segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Música do dia: TNT

Música do dia e da semana. Até quarta, depois das 6 da tarde não posso agir como T.N.T.



Boa semana a todos!
Abraços afáveis!

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Bélgica em fotos

O recontratado e o maior pontuador da equipe apontam o carro.
Merecem coisa melhor, bem sabemos.


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Vários memes dão conta da punição sofrida pelos carros da McLaren para o grid de largada, e esta é uma delas:

The zueira never ends,


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Olha quem esteve por ali na Bélgica?!!Sumido, mas sempre com as quantidades de pulseiras que dão inveja a minha mãe - que adora uma pulseira e parece uma cigana quando sai, rsrsrsrsrs...

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Cabe muitas legendas aqui, a critério de escolha do leitor. Qual mais apatece vcs:
a. Os papis do ano;
b. Os trouxas da Ferrari e da Mercedes;
ou
c. Dois moços de canelas finas?


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Por mais pilotos como o Ricciardo, por favor!!


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Kimi, de castigo, esperando para ficar no blábláblá que ele detesta


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Pobrezito, Ric.


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Rosberg tem um argumento.
Eu acho que ele vale mais que outro lá. Pelo menos, já cansei das vitórias dele. E vc?


Abraços afáveis!

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PS: Automobilismo esfria mais ainda nossos pensamentos e corações - Justin Wilson sofreu, no último domingo, um sério acidente na etapa da Pensilvânia da IndyCar. Depois de um dia de coma, confirmaram seu falecimento na noite desta segunda-feira.
Podemos saber do perigo que passam constantemente os profissionais do esporte à motor. Mas nunca estamos preparados quando à morte dá as caras. A gente sofre mesmo, pois não dá para ficar insensível diante disso. Está sendo, particularmente, uma época complicada nesse ponto.
Que a família de Justin encontre conforto em um momento como esse. E ao menos, temos a certeza de saber que ele fazia aquilo que mais gostava, sem sombra de dúvida. R.I.P Justin Wilson.

sábado, 22 de agosto de 2015

"Piadas" da Bélgica + Comentário da Corrida

Sabem quando a coisa é ruim, mas tão ruim que você escolhe dar risada pois não quer gastar lágrima? Pois é.

Piada 1 do fim de semana: McLaren. 

Está certo que o carro está com inúmeros problemas. Mas já tivemos aí uns 4 anos de Caterhams, Marussias, Hispanias e afins, e sempre houve aquele discurso, de os carros serem inferiores para a categoria máxima, mas nunca, nunca sofreram punições por questões de ajustes de carro que somassem 105 posições à menos no grid. Não, eu não coloquei um zero ali só para ficar engraçado, é isso mesmo, cento e cinco (por extenso) posições, somados entre Button e Alonso, com 50 para o primeiro e 55 para o segundo, pelas mudanças nos compostos do motor. 
Regra é regra. Mas daí mais uma vez, essas regras fazendo uma turminha - inclusive nós, espectadores - de trouxas. #falasério

Piada 2 e 3: Ferrari.

Recontrataram Kimi Räikkönen. Discursam bonito e pedem pelo bom fim de semana com seus pilotos, inclusive o recontratado; o rei de Spa. 
E então eles trollam o cara mais uma vez: assim como a Hungria, o carro deixou o boneco na mão. Pela segunda vez seguida, Kimi foi prejudicado e ainda apareceu na tv gesticulando com os braços alguma coisa para a equipe de engenheiros e estes, encaravam uma tv, mas não o piloto.
Querem resultados? Dêem soluções. 
A Ferrari sempre teve piloto bom, um pelo menos. SEMPRE. 
O que nunca tiveram como colaboradores foram os mágicos.

Já a terceira é mais engraçada do que trágica. Partindo para o Q3 a equipe, soltou o seguinte tuíte:


Não procurem este no perfil da Scuderia Ferrari porque  não está lá mais. Assim que o Q3 finalizou, eles deram um sumiço nessa postagem, uma vez que Vettel fez e fez, mas terminou em 9º. Q1 e Q2 parecia que daria certo o P3 e então o tuíte era uma prévia do possível. Só que "deu ruim" como dizem; #fail seria mais apropriado. 
Não seria de hoje que confiam demais naquele objeto de quatro rodas que tem mais nome que desempenho. 
Volto a dizer: a Ferrari sempre teve piloto, ao menos um completamente descente, todo ano. Nos últimos 2 anos, teve a chance de ter dream team nas mãos. Pintam os mágicos de palhaços e aí, o circo ficou pronto. É espetáculo à olhos visto: #sóquenão.

