parar com vícios (porque nem tenho), nada de planos que dependem dos outros para concretizar, porque ninguém é apto a ajudar quando vc suplica. 
Só espero que ele seja muito mais tranquilo e produtivo para todos nós.
Por isso:


Abraços afáveis e até o anos que vem!

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Feliz Natal!


À todos que acompanham o blog, desejo um Natal esplêndido para vcs, família e amigos!
Grandes abraços à todos!

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Trilha Sonora de "Fim do Mundo"

Ficar no facebook de bobeira ontem não foi agradável. Se alguém só estava levando na brincadeira, outros acreditavam, fielmente, que mundo acabaria hoje.
Eu não vou explicar aqui que os Maias, em termos históricos, não erraram coisíssima nenhuma nas previsões, conforme alguns estudiosos manifestaram para "acalmar" a população, porque eles não erraram. As previsões deles - em síntese - estão "corretas". O mundo não vai acabar, e sim que os próximos anos serão anos complicados de enfrentar, talvez com mais manifestações rudes da natureza, ou coisa parecida. Nada do que já não tenhamos enfrentado antes.
Eu acredito que estamos em uma espécie de transição. Algum ciclo está se refazendo ou modificando. Atribuir às mudanças ao juízo final ou reação da natureza pelo que o homem fez me parece muito medo para pouco trovão. Acho que a natureza em si está em momento de se reinventar para voltar ao equilíbrio, por isso, algumas reações dela são bruscas, mas necessárias. 
Causaram uma comoção em cima de uma notícia boba e um tanto sem fundamento. A mídia fez o papel de divulgar em tom de quase ameaça, e agora é fácil encontrar uma turma com medo e paranoica. Confesso que eu queria sim que desse uma apagão geral no mundo todo ou alguma coisa mais inofensiva acontecesse, que colocasse todos petrificados, pensando que passariam dessa para melhor só para que revessem conceitos, moral e afins. O povo enlouqueceu de vez e perdeu o senso de vez e isso é fato. Deixou de ser só uma vez ou outra que furaram a fila que você estava, ou passam na sua frente ao ser atendida em algum estabelecimento comercial, ouvirem música alta no ônibus, ou empurraram você no banco, bateram a bolsa na sua cara, passarem no sinal vermelho...
Só Deus sabe o quanto de mediocridade li das pessoas a respeito do que fariam se hoje de fato fosse o último de nossas vidas. Passariam a noite no bar com os amigos (afinal não precisarão do fígado mais), gastariam todo o dinheiro que tem em alguma coisa duvidosa... Não houve um que cogitasse em pedir perdão à alguém, perdoar alguém, dizer "desculpe", "com licença", "por favor"...

Já que é para aterrorizar total, fiz uma lista de músicas para "comemorar" essa data de presságio de fim do mundo, que vez ou outra vira "Trending Topics do Twitter da História". ^^









Parte dessa lista foi baseada no seguinte link do Whiplash.net: Ultimate Classic Rock? Top 10 músicas para o fim do mundo (Onde há, claro, outras opções mais clássicas...)

"Não tenho medo que o mundo acabe, tenho medo que ele continue como está".

Abraços afáveis!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Beeeeeijo do "Linguini"

Romain Grosjean, um dos protagonistas das situações mais comentadas da F1 2012 ganhou a Corrida dos Campeões...
Não muda nada nossa vida, assim como não muda a bobagem de mundial de clubes da qual Corinthians saiu vitorioso. Como dizia minha sábia avó: bela *****! Mesmo assim digo: maldito seja Peter Cech!

Mas voltando ao Grosjean, pergunto:


Quem aceita o Beijo do "Linguini"(porque esse nome, ver aqui) e ainda devolve com mesmo amor e carinho, levanta a mãozinha!!! (rsrsrsrsrs...)

Abraços afáveis!

PS: São 17:30 e a Lotus confirmou o Linguini para mais um temporada com eles em 2013. 
Renovação dada pelo desempenho no ROC 2012?
Ou pelo "money" da Total?

