quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Dicas de Filmes: Vampiros

O Halloween está chegando, é amanhã. Sempre, com a aproximação da data, eu sinto uma falta danada das duas edições de festas beneficentes que fiz nos anos de 2011 e 2012. Uma pena que em todas elas, o trabalho foi só recompensado pelo privilégio de poder ajudar alguém que precisava. Porque as partes negativas, foram muitas. Penso que, para o ano que vem, tentarei fazer uma com o pessoal da minha família e parentes. Com a ajuda de cada um deles, podemos fazer uma festa que combine diversão e arrecadação satisfatória.

Para as dicas, decidi separar filmes de temática envolvendo vampiros. Nada de "Crepúsculo", podem ficar tranquilos. Li os livros, e de tão rápido e simples que são, quase nem senti. Precisei conferir do que falavam tanto e li todos os 4 livros da autora Stephenie Meyer. Não são ruins, mas também não justifica-se por esse maravilhamento todo. A vantagem da moda que virou essa saga é que muitos jovens podem crescer como adultos leitores, e abrirem a cabeça, quem sabe para clássicos do terror como Bram Stocker ou mesmo Anne Rice. Será de fato um fracasso, se passarem a vida toda morrendo pelos livros dela, sem expandir os gostos, ou lendo eles repedidas vezes. 
Os filmes, desculpem, são bem risíveis. Ainda mais com aquela atriz que dá tristeza só de olhar, que dirá passar duas horas vendo sua façanha em tentar interpretar. ¬¬'

As dicas de filmes de vampiros tende a todo tipo, mas sigo uma linha de escolha pelos DVDs que tenho em casa, e não só aqueles que já pude assistir. Com um adicional: o recente - ainda nos cinemas - "Drácula - A História Nunca Contada".

 "Os Garotos Perdidos" é conhecido pela maioria afinal, cansou de ser exibido na Sessão da Tarde. O enredo baseia-se em uma família: a mãe Lucy, leva os filhos Michael e Sam para uma pacata cidade chamada Santa Carla, na Califórnia, para viverem com o pai dela, avô dos meninos. O desenrolar se dá com Michael se aproximando de uma "gangue" de motoqueiros de roupas de couro, que aterroriza a cidade, mas que são, na verdade, uma trupe de vampiros, liderados por David. Eles estão dispostos a transformar Michael em um deles, quando coisas estranhas começam a colocar também a sua família em risco. O pai de David se envolve intimamente com a mãe de Michale e Sam. O mais novo, Sam faz amizades com uns garotos da loja de quadrinhos que conhecem a fama da cidade com a turma de vampiros e propõe um plano para combatê-los.
O filme é de 1988 e foi dirigido por Joel Schumacher. Sendo um filme dos anos 80, o vampirismo é uma metáfora para o envolvimento dos jovens com as drogas, a diversão de festas  noturnas e rebeldias, que davam a tônica da década (ok, não mudou muita coisa, vamos combinar). Simples e direto, é um filme de apelo sutil, não é aterrorizante e ascendeu jovens atores como Jason Patrick (Michael), Kiefer Suterland (David) e Corey Haim (Sam) - que mais tarde, se envolveria gravemente com drogas, e viria falecer em decorrência de outros problemas de saúde, em 2010.
O título em inglês da produção - "The Lost Boys" - lembra-nos também do grupo do Peter Pan.
Um bom filme, eu sempre achei bem legal. Para quem não assistiu ainda - o que duvido - vale a pena. Eis o trailer:



Mas se alguém procura algo mais tenso, de mais sangue e misticismo, aqui vai duas adaptações incríveis de livros homônimos:

"Drácula de Bram Stocker", filme dirigido por Francis F. Coppola, de 1992, é o longa mais próximo da obra de Bram Stocker. Eu li o livro, e por duas vezes - uma quando comprei uma cópia e a segunda quando precisei fazer uma matéria na faculdade a respeito de obras literárias da era moderna. Todos os acontecimentos são relatados por diários ou cartas e sinceramente, fiquei um tanto decepcionada, (menos um pouco quando li pela segunda vez para desenvolver os trabalhos propostos na matéria). Que a tal professora da disciplina não leia isso, mas o filme é deveras mais interessante que o livro, em termos de emoções a flor da pele. Não me levem a mal, o livro é muito bem escrito, mas Coppola fez de Drácula não só um personagem ainda mais fascinante quanto, claro, também admirável e sedutor. Não à toa, Gary Oldman acabou sendo uma excelente escolha para interpretar Vlad e Drácula "jovem" e "velho". 
Na história do livro, conta-se que um advogado vai até a Transilvânia prestar serviços ao senhor Drácula, que adquiriu muitas terras em Londres. Ali, ele fica sabendo que este senhor, além de muito rico e poderoso, é mais que excêntrico. Coisas estranhas acontecem no castelo e ele tem a certeza de que está aprisionado lá. Jonathan Harker - o advogado - está noivo de Mina, que nesse tempo está com a amiga Lucy, que de alguma forma foi atacada por Drácula, fica doente e morre. Mas após ser enterrada, ela renasce como vampira. Abrahan Van Helsing - o caçador de vampiros - surge na historia pra dar fim à vampira. Logo que Harker e Mina se casam, percebe-se que ela - Mina - já se envolveu com o Drácula, bebendo seu sangue e ligando-se a ele de forma espiritual, como uma matrimônio diabólico. Por hipnose, Van Helsing acha o paradeiro de Drácula, que foge para o castelo  e destruído pelos perseguidores e morto, acaba por libertar Mina da espécie de "encantamento" que passou.
O filme segue a mesma razão, com algumas mudanças mais interessantes para a trama: Há um prólogo com a explicação de que Drácula é a encarnação de Vlad III, o Empalador, príncipe da Valáquia, no século XV. Devido sua frieza em destruir inimigos islâmicos, empalando-os vivos em batalha, e pela sua tradicional descendência, Drácula ganhou essa fama na época. No prelúdio, Vlad volta de uma batalha e fica furioso ao saber que sua amada suicidou-se ao receber uma falsa notícia de que ele havia morrido. Assim, ele renega a Igreja Católica (pela qual ajudou a lutar contra a expansão islâmica na Europa) e em uma cena simbólica, bebe sangue de Cristo e se torna então,  o Drácula. Perambula através dos séculos como um vampiro, e ao se encontrar com Harker descobre  por uma foto que Mina é encarnação da sua antiga amada.
Há também explicitamente o jogo de sedução entre Mina e Vlad, o contato direto de Drácula com Lucy. O filme é bem mais aterrorizante e tenso que o livro, as aparições de Drácula são visuais, sendo maiores que nas cartas do livro. O relato é direto, o enredo é instigante, e de forma mais ampla, entende-se mais porque Mina se envolve com ele, mesmo apaixonada por Harker, pois certa sensualidade atrativa do personagem é mais evidente no filme que no livro. Fora que é um filme muito belo, com bom visual, figurinos e fotografia excelentes. O trailer:



