sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Hamilton essa semana e no México

Ontem, tentando me distrair um pouco verifiquei o Twitter por alguns minutos. E por lá vi os tuítes da F1 oficial sobre a coletiva lá no México.
Hamilton incomodava muita gente. Hamilton tri incomoda muito mais.
Duvidam? Acompanhem, se puderem.

Momento Hamilton #1:



A pose do Alonso! Certeza que ele rezava para essa coletiva ter logo um fim: O ego do Hamilton estava já tomando conta de toda bancada. 
Imaginem esse ego aí regado à champagne + tequilla? 



Momento Hamilton #2:



"I don't think we need to"? "Nós" quem, cara pálida? ...
Tradução disso é simples: "O meu tá garantido, colega, que o loiro lá se vire!"



Queria ver se fosse o contrário, ah se queria! Ai teria pedidos suplicantes de ajuda. Rosberg tem paciência demais. Sei que ganham muita grana, mas meu orgulho nessas horas fala que pisoteações como essa não tem preço que pague.

Mas né, de acordo com a máxima da vez - parafraseando aquela jornalista de quinta categoria -: "Piloto bom é piloto egoísta"





Momento Hamilton #3:

Reportagem: "Não foi adulto", diz Hamilton de boné atirado pro Rosberg (ver aqui)

"Não é o que se espera de adultos", disse ele...

Vamos falar então de maturidade? Então vamos! 
Mentir para comissários, para a lei, ser irônico quanto à circunstâncias de corrida, mentir mais um pouco, publicar telemetria em rede social, fazer beicinho quando perde uma boa luta de posições... Tudo coisa de gente adulta. #QuemNunca?


Mas bato o olho de novo e releio a resposta de não ter sido coisa de adulto. Ainda diz que não lhe afeta!


Isso porque o acontecido no pódio de Mônaco foi a coisa mais adulta que já vimos na face da Terra.


 Momento Hamilton #4:


Hamilton entra no clima do México e vira lutador de WWE (ver aqui)


Aparece mais, cara. Tá pouco ainda.

Abraços afáveis!

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Cliques do GP dos EUA

Esse olhar do Bottas não é propriamente um olhar homicida. 
Mas o clique foi para isso, certamente pelo incidente ocorrido entre os dois na corrida passada.


Nessa coletiva então, não soubemos qual finlandês foi mais teimoso em defender seu ponto de vista, mas ambos foram finlandeses. Nenhum choramingou, só se defendeu, de forma meio bruta, a sua postura individual. Uma aulinha de respostas para os "mimizeiros" de plantão.
Mas o melhor foi Bottas: "É mais interessante esse assunto para vocês (mídia) que para nós"



Well done, Bichinho de Goiaba.

***

Dois cliques.
Duas pessoas.
Loiras, europeias. Aos seus modos, bonitas. 
Mas os dois cliques define outras coisas:

Essa clique define uma circunstância do fim de semana:
a cara da organização Globo deve ter ficado em não ter passado o GP ao vivo e nem comentado sobre, de forma descente.
A expressão assim se seguiu quando viram o que Massa "fez" na corrida.

Já esse clique define outra coisa: "Cara de urubu em lixão de prefeitura"
Com essa carinha Nico, eu te entregava o título.


(Eu tinha escrito "dava" o título, mas né, melhor não dar noções dúbias nessas momentos.) 

***

Porque foto com celular iPhone é muito mainstream, né Vettel?!


***

Os bailarinos entretendo a galera já que o clima estava mais que úmido.
Adoro Ricciardo, cara legal, espirituoso, sorridente e trabalha certinho.
Foi surpresa Kvyat entrar no jogo, mas ponto pra ele. 
Isso prova que brincadeiras assim é deveras contagiante.

E ó Ferrari, vcs são uma equipe, não um circo, mas sinto informar que tem muito palhaço na administração...


***

Imagino essa foto como se Vettel estivesse dizendo ao Hamilton que o champanhe estava batizado...


