sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Corrente Musical de A a Z: ZZ Top

É com um apertinho no coração (ó, o drama, rsrsrsrsrs...) que estamos na última corrente musical (pelo menos, neste formato). ZZ Top teve 3 das 4 escolhas dos participantes e não teremos repescagem, pois não há mais opções, a não ser recomeçar com a letra A novamente.
Ainda não tenho muita certeza de como irei fazer as próximas postagens musicais neste jeito, mas é certo que além de aceitar sugestões de vocês, irei retomar a brincadeira de alguma forma, pois foi divertido.

Antes de passarmos ao que interessa, gostaria de deixar registrado que os votos de vocês foram imprescindíveis para que chegasse até o fim da tag, mesmo que algumas escolhas de vocês não fossem as que eu mais queria, todas as postagens tiveram algo de agradável para identificar e expor. Agradeço muito a participação e incentivo de todos!

Banda ou Artista mais bem votado:


♫ Música que mais gosto:

A primeira que me lembro de ter ouvido - 


♫ Música que menos gosto:

Não consegui me recordar de nenhuma... Gosto até de "Viva Las Vegas" rsrsrsrs... *VIVAAAAA*

♫ Música romântica:

I Need You Tonight

♫ Musica que me define:

Não há nenhuma que me identifique exatamente, mas (não pela letra, claro!) me veio à mente: Blue Jean Blues e é essa que passa a ser a resposta.

♫ Música para dançar:

La Grange

♫ Clipe Favorito:

Brega, mas super cool, pois é dos anos 80: Gimme All Your Loving

♫ Melhor e Pior álbum:

Não creio que exista um pior álbum. O blues-rock despretensioso da banda é algo muito legal e agradável de ouvir, divertido e solto. Além disso, ZZ Top é a única coisa, na vida, em que posso, sem problemas, empregar a palavra "top" sem ser ridícula. (Para quem não entendeu, eu acho o uso das expressões "top" e "lacrou" as piores gírias contemporâneas já empregadas no linguajar popular... Portanto, não as uso, nem sob decreto!)
No entanto, o melhor disco, o que mais gosto de ouvir é "Eliminator" de 1983, o oitavo álbum de estúdio do trio. Ótimo, não à toa, é um dos 200 álbuns da lista de "definitivos" do Rock And Roll Hall of Fame e contém suas músicas mais famosas. O trio de formação, todos conhecem: Billy Gibbons nos vocais e guitarra, Dusty Hill no baixo e Frank Beard na bateria. As faixas do álbum:

1. "Gimme All Your Lovin" 
2. "Got Me Under Pressure" 
3. "Sharp Dressed Man" 
4. "I Need You Tonight" 
5. "I Got the Six" 
6. "Legs" 
7. "Thug" 
8. "TV Dinners" 
9. "Dirty Dog" 
10. "If I Could Only Flag Her Down" 
11. "Bad Girl"  

► Menções honrosas: 10 músicas que não foram citadas

Legs;

Comentem as suas suas opções para o ZZ Top, nossa última banda do Corrente.
Novamente agradeço à todos as participações e aceito dicas para formular um post musical semanal aqui no espaço, sim?

Abraços mega afáveis! Bom fim de semana a todos!

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Escolha: Qual a música tema de casal mais enjoativa do cinema?

Hoje, liguei a tv na hora do almoço e caí num canal em que passava "Ghost - Do Outro Lado da Vida". E me lembrei da música. 
Se dá para resumir o filme em poucas palavras é "muitos gritos, choro e sofrência". Os dois últimos sentimentos, sempre com a música tema - seja ela na forma original, seja na instrumental - ressoando ao fundo.
Quando passa um certo tempo - e faz um certo sentido com filmes dos anos 80 e começo dos 90 - alguns filmes, apesar de ter seus roteiros bobinhos, tornaram-se cult. É o caso de "Ghost". É bem meloso, vejam bem: Um casal apaixonado está voltando de uma encenação de "Hamlet" (Coincidência? Acho que não...) e o personagem de Patrick Swayze é morto num assalto. Sem ter "ido para a luz" e como fantasminha camarada, Sam percebe que namorada, Molly (Demi Moore) corre perigo também. Para avisá-la, ele procura uma médium (Whoopi Goldberg) charlatã para proteger a amada e intermediar a resolução do caso. Bizarrices a parte, tem até um sutil "terê-tetê" sobrenatural entre o casal - a tal cena do pote de argila que era para ser sexy e romântica mas, algumas sátiras dessa cena deixou tudo mais engraçado, afinal, percebendo o lado cômico dessa tentativa, é oficial que excesso de romance - até sobrenatural/transcendental que seja - pode ser bem brega se não souber dosar.
Lembramos da música do Righteous Brothers?


Famosa? Demais! Eram tempos em que as músicas de filme tocavam incansavelmente nas rádios. A cultura popular deixava com que todos soubesse do que se tratava quando ouvissem. Podiam não saber o nome da banda, mas "é a música do gôusti" repetiriam sempre que perguntassem.  
O filme, de 1990, uma era em que se tinha computadores e internet, mas não tinha essa potência de informação rápida, sabíamos mais das coisas, do que hoje com acesso à inúmeros portais de notícias e de informação.
Mas o "ooooooh, myyyyy loooove...my daaarling..." ecoou tanto na nossa mente que sobressai o roteiro fraco, ganhou status de filme romântico conhecido e bomba até hoje, como disse, com jeitão de cult.
Porém, é para ter ciência: a canção é enjoativa pra chuchu.