"Entrevista com o Vampiro", de 1994 é, seguramente, bem melhor que o livro. Li o tal apenas uma vez, e demorei meses para terminar. Achei a obra de Anne Rice muito arrastada. Tanto que nem sei afirmar para vocês as diferenças entre eles - longa e livro. Devo ainda dar uma segunda chance a obra, pois sou partidária do movimento que o livro é sempre o supra sumo de um filme. 
Nesse caso, ainda, acho o filme muito mais empolgante. Louis está em São Francisco, cidade americana do estado da Califórnia ("Os Garotos Perdidos" também é ambientado na Califórnia... Coincidência?). Vivendo já à mais de 200 anos sem fim, decide contar sua história à um jovem repórter. Para ele, conta com detalhes em flashback, toda a história de sua vida, desde a vida normal, sua transformação pelo vampiro Lestat, sua agonia em ter se tornado um ser das trevas e como chegou até o presente.
Lestat o encontra em Lousiana, no século XVIII, e oferece a dádiva de viver para sempre. O ato desencadeia uma revolta em Louis buscando uma razão para a vida assim. Lestat é muito poderoso, cínico e inferniza e existência de Louis. Mas é em Cláudia, uma menininha transformada em vampira por Lestat, que Louis encontra razão de perseguir a semi-vida. Em briga com o Lestat, os dois fogem para Paris, onde Loius encontra Armand, um vampiro que pode lhe dar as respostas. Não tendo o que Louis procura, Armand acaba assassinando Cláudia, o que leva Louis cometer um ato cruel de vingança, pondo fim a todo o grupo de Armand e volta aos EUA onde vive até o momento da entrevista.
Não, não vou contar o final. É a cereja do bolo e já falei demais sobre o filme. Muitos spoilers aqui, peço desculpas. Mas, devo dizer que, se a cereja do bolo é o final, a cobertura está na trilha, no mesmo final. Esse filme é sem dúvida alguma, o melhor filme de vampiros mais moderno, que existe. Dirigido por Neil Jordan, o filme conta com uma excelente (de verdade!) interpretação de Lestat feita por Tom Cruise. Um dos melhores papéis dele, certamente. Louis é Brad Pitt, quando ainda era bonito e não um capachão de esposa. E Armand, é nada mais, nada menos que Antonio Banderas. 
É assim: se vampiro tem que ser bonitão e os filmes chamam o público feminino, bem, nesse a missão foi muito bem feita, rsrsrsrs...


O próximo é um longa que apela mais para o humor negro, encabeçada por Tim Burton. Já até escrevi sobre "Sombras da Noite" aqui, nas dicas para o Halloween do ano passado. Mais especificamente, sobre ele:

"Sombras da Noite" começa com uma família inglesa se mudando com o filho ainda novo, para os Estados Unidos, fugindo de uma maldição lançada sobre eles, em meados do século XVIII. Barnabás cresce e se torna uma espécie de playboy, conquistando Angelique, sem saber que ela na verdade é uma bruxa. Ao se ver traída pelo amado, ela lança uma maldição, fazendo Barnabás se tornar um vampiro aprisionado por muitos anos em um caixão nos confins de seu castelo, por mais de dois séculos. Ele acaba sendo desenterrado sem querer em meados dos anos 70 e encontra seus parentes na casa em ruínas e falidos. Começa então, ao mesmo tempo que desvenda segredos dos parentes e revitalizar os negócios da família.
Usando e abusando do bom humor, o filme de 2012, não tem só o sempre carismático Johnny Depp como Barnabás, como umas tiradas muito boas com os outros personagens e situações. Há também, além de vampiros e bruxas, lobisomem e fantasmas. E aí? É ou não é muito cara de Halloween?
De acréscimo há duas coisas bem legais: a adolescente da família é empolgada com a música setentista o que garante uma trilha sonora bem agradável. E nos planos de ressurgir os negócios da família, ela sugere a presença de Alice Cooper para animar uma festa. Uma sequencia ótima, inclusive. Eis o trailer:



Já para quem está afim de coisa nova e pegar um cinema, há a nova produção que tenta (e de certa forma consegue) dar uma nova visão à transformação de Vlad de Tepes em Drácula, com "Drácula - A História Nunca Contada", que estreou na semana passada nas salas brasileiras.
Vlad é um pai de família, príncipe da Romênia, que já tem sua fama de "empalador" consolidada. Vlad não é precisamente um herói já que se mostra evidente que ele não é bom com seus inimigos. Mas, o roteiro atenta por dar a ele a condição de imortal como um ato desesperado e vítima da circunstâncias. Ele mesmo teve de se juntar aos turcos quando criança, e quando se nega a deixar as crianças do reino, inclusive seu filho, para servir à eles, acaba gerando uma nova guerra.
A sinopse aponta como uma trágica história de amor, mas mesmo que tenha uma relação bem amistosa com a esposa, ela não é forçada no ponto do "amor" assim tão sofrido, quanto é no filme de Coppola - a situação se desenrola mais fortemente pela salvação do filho. Assim, Vlad procura se associar a um vampiro que vive em uma montanha. Por três dias ele tem o poder de ser forte e poderoso como um vampiro, para vencer a guerra e nesse tempo, ele deve controlar sua sede de sangue, caso contrário, se tornará um vampiro para sempre e mais outras consequências...
Devo, em nome do bom senso, parar por aqui, se não acabo contando tudo do filme.
O mesmo não é espetacular, mas tem pontos que particularmente achei positivos. Como eu sempre assisto muito aos filmes, nada me surpreende mais. Sinto falta inclusive, de um filme empolgante. Acho que o último pode ter sido "X-men: Dias de um Futuro Esquecido". Me empolguei tanto com "Malévola", que no fim foi tão bobo e previsível, que - somado ao meu avesso por Angelina Jolie - achei sem sal e sem açúcar. Uma pena... Esse novo Drácula é muito bom porque é curto: 92 minutos, o que garante uma rapidez no enredo, na ação e controle do ritmo de forma bem precisa. Além disso, o visual é sombrio, e os morcegos - a forma animal que no livro de Bram Stocker, Drácula se transforma - dá uma boa visão quando acontecem certos ataques. Em 3D esse filme possivelmente ficaria bem interessante, já que a câmera - em alguns momentos - segue como se fosse um dos morcegos, no meio de muitos outros, para mostrar a cena. Mais um ponto positivo: Luke Evans pode não ser o cara mais bonitão do mercado, mas cativa muito bem como Vlad e Drácula e acabou sendo um excelente ator para o papel. Fora que sendo um ator galês, tem um sotaque, um tom de voz e uma dicção que combinamos, é o que há de melhor nas interpretações, na minha opinião.
O trailer:


Aguardo os comentários sobre as dicas! Espero que tenham gostado. 
Feliz Dia das Bruxas, galera! ;)
Abraços afáveis!

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Música do dia: Dead to the World

Apesar do título, não eu não estou falando da reeleição da Dilma.
Combinamos: esse assunto já encheu o saco da paciência - que é de filó. Essa intolerância me deixa velha curvada, cansada e de cabelo branco. Darwin foi um dos grandes gênios da humanidade. Ele é o cara que falou da evolução das espécies. Temo, toda vez que entro em alguma rede social ou portal de notícias, que a evolução está pela primeira vez regredindo no ponto de vista do pensamento humano. 
Espero ser apenas impressão ou negativismo meu.
Com PT ou sem ele, vamos trabalhar galera, pois mais que qualquer sistema, político, partido ou o escambau, o que não dá para fazer é esperar que dinheiro nasça em árvore, de braços cruzado. E para os que tem dinheiro e queiram sair do país, só posso dizer: "vá". Quando eu mesmo, só torci pela seleção alemã na Copa do Mundo, e fui criticada, o que dizer destes agora que ameaçam sair do país? Nada.  

Desde semana passada iniciei a leitura de 4 livros, um deles estou relendo. Tudo porque minha pilha de livros só aumentava, enquanto eu ficava apenas nos estudos. Agora, estou lendo coisas fora da minha área e me divertindo com outros romances. Ler é um santo remédio, para muitas situações dessa vida.

No fim de semana assisti ao Drácula - A História Nunca Contada, nos cinemas. É um bom filme: curto e direto (o que é bom - alguns enrolam tanto na história que acabam com nossas costas e provoca o desconforto na bexiga). Mas vale mais pelo ator principal, o próprio Vlad, interpretado por Luke Evans. Não me entendam mal, não que ele seja bonito, falo apenas pelo carisma em interpretar o personagem e em passar credibilidade ao contexto do roteiro. Prepararei um post sobre filmes de vampiros que tenho aqui em casa, para comentar, logo. Mas devo dizer que sinto falta de um filme de tirar o fôlego. Para quem me conhece sabe que espero isso do terceiro - e último - filme d'O Hobbit. Além disso, assisti nessa semana que passou o trailer dos Vingadores 2 e já estou sonhando com minha ida aos cinemas para conferir o filme completo em maio do ano que vem.

A música do dia é do Nightwish, por um trecho simples: 

♫ I studied silence to learn the music
I joined the sinful to regain innocence♫



Abraços afáveis!

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Legendando foto da... NFL

O quadro que mais me divirto em fazer sobre os GPs da F1, são aqueles que garimpo fotos do fim de semana em que ocorre cada uma das etapas da temporada e uso para fazer humor, para falar alguns assuntos mais irrelevantes (ou nem tanto) que não puderam surgir quando fiz a coluna de opinião pós corrida. 
Não posso prometer que eu consiga fazer disso uma rotina também quando comentar jogos da NFL. Não sou como nosso amados candidatos a presidência que prometem aquilo que não podem cumprir (mas já prometo risadas bem sarcásticas - mas bolsos doloridos e vazios - se a Dilminha cantar vitória. Perguntarei mesmo, aos amigos petistas; "E aí galera? Cadê?", mesmo sabendo que virá uma enxorada de desculpinhas ou desculponas...)
Como diz as apresentadoras de programas de fofoca vespertinos na TV aberta: "Vamos falar de coisa boa, vamos falar de Tekpix"...

A foto e legenda do jogo de ontem: Chargers @ Broncos. Os donos da casa (Broncos) venceram e tomaram a liderança da conferência AFC West.

- "Peyton, tenho 7 filhos. Estou mandando 5 deles para você sustentar caso eu perca esse jogo, hoje."



Não, não estou zuando - apesar de estar quase adepta ao "zueira never ends group". Chilique Philip Rivers tem, exatamente, 7 filhos. Cinco meninas e dois meninos. 
É muito filho minha gente! E pensar que nos EUA a maioria das mulheres tem partos normais e não é que nem aqui que marca-se cesárias a torto e direito (seja por vontade de fazer uma criança vir ao mundo numa data específica, ou por imaginar que vai sofrer no parto, já que tem uma "tchurminha" que curte dizer que dói pra caramba e é horrível e mais outro tanto de dramas).
Enfim. Sete crianças, minha gente... 7!
Um guerreiro, eu diria. Casado desde 2001, com 7 filhos, sendo a mais nova filha, ainda novinha, nasceu no fim de 2013. E... não parece ter fechado a fábrica. 