***

As caras do Rosberg e do Vettel retratam a minha empolgação


E...

... essa é a mesma cara que eu faço para os que fizeram de Lewis um mito.

É muita empolgação para um resultado que foi gerado por pouco esforço. 
Nem, galera... Se for começar isso de novo, aqui vai:


Abraços afáveis!

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

GP do EUA: fim da temporada

Furacão.
A premissa que pairava junto com o furacão no estado do Texas nos Estados Unidos, era de que daria "m" se eles não decidissem pela segurança, não só dos pilotos, como da platéia.
Indecisões de perdidos mais que cachorro caído de mudanças, ficamos esperando a classificação no sábado... que não veio. Muita água caindo e muita gente entediada.
Foi prometido pela emissora detentora dos direitos de transmissão, a Globo, que dentro do Esporte Espetacular, ao meio-dia, viríamos a classificação para o GP dos EUA, adiado para o domingo.

Não ouvimos nada da emissora. Padecemos de umas reportagens chatas sobre surfe e bungee jumping, que - façam-me um favor - não tinha a mínima utilidade.
Achou ruim? Ai veio homenagem à Pelé e aquela porcaria de programa, o Esquenta.

Enquanto isso, muita coisa no treino acontecia - inclusive pole de Rosberg e a falta do Q3. A impossibilidade de fazer uma classificação digna, restou ao cancelamento do último momento do treino. Quem se importa? Já sabia o resultado. Tanto que mesmo com a Globo fazendo-nos de boba, acompanhei lances de um jogo de futebol americano.

Pior seria à tarde, quando a corrida aconteceria. Prestes a por ponto final no campeonato de 2015, a emissora passaria Corinthians e Flamengo...  
Mas diriam que a corrida seria ruim, com muito Safety Car e/ou muita água. 
Eu mesmo achei que seria uma lambança.
Mas parece que não foi tanta lambança assim. Só foi fraquinha mesmo. Enfadonha como muitas.

Não assisti.
Passei a tarde vendo Saints x Colts. Jogo bom, bem legal, inclusive com uma certa tensão até o fim. ... 
Não assisti a corrida, não procurei saber o que estava acontecendo lá, não deixei a internet ligada.
Tinha plena consciência que com ou sem lambança Hamilton venceria e botaria pedra na esperança de todo o resto.

Há os exaltados falando do merecimento do título. 
Há os que ponderam que ele não é o melhor piloto do mundo, mas mereceu.
E eu radicalmente digo que não mereceu e não tendo a mudar de opinião no momento (mas não podemos dizer "nunca").

Daí pergunto: como fica México, Brasil, e Abu Dhabi com pontuação dobrada?
Abu Dhabi com pontuação dobrada... uma estratégia para que não passássemos pelo que passamos agora, a antecipação do título.
Piegas. Muito piegas.
Se ano passado eu já imaginava o que aconteceria, esse ano então tive certeza. E a certeza ainda confirmada por antecipação me deixa ainda mais fula da vida.
Enfim agora posso finalizar: pior temporada dos últimos 10 anos.
Escolhi outro evento americano e dado o resultado, só vi videos em resumo e ainda não arrependi de não ter visto a corrida. (Sorry Kimi, mas fã pobre é assim mesmo. Quisera eu ter uma sala de cinema com um telão tipo de Marty McFly em De Volta para o Futuro 2 em que eu coloco vários canais em uma só tv...)

Mas né, Globo. Perdeu o título!!! #ShameOnYou 
Ainda bem que eu escolhi não estressar com isso, e ganhei um entretenimento bom pacas, mais 100 dilmas na minha conta rsrsrsrrss...

Abraços afáveis!

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Um jeito humorado de dizer uma verdade

► Última corrida da F1 foi assim: um marasmo total e uma bobagem protagonizada por dois finlandeses na última volta.
Um jeito bem humorado de dizer o que foi aquele lance entre Kimi e Bottas?