Ter uma trilha romântica para uma cena romântica acometeu até filmes com a trilha mais elaborada, que optou por ter uma música para o contexto geral do filme, e um romance para apimentar a história. Eis o caso de "Top Gun" de 1986. Oposto de Ghost, tem um trilha legal, "Danger Zone" de Kenny Loggins toda vez que os pilotos estão em ação. E é boa. 
O roteiro nem é tosco para anos 80, mas tem pontos das quais a gente esconde as risadinhas atrás da palma da mão: Pilotos treinam em uma escola no afã de refinarem suas habilidades como pilotos de elite americanos. Maverick (Tom Cruise) é prepotente, irresponsável e provocativo, mais especificamente com Iceman - que não é o Kimi Räikkönen e sim Val Kilmer. Ele não só quer atenção dos colegas e treinadores como busca a atenção da treinadora de voo, Charlotte com quem tem um romance meio proibidão. Maverick enfrenta dilemas para "amadurecer", no meio do longa: a perda do amigo numa das simulações de ataque, e as punições da instituição com atitudes desmedidas.
Algumas interpretações dão conta de uma relação homoafetiva entre Maverick e o amigo e até mesmo uma tensão sexual entre o personagem de Tom e o de Kilmer. Mas só se enxerga essa ideia quem quer.
A música do casal Maverick e Charlie no começo do filme, na paquera do bar, despretensiosamente  é "The Loving Feeling" do (de novo!) The Righteous Brothers... 
Mas a cena mais quente do casal é entoada por uma canção mais contemporânea ao filme:



Da lista, é bem capaz que seja a menos chata. Brega, sebosa e portanto, pode ser enjoativa, mas nem de longe a pior. Pois, senhores e senhoras, o pior sempre está por vir.

Pensando nessa ideia de canções tema que saltaram dos filmes até mais conhecidas que até mesmo os longas das quais compõe, veio à mente: "O Guarda Costas".
Pausa para dar risada com meme de internet de gente desocupada e maldosa: clique aqui.
Por essas e outras, a gente já não levava a sério a música que foi tocada aos montes em 1992 e nos seguintes do filme. O roteiro nem é tão bobo quanto "Ghost", mas não tem nenhuma cota de química entre os envolvidos, uma vez que Kevin Costner - não se sabe se por falatório midiático, ou por preconceito latente - não beijou Whitney Houston no longa. A história peca num ponto bizarro: uma cantora pop tem um obsessivo em seu encalço. Até aí tudo bem, um pouco de drama exagerado talvez. Mas o empresário achar umq excelente ideia contratar como segurança um ex-agente do serviço secreto? Aí brincou, não? 
Ah sim, eles acabam se apaixonando, embora não haja nenhuma mais "caliente" entre a cantora interpretada pela realmente cantora Whitney Houston e Kevin Costner, como já mencionei. 
PS: Tô avisando que Houston era cantora porque tem muito "adolescente" fã de Pablo Vittar que está achando que cantor homossexual é invenção do ano, então, vai que eles descobrem que a Whitney Houston era cantora também e sai publicando no Twitter como se fosse novidade? Todo cuidado é pouco e a tia Manu aqui também quer informar. By the way, Costner é só ator, não é ex-agente secreto. #JustSaying
Só para visar também - pois não faz muito tempo que vi uma publicação de uma conhecida dizendo que estava assistindo "Dirty Dancing" e estava oficialmente apaixonada por Patrick Swayse e falando dele como se estivesse ainda entre nós -, aqui vai: Tanto Swayse quanto Houston já partiram dessa para melhor, não se assustem.

Retomando: "I Will Always Love You" se tornou hit pelo filme e é a música mais famosa de Whitney - obviamente. Uma canção que pode ser bem interpretada, romântica, mas que se tocada à exaustão torna-se enjoativa, talvez menos que a do "Ghost", mas em certa medida, pode ser descartada no mesmo saco. É muita súplica para pouca beleza, se pararmos para pensar direito.

Quando os anos 90 estavam acabando, lá em 1998, há exatos 20 anos, estreava por aqui "O Titanic" - aquela megalomania de filme, com um romancesinho xoxo e piegas. A história dá conta de um cara pobre e uma ricaça - comprometida, vale dizer - que se apaixonam e vivem um romance na primeira viagem do maior transatlântico do mundo, o Titanic. Ela (Kate Winslet) desafia a família e o arrogante noivo para viver as aventurazinhas com o cara pobre, mas bem apessoado, interpretado pelo Leonardo DiCrapio. Pasmem, mas isso ganhou Oscar de Melhor Filme na ocasião. 
O filme teve mais holofote e produção que arte cinematográfica. Construíram um navio que serviu de cenário tão grande quanto o tal de 1912 - detalhe importante que contribuiu para o oba-oba entre os críticos e a academia do cinema premiarem o longa. Teve uma sombra de romance entre os atores, que nunca se sabe se foi rumor, apenas safadeza de bastidores (que deve acontecer mais do que é noticiado), ou marketing para promover o longa - um proto conceito do que hoje o pessoal chama de "shippar" casais.
Fato é que provavelmente seja o pior filme de DiCaprio depois de "Criaturas 3" e é talvez, o filme menos desafiador que Winslet fez na vida, a não ser pelos "caldos" que tomou durante as gravações: sim, James Cameron - o diretor - fez um baita tanque para fazer as cenas do naufrágio e quase matou o elenco afogado com elas.
Tem gente que achou lindo a cena de Jack a ensinar "cuspe a distância" para Rose. Tomando cenas como a cena do pote de cerâmica ou o agente secreto carregando uma cantora pop dos braços, essa do Titanic consegue vencer de tão besta. A cena do casal com os vidros dos automóvel embaçados é conhecida, mas se botamos reparo é um tanto tosca não sendo cômica por um beiço de pulga. 