Para quem não sabe o que é isso, é uma cena extra do filme "O Senhor dos Anéis - A Sociedade do Anel" na qual Bilbo cumprimenta essa hobbit e várias crianças estão com ela e ele pergunta: São todos seus? Graças, vocês esteve bem produtiva. A cena, pode ser vista aqui, a partir do minuto 2:10. 

Com esse momentos de "zuação inocente" fico por aqui, desejando a todos, nada mais e nada menos que um excelente fim de semana. Amanhã devo pegar um cinema e assistir ao novo filme do Drácula e me divertir um pouco, já que agora estou livre dos estudos que estava promovendo para meu futuro acadêmico, e enfim, posso ler outros livros, e fazer outras coisas. 
Domingo, devemos cumprir a nossa obrigação e aí, dar graças por ter finalmente acabado a pior eleição dos últimos tempos. Já não basta o sofrimentos dos próximos 4 anos, com quem quer que seja a carinha (feia) do "representante" (risos sarcásticos) desse país, no poder... Porque isso não é  disputa política, é disputa de poder.
Mas há um bálsamo no mesmo domingo e na TV: dá-lhe NFL! \o/

Abraços afáveis!

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

F1 em tópicos

Há alguns tópicos que eu preciso comentar, antes que eu perca o fio da costura.

► A Mercedes venceu já o campeonato de construtores no último (e chato) GP, o primeiro (e poderia - sem sombra de dúvida - ser o único) na Rússia.
O que seria mais lógico diante desse patamar? Deixar seus pilotos disputarem livremente o campeonato de pilotos, nessas últimas 3 etapas que restam, POIS ambos são da Mercedes. O "lucro " nesse ponto é igual, sendo que, o que somar menos pontos, termina o ano como segundo, ou seja , como vice. Dobradinha mais que perfeita...
Ledo engano se pensaram assim. Os tais não deixarão nem assim que seus pilotos briguem como devem, ou seja, na pista, sem ajuda externa, a não ser a a ajuda divina. 


► Não se fala muito sobre o Bianchi, o que nos leva a crer que está na mesma tão difícil situação. A última meia informação, foi um desabafo da mãe. E como ela, me revolto por ser que é a mais pura verdade a frase dela, que acabou circulando por aí. 
A comissão de investigação - bem, algumas coisas são bem claras nas imagens, não sei porque do lenga-lenga - reúne Brawn, Fittipaldi e... Domenicali!?! Ora, parassem nos dois primeiros, tá ok?


► Enquanto a F1 fica numa "pausa" de duas semanas para as etapas finais, surgem as notícias quase nada reveladoras, ou pouco surpreendentes. 
Hulkenberg assinou novo contrato com a Force India. Nada mais justo, pois gosto do cara e acho que ele merece mais do que tem disponível pra ele nessa F1. 
Com isso, Pérez - que já não vejo mais tanta vantagem - reitera desejo de permanecer na equipe com Hulk.
E Massa confirma que a meta é de terminar o campeonato de construtores à frente da Ferrari. 
O mundo dá voltas, meu povo lindo. Antes era ele quem "garantia" isso para Maranello... #sarcasm E no começo desse ano, a meta era "vencer o campeonato" de pilotos... #fail 
Contenta-se agora com o "help" no campeonato de construtores mesmo, porque a meta de - pelo menos - se aproximar do top 5, Bottas já se ocupa.



► Em quase clima de silly season, houve a notícia de que paira no ar o desejo de ter  não só um, mas dois circuitos nos Estados Unidos da América. Onde? Em Las Vegas. Que tipo de circuito? De rua... Essas informações estão soando ruins? Então,  *Aviso de spoiler*, ainda piora: o desenho será do Tilke.
Nem preciso falar mais nada.
Segundo umas especulações, Ecclestone - um verdadeiro doido - negocia circuito também de rua em Madri (poxa, não basta aquele em Barcelona...) e mais de 20 etapas no calendário. 
Eu disse que esse "véio" não regula bem? Ah sim, já escrevi "verdadeiro doido" ali em cima... E ambicioso, claro. Mas isso está na cara. 
Mais de 20 etapas, além de ser logisticamente complicado, é ainda cansativo. Para os pilotos e para nós! Eles viajam daqui pra lá, pipocando. No nosso caso, é só separar as etapas chatas pra chuchu e fazer as contas do quanto nossa paciência é gasta. 


► A crise na Caterham está digna de um vocábulo pouco usado por aí: periclitante. Tudo bem que não é lá uma grande equipe, mas quanto mais essas coisas acontecem, mais sem graça  a categoria fica. Monisha - lá da Sauber - já mostrou insatisfação sobre como as equipes menores são tratadas e acrescento: muita gente ali pode até ser boa, mas essa soberba que reina na F1 hoje não nos deixa nem tentar imaginar se são de talentos válidos ou não. 
E o desprezo é algo que faz parte do corpo da categoria mais do que imaginamos. Vide a quantidade de talentos que escaparam da F1 rapidamente e por alguns que estão perigando ficar fora já para o ano que vem. 
Mas o lance é grana, e claramente Ecclestone já soltou as asas a dizer que está tentando ajudar... Claro... Não pelo bem do esporte, podem ter certeza.



► Boatos falam em Button na WEC e Alonso na Le Mans. Outros afirmam que a "revelação" Alonso na McLaren acontece no próximo GP, nos EUA. 
Como não sou a favor da saída do Button - apesar do conhecido jeito "sem-gracejo" de pilotar um F1 - é um campeão mundial bem do tipo ideal ainda assim: educado, fala pouca porcaria na mídia e trabalha naturalmente. Merece, mais um tempo, inclusive com um carro melhorzinho, não?
Mas Alonso precisa mesmo se desvincular da Ferrari. Fará bem a ele, certamente. Não sei se McLaren é lugar para refazer-se, mas... vai que?!