Uns acusam Kimi - o culpado da FIA - outros defendem o direito do mesmo ter tentado. Alguns conscientes dizem que foi incidente de corrida, e se tivesse dado certo, teria um sem número de gente louca pelo acontecido. 
Tem gente louca por aí. Gente inclusive que ao ler minha opinião no microblog, Twitter, na segunda -feira à dizer que Bottas tinha acabado de publicar uma choradeira no seu perfil, (e que comparei, sem problemas com o Massa), corri o risco também de dizer que ele não foi inocentezinho no toque. 
Minha justificativa para tal ato é: Se Bottas quisesse que não ocorresse, era só fazer a curva longe de Kimi e abrir a passagem. Optou pela disputa e da disputa deu toque. Kimi certo em tentar, Bottas certo em defender. Para a FIA é o seguinte: Kimi errado em tentar e Bottas certo porque não tinha como "prever".
A pessoa foi lá no meu Twitter e perguntou porque eu achava que ele não era inocente. Fiz a resposta. Dois tuítes seguintes dela mostravam o como eu estava errada na minha opinião, meio que impondo a ideia. Fiz o que mais detesto na vida: respondi mal educadamente em um básico "você perguntou o que eu achava, e eu respondi".
Queria ter podido dar uma resposta bem humorada da verdade.
Assim, ficaria menos pesarosa pela falta de educação.
Mas é assim, eu acho ruim quem vai lá te "infernizar" e mudar o que você acha. 
Eu mudo, se a pessoa tiver argumentos. E acho bem ruim quem se desdobra em xingamentos só para defender uma causa que sabemos bem, é fútil, inútil e tudo isso, mas ridículo. 
As vezes na fúria você xinga muita gente, mas é bom evitar.
Estou pesarosa agora por ter ofendido Bottas.
Chamá-lo de "Massa finlandês" não foi cortês da minha parte.
Quanto à pessoa que me perturbou com o pedido de explicações e refutou minha opinião, eis um jeito bem humorado de dizer a verdade:


► Um outro jeitinho meigo ou engraçado de dizer à uma pessoa que tem a rede social mas não quer interagir comigo só porque essa pessoa que voz escreve, uma vez, sem querer, mostrou o quão incoerente, teimosa e absurda ela foi em um comentário aleatório...
Agora, sofro o seguinte: se comento algo, amistosamente, todos os outros recebem "kkkkkk", menos eu.
Jeito bem humorado de dizer a verdade:
Tudo bem, ser teimoso, eu já tenho minha cota de potássio suficiente, não preciso dos seus "kkkkkkk".
Nem foram comentários tão engraçados assim, então, economize.


► Desculpe, mas não encontrei uma resposta bem humorada para a galera que defende os "ismos" da vida.


"Ai, que atitude machista!", "Ai, que coisa de comunista", "Ai, que fascista"... 
Metade, se não maioria, nem sabe do que está falando. Vamos na maré do acusar os outros dos preconceitos, que está tudo na paz e conformidade.


É muito assunto para pouco QI. Sei bem que, o que dizer dessa galera que pesquisa na internet e não nos livros? Não que livros resolvam a vida também. Posso ler um monte de coisas e ser um completa idiota e isso é facilmente comprovável. Dê um pulo em uma universidade qualquer, e observe. Volte aqui depois para me dizer se estou enganada. Só acho que idiota que é idiota, se recolhe na sua própria insignificância. É por isso que minhas redes sociais escapam pouco ou não escapam de jeito algum discurso politizado.