Piada 4: Williams.

Essa é de rir mesmo. 
Bottas esteve melhor que o Massa. 
A Globo entrou com o treino ao vivo e o Massa deu uma aparecida. Sabendo que as Mercedes iam deitar e rolar, cabia à Williams e a Ferrari (maybe a Red Bull) a disputar como segunda equipe na fila. Com os ditos do advogado, Galvão Bueno: a Williams ia para cima e Massa garantira isso à ele. 
Com o P3 perdido, Vettel só lucrou com um 9º lugar. Quem aproveitou bem isso? A Williams! Mas com Bottas.
Há! 
A liderança subiu à cabeça, Massa?!


Piada 5: Trio Global + Nars

Nars ainda não é piada pronta, a não ser pelo fato de que ele é PP como alguns outros doidos da pista. O PP aqui é sigla para "piloto pagante", seja recurso vindo de petroleira estatal, seja de qualquer outra empresa, o PP se enquadra. Mas Nars é diferente. Seu PP é entendido como sigla de piloto patrocinado. Para mim, dá na mesma. Só muda a fonte do dinheiro.
Mas há algum tempo, rola nas transmissões da Globo pouca ou nenhuma atitude de puxa-saquismo para o Felipe Nars, desde que divulgou-se melhor umas notícias a respeito de seu passado ajudado por Kimi Räikkönen - e os incultos, perceberam que o Nars devia algo ao finlandês, mais que apenas dividirem o mesmo empresário. 
Assim, por coincidência - e eu não acredito nisso - diminuiu-se os comentários sobre seu desempenho (que deu uma caída significativa desde a primeira e a segunda corrida desse ano), o narrador deixou de falar tanto nele - José Roberto chegou a soltar a pérola em um desses GPs que tinha demorado muito para Nars cometer algum erro - e então, pouco se ouviu dele, em termos de novidade boa. 
Até que hoje, ele ficou mal classificado e deu entrevista a emissora, dizendo inclusive que questionaria o porquê de Ericsson se sair melhor que ele naquele momento. Ai começou aquela história de que "mandou bem" e que deve questionar mesmo, e blábláblá.
Eu concordo. Deve questionar, quando tiver argumento: o meu principal é - se o cara teve promessa de igualdade na equipe, que exija que ela aconteça - assim, saberemos que há possibilidade de lutar de igual para igual na pista. Se tiver à frente do companheiro no campeonato, que também o faça. Esse parece o caso de Nars: estaria igual ao Ericsson, e está bem melhor que o sueco no campeonato. Merece explicações, merece saber o que acontece e inclusive - se o erro for seu, que busque resolver amanhã. Se for da equipe, que façam o trabalho direito, enquanto ele, fará o dele. Ponto.
De repente o discurso agradou o trio global (Galvão ficou todo feliz com o "garoto bonito"), lembrou de seu aniversário ontem (ganhou bolo, será?) e Reginaldo contou a tal de que Nars não está muito bem com seu mecânico, em casos até de troca por outro profissional.
Ora, ora, ora. Se fosse Alonso, ou Kimi, ou Rosberg apelando uma certa "facilitada da equipe" ao companheiro, aí o discurso mudava. Galvão diria que Alonso não sabe perder, que Kimi andaria perigando perder o lugar na Ferrari (mesmo tendo contrato novo) e Reginaldo diria que Rosberg não tem a genialidade de Hamilton.

É ou não uma piada quando a situação muda conforme o personagem?
Pior que novela da Glória Perez.


***

Palpites a parte, quisera eu que Spa, meu circuito favorito, fosse brilhante. 
Periga a ser um dos GPs igual ao de todo o ano. 
Spa não merece. Não merece.
Mas clamo, por fim, que se Hamilton vencer amanhã, que aposentem de vez a frase: "Só o melhores vencem em Spa". Já faz bons anos que essa premissa está minguando.

Grid de largada de amanhã: neste link aqui.

Abraços afáveis! Boa corrida a todos!

***

Um pequeno post sobre a corrida, afinal há pouco de se comentar e não quero me alongar muito. 
Spa é perfeito para fazer a gente revigorar a vontade de assistir o retorno da categoria. 
Mas quando a temporada está à esses níveis...