Ah, seria tudo bem melhor se Heikki Kovalainen viesse para a Lotus e montassem o Suomi (Finlândia em finlandês) Team. Aceitava melhor até o Kobayashi ou o Senna... Mas... Não me perguntaram. Bobo deles.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Festa de procedência duvidosa na Force India

Segundo consta algumas informações a equipe Force India fez uma festinha de Natal no último domingo.
Não poderia dizer muito sobre afinal, não fui convidada (risos). Só sabia da ocorrência do evento por essa reportagem, bem no finalzinho:


Festa de Natal. O garoto Hulk se despediu da equipe no último evento com ela e se esbaldou em alguma boa comida por lá, como é algo característico das festas de Natal. A sorte dele é que possivelmente não deve ter rolado aqueles vexames de festa de família que todo mundo tem algum para contar.

Na segunda-feira eu vi essa foto da festa:


Pilotos da Force India na temporada de 2012, comemorando o Natal com a empresa com representações cabeçudas deles mesmos.
Apesar de meio esquisito, foi só isso que pensei a respeito.

Depois, ontem de tarde, mais especificamente, encontrei a seguinte foto compartilhada nesses tumblrs da vida:


A esquisitice dos representantes/clones cabeçudos de cada, deu lugar à clones cabeçudos, de tanquinho à mostra e exibição dos representantes genuínos ao lado para uma foto descompromissada.
Que festa de Natal é essa, meu Deus? De quem foi essa ideia?!

Tenho a piada infame que um ex-piloto da equipe - que é forte candidato a retornar à casa ano que vem  -possa ter dado essa dica para dar um "animada" na festa digamos assim... xD
Se confirmar o retorno, confirmo minha teoria. 


E vcs, o que acham?
Abraços afáveis!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Uma reportagem e uma pergunta

Decidi hoje fazer um esquema diferente para discutir as reportagens de F1 que vão sair daqui em diante, sobre novas contratações ou comentários de alguém envolvido com a categoria.

Faremos o seguinte: coloco a reportagem com o título. Se não souberem do que se trata, é só clicar e ler. 
Depois coloco a minha pergunta sobre ela e tento chegar à alguma conclusão.
Dessa forma, podemos estabelecer uma discussãozinha saudável, quem sabe?!


Para tal comentário besta, tenho duas perguntas:

1) "No GP de Abu Dhabi, tanto Sebastian Vettel quanto Kimi Raikkonen receberam uma carta de advertência da FIA por terem usado termos de baixo calão na entrevista do pódio, exibida ao vivo para várias emissoras de televisão. Segundo Ecclestone, o fato de os fãs se ofenderem com linguagem inapropriada é um fator que impede os pilotos de agirem naturalmente."

Sobre o trecho acima, pergunto: os fãs se ofenderam com as palavras "Giving me shit" do Kimi e "we didn't fuck it up" do Vettel? Sério?

Estamos criando um bando de "sissy" então, porque eu não vi nada de ofensivo.
Claro que podemos evitar palavras de baixo nível. No caso de Kimi, ele realmente está de saco cheio (posso escrever isso?) por cobrarem sorrisos e rostinho rubro de excitação dele. Não entenderam, definitivamente, que ele não fará coisas que sejam forçadas e nada espontâneo!
Olha que boa palavra, espontâneo... 
Se perguntarem ao Kimi se ele não sorri, ele pode agora dizer que não é espontâneo, que não significa que não está feliz por dentro, que é o jeito dele. 
Incomoda? Supere!
Que raio de categoria massivamente masculina é essa que se importa se o cara mostra os dentes ou não? Quem se importa, se ele fez uma corrida memorável ou ultrapassou carros fortes na Eau Rouge? Não é isso que queremos mais?
Agora se estamos esperando sorrisinhos fofinhos e encantadores, sem velocidade e magia em pista, algo precisa ser revisto. As meninas que curtem a categoria e de quebra pode admirar os caras pelo visual concordarão comigo: vai indo, se for só bonito ou atraente, perde a graça.

Tenho pra mim que a frase do Vettel foi mais um gancho do que Kimi disse. Meio que, se Kimi é "cool" posso também ser usando o termo que eu quiser. Sendo assim, usou sabendo que não haveria problema. Deve ter pensado que qualquer um poderia dizer "que não ferraram com tudo" (para ser mais meiga na tradução). Hoje, qualquer ser vivo pode falar "ferrar" e ninguém arregalaria os olhos. Já vi moças mais novas que eu falando coisas piores no meio da rua e fui a única que arregalei os olhos e reprovei a ação. Sim, porque mulher cuspindo 9 palavrões em uma frase de 10 palavras não é nada bonito. Mas, e daí? 
O mundo fala palavrão, nem só quando dá topadas no pé da mesa. 

