quarta-feira, 29 de julho de 2015

Legendando Fotos da Hungria

É para isso que Alonso anda de bicicleta vários quilômetros, nada, corre e se exercita horrores. 
Para empurrar o trambolho?!

(Haja paciência, hein Alonso? Mas ao menos, quinto lugar no domingo...)

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Salvo dois. 
E olha que um deles, precisa me convencer um pouco mais.

Quem será esses dois?... :D 


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Olha quem está ali desfocado: o Guti.
Eita menino da cara engraçada huahuahuahua...


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Nars avisou que o Kimi estava deixando o passarinho voar?







Porque eu reparo nessas coisas? ...

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Vídeo pornô no whatsapp?

Yep.


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Verdade seja dita: Daria essa risada se não tivesse que ver mais essa careta no grid em 2016




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Goiabinha: tenha mais coragem!


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Voltaste, Colgate?


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Ha-ha
Ah, e dizem que está pegando a Rihanna: agora que descamba de vez!


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Se isso foi pós a batida...

...já vi que foi dolorido para o Hulk... 


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Festivo: as caretas "novas"!


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#CiaoJules

E para finalizar, a melhor foto do fim de semana:



Boas férias de F1 a todos (por incrível que pareça é preciso mais um tempo de sossego para a segunda parte decisiva). 
E que melhore, pelamordeDeus!

Abraços afáveis! 

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Comentários da Corrida Maluca da Hungria

Muito bem, estamos de férias da F1 por um tempo.
Estrategicamente - ou não - Hungria mostrou-se "emocionante" só para nos deixar com saudades.
Eu acabei insensível a tudo isso, salvo raríssimas exceções que explico mais adiante. Além disso, duvido que ficarei com saudades, já que tenho pré temporada da NFL nesse meio tempo para me deliciar.

Em linhas gerais, a corrida foi boa até a hora em que Hulk bateu. À essa altura a corrida do Kimi já estava acabando por conta da "falta de potência". E aí, virou um "samba do crioulo doido". Estava legal antes, povo, mas depois certamente não ficou. Por mais que tenha sido maluca e no caso, não se sabia como ia terminar (ninguém adivinharia o final) me pareceu mais aquelas situações em que você faz uma festa e aparece mais gente do que os que foram convidados. Os comissários acharam que muita gente ali estava sentando na janelinha do passeio, e saiu distribuindo punições à esmo só para tentar colocar tudo de um jeito que antes não soaria tão diferente das outras. Maldonado que o diga: era mesmo necessário tudo aquilo de punição?
E as jogadas de pista, que um tal de Hamilton fez desde o começo da corrida? Só foi punido os fracotes como o Perez, ou os reincidentes da Lotus. Ele lá tomou a punição dele, mas depois de tanto, não era pra menos.
Foi o que me pareceu - e ninguém precisa concordar - que os controladores do evento não tinham controle. 

Foi bom ver vitória do Vettel, uma vitória legal, com uma largada ótima, com direito à rodinha de pilotos pré pódio conversando sem ficarem arrumando o cabelinho. Foi interessante poder ver um cara que sofremos para falar o sobrenome e claro, uma carinha diferente que recebeu o posto caído no colo e foi bom rever o xará no pódio.
Foi bom dar um descansada da Mercedes, embora, teria sido muito mais interessante Rosberg marcar pontos enquanto Hamilton comesse poeira.
Foi bom saber quem é quem em uma corrida que tem histórico de ser tão arrastada.

Eu tenho perguntas. E muitas. Não só desse GP, mas sobre essa primeira metade do "campeonato".

- Porque é que à essa altura no ano passado, a Mercedes não trouxe esse pacto de cordialidade e deixou o "circo pegar fogo" do lado de Rosberg e agora, em 2015, discursam que não querem que aquilo se repita? 
O pacto à essa altura só facilita o campeonato de Hamilton. 
Então, porque acreditar que estamos assistindo à uma competição genuína?

- Acho que já entendi porque Hamilton pode mudar mais de 3 vezes o traçado da pista para se defender e jogar o carro nos demais e eles que se virem para não bater... (Entendo, mas não aceito!) Mas não entendendo porque ao meio de 2 carros ele pode abrir a asa. Porquê?...