O começo já azedou: Hulk tinha as chances de fazer uma corrida em Spa boa. Mas o carro pifou antes mesmo da largada. Menos um, sobravam 17 para que fizessem da manhã de domingo mais empolgante que a lasanha que me aguardava, no forno. No grid, havia 18 mais um para largar dos boxes: era Sainz que padecia do mesmo mal no funcionamento do carro que sofreu Hulk, então 19 carros ao todo. Eu contava 17. 
A largada se fez e Pérez provou que talvez se Hulk estivesse na pista, teria feito uma boa corrida também. Desta vez não foi Hamilton o pastel da Mercedes e sim Rosberg. Sorte que logo, ele voltaria ao fatídico segundo.
Saiu Maldonado, na volta 2 e reduziu para 16 as opções, entre boas e razoáveis.  As duas ruins teimariam a estragar a festa. 

Corrida enfadonha, morna. Nem de longe combinava com Spa. 
Com o Hamilton não fazendo besteira ele ia tomando dianteira, com os pit stops, a mesmice se adequava. Eis o primeiro estragador da festa.
Quando não a Ferrari faz "bobice", a Williams faz. E quando é erro homérico, é com o Bottas. Até senti uma certa risadinha interna do trio global. Atividade puramente nojenta - mais que o erro do mecânico da Williams. 
Consequência: Drive Through para o Bichinho de Goiaba mais amado da F1. 
Assim não vale passar ele no campeonato, pequeno líder!

Os únicos momentos que saíram dos eixos, além do momento "falta de atenção" da Williams, se deu com pane no carro do Ricciardo e um Safety Car Virtual (para verem o tanto que a corrida estava já em modo "esperando essa bobagem acabar logo"). Vettel em terceiro, se sustentou com uma única parada, enquanto o rei de Spa, nem conseguia ultrapassar o segundo estragador da corrida mais majestosa do calendário. A bobagem de ter apenas um jogo de pneus, resultou em um rasgo monumental do composto e zero pontos mais nada de pódio para Vettel.
A Ferrari nos dá tristeza.

Restou à Linguini, subir ao pódio depois de uma postura digna de piloto normal durante toda a corrida. Isso teve razões melhores enquanto ele esteve próximo do pódio: fomos agraciadas com closes de um mecânico bonitão na Lotus. (Olha a que nível chegamos quando a corrida é morna!) Se Maldonado tivesse por ali, talvez tivesse feito muito, e algumas loucuras para trazer - ao menos - o esquecimento da lasanha que já estava quase pronta.

Sem ultrapassagens legais, sem lindas cenas na Eau Rouge... A F1 chegou no ápice da sua inutilidade: Spa não deu um gostinho sequer de satisfação, a temporada está sendo sinônimo de que a coisa está mais feia que a gente imaginava. 

E foi isso: dos 16 carros que permaneceram na pista, até a volta 40, tiveram dois que eu não queria para estragarem a minha festa.

Clamo agora, sem sombra de dúvida que aposentem de vez a frase: "Só os melhores vencem em Spa". Com um GP desses moldes, nem parecia Spa. Chega a ser heresia se lembrarmos como essa pista já deu gosto de assistir... 

Abraços afáveis!

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Comentários em takes

Take 1: Cansada, por demais cansada

A última postagem está pouco condizente com meu cansaço. Terça, fui tomada por  sono. Quarta, andei mais que notícia ruim, e claro cansei mais um pouco.
Hoje ainda acordei cedo para a academia. A hashtag #nãotáfácil nunca fez tanto sentido. 
Mesmo assim, é preciso trabalhar: nada de ficar de bobeira - o semestre voltou, há textos a ser lidos e trabalhos a serem escritos. Atenção redobrada nas aulas e chances de abrir um tempo para um ofício que pode me fazer ganhar um dinheiro. 