Pior que a música de Celine Dion fazendo dupla com sua Carne no Nariz (que teve influência ouvindo Bee Gees), é saber que, na tábua em que Rose ficou flutuando no mar aberto para ser resgatada, cabia Jack e ele não precisava ter morrido. A moça rica foi mimada a ponto de perder o pobretão que amava, porque não raciocinou direito. Lembremos da canção, para ficar ecoando na nossa cabeça "near, far, wherever you are":


Desculpem os adoradores, mas temos uma vencedora! Baita música enjoativa essa!

Mas vamos colocar uns panos quentes: Citem, para mim, nos comentários,  um filme, lançado há três meses atrás, uma trilha sonora que tem uma música que está fazendo sucesso... Difícil? Está bem: citem um cantor, uma cantora ou banda que fez uma música para um filme que você assistiu nos últimos 2 anos. Achou? E a canção, faz parte do conhecimento de uma massa de pessoas, ou só alguns colegas e meia dúzia de blogueiros cinéfilos?
É isso. Não tem mais essas coisas, infelizmente. E se tem, não alcança o que essas músicas já alcançaram no mainstream. Os filmes que fazem sucesso hoje com uma música bombástica, pode saber: é canção das antigas "in natura", muitas vezes rasgadas, destroçadas por uma vozinha contemporânea nasal - como acontece para matar a gente de raiva - ou remasterizada com sons tecno/dance. Por isso, panos quentes: estou reclamando do quê? Música ajuda o filme a ficar mais legal e tá em falta criatividade para a galera fazer coisa nova que faça com que os hits nos encantem tanto quanto os longas nos emocionam. 

E vocês, o que acham? Tem alguma canção de filme que vocês não gostam e que não comentei? Digam aí! ;)

Abraços afáveis!

sábado, 20 de janeiro de 2018

NFL: Finais de Conferência

Já faz um tempo que não falo de NFL nos posts. Uma das razões poderia ser porque este ano assisti à muito mais jogos que nos anos anteriores e de certa maneira, usei o que vi dos jogos para minha liga de Fantasy. Sim, participei de uma liga esse ano e não foi fácil chegar a ser vice. Então nem conto que irei ser bem sucedida na próxima, pois agora, todos da liga estarão "treinados" e "vacinados". 
Uma liga de Fantasy, requer tempo para ajustar, e tive um fim de 2017 bem cheio de responsabilidades.
Outra razão que tenho mais certeza é que, desde que comecei a assistir NFL consigo comentar com mais propriedade a F1. Embora na F1 eu tenho estado contra a maré da opinião popular e da mídia "especializada" (e chamar de especializada é um elogio em nossas terras brazucas, cujo amadorismo para comentar F1 é de dar dó) - na NFL, falar que não vê razão para isso ou aquilo na liga precisa, não só de muito conhecimento prévio, como uma coragem grande de dar a cara à tapa por uma coisa que será, em todo instante, um baita achismo. 
E por fim, bem... Meu primeiro time passou por uma crise tenebrosa e "fiquei de mal" desses caras já no meio da temporada.

Comecei assistindo jogos dos Saints lá em meados de 2013. Tomei gosto pelo Denver Broncos por conta de Peyton Manning. Os dois times tornaram os meus favoritos. Não gostava de alguns outros e fui treinando jeitos de me simpatizar por eles. No fim das contas, ainda não vejo nada de espetacular em Tom Brady e acrescento Cam Newton, um pois acho que ele não faz espetáculo e não dá emoção como um Aaron Rodgers é capaz de suscitar, o segundo pois a inconstância e o excesso de arrogância, me desagrada pessoalmente. Não gosto de alguns times, pois, em alguns momentos ficaram marcados por interferências externas: seus torcedores me irritaram e aí eu não opto pela razão. Vou deixar os times em off para não "ofender" amigos torcedores.

Sou afortunada por gostar de esportes assim. Algumas pessoas podem até torcer o nariz por uma mulher gostar dessas coisas, dizendo que é coisa de homem. Essa coisas são bobas, mas eu não levanto bandeiras feministas. Só digo que a boa é: sendo mulher, posso apreciar belezas físicas dos atletas quando propício. Não me venham com essa de que isso é coisa de adolescente. Neguem se não param para assistir vôlei feminino por conta dos shorts justos e curtos, só uma vez...! Então: "leave me be", rsrsrsrsrs...
Mas vá lá, mudei o foco. Opinião né? Então, vou arriscar, mesmo sabendo que posso estar errando miseravelmente. Não ligo.

Tivemos quatro jogos no último fim de semana: Eagles considerado azarão desbancou o Falcons e fechou como primeiro finalista da final da NFC. Com Nick Foles, o Eagles está desacreditado por conta das baixas que o QB sofreu. Mas, quando estreou no Eagles, era um QB das quais gostei de assistir jogando. Carson Wentz, o que ajudou muito o Eagles a chegar longe, se machucou ainda na temporada regular e perdeu assim a chance de ser MVP do ano. Injustiça? Muito. Falta de sorte? Aos montes. Mas Foles não é tão desastroso assim, e merece crédito. Eu já comentei que queria ele no Broncos. Continuo achando que teria sido bom. Porém, agora não quero nenhum QB a não ser Osweiller no time. Explico: para mim, o problema do Broncos não é a posição de quarterback, é a ol. Então, se é para derrubar as chances de ter uma carreira normal na NFL, como foi feito com as situações desfavoráveis nas quais Trevor Siemian e Paxton Lynch foram expostos. Qualquer nome para QB na franquia, não quero nem saber!  Coitado do cara: afinal, a "casa" está bagunçada...