- Porque um cara é líder de uma equipe, mas desde o ano anterior, o companheiro tem mais pontos que ele, mas não é líder?
E porque, afinal, sendo líder, ele tem que esperar o companheiro - que tem mais pontos que ele, mas não correu uma das 9 etapas - usar os componentes novos primeiro?
(Aqui falo da Williams, que está corretíssima agindo assim, mas só não sei se ela fala em lideranças, como um certo trio global tem feito.)

- Porque a Ferrari exige um rendimento ímpar de Räikkönen se não das 9 etapas, se apenas em duas ou três delas o erro foi dele? Porque exigir uma casa, se você não dá o cimento?

Ainda sobre Ferrari, tenho outra pergunta, mas não farei sem antes avisar o que penso. Gosto do Bottas. Acho ele infinitamente melhor que o Massa. Mas ele tem um defeito, que pode custarno futuro, caso ele não mude: ele não me parece ter coragem para manobras mais agressivas. É uma cautela que a gente encontra em Alonso, Kimi e Button - coincidentemente os mais velhos -, mas falta ainda aquela coragem boa e precisa que faz a ultrapassagem além de dar certo, ficar bonita. Eu atribuo à coragem, porque acho que ele é capaz de fazer algo habilidoso, mas não faz por talvez falta de confiança. E tem um carro relativamente bom, ano passado ainda melhor, e ele ainda errava por essa falta de fibra.
Porque então a Ferrari negociaria com um cara assim, se possivelmente ele precisa ser trabalhado antes? Lá ele não terá tempo de ajustar-se, e a cobrança virá rápido. 
Um segundo piloto bom e denso, eles já tem. Porque não usar a experiência à seu favor - improvisar melhorias no carro, para ambos que ainda estão lá, se sobressaírem e retornarem ao topo, sem mudanças rápidas que requer adaptações - que se fossem fáceis, qualquer um faria?
Um comentário que fãs do Kimi podem detestar é que talvez Kimi devesse realmente se aposentar de vez. Ainda acho que ele pode render algo, como o Vettel disse essa semana que passou - que poucos fariam o que ele faz. E concordo. Mas a volta para a Ferrari tem a sofrência que nós passamos, a mesma humilhação - que a gente percebe, mas só ele "recebe". 
Ele é forte mentalmente - coisa que a Arrivabene tende a não ver - pois ele não sente pena de si mesmo. Ele assume as circunstancias das quais foi responsável, as falhas e situações erradas, mas não cansa pelo assunto: fala o que deve ser falado e assume que não adianta chorar "leites derramados". Isso é característica de um alguém forte psicologicamente. O papo de desmotivação e pressão é mais que furado em personalidades desse tipo. 
Kimi também tem outro poder que poucos percebem: pelo fato de não ser fácil manipulável, seu controle mental em emoções não permite que ele se afete por subjugo ou controle - algo que entendo que a Ferrari força a fazer com ele, mas o Iceman não muda nem de cor, muito menos resolve.
Ainda assim, ele não gasta energia naquilo que ele sabe que está para além de seu controle. E muito menos busca agradar os outros só para agradar, ao contrário do ex piloto da casa, o Massa. Kimi já disse diversas vezes que ele pode agradar um e ser um completo babaca para outros. Ele não desiste depois de falhar e não liga para o sucesso dos outros.
Mas aposentar-se pode ser melhor para ele, já que ninguém percebe essas características tão cruciais para um piloto. Há fãs que não conhecem o piloto para quem trocem, e definitivamente não percebem essas ou outras características dele. Só nós sofremos com os comentários ruins vindo dos tifosi e dos dirigentes. Ele é superior a isso, e além disso, ouve a tudo com os bolsos cheios. E nós, continuamos a achar toda a ação contra, injusta, o que de fato é. 