Take 2: Consequências do cansaço

Kimi Räikkönen renovou com a Ferrari. 
Eu não acreditava que Kimi estivesse no fim de sua carreira por ali, agora, uma vez que ele mesmo, parecia querer ficar. Além do mais, quem o conhece, quem o segue, pode ter esse sexto sentido, quando não se sabe nada de contrato e está à mercê de nada mais que fofocas. Pelo que andei conversando com alguns conhecidos, eu fazia parte de um grupo seleto que não acreditava na saída dele e acabou que se confirmou. Antes fiquei tranquila: se ele saísse não me iria me contrariar, afinal as cobranças daqui adiante seriam custosas. Em outro viés, se ele permanecesse, saberia que foi um trâmite muito bem feito de seu empresário, e assim, seria possível ter um pouco mais de Simi (Seb +Kimi) nessa F1 de poucos atrativos.
Apesar dos muitos haters de Arrivabene, minha pouca sanidade me pede não estressar mais com dirigentes da Scuderia. É chover no molhado.
Surpreendentemente, algo que esperava saber só lá por meados do GP de Monza, veio agora: essa recontratação. E foi ontem - e hoje quando li a notícia me perguntei: "caramba, onde eu estava?!" E me lembrei que fora da minha casa, com internet sempre sendo consultada, fico atrasada nesses assuntos.
Detesto o termo, mas será preciso: Chupa Galvão e cia! 
Aqui no Brasil se comprou fácil a notícia da negociação da Ferrari com Bottas, ainda mais que o próprio Galvão disse que Massa falou que o companheiro finlandês estava com propostas. Isso deu pano para manga para Galvão fazer toda sua propaganda política para o Massa, além de claro, no fundo abrir espaço à criticas contra Kimi, "o cara que tirou o Massinha da Ferrari".
Irritações à parte, acho que foi Berger que "aconselhou" publicamente a Ferrari a manter Kimi (se estiver errada, me corrijam) e Toto Wolff falou abertamente de um Bottas ainda deveria estar ligado à Williams.
A campanha "Massa Líder" era mais um engodo que alguns ingênuos ou menos esclarecidos compraram. Massa ainda precisaria mostrar um pouco mais de trabalho, e não só desculpas jogadas nas costas alheias, para se dar como líder na equipe que o acolheu.

Resolvido o futuro da Ferrari, se eu pudesse, aconselharia a casa de Frank Williams: façamos o seguinte - não ativem o terceiro ano de Massa e tragam de volta Hulkenberg, que tal? 
A equipe certamente merece alguém melhor no mercado - e não vejo nome melhor, que não esteja confortável nesse momento, se não Hulk - que por sinal, já foi da casa, seria uma boa trazê-lo para ver o que ele faz, agora com um carro bem melhor de que quando estreou.

Take 3: Amém, hoje tem NFL

A diversão da noite está garantida com um jogo de futebol americano. Não é nem de longe um jogo com um dos meus times favoritos, mas é NFL e é bom. Além do mais, domingo retrasado foi pouco com Vikings e Steelers então, 9 horas da noite, vamos nos ligar ao Bills e Browns. \o/

Take 4: GP da Bélgica

Meu circuito favorito é um bálsamo para o fim de semana que se aproxima.
"Spa" para muitos é local de relaxar e renovar as energias. Já o meu Spa - o Francorchamps - costuma ter o mesmo significado para mim. Está mais que na hora, a temporada  tomar uma cara mais amistosa; talvez mais parecida com a última, a da Hungria - só que menos bagunçada, menos cheia de punições a esmo, já agora na Bélgica. Por favor, vamos salvar esse ano, pelo menos com uma corridinha com pilotos de verdade, que tal? Dos 20 carros, se 2 não estragarem minha festa, já vou me considerar deveras feliz. 

Take 5: E depois do GP, tem mais NFL

Titans e Rams. De novo não são times que gosto... Mas é NFL e: Não, não tenho do que reclamar.


Abraços afáveis!

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Música do dia: Tocando em frente

Hoje levantei cedo para uma aula. Me sinto meio velha para isso. Mas sigo em pé. 

E amanhã tem mais. Só que amanhã, ao encarar o ser que se acha superior, sei que posso morrer aos poucos. Mas vou lutar para não cair.





Abraços afáveis!

sábado, 15 de agosto de 2015

País Brasil

Desde as eleições tenho lido muito comentário de política: pessoas que nunca estiveram "aí" para o assunto, passaram a dar opiniões - e defendê-las, mesmo sendo extremamente rasas.
Ter uma passagem em uma universidade já deixou de ser sinônimo de sabedoria que dirá de inteligência. O que mais vejo é pessoas com curso superior debaixo do braço e ignorância estampada na testa. Ouvir o outro, jamais. Pensar? Dói. Ler algumas coisas úteis, para quê? 

Amanhã deve ter um novo levante de protesto. 
Nem concordo, nem discordo. Só não participo, mas também isso não significa que sou a favor da corrupção. As pessoas precisam entender que, de forma ou de outra, esse tipo de ação tem que acabar, simplesmente. 
Acho mais uma coisa: é descabido o "bater panelas", mas este é um ato que só faz quem escolheu protestar assim. Se sua postura é contrária, criticas jocosas na internet é tão medíocre quanto os batedores de panela na TV que você assiste a novela.
Só peço uma coisa, não aos batedores de panela, mas aos outros que riem disso: da próxima vez, no votar, não faça besteira só para pirraçar. 


Abraços afáveis e excelente fim de semana a todos.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Lista Colírio

Para satisfazer minha mania de listas, lá vou eu de novo. \o/
Já fiz lista das mais belas moças, dessas que a gente concorda com a cabeça quando algum cara diz que é bonita (aqui - e a segunda parte, mais recente: aqui).
Fiz lista das pessoas sem sal e açúcar, sem importância: parte masculina (here!) e parte feminina (here!).