Depois da eliminação do Falcons (que teve sua chance de vencer o SB ano passado e não o fez porque foram incompetentes) veio o jogo, Titans e Patriots. Mamão com açúcar... Trilho fácil. Qualquer um no caminho dos Pats, cai as vezes vergonhosamente, as vezes com dignidade, mas cai. Classificado de forma fácil, o Patritos esperava o rival da AFC.
No domingo, as coisas esquentaram: o primeiro jogo, era Jaguars e Steelers. Jogo com 80 pontos. Passou o Jaguars.  E meus amigos, todos disseram que que só havia uma defesa a parar o Patriots e eu digo que esse time já vem jogando todos os playoffs e vai estar com a língua no pé quando enfrentar os caras de New England.
É bom nutrir esperanças. Mas nem sempre dá certo.
Veja New Orleans Saints. Coisas ruins não acontecem à Brady. Mas coisas ruins acontecem à QBs que acho muito mais "mosntruosos" que ele: Manning, Brees, Rodgers... E na noite de domingo, Brees teve um começo lento, recebedores instáveis e no fim do jogo, uma falta de sorte absurda. O Vikings, estava bem, mas no fim equilibrados com os Saints. Até que aconteceu um TD com cronômetro zerado.
Foi bonito, emocionante, e tudo o mais. "Sköl" com estádio em polvorosa. Mas... coitado do Brees!  Do rookie que não fez o tackle em Diggs que recebeu o passe e correu para a endzone... Paciência.

Assim, esse fim de semana as finais de AFC e NFC acontecem da seguinte forma: Jaguars @ Patriots e Vikings @ Eagles.
3 QBs desacreditados pela grande mídia (mais arrumadinha e especializada que a da F1, mas é ainda assim, muito baba-ovo as vezes): Blake Bortles, Case Keenun e Nick Foles.
As combinações de SB são essas simplesmnete: Patriots @ Eagles, Patriots @ Vikings, Jaguars @ Eagles, Jaguars @ Vikings. 
O povo chora pois Tom Brady machucou a mão nos treinos essa semana. Está questionável. Na cabeça dele, depois do jogo do Jaguars, vai rir internamente e a ideia que perpassa é "joga até com um mão amarrada nas costas".
Seja quem for, vai dar Patriots no SB, com vitória. Os caras que tem o comissário da NFL "implicado" com eles... Quero que Goodell implique com meu time nessa temporada de 2018, sinceramente. Quero também que as zebras enxerguem nos meus times favoritos, como times grandes e comecem a fazer marcações que ajudem eles para chegarmos aos playoffs. Ah, e quero Bill Belichick também. Tirem ele de lá, que a gente conversa se fica tudo "organizado" assim...

O que eu queria? Tanto faz que seja Vikings ou Eagles. Eagles pois acho que Foles poderia tampar o bico de alguns vencendo a NFC pelo menos. Vikings pelo final bombástico contra os Saints, também merece Jaguars é uma escolha apenas por tocer que sejam tãos competente quanto o Giants foram em 2008 e 2012. Embora mereçam, se assim o fizerem, prefiro o SB LII de um dos dois da NFC.

Entendam que não é um simples ódio aos Patriots. Só não sinto emoção com os jogos deles. Ainda mais: falei no começo do texto e relembro - sou palpiteira de F1. Estou de saco cheio de mesmice de campeonatos vencidos por criatura que não faz o mínimo do esforço por isso. Tudo dá certo para chegar triunfal - com os outros tendo má sorte e vencendo de forma simples... Dinastias de atletas e esportistas é legal para livros de recordes e para o orgulho de torcedores e entusiastas. Para esportes em si, que fomenta emoções, eu duvido muito. Fica  tudo muito previsível, enfadonho... Superficial!

Mas o que a gente quer, nem sempre é o que acontece. Torçamos ao menos, para que as "zebras" ajam com bom senso e que aconteçam bom jogos para assitirmos. Excelente fim de semana à todos e...
...Abraços afáveis!

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Versões Boas, Ruins ou Melhores? Last Kiss

Em 2015, quando fui ao show em São Paulo do Pearl Jam tive uma das maravilhas da experiência de estar num show ao vivo de uma banda da qual gosto bastante.
Essas coisas valem mais do que dinheiro (muito dinheiro) gasto: os bolsos ficam vazios, mas os coração fica cheio de entusiasmo e a mente leve e renovada. 
Mas como tudo na vida, tem sempre um (ou vários) contra(s): voltar dos shows é se deparar com comentários alheios que você nunca saberá se são de inveja ou simplesmente, infelizes. 
Em 2010 eu tinha ido ver o Metallica. Um monte de gente achou que, além de estar nadando no dinheiro, eu era "maluca de querer ir num show destes", fazendo alusão à má fama que metaleiros tem em termos de violência e bebedeiras. Convenhamos, uma bobagem dizer isso. Ficou parecendo como se em show de dupla sertaneja as pessoas fossem lá para rezarem um terço... ¬¬'
Outra má situação de ir à shows internacionais de bandas que prestam o serviço agradável para se chamarem de "músicos", é se expor em fotos sua alegria e alguns dizerem para você que gostariam de ter ido, mas não foram por conta da falta de dinheiro. A falta de dinheiro nunca é problema para estas mesmas pessoas que frequentam bares e festas todos os fins de semana do ano, então, não vejo porque não guardar dinheiro para estar em um show do que ir arrebentar o fígado no #sextou...