Penso que se a Ferrari pensasse melhor, e realmente não quisesse manter Kimi depois da minha defesa de advogada do diabo acima, Bottas não é a melhor escolha - e reitero que gosto dele. Se me perguntassem, diria que ninguém merece estar na Ferrari hoje, depois dos últimos 10 anos que eles arquitetaram coisas absurdas por lá. A mudança vem deles e não de seus pilotos - caso contrário, um robô piloto seria mais adequado ao posto. 
Mesmo em um pergunta dessas, insistente no "Kimi deve sair", acho que o nome mais adequado seria Hulkenberg. Esse sim, ainda precisa de um carro bom para vermos e darmos uma chance. 

A F1 tem desperdiçado grandes chances. As equipes focam em umas apostas que à muito, desde Vettel não parecem mais devidamente promissoras. Por isso estamos nesse marasmo sem fim.
Manter um Massa na categoria é algo como murro em ponta de faca. Ele é um desses que para o ano que vem já deveria ser carta fora do baralho. Se o Brasil precisa de alguém para continuar com sede no calendário e sei lá mais o quê; que seja Nars subindo de degrau em degrau - novo, ainda com vontade - e se for permitido, ainda com personalidade para não dar asa ao trio global - e com ambições. A F1 precisa sim do misto jovens e mais velhos e acho que está bom na classe asilo já com Button, Alonso e Kimi. O resto de fato tem que ser o meio termo, e os mais novos: chances adequadas aos meio termos devem ser dados, e leio aí nomes como Hulk e Rosberg - chances à estes como foram devidamente dadas ao Vettel e já deu demais para o aparecido Hamilton. 
Ainda passa a ser cansativo a Lotus por exemplo ser sinônimo de destruição pelos pilotos que tem, ou Pérez ter feito apoteose no início e se mostrado mais só um Maldonado melhorado. Caras que chegam por patrocínio tem deteriorado a F1 ao ponto que ela está. Porque não dar chance à galera que logo logo estará velha, e não poderá mais ter jeito?

Se bem que, porque querer tanto, se eles não querem nada disso?
É bom que estejamos já de férias mesmo...
Abraços afáveis!

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Resultados do ócio

Antes de abril, de janeiro à março, fiquei em um momento de ócio. Não pleno, mas exigindo o mínimo de certas coisas, pois a partir do fim de março saberia que isso não seria mais possível. 
Dois eventos promulgaram para isso que vou escrever a seguir.

Evento 1: Domingo. TV ligada. Começo de março. Pela manhã. Almocei e quando me vi sozinha com a tv ligada naquele programinha pouco útil do Globo Esporte eles falavam do que sempre falam: futebol. 
Sem me lembrar do quê especificamente era ao assunto. O cérebro deu um estalinho ao ouvir a expressão: "gol de placa".

Evento 2: minha irmã mais velha comentava sobre os livros terapêuticos de colorir e lembrava do quanto gostava de pintura. 
Na ocasião, já começavam as fotos virais nas redes sociais das obras dos adultos coloridões. Com elas, as piadas e os memes  com os que fizeram e fazem da autora do livro mais rica, dos que se exibem o resultado da sua terapia que deveria ser privada, e os chatos socialistas que fizeram vídeos rabiscando ou jogando tinta nos tais livros.

Não comprei o livro de colorir. Não sei nem se amo ou detesto colorir. Sei que passei um ano e meio fazendo curso de 1ª comunhão em que todas as sextas-feiras era para colorir gravuras de santos estampados em folhas sulfites passadas nos mimeógrafos. 
Mas é, fiz o teste da terapia. Uma terapia de pobre - ou se preferirem - uma terapia em que não só colore como também se desenha. 
Lembrei da expressão "gol de placa" como inspiração para o desenho e esbocei à lápis algo digno dos tempos de 1ª comunhão (ou seja, feio pra chuchu). Depois colori, mal e porcamente de um jeito que desse para enxergar.

Eis o resultado do ócio (clicar na imagem):


Chega de bobagens. xD
abraços afáveis! 

quarta-feira, 22 de julho de 2015

GP à vista...

A semana passada foi marcada pelo trágico falecimento do piloto Jules Bianchi.
A comunidade da F1 se comove, mas no fundo é só um desses que na real eles não se importam.
Houve o velório - a parte da qual eu mesma acho pior na "ida" de uma pessoa: nunca vou à velórios e muito menos à enterros. Semelhantemente ao que fez o piloto Fernando Alonso - que se ausentou no velório, mas não teve um dia sequer que não lembrou de Jules em sua página no Twitter - ele guardou sua dor e lágrimas no íntimo e eu prefiro sempre lembrar da pessoa em vida e me despedir dela em orações e pensamentos. 