Hoje teimo em trazer 5 dos caras que acho verdadeiros pitéus. Serão atores, em um tentativa de facilitar um pouco o meu top 5 hoje, já que a lista pode sair interminável. Sempre justificarei o "troféu", pois saibam, que beleza definitivamente não é tudo. 

► Elijah Wood


34 anos, mas é conhecido ele desde lá seus os 8 anos, quando contracenou com Michael J. Fox, no De Volta Para o Futuro II, na cena rápida do video game, na lanchonete. Depois disso, uma série de filmes como ator mirim, inclusive "O Anjo Malvado" na qual fez o "irmão" bonzinho de Macaulay Culkin. Lembram?
Bom, se estivesse em uma conversa com muitas pessoas certamente alguém diria: "Balela, Manu!! Fala logo que esse é o Frodo!!" Ok, se preferem: "Esse é o Frodo, gente!" 
Com 18 para 19 anos, Lij deixou o estigma de ator mirim e de filme mais ou menos para estrelar a trilogia do Senhor dos Anéis, dirigida por Peter Jackson e baseada no romance épico de mesmo nome, de J. R. R. Tolkien. Muita coincidência, que Lij tenha sido o meu ator mirim favorito da infância e o livro tenha marcado o começo da minha adolescência e marca minha vida adulta, inclusive, academicamente falando.
Faz tempo que eu não vejo um bom filme com Wood, mas certamente ele é uma das minhas motivações tanto para ir ao cinema, quanto para dar um pulo na locadora. Já vi a maioria de seus filmes, o sigo no Twitter e toda a futilidade possível, até mesmo ter vários disquetes com fotos do rapaz - sim disquetes, mesmo não tendo mais drive para colocá-los, todas as fotos foram salvas em DVD e ainda sigo fazendo isso, vez ou outra.


Mas, não podemos ser ceguetas: ultimamente Lij está bem acabadinho, parece que os cabelos estão raleando, ele andou bem magrinho e nem de longe está com aquela carinha jovial conquistante, apenas os grandes olhos azuis pidões. De qualquer forma, quando a gente gosta, a gente vê as fotos ruinzinhas, ri, faz uma piadinha e depois assume que ainda assim, é a fofolete master de seu coração. E falo sério, gosto do Elijah porque é bom ator, é divertido, fez parte de um dos elencos que mais acho legal e sou mesmo fã dele, mesmo quando o filme é uma porcaria. Caso contrário naõ teria o pôster dele, do O Senhor dos Anéis no meu quarto.
Além da carreira de ator, ele gosta muito de música e tem um selo independente chamado Simian Records, onde de certa forma, trabalha com o pessoal com intenções de se lançarem no mercado fonográfico, e de certa forma, também são bandas independentes. Wood também já disse que gosta de música brasileira, tendo destacado "Os Mutantes". Isso foi bom, afinal, se pensarmos no que americanos fala do Brasil em termos de música, já sabemos: Tom Jobim, ou seja, criatividade zero.
Um defeito: fuma que nem uma chaminé... ¬¬' #QueFeio




► James McAvoy


Se a Dilma amanhã implementar o "Meu Escocês, Minha Vida", topo não anular meu voto nas próximas eleições e considerar a possibilidade de votar em alguém do PT.
Brincadeiras à parte - afinal, com política não se brinca - James tem carreira sólida no teatro e em 1995 começou a estrelar filmes. O primeiro que assisti com ele, e possivelmente foi o primeiro de muitas pessoas também, foi "As Crônicas de Nárnia - O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa", na qual faz um papel completamente desfavorável para uma mulher, mas excelente para uma menina de - eu diria - até 10 anos e que goste de contos de fadas: um fauno. Mas o filme seguinte sim, foi de encher os olhos, pois o filme além de bom, é histórico, baseado em fato real e conta com a sua ilustríssima interpretação (que lhe rendeu o Bafta em 2006): "O Último Rei da Escócia". Deste filme foram gols e nós correndo para o abraço: Amor e Inocência (na qual faz o papel de um suposto affair da escritora Jane Austen), Desejo e Reparação... O Procurado!!!
(Fato curioso: na mesma semana um amigo assistiu O Procurado e Mamma Mia!, o musical. Ao perguntar qual ele mais gostou, ele teceu mil elogios ao musical, enquanto O Procurado era apenas "ok"... Quando eu conferi, não tive dúvidas: O Procurado era infinitamente melhor. E depois dizem por aí que mulher não gosta de filme de ação? Ora!)
Outros grandes longas; filmes como Em Transe, os X-men (até agora temos dois, em fase de produção, o terceiro) são decididamente:


James é casado com uma atriz chamada Anne-Marie Duff desde 2006, com quem tem um filho e vai soar estranho, mas isso não parece complicado para o casal: Anne é 9 anos mais velha que ele. 
McAvoy tem um vida sem luxo, apesar da fama e parece realmente ser aquele típico cidadão escocês que admira as coisas simples dessa vida... Nem dá para julgar, viu?