► Rubens Barrichello não é mais comentarista da TV Globo.
Uma pena. No começo, Rubim comentava as coisas sem o recalque que eu esperava que inflamasse. Era mais objetivo que o Burti nas traduções do rádio e se tirassem foto das partes íntimas de Felipe Massa, não iríamos ver nem um pedaço do nariz dele, pois os espaço estava bem ocupado pelo Galvão, Regi e Burti.  Algumas vezes, houve momentos de papos maldosos da parte de alguns destes três e quando Rubim não se absteve de comentar, ele mudou completamente de assunto para falar do que interessava, ou seja, o acontecendo na corrida.
Claro, houve momentos chatos, mas sinceramente, não lembro de nenhum gritante por parte desse ser para comentar aqui e dizer: "Ei, bem feito!"
Dizem então que ele estava se desentendendo com os colegas de trabalho. Óbvio, ficar perguntando "E aí Rubinho, vc correu aí, como é?..." Enche o saco da paciência, que é de filó. Ainda mais que o cara vive louco para voltar a F1, de tão difícil que foi de se desgarrar de lá. ¬¬' Aí cutucam a ferida aberta a qualquer oportunidade. Pimenta no ** dos outros... 
Dizem também que o ápice, o transbordo do copo cheio, foi porque Rubim teria se oferecido a ser piloto de testes da Mercedes (risos).
Posso dizer que ficaria deveras mais feliz se a "Marciana" Becker terminasse o contrato - porque afinal, o que de relevante ela comenta nos momentos entre a "pseudo-narração"? Se o Galvão aposentasse (afinal, ele não narra já faz muito tempo) e assim faria com que a gente esquecesse as bobagens dele (mas pelo amor, que substitua pela Cleber Machado, porque aquele José Roberto é uma anta). Se o Burti parasse de defender o Hamilton e concordar com os outros que nem um infeliz sem opinião própria e se o Reginaldo parasse de comparar Alonso ao Massa e claro, de menosprezar o Rosberg.  Só para citar o mínimo.
Porque pedir para esses 4 pararem de puxar o saco do Massa é pedir bom senso à Felicianos ou Bolsonaros da vida.



► Por fim, esse fim de semana tem Eleições. Vamos decidir por tomar chá de cicuta ou dormir em cama de espeto afiado, pelos próximos 4 anos. 
O que isso tem a ver com F1? Bem, com Eleições propostas para o domingo, é no sábado que a gente vê aquele circo que se chama campeonato brasileiro de futebol. 
É por causa desse circo que não vemos GP dos EUA na tv aberta desde que entrou no calendário a dois anos atrás. Se soubessem, essa corrida se dava agora dia 26, e não teríamos uma mísera desculpa para não acompanhar a dita cuja... Nem se tivesse pegado fogo no CT do Botafogo... 


Abraços afáveis!

terça-feira, 21 de outubro de 2014

21 de outubro

Hoje é 21 de outubro.
Uma data como qualquer outra (a não ser que você tenha nascido nesse dia; o que provavelmente lhe renderá alguma festa de comemoração, ou pelo menos uma lembrança de que está ficando velho(a) ).
Mas é nessa data também que, 4 dias depois, eu volto a falar de Kimi Räikkönen aqui no blog. Dia 17, foi aniversário dele, e dia 21, comemora-se o primeiro e único título que este finlandês possui de campeão mundial de F1. 
Neste 21 de outubro de 2014 completa-se 7 anos desde a conquista. Graças a quem? A ele mesmo. 
Sim, a ele mesmo. O que aconteceu na McLaren em 2007, aconteceu lá, por problemas que eles deveriam ter pensado melhor antes de agir. Enquanto isso, na Ferrari, Räikkönen fazia o que ele sabia fazer. No fim, contabilizou 5 vitórias. Ganha-se  um campeonato, quem tem mais vitórias, independentemente do número de pontos atribuídos aqui e ali. Pragmaticamente: vence um campeonato de corridas o que tiver mais primeiros lugares.


Nesses 7 anos devo ter falado mais de 7 vezes (e não me canso de voltar a dizer) que Kimi mereceu mais que qualquer um ali vencer aquele campeonato meio atípico. Primeiro, foi vice por duas vezes, ainda jovem, na McLaren. Disputou (e não diria que perdeu, mas foi superado) com os grandes: Michael Schumacher (que torcemos mais que volte a ter uma vida normal, logo, logo!) e Fernando Alonso - hoje, companheiro de Kimi. 
Não me venham com o papo de que ele não teria vencido naquele ano se não fosse por Felipe Massa. Pensem só na obrigação, no dever e não na ajuda. Porque aquela ultrapassagem não foi nada mais do que um dever. Um ano mais tarde Kimi pagou a dívida e me desculpem, mas Felipe não estava onde devia estar. Não foram batidas de compatriotas que acabaram com seu campeonato, foi uma mangueira, logo depois do tal forjado acidente. Ah, e vale lembrar também de Silverstone, daquela mesma temporada... Pontos cruciais dessa etapa inglesa, tiraria o aperto do último GP.

E não me espanta, que jornalista cometa o grande erro de perguntar opiniões alheias sobre a vida dos outros. Sabem, ao perguntar: "o que você acha que está acontecendo com o fulano" você dá poder e direito à pessoa responder o que ela bem entende. Em caso de "poder", ela se dá a razão de colocar-se no lugar do "fulano" e dizer que ele sofre por isso, isso e mais isso. O jornalista acaba de inflar o ego do entrevistado, pois este ao explicar algo que não lhe diz respeito, é dado como figura máxima para não dizer, especialista no comportamento do "fulano".  Em caso de "direito", o entrevistado busca nas experiências passadas, para se igualar ao "fulano" e ao mesmo tempo que dá a falsa credibilidade de que o que diz é não mais que a verdade.
Sobre o que estou falando? Confiram aqui.


Tenho plena convicção que qualquer coisa que Massa disser a respeito dos outros (principalmente sobre Räikkönen), eu vou discordar e - dependendo do grau do comentário - vou ficar "p" da vida. E ainda acrescento: devo parar de querer que os outros - a começar por ele - usem o bom senso, só para variar. ¬¬'
Nem ia comentar esse assunto, mas aconteceu bem na época que viria a tona os 7 anos do título do Kimi. Bem, se me permitem, tentarei usar o bom senso para finalizar de uma vez por todas, o que necessariamente penso sobre toda a declaração do "campeão de 2014".