É tempo que segue. Diferentemente da maioria, só me revolto muito pela situação triste e fatal por conta da barbeiragem que foi aquela corrida no Japão do ano passado. Simplesmente sabemos o quanto poderia ser evitado.
É remoto, mas sim, havia alguma possibilidade de Bianchi ter uma carreira sólida se é que as promessas da Ferrari se cumprissem. Nunca saberemos. 

A F1 se deteriora aos poucos.
Dois anos de vitórias de um personagem pouco carismático só coloca mais terra no buraco em que ela se encontra. Uma terra úmida, que pesa e afunda ainda mais. ¬¬'
Dia após dia só coisas que desgasta, piloto falastrão dizendo porcaria, Ferrari ajustando seus palitinhos para pisar em pilotos caros e campeões, a McLaren fazendo caquinha e dessa vez, está mais perdida que cachorro caído de mudança - ou realmente acreditando em Papai Noel. Uma hora é a Red Bull hegemônica e quando achávamos que pior não ficava, eis que aparece a Mercedes...
Acabo de ler que para 2016 já a F1 encolherá a pré-temporada para duas semanas e vai acabar com testes coletivos durante campeonato.
Uma ladeira. Um destino: fundo do poço.


E com esse climão, tem GP da Hungria nesse fim de semana.


Fazer o quê?!
Abraços afáveis!

sábado, 18 de julho de 2015

Jules Bianchi

Hoje cedo, minha mãe me perguntou: "não tem corrida esse fim de semana?". Respondi negativamente.
Era mesmo, hoje e amanhã viveríamos o GP da Alemanha. Um GP que eu gosto, mas a altura que a F1 se encontra, cada dia menos temos circuitos e eventos que realmente valem a pena. Um joga a culpa em uns, que jogam a culpa em outro, que joga a culpa nos outros - e o círculo da culpa fica que nem CPI da Petrobrás. 

Ainda bem que não tinha GP esse fim de semana. Jules Bianchi se foi ontem, depois de nove meses de seu acidente, lá no Japão. Aquele momento que ainda acredito piamente que foi um minuto de bobeira daqueles que você só percebe a burrada depois do acontecido. Ridiculamente depois, a culpa foi dada a Bianchi. E eu não compro essa. Não mesmo. 

Chorei muito no dia. Fui reprimida, mas chorei. Simplesmente porque aquilo não deveria ter acontecido. E eu percebi de primeira, que não ia ficar tudo ok. Aquela lentidão dos comissários... Aquele trator lento... O olhar preocupado de Adrian Sutil... Aquela falta de condições de corrida, e eles mandando ver, fazendo todo mundo terminar aquela porcaria. Sim, porque estava uma porcaria. E olhem só: continua, uma porcaria!

Pode ser que agora role aquele "mimimimi" sobre segurança, mudar os carros, aqui, ali. Como se isso fosse o problema. Era, vinte anos atrás. A causa da morte de Bianchi foi externa: foi a infelicidade de não usar bandeira vermelha assim que Sutil bateu. Com carros parados, Bianchi estaria aqui.

Mas agora, já foi.
A família sofreu. Ele, lutou. Agora ambos, descansam. Por mais trágico que tenha sido, só podemos rezar já que se pôs fim ao sofrimento e que ele descanse em paz, lá em cima.

#RIPJulesBianchi

Abraços afáveis.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Uma Lista Glamorosa 2

Certa vez fiz umas listas só de empolgação. Fiz lá lista das moças mais belas (que agora vou fazer um segundo round), fiz dos moços sem sal e sem açúcar (aqui), das moças sem importância (aqui) e dos meus quarterbacks favoritos (aqui)... Vou teimar algum dia em fazer uma dos moços que arranca suspiros, nos dão minis ataques cardíacos, mas ainda que seja uma lista boa, ainda custa a ter fim (rsrsrsrsrs...), possivelmente terei um trabalho extra nessa.