Sou pragmática: até agora não fiz nenhum tipo de discurso semelhante à ideia geral do "me apaixonei quando vi". Tudo aconteceu antes, com a percepção do dom da interpretação: jamais poderia com meus 8-10 anos, ficar com esse discurso em relação ao Elijah e convenhamos: apaixonar-se por um fauno nas telonas, é osso.
Mas vamos, dizer que quando menos se espera, isso acontece. Só ainda não foi meu caso :D

► Johnny Depp


Há um tempo atrás Johnny Depp era galã clichê que nem Brad Pitt ou Tom Cruise. Brad perdeu a total graça depois de Jolie (eu acho) e Tom eu deixo inteiramente para minha irmã (rsrsrsrs...).
Depp já fez por onde em ser galã, mas hoje não mais. Está certo, porém, quanto mais se "estragou", mais chamou atenção do mulherio. Porque as vezes, mulheres são assim: diga exatamente o contrário do que você quer para elas e elas farão. 
Fato é que poucas, pouquíssimas gostam de Depp como eu gosto.
Johnny talvez é o primeiro cinquentão da lista, com 52 anos, já teve tempo áureos de pele lisinha e cabelos no lugar. Aí ele surtou, foi viver na França e se rendeu cada vez mais à papéis sempre excêntricos. 
O ator favorito de Tim Burton, foi o meu ator da infância, com Edward, Mãos de Tesoura - uma espécie de metáfora do Frankenstein nos tempos modernos. Mas ele começou bem antes com Platoon, A Hora do Pesadelo, e coisa do tipo. Em Cry Baby fez o papel que não era o excêntrico Edward, mas sua guinada artística se deu pela série de TV Anjos da Lei no ano em que eu nascia, em 1987. Dali ele se tornaria ídolo juvenil.
Vários dos bons papeis dele são dirigidos pelo amigo pessoal Tim Burton, mas o pessoal o conhece mesmo, hoje, como o Jack Sparrow. Dá uma raivinha quando o pessoal menos esclarecido vê ele nas fofocas ou nas revistas e diz "Aquele cara que faz o pirata bêbado, o Jéqui Isparrou!" Falando assim, parece até personagem da Zorra Total.
Mas olha, além de um visual excêntrico ele também é músico, tocando guitarra e esporadicamente cantando com muita gente, que nem com Eddie Vedder, Oasis, Iggy Pop e por aí vai...




► Tom Hiddleston


Tudo começou com o filme Thor, lançado em 2011 e dirigido por Kenneth Branagh. O personagem de Tom era Loki, o Deus das Trapaças e, nos quadrinhos da Marvel, é o irmão adotado e invejoso de Thor. Não só eu, mas uma legião de criaturas enlouquecidas, parou para prestar atenção no inglês de aparência dissimulada, dando força à uma especulação de ter uma primeira vez um vilão a fazer muito sucesso - além do tal Coringa, vilão da concorrente. 
No filme, Loki é moreno, de cabelos na altura dos ombros e lisos. Tom é naturalmente loiro e com cabelos cacheados. Não por isso, as coisas mudaram. 
Inglês, de 34 anos, com uma risada contagiante e uma educação fora do comum, o que pedir mais? Ah sim, chamar atenção não pela beleza, mas pela interpretação. Não se iludam: o cara é simplesmente ótimo. Quando se fala em "ator ou atriz britânico(a)" pensamos que são da ponta da orelha. E nesse caso, não foge a regra.
Loki é típico personagem não de Marvel, muito menos de DC, ele é shakesperiano. Tanto é que, por ser alto e loiro, ele fez a audição para ser Thor numa ideia bem clássica para a personagem. Viram algo extra em Tom e ele acabou conquistando a todos, justamente como o oposto do que a maioria gosta, o vilão cativante e perfeito.
Deste foi para Os Vingadores, fez aparições nas Comic Con, tem uma legião de fãs, fez uma série em que era o Henrique IV, na BBC, peças de teatro, narrações de documentários, audiobooks, e tantas outras coisas. Fez também bons filmes simples de drama e cults e estreará em outubro um thriller de Guilhermo del Toro. 
Desde 2013 participa de um projeto da UNICEF ligado às pessoas que lutam contra a fome no continente africano.
Uma be-le-za!