Foi depois do show do Pearl Jam que ouvi a pior das situações. Ao se tratar de uma banda da qual ninguém acha que sou "maluca por ir", muitos exaltaram as fotos publicadas e perguntaram como foi o evento. Entusiasmada, respondia prontamente o quanto tinha sido ótimo. Todo mundo que era apenas "curioso" para saber como foi, levantava a pergunta: "E aí, eles tocaram 'Last Kiss'?"
Após a minha negativa, 90% das pessoas que questionaram isso, ficaram indignadas: "Como é que pode, não tocar a música mais famosa deles?!" Surpresa, eu fazia cara de paisagem, mas por dentro estava assim:


Esse post de versões está sempre aparecendo aqui no blog, e já tivemos algumas postagens mais antigas que podem ser acompanhadas pelo link Especial 1: Versões/Covers na aba acima. 
Dedico essa postagem especialmente para os "Indignaldos" e "Indignaldas" que questionaram a não execução de "Last Kiss" no show do Pearl Jam em São Paulo em novembro de 2015.

"Last Kiss" não deve ser a música mais famosa do Pearl Jam. Por uma razão talvez boba, mas para mim, categórica: se tratarmos essa canção como a mais famosa, então temos um problemão! A banda, que tem 10 álbuns de estúdio e com músicas autorais, falhou miseravelmente em ser uma banda... Oras, então o que sobra para "Jeremy", "Even Flow", "Black"...?

É, é isso mesmo: "Last Kiss" é uma música cover. São duas "bronquinhas" nesse post - uma leve, à para dizer que não é deles. Sim, estou ciente que nem todo mundo é obrigado a saber disso. A segunda também é leve, pois se pressupôs que a música fosse deles, pois se popularizou um pouco mais com eles. Mas daí dizer que é a mais famosa deles, é um passo para dizer que é a melhor... E esqueça todas as outras?! Isso não só é falta de informação como uma generalização burra, mas que acontece mais do que deveria.

Ouvimos a original e as versões?

Original: Wayne Cochran & The C.C. Riders
Composição: Wayne Cochran
Álbum: -
Lançamento: 1962
Estilo: Soul


Botem reparo nessa belezura de topete! Rsrsrsrsrs... Era considerado "O Cavaleiro Branco do Soul". Mas olha... Topete de respeito esse!... (risos).
Wayne Cochran inspirou-se no acidente ocorrido em  dezembro de 1962, em Barnesville no estado da Georgia na qual os jovens Jeanette Clark e L. Hancok, que era o motorista, tinham 16 anos e estavam com mais três amigos em um Chevrolet 1954 em intenso tráfego, quando atingiram um caminhão que carregava madeiras. Clark, Hancok e um dos amigos morreram; os outros dois ficaram feridos. Cochran dedicou a música à Jeanette Clark, por isso a letra trágica.

De acordo com wikipédia (é, fazer o quê, as vezes é uma fonte confiável, as vezes não...) Cochran faleceu em novembro do ano passado. 
Abaixo, a versão que popularizou a canção é bem anterior ao Pearl Jam.

Versão 1: J. Frank Wilson and The Cavaliers
Álbum: Last Kiss
Lançamento: 1964



Bem semelhante à primeira, a canção tomou fama... Mas ganhou o mundo na voz de Eddie Vedder.

Versão 2: Pearl Jam
Álbum: (Single) Last Kiss
Lançamento: 1999
Estilo: Rock Alternativo


Comecei a postagem contando que fui à um show do Pearl Jam, então creio que estou isenta de escolher a favorita, não é? Hehehehe...
Comentem e, se quiserem, sugerir versões para que eu comente por aqui, sou toda "ouvidos"!

Abraços afáveis! 

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Corrente Musical de A a Z: U2 e Whitesnake

Entre as opções apresentadas na última postagem tivemos os seguintes votos: 2 escolhas para ZZ Top, 3 para U2 e 3 para Whitesnake. Algumas pessoas manifestaram o gosto por mais de uma banda, então, no saldo total é justo que ZZ Top volte na repescagem (com grandes chances de ser a próxima postagem, inclusive). Obrigada aos votos, vamos aos vencedores?

Banda ou artista mais vem votado:



♫ Música que mais gosto:

Uma dúvida genuinamente difícil para o caso do U2, é que oscilo na escolha entre Numb e Lemon. Já com Whitesnake a coisa é mais simples: é seguramente a bem sexy Still Of The Night.  

♫ Música que menos gosto:

Beautiful Day martelou bastante. Assim como Is This Love?, por conta de uma novela global, principalmente, o que popularizou a banda no Brasil.

♫ Música romântica:

Óbvias escolhas para U2 seriam "One" ou "With or Without You". São boas músicas, já vi umas pessoas fazendo vídeos tocando e cantando elas, e mesmo que não seja um Bono Vox, a gente brilha os olhinhos e suspira. Mas para mim, escolheria Eletrical Storm para essa tag, especialmente pelo vídeo. 