Sobre as moças bonitas, destas que você duvida que são mesmo assim, tão bonitas, reparei que minha lista transbordava uma galera antiga (ver link da lista número 1, aqui). Mas e as novas? Então lá selecionei e espero que acompanhem bem. ;)

► Katheryn Winnick


Katheryn é uma atriz canadense de ascendência ucraniana de míseros 37 anos de idade. Desde o 7 anos de idade pratica lutas marciais, e com 13, já era faixa preta. Acharam que eu ia dizer que era modelo? Pois não só. Aos 21 já era dona de três academias de lutas marciais. Dá para encarar?
É conhecida mais por algumas participações em séries também famosas como CSI, Bones e Nikita.
Está aqui na minha humilde listinha pois tenho acompanhado o seu recente trabalho, a série da History Channel, Vikings - que é boa toda vida. A série conta uma história romanceada do viking Ragnar Lothbrok. Ótima ao bom nível trama épica com invasões, lutas, batalhas, intrigas, e excelente interpretações. Ano que vem já chega a quarta temporada e pelo trailer oficial que foi divulgado no último fim de semana, em San Diego - na amada Comic Con - mal posso esperar por 2016.
Na série, Katheryn é Lagherta, a primeira esposa de Ragnar, mãe do primeiro filho do viking, Bjorn Ironside. Lá, sendo uma viking, a "shieldmaiden", obviamente existe as marcas de expressão, e só usa a tradicional maquiagem preta borrada em torno dos olhos, para as batalhas - sim, ela é a comandante do fronte de escudos. Porém é perceptível o quanto a moça é  bonita. Dá aquela tristeza só de espiar o Instagram dela... 

Fodo da semana passada, na Comic Con 2015


► Natalie Dormer



Falando em séries, já passo à outra loira, de 33 anos, a Natalie Dormer, conhecida hoje pelo seu papel de Margaery Tyrell em Game of Thrones, série da HBO baseada nos livros de George R. R. Martin.
Natalie é inglesa e estudou dança e também arte dramática. Faz esgrima, é cantora mezzo soprano e ainda fala francês. Estreou no filme "Casanova" e também foi Ana Bolena na série "The Tudors". Agora, recentemente, além da série - na qual faz um papel bem interessante, que é uma rica moça "realiza" da casa Tyrell, que busca casamentos "lucrativos" com o artefato de manipular com a conquista, se é que entendem - ela faz o papel da Cressida nos filmes finais da série Jogos Vorazes.
Ela é diferente, com um olhar mais chamativo e com feições muito bonitas.



► Olivia Munn



Dando uma olhada no cast do próximo filme X-Men lá estava Olivia Munn. Atriz e modelo americana, só tomei conhecimento dela - confesso - ano passado, por conta do namoro com Aaron Rodgers - quarterback do Green Bay Packers. 
Descendente por parte de mãe de chineses, já esteve em alguns filmes, como "Magic Mike" o recente "Mortdecai" e está em produção, como já avisado de "X-Men: Apocalipse" e "Zoolander 2".
E a moça de Oklahoma parece bem humorada, do tipo espirituosa que não tem frescura... Ainda que chineses não são lá bonitos, Munn tem um quê muito mais interessante que uma certa modelo brasileira aí,  esposa de um quarterback também famoso. 



► Cate Blanchett


Essa é conhecida, não é? Minha eterna e perfeita Galadriel. Australiana, de 46 anos, chamou atenção de todos pelos filmes em que interpretou Elizabeth 1 e tem nada mais que dois Oscar, um de melhor atriz coadjuvante por "O Aviador" e outro de melhor atriz por "Blue Jasmine" - filme de Woody Allen que com toda sinceridade do mundo só presta por conta dela.
Requintada, pois está sempre elegante nessas premiações e premieres da vida, ainda é boa atriz e dona de uma voz firme. E bonitona. Nada mais é preciso, senhores, nada mais...