► Robert Downey Jr.


Outro cinquentão, e aí podemos finalizar, finalmente a tortura - para os homens, cansados de ver tanto "cueca" e para as moças, que vez ou outra devem passar por aqui. 
RDJ surge aqui mais pelo carisma que tem de sobra. Sempre bem humorado, talvez mais do que além de só engraçado também curte umas excentricidades, como umas fotos com umas roupas bem estranhas, rsrsrs... É, sem sombra de dúvida, um "showman". 
Downey é filho de artistas, mãe atriz e pai diretor, então, show business corria nas suas veias desde quando nasceu. Começou carreira nos filmes dirigidos pelo pai, nos anos 70 ainda criança e seu ápice foi com os filmes "Tuff Turf", que contracenou com James Spader -  Spader e ele voltaram a estar juntos nos Vingadores 2 - e Mulher nota 1000", ambos de 1985. Esse último foi o primeiro longa que assisti de Downey, mas só o reconheci depois de ter visto algumas vezes Chaplin, de 1992, já que em 85 eu nem pensava em nascer. Chaplin é um excelente filme, um dos meus favoritos com ele, e inclusive, lhe rendeu o Bafta. Seria andar em círculos se eu falasse dos filmes que gosto do querido e autêntico Iron Man da nossa geração (algo que já comentei em post, na comemoração de seus 50 anos, não viram? Ainda dá tempo: Robert Downey Jr.).
RDJ não teve uma vida pessoal muito flores, já que por diversas vezes se envolveu em escândalos pelo consumo de drogas que levou a 3 "ões": separações, prisões e reabilitações.
Mas todo mundo tem direito de errar e tentar remediar o erro, não é? Hoje é casado com uma prPor essa razão, curto bastante Robert sem culpa! \o/




Agora sim, me despeço. Fiquem a vontade de comentar. ;)
Abraços mega afáveis!

PS: Esse post deveria ter vindo ontem, mas devido à uma manutenção - não avisada - da empresa da internet, cá estamos.

sábado, 8 de agosto de 2015

Amanhã!!!

Pela preservação da minha sanidade, para que eu esqueça o que me irrita e frustra: 
Amanhã tem jogo da pré temporada da NFL: Obrigada, obrigada, obrigadaaaaaaa!!!
Com eles, matamos a saudade e conseguimos esquentar para a temporada! 



E ainda disseram que agosto é ruim?
Abraços afáveis!!!

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Filme + Trilha: The Wonders (#1)

Tenho um livro legal, o "Almanaque da Música Pop no Cinema" de Rodrigo Rodrigues que, como diz na capa, conta história e curiosidade das trilhas que marcaram gerações.


Roubando a ideia inicial - claro, que sem o entendimento e a crítica do Rodrigo - decidi fazer aqui a junção de filmes espetaculares que tem músicas excelentes em uma das cenas, ou mesmo, que toda a trilha seja igualmente boa quanto o longa. A primeira escolha: "The Wonders - O Sonho Não Acabou". Coincidentemente, The Wonders aparece ali à esquerda, na parte inferior da capa.

O filme, de título original "That Thing You Do" - nome da música que mais toca no filme e é o primeiro sucesso da banda - é de 1996, sendo dirigido e escrito pelo ator Tom Hanks (ele também atua no filme, como o empresário). Tom foi extremamente bem sucedido, tanto na ideia quanto na execução. O roteiro conta a história de 4 garotos em 1960 que resolvem montar uma banda de rock e passam a fazer suas apresentações em locais pequenos na cidade quando então são descobertos por um empresário e emplacam rapidamente na parada de sucessos da época e fazem aparições na TV com terninhos e cabelos impecáveis. Parece uma história que já aconteceu? Pois bem, a semelhança com The Beatles é proposital no que diz respeito a fazer lembrar: o visual, o sucesso, as fãs, as referências, a sonoridade e também a figura do empresário, o Mr. White, só aparecem dando força à semelhança entre as histórias, só que no longa, The Wonders é uma banda fictícia de Eire, Pensilvânia - ou seja, americana - e tem um desenrolar de conflitos diverso do que se passou com os Beatles. No filme, Guy Patterson, o baterista, é apenas um ajudante do pai em uma loja de eletrodomésticos, que passa a integrar a banda quando o membro original quebra o braço.  Guy, que tem um apresso pelo jazz e na apresentação em que substitui o original baterista,  dá uma batida mais ritmada à uma música que era para ser uma balada - e essa é "That Thing You Do". É dessa forma que o som dos caras acaba chamando atenção de uma produtora/gravadora, também fictícia, a Play-tone. Os conflitos se dão pois, com cada um tomando um rumo na vida: Jimmy - o vocalista/perfeccionista - entra em conflitos com os outros membros, o baixista pensa em se alistar para lutar pelo país na Guerra do Vietnã e o Leonard, o outro guitarrista, acaba se casando e não comparecendo a gravação do disco. Sobra Guy, o personagem que se dá melhor em praticamente todo o longa, desde que começou a fazer parte do grupo.