Concordo com Bernie nesse ponto; hoje a cultura televisiva até que permite uns palavrões. Só que ele esqueceu do "piiiii" que entra na edição assim que a palavra sai. Ao vivo então, vai parar nos vídeos do youtube, e vira hit dependendo da pessoa que disser. É aquela: pode mostrar a bunda na TV, mas ai de você falar a palavra "bunda". Aí é ofensivo, aí rola processo, e corre o risco do Ministério Público te procurar.
Se fosse também pilotos dos anos passados (em que não havia essa bobagem de politicamente correto) ninguém ligaria. Eram personagens. E como tais, tinham personalidade e eram espontâneos. Estavam "p" da vida: diziam. Saiam no tapa com alguém: saiam. Falavam mal na cara do outro: falavam. 
Por assim mesmo, reitero: porque alguém se ofendeu com essas frases dos dois? 

2) “Olhem para a cultura televisiva hoje em dia. Os palavrões se tornaram parte de uma conversa normal. Não acho que a expressão espontânea de Sebastian foi grande coisa – foi apenas para poucas pessoas. Então, se você perguntar sobre a real diferença dos pilotos do passado e os de hoje, é que antigamente eles eram personagens, o que não é permitido agora”, concluiu Ecclestone.

Baseado na citação acima, pergunto: Porque à poucos dias Bernie disse: "Vettel é bom, mas não tem carisma?" (Ver aqui)
Depende só do Bernie, liberar os pilotos a serem quem são, acredito eu. Ele não falou que quer fazer muito mais pela F1 e não está afim de aposentar. Já tem uma dica então: vamos deixar de fazer da F1 uma frescura. Vamos podar jornalistas moralistas e vamos por regras que caibam e não que sejam bobagens. 
E... Há um que tem personalidade para ser lenda na F1 em pleno século XXI... 


Sintam-se a vontade para tricotar sobre.
Abraços afáveis!

sábado, 8 de dezembro de 2012

FIA Gala 2012

Ontem, faltei à FIA Gala pelo meu compromisso acadêmico rsrsrsrs...
Pelo visto foi a típica festa pomposa, mas que reconhece os vencedores do ano, e eis um vídeo dos melhore momentos:


Com esse vídeo, desejo boa semana a todos e peço que me aguardem semana que vem com postagens mais coesas, aproveitando melhor esse off season de três meses de abstinência da F1 entre outras coisas.

Abraços afáveis!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Dia de defesa

Amanhã a tarde, farei a minha defesa de monografia, sem orientadora e sem membros da banca que eu queria anteriormente.

Com isso, só posso levar adiante a filosofia Kimi Räikkönen, para apresentação e tudi o mais, porque confiar nos outros ultimamente, está sendo dose.


Abraços afáveis!

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Dança da cordinha 2

Depois do post de ontem, decidi fazer uma nova interpretação da foto:


Desta vez, nada de ficar lembrando do vergonha alheia da música brasileira. Vergonha essa que como um fantasma, assombra a gente à tempos, cada vez piorando mais e mais. Só temo onde iremos parar com esse festival de bizarrices "musicais"...
Mas, enfim, a nova "legenda" vem de algo bem mais agradável.


Star Wars, a Guerra nas Estrelas,  são escritos de ficção científica criadas por George Lucas, que rendeu uma trilogia lendária na década de 70 e mais outra nos anos 2000, tem inúmeros fanáticos pelo mundo todo.
Quando escrevo fanáticos eu não estou exagerando em nenhum ponto. Há quem encontraria um nerd qualquer que sabe todo o enredo, ou viu os filmes mais de 50 vezes. Outros inclusive, usam a filosofia Star Wars quase ou literalmente como religião. 
Mais que isso, como franquia cinematográfica rendeu e rende muito dinheiro, mais que uma franquia de romance entre vampiros, lobos e uma garota do interior americano. Rende por conteúdo, história e densidade.
Com personagens que pelo menos você já deve ter ouvido alguma vez na vida, Darth Vader, Luke Skywalker, Princesa Léia, Yoda, C3PO, R2-D2 ou Yoda, são, querendo ou não, figuras lendárias do imaginário contemporâneo.
E assim permanecerá por muito tempo, creio eu.
Além do personagens, contamos com frases lendárias, sendo uma delas:



Muitos filmes fizeram paródias dessa cena, um deles foi Austin Powers.
Mas a frase mais repetida entre os fãs com certeza é "May the force be with you" ou "Que a força esteja com você", atribuído aos guerreiros Jedis. A Força é uma energia onipresente, cujo domínio e a compreensão transita entre os Jedis (de certa forma guerreiros bons, Lado da Luz) e os Sith (os guerreiros maus por assim dizer, Lado Sombrio - seguidores do lado negro da força).


Eis a foto, novamente e a segunda interpretação:


Este é Vettel, passando para o Lado Finlandês da Força. (E Button na fila, querendo ingresso também...)

E aí: qual piadinha infame foi a pior? A da Dança da Cordinha publicada ontem (aqui) ou a do Lado Finlandês da Força? :D

Abraços afáveis!

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Dança da cordinha

Alguém aí lembra da dança da cordinha?
Em tempo que saiu o boato de que o "É o Tchan" voltaria, algumas pessoas podem até lembrar.
Eu lembro de estudar em escola católica e ter sermão de beata (a diretora) sobre a pornografia da tv e na música nessa época em que esse grupo estava na moda. Lembro ainda de um dia das crianças que teve celebração especial e os colegas decidiram colocar a "dança da cordinha" no som da escola. E lá veio a senhora diretora, velha, com todas suas roupas antiquadas, correndo e pedindo para desligar aquele insulto. 
Mas como julgar? A molecada gostava sem nem saber o que era! Muito diferente de hoje, que sabem bem o que se passa. 
Minha infância foi triste, se pensarmos bem. Mas, longe do axé, curtia era Mamonas Assassinas, também muito proibido naquela escola. Só mais tarde entenderia porquê.

Não houve vantagem no boato da volta do "É o Tchan". Nem quando desmentiram, senti alívio. Com a fase "Tchu-Tcha" e "Tchererê", realmente não evoluímos nada, então eles se tornariam apenas anciões da futilidade.
Mas alguém não lembra da dança da cordinha? Refresco a memória, então:


Porque raios lembrei dessa coisa horrorosa? 
Para felicidade de todos, eu tenho sim, uma resposta:


Encontrei essa foto nas coisas que tenho salva desse ano, das quais cabe ainda outra interpretação/ legenda.
Mas, essa segunda interpretação, publico só amanhã. :D
Abraços afáveis!

sábado, 1 de dezembro de 2012

Meio tudo igual

Enquanto ainda não tenho o tempo certo para fazer as postagens que gostaria, deixo apenas aqui duas fotos que passaram pela minha mente no último GP desse ano.
Uma antiga, do Rubens Barrichello em sua primeira vitória. A outra recentíssima, do Felipe Massa:



Mesmo uniforme, mesma equipe, mesmo choro, praticamente os mesmos pouca-telhas...
Só mudou o local do choro e o motivo. (Motivo pela qual ainda não entendo a do Massa. Ou fiquei insensível ou realmente não era para entender)

Mas deu sensação de déjà vu, deu sim.

Abraços afáveis!

PS: Minha falta de tempo é uma batalha. Tenho monografia pronta desde agosto, mas orientadora que não tinha tempo para ler. Meu tempo foi acabando, minhas escolhas foram pro buraco. Minhas relações perderam sentido e me decepcionei com mais da metade dos envolvidos. Sofri e nada saiu como deveria. Defendo monografia finalmente corrigida na semana que vem dia 7, depois de correr com correção só porque fui sempre avisada na última hora de tudo. Com isso, estou feliz por tudo estar acabando, mas tudo o que passei foi muito surreal e não quero comentar mais sobre.
Que tudo dê certo na defesa e vamos esquecer o que teve de ruim e assim volto a dedicar tempo à esse blog, conforme merece.