Acrescentando essas à minha lista antiga com Jennifer Aniston, Milla Jovovich, Isabelle Adjani, Scarlett Johanson e Liv Tyler, só posso dizer: Dá para para ser mais seletivos! Não é só de Angelina Jolies que o mundo tem de musas, oras. Boca e olhos, todo mundo tem. Acho que não custa ter só um pouco de criatividade não é? 
Então, se algum dia tiver mais tempo, mostrarei meu bom gosto para moçoilos de alta estirpe para o mundo ver e concordar (ou não, já diria Caetano, rsrsrsrsrsrsrsrsrs...)

Abraços afáveis!

terça-feira, 14 de julho de 2015

Dica de Filme: Morte no funeral

As férias do meio do ano para a galera que trabalha com escola e/ou estuda são assim: curtas, mas necessárias.
Muita coisa aqui no blog, nessa primeira metade do ano, ficou para trás: a tentativa de fazer um retrô sempre que tivesse um GP foi pro saco e alguns GPs ficaram sem post de fotos comentadas. A primeira foi para as cucuias já que não tive muito tempo para formular as escritas nas semanas de aula, afinal - com o passar delas - acabei ficando cansada. As fotos acabaram sendo uma situação negligente da minha parte. Uma que minha fonte de procura de fotos - o Tumblr - tem ficado muito lento com a internet horrorosa que eu tenho. Duas que a F1 ficou tão, mas tão, mas tão chata (que nem diria Rita Lee) que meu humor se foi na pesquisa de fotos que soassem alegres frente a corridas  de cunho blasé. 

Outras coisitas também escaparam: poucas listas, poucas postagens fora do contexto e inclusive, poucas dicas.
Então, para quem está de férias, que nem essa que vos escreve, aqui vai uma dica de filme bom para assistir de boa com pipoca e refri - e se estiver frio: chocolate quente ou sopinha? 

Morte no Funeral (2007)

Pode ser que vocês encontrem uma confusão aqui. Existem dois filmes com o mesmo título: um de 2007 e produção inglesa, dirigida por Frank Oz e outro de produção americana, exatamente igual - com outros atores e dirigido por Neil Labute, de 2010.
Fica a critério de vocês. Eu assisti ao de 2007, um filme de comédia não necessariamente de se rasgar de rir, mas que você fica até o final com a risada disparada quase que a todo minuto. Esse filme conta com atores majoritariamente britânicos, conta a história de um funeral: um pai de família, morre e seu filho mais velho (interpretado por Matthew Macfadyen) receberá os parentes junto à mãe para prestar as últimas homenagens. O filho tem um irmão famoso escritor que chega depois ao funeral. Essa é uma parte da trama, já que ele sofre com as comparações com o irmão bem sucedido. Uma sobrinha do falecido está casada com alguém cujo pai não aceita bem, e o irmão dela (Kris Marshall) tem um certo problema com um frasco com drogas sintéticas. Ainda há dois amigos do filho anfitrião que passam pela incumbência de pegar um tio - o que está de cadeira de rodas - ranheta como só ele. O funeral já começa dando errado, quando o defunto errado é entregue. Um dos personagens acaba tomando as drogas sem querer e um anão ronda o funeral e ninguém sabe exatamente quem ele é, até que ele revela o motivo de sua presença.
Uma coisa idêntica nas duas produções: Peter Dinklage (o anão, Peter) é o mesmo ator em ambas as produções. 
A escolha fica por conta de suas preferências. A produção americana conta com pessoas mais famosas, como Chris Rock como o filho anfitrião, James Marsden como o personagem que acaba lunático por conta das drogas ingeridas como se fossem calmantes.
Além disso há quem diga que a versão americana é bagunçada, enquanto a inglesa é mais bem executada e sutilmente mais engraçada.As situações bizarras e engraçadas são as mesmas, então... Já contei muito: fica a dica e depois me contem o que acharam.

Abraços afáveis!

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Dia Mundial do Rock

Esta aí uma data que pode ser balela para a grande maioria (principalmente se for uma maioria brasileira) mas de forma alguma é deixada de lado por mim. Porém, é preciso convir: eu não preciso de dia para ouvir rock.
Sim, é o estilo que mais ouço e sim, passar um dia sem ouvir música para mim,significa dia improdutivo ou "xoxo". 