Sobre a trilha, farei um resumo do que li no livro do Rodrigues.
Tom Hanks mais 6 caras - incluindo Howard Shore, um compositor de trilhas que eu particularmente gosto - assinam a trilha. De acordo com o livro, o principal compositor trata-se de Adam Achlesinger, baixista do Fountains of Wayne e da banda Ivy.
That Thing You Do - apesar de ter sido de uma banda fictícia - ficou na posição 41 das 100 da Billboard e obviamente concorreu a Globo de Ouro e Oscar como canção Original em 1996. Naquela época talvez, esse tipos de sucessos não garantiam essas premiações. Talvez só hoje, com o conhecimento da maioria eles andem distribuindo melhor, mas nem sempre.
Apesar dos atores que vivem os 4 músicos terem ensaiado arduamente para serem "The Wonders" eles foram na sua maioria dublados. Mike Viola, do The Candy Butchers foi quem dublou a voz de Jimmy, interpretado por Johnathon Schaech, inclusive conduzindo a música em estúdio, para a trilha original. Pelo livro de Rodrigo consta que até hoje, Viola toca em seus show That Thing You Do para os fãs do filme.
A música é de fato bem divertida e boa. Tenho ela em mp3 no aparelhinho de mp4 que carrego sempre que vou para a faculdade e sempre ouço com satisfação apesar da simplicidade dela.
Não reproduzirei toda a escrita do Rodrigues aqui, mas ele comenta de outras músicas e referências ao longo do que escreve especificamente sobre essa trilha e filme, explicando o que foi o disco que eles lançam no filme com as músicas de lado A e B do vinil - você aí que nunca pegou em um vinil a não ser por decoração, tenho dó de você rsrsrsrsrs... - e depois comenta do single que foi parar nas lojas, com uma canção chamada Dance With Me Tonight que é particularmente excelente. Há um trecho dela no filme, quando eles estão em um programa de TV já famosos. Esta, tem um vocal diferente e de fato é cantada pelo personagem Lenny Haise - o guitarrista, o ator Steve Zahn na vida real. Excelente execução.
Ao todo, o disco da trilha oficial tem 15 músicas, algumas inclusive não são da banda, mas outras que tocam ao longo dom filme, inclusive em um festival da qual o The Wonders participam com outros grupos.
A trilha foi lançada pela Epic Records, mas tem uma parceria com a gravadora fake, a Play-Tone. O disco chegou a ser o 21º lugar na Billboard e no encarte do CD tudo promulga para fazer acreditar que a banda existiu e que as situações do filme foram baseados em fatos reais. Tom brincou tanto com a situação que na vida real mudou o nome da sua produtora para Play-Tone.

Abaixo, a trilha completa:


E o trailer do filme:


Parênteses que em lugar algum encontrei alguém comentar sobre: Tom Everett Scott, o baterista aficionado por jazz, se parece muito com Tom Hanks, e não achei isso só fisicamente, como também no jeito de interpretar, muito semelhante ao tempo de começo da carreira, quando Hanks curtia estrelar umas comédias leves. Umas caras e expressões muito parecidas que talvez, tenham acontecido também, propositalmente. #vaisaber
Além disso, Faye Dolan, a namorada de Jimmy - o vocalista - é interpretada por Liv Tyler - que bem sabemos que sabe mais do que muitos de nós o que é ter envolvimento com uma banda de rock e música é dom que possivelmente se ela não tem, música ao menos corre em suas veias. Ela é filha de Steven Tyler e seu primeiro marido, Royston Longdon, é vocalista de uma banda inglesa chamada Spacehog. E eles se conheceram 2 anos depois da estréia de The Wonder - O Sonho não Acabou e o relacionamento rendeu um filho. 

Fico por aqui, aguardo suas opiniões sobre. 
Abraços afáveis!!