Para Whitesnake, Is This Love? é também escolha óbvia, e apesar de grudenta, não pode ser outra - embora o assunto seja algo recorrente nas letras do "Cobra Branca".

♫ Música que me define:

"She's slippy, you're sliding down.
She'll be there when you hit the ground
It's alright, it's alright, it's alright.
She moves in mysterious ways..." - Mysterious Ways (U2)

"Though I keep searching for an answer
I never seem to find what I'm looking for
Lord, I pray you give me strength to carry on
'Cause I know what it means
To walk along the lonely street of dreams..." - Here I Go Again (Whitesnake)

♫ Música para dançar:

U2 - Discotheque e Whitesnake - Fool For Your Loving

♫ Clipe Favorito:


Não tenho um clipe favorito do Whitesnake. Todos são muito semelhantes...

♫ Melhor álbum:

Certamente os álbuns mais antigos são os mais legais de todas as duas bandas. Se para o U2 a popularidade teve um custo alto - a massificação de suas músicas trouxe um patamar incrível para eles, fez com que também se tornassem carta fora do baralho para muitos que "enjoaram" de suas aparições ou se irritam com seus perfeccionismos. Hoje em dia, U2 é massa. É fácil encontrar quem ouve Wesley Safadão dizer que ama "uífi ou uidóuti u". 
Brincadeiras à parte, fato é que tudo que se populariza muito, torna-se enfadonho - e isso na maioria das vezes, escapa do controle e vale para qualquer seguimento, seja ele artístico, entretenimento e/ou mercado. 
Não gosto da fase "punk" do U2. Até ouço, mas não sou bem evoluída para gostar de punk rock e mesmo que com eles eu consiga não ter problemas, os discos inciais da carreira deles não são os favoritos. "Joshua Tree", do ano de meu nascimento é considerado o melhor entre 11 dos 10 fãs de U2 (o um a mais na estatística própria aqui, trata-se daquele "fã" que leu em algum lugar que "Joshua Tree" é o álbum mais famoso e saiu tuitando por aí, o quanto ama o disco... Rsrsrsrsrs...). Mas gosto de "Zooropa", o primeiro fora do trilho sonoro característico da banda. Alguns acharam estranho esse álbum, ainda mais o álbum seguinte "Pop". Mas não vejo nenhum problema neles. "Zooropa" é de 1993, oitavo álbum de estúdio com a formação original que não se modifica à tempos: Bono – vocalista, The Edge – guitarra, piano, sintetizadores e vocais, Adam Clayton – baixo e Larry Mullen Jr. – bateria, percussão, vocal de apoio.
As faixas:

1. "Zooropa"  
2. "Babyface" 
3. "Numb" (The Edge)
4. "Lemon" 
5. "Stay (Faraway, So Close!)" 
6. "Daddy's Gonna Pay for Your Crashed Car" 
7. "Some Days Are Better Than Others" 
8. "The First Time" 
9. "Dirty Day" (Bono e The Edge)
10. "The Wanderer"  *

The Wanderer é cantada por ninguém menos que Johnny Cash.

Escolher um melhor álbum do Whitesnake é fácil. É certamente o álbum mais conhecido e escolha mais clichê. Mas é o álbum que conheço melhor "Whitesnake" é de 1987, o sétimo álbum da banda da qual escolho para dar a resposta. Com os membros: David Coverdale, o vocalista que muita gente suspira, John Sykes nas guitarras e vocal de apoio, Neil Murray no baixo e Aynsley Dunbar na bateria.
As faixas? As mais conhecidas da banda:

1. "Still of the Night"
2. "Bad Boys"
3. "Give Me All Your Love" 
4. "Looking for Love" 
5. "Crying in the Rain '87"
6. "Is This Love" 
7. "Straight for the Heart" 
8. "Don't Turn Away" 
9. "Children of the Night"
10. "Here I Go Again '87" 
11. "You're Gonna Break My Heart Again" 

♫ Pior álbum:

Eu não simpatizei com o disco de 2004 do U2, "Songs of Innocence". Talvez devesse dar uma segunda ouvida para decantar as músicas e perceber o poder delas que não atrairam na primeira audição. Farei isso o quanto antes, embora, a promessa possa ser um tanto problemática - ainda não ouvi o último álbum de 2017 "Songs of Experience". Nada, nem uma canção sequer. Estou um tanto "off" de U2 para poder palpitar direito, confesso.

Como disse, o álbum "Whitesnake" é o álbum que mais conheço da banda homônima. Portanto, fica difícil (e talvez injusto) escolher um pior álbum. Pelo pouco que conheço dos outros, a banda mantém uma linha certa de músicas mais de rock baladas, românticas melosas e então, ao meu ver, para quem gosta de um álbum, se simpatiza com todos ou pelo menos a maioria. (Eu prefiro umas variações, muito romantismo e "loving feeling" para muitos alguns, cansa).

► Menções honrosas: 10 músicas que não foram citadas

Elevation;

Whitesnake: ♫ Love Ain't No Stranger;

Está com vocês agora: escolham as suas, comentem, podem mandar textão que não ligo! E também votem para a próxima etapa (já está acabando, snif, snif...). ZZ Top volta na repescagem com certo louvor, mais 3:





Já agradeço os votos. ;)
Abraços afáveis!

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Corrente Musical de A a Z: qual a da próxima semana?

A postagem de abertura do ano foi com uma "Corrente Musical" sobre minhas preferências dos Beatles
Para quem ainda não conferiu todas as postagens dessa tag, saibam que há uma aba específica com todas as bandas e artistas que foram escolhidos por leitores e amigos para compor as postagens. 