A data, 13 de julho, acabou virando dia do rock a partir do festival Live Aid, em 1985. Se você como eu, não era um ser vivo ainda, nesse tempo, aqui vai um resumo: foi um festival com grandes bandas de rock (mesmo, as de verdade) organizado por Bob Geldof, que tinha como intuito uma causa humanitária: fazer com que o mundo, através do festival, voltasse os olhos para a fome na Etiópia.
E isso, senhoras e senhores, fazem 30 anos. 

Hoje, esse tipo de coisa não daria muito certo. Primeiro que restringir à bandas de rock, faria uma porrada de galera chata dizer que não se representa pois não tem uma cantora pop que faz vídeos recheado dos closes nas curvas de seus 'corpitchos' ou um cantor cheio de colares, carros e boné de aba reta. Ou ainda "que aquela banda ali é rock", mas a gente sabe que não é, nem sob decreto. 
Acho que certas coisas, pertencem àquele momento e revivê-lo , ainda mais 30 anos depois, seria uma pataquada sem fim. Já vejo daqui e tenho úlceras:
Lice Aid 2015: Miley Cyrus fazendo caretas em uma apresentação semi-erótica, digna de MTV Awards, Justin Bieber  pelado no telão, justificando a falta por estar preso ou bêbado, via Instagram, Nicki Minaj discursando com a bunda, Beyonce dando aqueles espasmos que chamam de dança, Kate Perry e os seus tubarões dançantes (quem viu o show de intervalo Super Bowl 2015, sabe do que eu falo xD) e talvez, talvez uma banda tipo Red Hot Chilli Peppers, Foo Fighters, ou qualquer coisa assim só para relembrar Live Aid de 1985, deixando com cara de 2015.
O resultado não seria o mesmo, e em tempo, jamais sugeriria algo de significativo para os países africanos que passam por problemas sociais e econômicos. Percebem porque não vale a pena pensar em uma reedição?

A dica de sempre para 13 de julho é que curtamos com as nossas bandas do coração, aqueles verdadeiros hinos da alma, afinal, o que queremos mesmo é: 
Vida sempre longa ao Rock 'n' Roll!!



Abraços afáveis!

sábado, 11 de julho de 2015

As férias e a música do dia

Finalmente férias!
Até dia 17 de agosto (em tese), posso curtir leituras mais adequadas aos meus estudos e outras para esfriar a cabeça, pois há uma nova batalha ser travada nesse próximo semestre, e desta vez, apesar de ser mais raivosa, preciso sair dela inteira. Uma fonte de esperança: sempre, de agosto em diante, o ano voa. Se de março a julho tudo passou assim tão rápido, daqui a pouco desejo "feliz natal" por aqui.

Adorável fim de semana a todos e a uma música:


Volto semana que vem. ;)
Abraços afáveis!

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Há um ano o país chorava e eu ria

Ano passado, nessa mesma época aqui no blog, eu mesclava assuntos de F1 com Copa do Mundo.
Em 2006 - creio que na Copa sediada pela própria Alemanha - decidi que não torceria por outra seleção senão a deles. 



E gargalhei 7 vezes no dia 8 de julho de 2014 como jamais esquecerei. Hoje já fiz o tributo. Dei as minhas risadas revisando os gols.  :D