Já apresentei meu ponto de vista desconfortável sobre jornalistas. Suas perguntas são provocativas. E assim, a chance de ouvirmos porcaria é sempre de alta porcentagem, e sem margem de erro para menos. Ao ser perguntado, Massa inflou seu ego, pois como companheiro de Kimi e de Fernando, durante um tempo, se viu no direito de incorporar Freud e soltar essa. 
Pobre Freud. Pobre Räikkönen. 
Se Massa tivesse aproveitado direito o tempo de 2 anos e pouco mais de convivência com o finlandês na Ferrari, teria aprendido algo produtivo. Não, não para construir uma amizade sincera, ou aprender a beber e festejar como ele. Kimi sabe com quem se coliga e quem nutre respeito. Deve ter lá seu respeito pelo Massa, mas não saberia dizer, quanto. Mas bastava à Massa observar o finlandês, para sacar uma única coisa: Räikkönen quando perguntado sobre colegas, emite uma frase murmurada, carregada de preguiça - como é bem típico dele - que significa tudo, ainda mais no mundo da F1: "I don't care about it". Ou seja, se não interessa, a opinião é irrelevante. Ele evita falar mesmo porque sabe a verdade do que ele disser é discutível, pois é nada mais que "opinião".

Posso até aceitar o fato de que Räikkönen tenha se esquecido que, além do carro, é também complicado enfrentar Alonso - o melhor do grid - com o mesmo equipamento. E foi só até aí que Massa teve meia razão. Escrevo meia razão por uma única circunstância: em nenhum momento o carro propiciou disputa direta entre os dois. E quando o espanhol estava ruim, Kimi só estava atrás ou nem mesmo próximo de disputar. E outros casos, Alonso era Alonso, Kimi estava penando por uma má classificação, uma má estratégia, problemas mecânicos, acidentes ou falta de potência.
E "problema psicológico" é um termo usado mais panaca, ridículo e infundado que o "desmotivado". Há idiotas que dizem que é psicológico tudo, até frio. Justo Kimi, que não liga pra absolutamente nada, vai se abalar por pressão do Alonso? Não houve chances para isso! Citem uma disputa, um exemplo, uma etapa em que houve algo entre eles que deu aquela sensação eufórica. Só uma! 
Então, em nenhum momento ele esteve em posição de superar o espanhol de igual pra igual porque aquele carro infeliz foi a maior bomba dos últimos anos. Claro, Kimi se negou ir pro simulador, coisa que Alonso parece curtir fazer e por isso, colheu alguns míseros frutos. Basta olhar a tabela, e ver como até o melhor piloto do grid se saiu com esse carro.
O fato de Kimi se mostrar desligado para esses sentimentos - o que não significa que ele esteja satisfeito com seu próprio desempenho (e claro, não culpa Alonso por seu momento ruim) não valida a afirmação de Massa.
Massa quis apenas, colocar mais uma vez a culpa em alguém que não a Ferrari. Desgarrou de lá, mas defende mais que nunca. A culpa é do companheiro, da falta de sorte, do cara que bateu em mim, nos pneus, da estratégia errada de meu mecânico... "A culpa do fracasso do Kimi é a mesma que foi a minha: Alonso", ele poderia ter dito. Assim, eu, Massa, digo entrelinhas que Kimi é igual a mim, portanto, se ele fracassa é porque alguma vez eu também fracassei.


Eu só acho que não dá para pensar assim, não mesmo. Kimi estreou tão bem na Sauber em 2001, que garantiu a ele a substituição do compatriota Mika Häkkinen na grande McLaren. Teve dois vices nela e Kimi não foi superado pelos companheiros Coulthard ou Montoya - embora fossem bons pilotos. Kimi aproveitou a chance de vencer assim que pisou na Ferrari, e os pedregulhos que vieram depois eram dados mais pela crise administrativa da equipe que qualquer outra coisa. Na Lotus, Kimi foi aquilo que se espera de um piloto de seu nível. Deixou sim, o favorito da equipe, a correr atrás do prejuízo, pois fez o que ele sabe fazer sem dar importância para outras coisas. O finlandês é assim: o carro é bom? Me viro com o resto.
Na Ferrari de volta, Kimi poderia ir do inferno ao céu. E achei que no inferno ele ia continuar no seu retorno, e é provável (se não mudarem a mentalidade) que permaneça nesse local... o.O
Mas Massa foi demitido da Sauber, superado pelo Schumacher, pelo próprio Räikkönen e claro, por Fernando Alonso, os 3 na Ferrari. Subitamente, dado como a experiência que faltava para sair da sombras e voltar aos holofotes; Massa assinou esse ano com a Williams. E olha só, foi superado pelo ainda verde, Valtteri Bottas, em seu segundo ano na categoria e na equipe. 
E eu afirmo, Massa: Isso, também é psicológico, então. Quando você parar de procurar problemas externos e assumir as suas falhas, talvez, TALVEZ, as coisas melhorem para a sua "sorte".



Falei demais sobre um assunto que, além de ser algo particular (ou seja, é apenas opinião própria), mancha a data, a comemoração e faz quase esquecer de reviver, em lembrança, o dia 21 de outubro de 2007.
Fiquei eufórica como nunca fiquei em fim de temporada da F1. Feliz, por semanas e semanas. Fui para faculdade todos os dias ou de camiseta da Ferrari, ou com alguma peça vermelha. Não voltei a experimentar isso nos 7 anos que se seguiram. Tive alguns momentos de alegria com o esporte, mas não aquele sentimento de satisfação de um título. Uma pena. Adoraria uma reprise. 
Em todo caso, 7 anos já se passaram e apesar de muita coisa ter acontecido ainda parece que foi ontem. Um ontem bem incrível, finlandês e regado a muito champanhe e papelzinho brilhento voando. ;)


 Abraços afáveis!