Seguindo o costume, desta vez venho com as derradeiras bandas/artistas para que escolham. Como as letras finais estão se aproximando, teremos - no máximo - mais três postagens para essa tag (pelo menos neste formato, sim, pois estou pensando em um outro jeito de ficar comentando músicas e bandas por aqui, e logo, logo, divido com vocês).

As novas opções para votos:





Lembrando que a segunda mais bem votada volta na repescagem com mais três bandas que sugerir. Votos pelo blog, pela página do blog, certinho?

Bom resto de semana para vocês!
Abraços afáveis e já agradeço as participações!

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Aniversário do Blog: Jogo dos 10

Essa humilde página fez 10 anos!!!! 
E para comemorar o número decidi adaptar esse jogo aqui, publicado em 1 de outubro de 2008, para 10 questões ao invés de 7, com alguns acréscimos e alterações.
Era para ter postado dia 7, domingo, mas sabem como é, né? Fiquei costurando coisas para doação, depois de dediquei a jogos dos playoffs da NFL. Espero que entendam, hehehehe... 

Olhem para a imagem e mentalizem a musiquinha da 20th Century Fox  :D

Dez coisas que eu faço bem:

1 - Omeletes e panquecas;
2 - Fazer as pessoas rirem (ainda que sem querer);
3 - Ouvir e tentar confortar quem precisa;
4 - Repetir frases de efeitos de filmes, séries ou esquetes de comédia em momentos oportunos;
5 - Estar disposta a aprender coisas novas que me interessam ou são úteis;
6 - Organizar armários e prateleiras;
7 - Ouvir música (pois faço sossegada e contemplativa no meu canto, geralmente com fones de ouvido para não interferir na liberdade dos outros nem atrapalhar a minha audição);
8 - Tratar as pessoas bem não importando o que elas já fizeram de ruim comigo ou alguém próximo;
9 - Me vestir de forma confortável e dentro do bom senso;
10 - Oferecer ajuda e arrepender pois a pessoa era na verdade uma "folgada" (quem nunca?);

Dez coisas que não faço ou não faço bem:

1 - Conversar ao telefone (detesto!);
2 - Deixar de ficar com vergonha de algumas coisas;
3 - Não saber dizer "não" quando necessário;
4 - Jogar e injustamente, perder;
5 - Depender dos outros para fazer alguma coisa;
6 - Perder a paciência com gente hipócrita, imbecil, contraditória e gente "devagar-quase-parando";
7 - Mostrar sentimentos;
8 - Não aceitar facilmente minhas frustrações;
9 - Puxar conversa com desconhecidos para fazer amizade;
10 - Conquistar sem esforço e sem perder esperanças no "processo";

Dez coisas que te atraem no sexo oposto:

1 - Inteligência (mas não convencida);
2 - O olhar de charme e mistério;
3 - Bom humor (apurado ou sagaz);
4 - Um toque de timidez;
5 - Gostos semelhantes aos meus (não vai me atrair, por exemplo, se o cara gostar de pagode, sertanejo, funk...);
6 - A voz;
7 - Saber conversar bem (não dar de sabichão que impõe opiniões me parece essencial);
8 - Não ser grudento, nem distante;
9 - Ser responsável;
10 - Ser otimista;

Dez coisas que não te atraem no sexo oposto:

1 - Irresponsabilidade;
2 - Rebeldia;
3 - Teimosia;
4 - Ciúmes doentios;
5 - Inconveniência;
6 - Ser falante de gírias toscas ou palavrões empregados em 11 das 10 palavras que diz;
7 - Metido a engraçadinho;
8 - Ser do tipo esnobe;
9 - Promiscuidade;
10 - Ser militante de esquerda ou de direita, daqueles radicais (o que pressupõe ser um idiota na maioria das vezes);

Dez coisas que diz com frequência:

1 - "É o que tem para hoje";
2 - "Pai celeste!";
3 - "Cruzes!";
4 - "É brincadeira?";
5 - "Jesus, Maria e José!";
6 - "Nem vem...";
7 - "Furem meus olhos!!";
8 - "Vamos pinicar daqui!";
9 - "Somos noses";
10 - "Nooooo...pior, viu?";

Dez atores e atrizes que gosta:

1 - Johnny Depp (Nem me venham com esse papo que eu "passo pano para macho". Uma que essa expressão é ridícula e duas que me sinto na vontade de encarnar o Pedro Pedreira: "Não me venha com chorumelas").
2 - Elijah Wood;
3 - Tom Hiddleston;
4 - Robert Downey Jr.;
5 - Martin Freeman;
7 - Daniel Day-Lewis;
8 - Jim Carrey;
9 - Viggo Mortensen;
10 - Cate Blanchett;

Dez pessoas do meio artístico da qual detesto (Detesto é feio, então vamos de : "chatos, inúteis e fúteis");

1 - Galvão Bueno;
2 - Fátima Bernardes;
3 - Xuxa;
4 - Lewis Hamilton;
5 - Felipe Massa;
6 - Luciano Huck;
7 - Jared Leto;
8 - Evangeline Lilly;
9 - Lady Gaga;
10 - Adam Sandler;

Dez filmes que eu detestei:

1 - O Lagosta;
2 - Onde os Fracos Não Tem vez;
3 - La La Land;
4 - Super Bad - É Hoje!;
5 - Saga Crepúsculo (tanto que nem consegui assistir os dois últimos);
6 - Avatar;
7 - Esquadrão Suicida (só presta pois tem Will Smith);
8 - O Livro de Cabeceira;
9 - Kong: A Ilha da Caveira;
10 - O Clube;

Dez filmes que gosto:

1 - Trilogia O Senhor dos Anéis;
2 - Saga Harry Potter (Incluindo Animais Fantásticos);
3 - Edward, Mãos de Tesoura;
4 - O Gladiador;
5 - À Espera de Um Milagre;
6 - Questão de Tempo;
7 - Deadpool;
8 - Ace Ventura 1 e 2;
9 - Trilogia Meu Malvado Favorito;
10 - Rock of Ages;

Dez livros que adoro:

1 - O Senhor dos Anéis - J. R. R. Tolkien;
2 -  Harry Potter e O Cálice de Fogo - J. K. Rowling;
3 - Pimentas - Rubem Alves;
4 - Eu sou o Mensageiro - Marcus Zusak;
5 - Conversa sobre fé e ciência - Frei Betto e Marcelo Gleiser;
6 - Orgulho e Preconceito - Jane Austen;
7 - Frankenstein - Mary Shelley;
8 - Um Estudo em Vermelho - Arthur Conan Doyle;
9 - O Guia do Mochileiro das Galáxias - Douglas Adams
10 - Alta Fidelidade - Nick Hornby

Dez bandas que sou (me tornei) fã:

1 - Metallica;
2 - Nightwish;
3 - Rammstein;
4 - Ghost;
5 - Poets of the Fall;
6 - Blind Guardian;
7 - Pearl Jam;
8 - Iron Maiden;
9 - Black Sabbath;
10 - KISS;

Dez músicas para o momento dos 10 anos:

1 - I Love It Loud (KISS);
2 - Heart Full of Fire (Brother Firetribe);
3 - Whiskey in the Jar (Metallica);
4 - Deus In Absentia (Ghost);
5 - Immigrant Song (Led Zeppelin);
6 - Sorry Go 'Round (Poets of The Fall);
7 - Cheap Thrills (Sia);
8 -  Sallon n. 10 (Dezperadoz);
9 - Old Time Rock And Roll (Bob Seger);
10 - Unskinny Bop (Poison);

Dez séries que amo assistir (e amei ter assistido):

1 - Ripper Street;
2 - Vikings;
3 - FRIENDS;
4 - The Big Bang Theory;
5 - Versailles;
6 - Pushing Daisies;
7 - Horrible Histories;
8 - Sherlock;
9 - Breaking Bad;
10 - Little Dorrit;

Dez constatações inúteis minhas para os leitores:

1 - Não acredito mais na humanidade;
2 - Ando pessimista com esse papo de "vai dar tudo certo" quando eu vejo que está "tudo dando errado";
3 - Cheguei na crise dos 30;
4 - Não tenho muitas opções na vida, e isso me deixa chateada;
5 - Eu gosto de dormir, mas não tenho extrapolado nas horas de sono pois fico pensando nas coisas que eu devia estar fazendo;
6 - Prometi não fazer planos, mas toda hora eu me pego arquitetando uma alternativa para resolver meus impasses;
7 - Queria não ficar pensando em emails e mensagens urgentes que não foram respondidas;
8 - Se eu pudesse, viraria a "Capitã SS": a heroína Super Sincera, pois tem gente precisando ouvir umas verdades;
9 - Eu sou melhor pessoa quando "deixo para lá", mas é difícil não se importar;
10 - Por mais que as coisas estejam ruins, eu não perco o bom humor. Se isso acontecer qualquer dia, alguém me salve!

Dez coisas que eu acho que só eu faço/penso:

1 - Eu respondo a TV, especialmente quando narradores de F1 falam besteiras e eu discuto com eles mesmo sabendo que não me escutam;
2 - Voto nulo em todas as eleições desde meus 17 anos (e farei isso novamente em 2018);
3 - Eu consigo cochilar ouvindo heavy metal;
4 - Eu tinha e tenho grande fascinação por Finlândia. Mas com o tempo, a vontade de viver neste país ultrapassou a ideia adolescente de namorar um finlandês ou viver onde há bandas boas para ouvir. A questão é estar num país organizado como este, em que se valoriza a educação. Neste caso, toda o norte da Europa é sonho de consumo. Mas, cegonha me derrubou numa das priores colônias de meus descendentes...
5 - Eu acho soluções para os problemas dos outros mais fácil que para mim;
6 - Eu uso meias com havaianas, mesmo no calor;
7 - Não gosto de roupas curtas, mesmo sendo magra e sem gordurinhas para ficarem saltando, acho que micro shorts e tops é roupa de praia e eu vivo no centro do país, em Minas;
8 - Quando levanto de manhã, eu demoro mais de meia hora para "sintonizar" os afazeres do meu dia, que dirá responder perguntas nos primeiros minutos do café...;
9 - Ultimamente tenho achado mais produtivo ficar fora da internet enquanto todo mundo fica online até na hora do banho;
10 - Por fim, acho que só eu penso primeiro nos meus deveres, nas coisas que se espera que eu faça, nas minhas responsabilidades para com a sociedade, a comunidade, o mundo e com o que posto nas redes sociais antes de sair fazendo/falando bobagens por aí, numa "vibe" de que "tenho direitos". Não não tenho. O meu direito a alguma coisa só tem espaço para ser ou acontecer, se o do vizinho não for afetado.

Sim? 
Abraços afáveis procês!