 A gestão do partido no poder à 13 anos no governo do Brasil (e mais 3 por vir) teve e tem uma série de defeitos. Fora os inúmeros absurdos que fazem e acontecem com o nosso dinheiro e com nossa integridade. Essa Copa foi uma delas. Fui contra, sou contra. Pessoas de mente livre de bizarrices conversavam amigavelmente antes da Copa e antes das eleições comigo e a situação que enfrentaríamos em 2015 não era das melhores nas nossas previsões. 
Eu ri com vontade daquele dia do jogo. Mais ainda das figuras que foram filmadas naqueles 6 minutos e quatro gols. Ali eles choravam. Na hora dos políticos que essa turma vota e defende arrancarem nosso dinheiro, eles se dividem entre pedir Ditadura Militar e defender as medidas do partido como se fosse o time do coração. A insensatez transbordava e transborda direto - principalmente nos discursos das redes sociais -, seja nas veias dos "coxinhas", seja nas veias dos "petralhas".
Naquele dia, pós 7x1, posso ter rido. Mas desejei rir mais principalmente quando vi as disputas mesquinhas na época das eleições. As amizades se desfazendo, a incoerência sentando no sofá da sala. Me desculpem, mas nem se colocarmos uma vassoura atrás da porta a visita da Dona Incoerência vai "puxar o carro". Ela veio para dormir na nossa cama, se deixarmos.
Desejei rir mais, nesse ano de 2015 principalmente da cara daquela galera que bateu o pé dizendo para mim que a presidente da República não aumentaria impostos, não ferraria a vida do trabalhador, e que teria pulso firme para responder aos problemas com a Petrobrás. Optam por culpar a oposição e ai de nós se rimos deles. Ficamos sem forças se mostrarmos que nem tudo é assim tão simplista.
Agora nem dá para rir de alguns deles, ao passo que só me entristeço em ver familiares sem ocupação, amigos sendo dispensados dos empregos, o dinheiro acabando, os recursos do MEC diminuindo, corte de gastos aqui, corte de bolsas acolá... Alguns defensores já começam a ter o bolso reclamando  e xingando. 
E ainda tem Olimpíadas!!! Olha, que "wonderful"?!

Me disseram na época que a Seleção Alemã humilhou o país. Continuo dando risada e debochando: "bem feito!" Para mim, as ações da humanidade pelo mundo, os desrespeitos de uns com os outros, desde intolerância religiosa até não perdão de dívidas internacionais, a fome e vidas sendo tiradas a preço de capim por questão de etnia ou sexualidade é muito mais digno de lágrimas que uma derrota - ainda que merecida - no futebol.

Abraços afáveis.

terça-feira, 7 de julho de 2015

Legendando fotos em Silverstone

Essa é a maior manifestação de alegria que podemos captar de Kimi Räikkönen ao saber que é o piloto mais popular da categoria, de acordo com a pesquisa da GPDA: um meio sorriso hehehehehehe
Como o Button mesmo comentou aí nessa quinta-feira - com devido entusiasmo que se esperaria do próprio Kimi, se ele não fosse "o Kimi" :D - "Isso não é nenhuma novidade". 
E não é mesmo. Não bancando a puxa-saco mor, mas basta reparar nas próprias coletivas pré fim de semana em que Kimi é um dos escalados. Uma perguntinha ao finlandês e os demais pilotos já ficam com semblante de meio sorriso porque sabe que de Kimi tudo pode ser respondido do jeito que todos eles gostariam de responder, mas a falta de coragem os limita.
Parece que alguns comentaristas brasileiros - não sei, apenas ouvi dizer - atribuíram a escolha à maioria feminina que respondeu a pesquisa. 
Eu diria que é mais lisonjeiro ainda: é popular e bonito. Mas obviamente, é uma visão, senão de pura inveja, generalista. Onde quer que eu vá a maioria é feminina. É vestibular, escolas, processos seletivos, reuniões, entrevistas... Uns colegas que faziam essas pesquisas de enquetes públicas assim, me disseram que mulheres também são mais pacientes a responderem as tais pesquisas.
E outra, queriam que fosse o Felipe Massa? Competição até nisso? 
Ora...


***

Clique da semana?

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...

***

Explica melhor para nós, Vettel! 


***


Kimi procurando uma forma de não mandar o jornalista (que certamente fez uma pergunta óbvia) para aquele lugar. 
Use o dedo social, Kimi, use o dedo social.


***

Começou errado. E foi por umas boas voltas, a escolha  foi errada. 
E a Williams ficou assim, depois do primeiro pit sotp do Hamilton:


É um aviso à equipe inglesa: não confie em alguém que não é digno de confiança.


***

Três Spice Girls.
Sim, estávamos na Inglaterra, mas Geri (a do meio, para quem não sabe) agora é Sra. Horner. 
Tinha mais gente famosa lá, reparei no George Lucas, mas o Galvão nem presta muito atenção nessas coisas e claro, se alguém mais apareceu, passou por cima.


***

O olhar de Hamilton diz tudo. Cuidado Nico, vc está com o troféu de um cara que saiu de uma equipe e um dos motivos patéticos foi o direito de manter os troféus com ele. Cuidado.


Abraços afáveis!