PS: Devo fazer algo importante nessa quarta-feira dia 22 e portanto, estarei fora da internet o dia todo, provavelmente. Se puderem mandar umas vibrações positivas, será bem vindo! :D Ainda não direi do que se trata até se concretizar. Responderei o post e estarei de volta normalmente, na quinta. 

sábado, 18 de outubro de 2014

Versões boas, ruins ou melhores? Still of the Night

David Coverdale. O que esse nome te lembra?
"Ah, o cara que substituiu o Ian Gillan do Deep Purple nos anos 70", diria um.
"O cara do Whitesnake, tô certo?!", diria o outro, que está mais prestando atenção no jogo na TV, do que no assunto...
"Covardale, o sessentão super quente!", concluiria uma amiga rockeira de décadas e décadas. 
De certa forma, todos estão certinhos, e talvez, pelo exagero, a gente exclua só o último comentário, rsrsrs...

A busca de versões para o post de hoje é curto e grosso: apresento a original, em seguida a versão disponível e passo para vocês comentarem e pensarem sobre ambas. 
"Still of the Night" é a escolha do (claro!) Whitesnake - terceiro single do álbum de mesmo nome da banda. Lançamento dela é emblemático: 7/6/1987. Mês de meu aniversário e ano em que eu estreiava nesse mundo, mais precisamente 12 dias depois hehehe... Então, essa música já completou 27 anos! Vamos recordar dela?

Original: Whitesnake
Composição: David Coverdale e John Skyes
Álbum: Whitesnake
Lançamento: 7 de junho de 1987
Estilo: Heavy Metal / Hard Rock



A versão que apresento, já aviso, não será nem perto de ser bombástica nas guitarras ou no vocal. Ele difere um pouco, apesar de ainda manter o peso da melodia e o toque feminino da voz pode até dar mais sensualidade, já que a letra tem essa pedida. Mas... Talvez não... Fica a cargo de vocês escolherem. Eu gosto da original, e estou mais acostumada a ela, mas Tarja não mandou tão mal na versão dela:

Versão: Tarja Turunen
Álbum: What Lies Beneath
Lançamento: 31 de agosto de 2010
Estilo: Metal Sinfônico / Crossover


Passo a batata quente para vocês agora, hehehehe...
Antes de finalizar, aviso que há uma aba abaixo do reader do blog com todas as outras postagens com versões que já passaram por aqui e peço - para quem ainda não conferiu todas - que dêem uma olhada, se quiserem. O link direto é esse aqui.

Abraços mega afáveis, bom fim de semana a todos!

PS: Denver Broncos joga amanhã no Sunday Night Football e a expetativa é que o Peyton Manning bata o recorde de maior pontuador de touchdowns = 509! Go Broncos e claro, go Peyton! \o/

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Aniversário de Kimi Räikkönen

Em virtude de uma temporada bem frustrante, pode ser que eu escreva como advogada do Kimi Räikkönen na data de hoje. Mas peço licença para tentar não ser assim tão extrema, pelo menos.

Hoje é aniversário do Kimi. Ele completa 35 primaveras neste 17 de outubro. Obviamente há muito que se comemorar: 35 anos, saudável, feliz, rico, bem sucedido e muito em breve, será pai de família. Em tudo, um cara completo: excelente profissional e uma figuraça incrível e totalmente admirável.

Mas, a temporada foi frustrante. 
"Oras, Manu, ela nem acabou e você fala 'foi'?..." Sim, faltam 3 etapas e pouco resultará em grandes momentos para se guardar na memória. Especialmente em se tratando de Kimi na Ferrari.
Depois da saída prematura, injusta - e porque não dizer, ridícula - da F1 no fim de 2009, esperei que eu pudesse ver Kimi de uma outra forma, acompanhando - na minha humilde ignorância sobre o esporte - os movimentos dele no WRC. Dois anos de certa tranquilidade eu diria, até que ele decidiu voltar.
Foi a primeira vez que fui contra ele. Por mim, não era boa ideia. Mas como eu saberia, afinal? O primeiro ano de retorno, na Lotus, foi monumental. Reacendeu a razão pela qual escolhi, entre muitos, ele como meu piloto favorito.
Vocês sabem, durante os tempos de rally, continuei normalmente a acompanhar a F1. Eu treinei meu gosto pelo esporte ainda criança, então, já faz parte de mim. Mas, é claro que quando não temos uma equipe favorita, temos um piloto favorito. Pude encontrar em algum deles, a chance de projetar o pensamento: "Ah, se eu fosse piloto, seria como esse cara!"... Assim foi: Kimi era e é meu modelo de piloto. Meu gosto = minha geração. Isso não significa que forço a barra para aceitarem Kimi como rei supremo da pista. Sei bem que há outros talentos ali, e sim, os respeito, normalmente, como muitos jornalistas e/ou especialistas deveriam fazer, mas não fazem. Por isso, certamente, ainda com WRC, continuei a ver e comentar F1 pois sempre há algo que me puxe para lá.

O segundo ano na Lotus foi, por sua conta, também incrível, mas a equipe não ajudou muito. Ano passado foi um misto de sentimentos, mas uma coisa eu soube: ter uma equipe do coração não é para mim. Uma hora, eles tomam o seu doce, e você fica à mercê de um gostinho amargo e incômodo na boca, segurando o choro, como uma criança.
Foi de enlouquecer a segunda notícia: o retorno para a Ferrari programado para esse ano. Novamente fui contra sua decisão. E dessa vez, não estava errada: a Ferrari já não é mais aquela "maravilha". Desde o último campeonato vencido pelo Schumi, arrisco dizer. Talvez, o último suspiro foi 2007, com a vitória do finlandês que só estava no lugar certo na hora certa para fazer isso, e porque ainda tinha Jean Todt no comando. Depois, o copo transbordou de vez. E uma série de erros administrativos e situações juvenis surgiram.

A expectativa de espetáculo, a olhos vistos, de acompanhar uma temporada, com os dois dos melhores pilotos da atualidade (um deles, o melhor), na própria Ferrari, disputando volta a volta, diretamente, um com o outro, a conquista do campeonato foi minado por um lixo de carro. Sem desculpas, afinal é ou não é "uma Ferrari"?

E a História se repete?

Portanto, é bem surreal chegar no dia do aniversário de Kimi e elogiar, exaltar, em vista da situação atual. Obrigada Ferrari. Jamais esquecerei... ¬¬'
Em todo, como disse no começo do texto, Kimi tem muito a comemorar. Tem um campeonato vencido, uma boa carreira na F1 com - ainda bem! - mais pontos altos que baixos, desde a estréia na Sauber, em 2001, até hoje, ou seja, 13 anos de boas coisas para contar. 
Até então, colecionou um sem número de respostas, declarações e atitudes que o tornou um verdadeiro mito. O seu tempo de WRC pode ter sido encarado com muito preconceito por alguns bestas de plantão, mas foi divertido, foi um momento de aprendizagem. E ainda teve um parada rápida na Nascar, criação de uma equipe própria, a Ice One Racing... Voltou a F1 e foi o único capaz de botar sorriso de "novidade" em meio à hegemonia da era Vettel e está ok, resolveu chegar na reta final da carreira de um jeito bem sádico, mas a gente ainda gosta do cara! #fato
Na vida pessoal, pode até ter deixado a esposa discreta (de quem tenho saudades, principalmente porque ela ficava na dela, sendo esposa apoiadora, de casa) para se aventurar com uma namorada nova, que aparentemente está bem propícia a aparecer as suas custas, mas já devemos largar isso de mão, porque essa nova moça é a mãe do seu primeiro filho de Kimi e desejamos todas as maravilhas para essa família que está se formando. \o/ Tia Manu está feliz com a ideia do descendente a caminho. ;)
E chega de papo! Vamos fazer em sua homenagem uma comemoração em seu estilo. Bebendo uma vodca ou tomando um sorvetinho (que cai super bem nesse calorzão!)


Abraços afáveis à todos, e excelente sexta! 

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Fotos do GP da Rússia

Mesmo sem muito com o que brincar, o GP da Rússia aconteceu, foi chato pacas. Mesmo assim, selecionei algumas fotos para comentar e fechar de vez o ciclo dessa etapa.

Primeiro - e claro, bem importante - a corrida marcou presença com os votos positivos de recuperação à Jules Bianchi - que no domingo completava uma semana hospitalizado em estado crítico, porém estável:




#ForzaJules
Muito bonito e respeitoso, foram as vibrações positivas e orações deles para que Jules saia dessa. 
(Schumi aparentemente também está se recuperando então, toda esperança que o melhor aconteça para ambos! \o/)

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Eu até poderia criar altas expectativas que esses dois juntos, na mesma equipe seria muuuuuita diversão para 2015, mas...
Por depender da Ferrari, descarto a possibilidade.


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Olha, até acho muita loucura ir pra McLaren. Mas, permanecer nesse antro, é que não vale mais qualquer risco, então, contabilize as possibilidades mesmo, Mister.
E por comentar algo: Lindinho o desenho dele ali na direita. *_*


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Aparentemente Vettel chamou Bernie de "velho safado" e ele pediu: "mais respeito comigo, garoto"...
Euzinha seguiria o conselho. Vai que além de safado, ele é praguento?


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Um autêntico finlandês no pódio é sinônimo de desperdício zero de champanhe


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Rosberg está com uma cara bem suspeita. 
Se estiver arquitetando tentar vencer as próximas corridas, e dar um sabor mais doce à temporada, se tornando um vencedor inédito, acho válido, apesar da estranheza dessa expressão... Convenhamos, estamos carentes de novidades no FIA Gala desde de 2010, nesse ponto...



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Kimi ri, porque no ano de 2007, a última bobagem do Lewis fez levou ele ao triunfo bem merecido. Lembrarei disso com o mesmo sorriso que lembro quando houve um certo jogo de 7 a 1...


Bry the way: Curti o terço, Lewis! 

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A legenda mais adequada é: 

"Mimimimimimimi..."

O "campeão de 2014" - de acordo com as expectativas já acabadas, consequentemente - está marcando 71 pontos faltando apenas 3 corridas para o fim da temporada. Comparando com o que está no topo da tabela, Hamilton tem 291 e Rosberg 274 e ainda estão na disputa do título. O companheiro do queridão aí, o Bottas, soma até agora 145, apenas dois pontos à frente do tetra campeão - de notório talento - Vettel. 
Quando começa o discurso de "fica pra próxima?"


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Kimi, já disse, algumas vezes, entre nós, e volto a dizer: hora de usar sutiã. 


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A gente sabe quando a F1 está uma porcaria e meia (só para usar termos meigos), quando seu piloto favorito está lutando por míseros pontos e sendo criticado até por aquela moça que não sabe muito bem o que F1 e ainda que fala "mim faz comida" (ou seja, qualquer um agora pode acusar ele do que bem entender) e claro, quando tem piloto correndo risco de morte, muito porque ainda tem gente na organização que não está nem aí pra esse tipo de situação. 

Daí você vê um GP novo acontecer uma semana depois do acidente trágico, porque um espírito de discurso aflora: a pista custou milhões e "show must go on". Acabou que o evento foi tão chato, tão chato, que a transmissão deu mais ênfase na chegada do chefe de estado no paddock... 
Olhem bem essa imagem!! Esses dois seres aí e digam se não ficaram com vontade até de assistir "Esquenta"? 
*Furem meus olhos, furem meus olhos!!!* 


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Por fim, a primeira foto da montagem abaixo, vem do Instagram do Vergne: a galera aí fretou um jatinho com bastante etanol e com direito até a abelhudo no recinto. 
Convenhamos, porque Dudu Massa tinha que sair na foto? "Quem sois?"


Enfim... Turma nadando no goró, esqueceram de convidar um "partyman" convicto. Houve quem se lembrou disso e aprontou um meme com o Kimi (do facebook que consta na marca d'água):  

Kimi não curtiu ter sido excluído da festinha no jatinho. #shameonyouguys


Abraços afáveis!