► Tem F1 esse fim de semana.
Nos EUA. 
Nunca vi essa corrida na minha TV.
Nem vou ver, a não ser que eu ganhe na loteria e possa viver o dia todo com uma TV à cabo.
Enquanto existir campeonatos da CBF, jamais assistirei na TV aberta.
E olha que lindo: a Ferrari trocou o motor e claro, tomando a punição costumeira para o GP. Caminho livre para a Mercedes, que agora, só basta retardar Rosberg daquele jeito bem descarado - porém que ninguém reclama, a não ser o próprio Rosberg - para dar o caneco antecipado à Hamilton.
Jeito bem humorado (ou mal educado) de dizer a verdade:


Eu? Eu vou ver NFL.
Sim, porque pelo menos, a imprevisibilidade desses jogos (falem mal, mas eu gosto pacas) é o que sustenta minhas tardes e noites de domingo.
É um passo para a desintoxicação da F1. Ano que vem quero ver as corridas que puder, sem ficar nos choramingos pelas absurdidades cometidas pela organização, administração e mídia. 


Mais verdade verdadeira?
Meu time nem joga nessa semana. Topo ver qualquer jogo. QUALQUER JOGO.

Isso, my friends, é um jeito de dizer que se eu falar do GP dos EUA será por resumo lidos ou assistidos. Postagem densa sobre, duvido, afinal o que dizer de um tipinho sem carisma e sem talento sendo Tri? 
Ai, ai...


Boa sexta a todos!
Abraços afáveis!

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Versões boas, ruins ou melhores? "When the Going Gets Tough, the Tough Get Going"

Em se tratando de gosto, é comum passearmos nos caminhos obscuros do particular.
Em Kant (sério que vou citar Kant?? É, eu vou...) lá no seu "Crítica da Faculdade do Juízo" ele fundamenta teoria acerca do gosto, do belo, do sublime, de uma forma que, vem sendo aplicado erroneamente no dia-a-dia. 
"Sentido comunitário" para Kant é diferente do chamado "sensus communis", sendo o primeiro, um sentimento, e o segundo, entendimento comum. Novamente: no primeiro, não é uma questão de provar o seu gosto, como mais importante e sim o sentimento de algo que você gosta. Neste caso, não é a divergência que destabiliza a comunidade ou faça com que ela se perca. O que muitos críticos fazem é uma imposição de gosto, tentando buscar no entendimento lógica para imposição daquilo que para eles é bom, devido à autoridade com a qual se atribuem. Em Kant isso não é sentido comunitário, isso é revogar o "direito" do outro de gostar por si só. Exercendo assim uma certa imposição, caímos no senso comum, como aquele que diz algo, em nome dos outros, baseando-se na premissa do "consenso". Um exemplo: o pensamento de que "se todos gostam, deve ser bom". É daí que imagino surgir as chateações das modinhas, que vez ou outra, escorregamos e caímos nessa que mais parece uma areia movediça.

Faço já algum tempo a postagem de versões de músicas aqui. Muitas vezes trago clássicas que são intocáveis, mas que muita gente gosta tanto que pega e usa para algum de seus álbuns e/ou projetos. As vezes fazem besteira, as vezes são bem sucedidos. Comecei toda essa história com uma que é uma porcaria na original e tem versões da ponta da orelha. Acontece. Mas tudo, é uma questão de poder saber do que se trata, e aí ver se provoca algum sentimento ao ouvir.

Hoje então, venho com "When the Going Gets Tough, the Tough Get Going". Um nome enorme, mas vocês vão lembrar daqui a pouco do que se trata. Lembram de Billy Ocean? Então...

Original: When the Going Gets Tough, the Tough Get Going
Intérprete: Billy Ocean
Composição: Wayne Anton Brathwaite, Barry James Eastmond, Mutt Lange e Billy Ocean
Data: 1985
Álbum: The jewel of Nile Soundtrack
Estilo: R&B
Como conhecemos: pela música principal do filme "A Jóia do Nilo" com Michael Douglas e Katheleen Turner. (Eram tempos em que os filmes tinha uma música que tocava nas rádios até virarmos os ouvidos do avesso, sabem? Época boa...!)



Há uma versão dessa música, e então, a tal foi meio que revitalizada na Grã Bretanha (Ocean é britânico) com a boy band (não torçam o nariz, as vezes boy bands dão poucos, mas bons frutos) irlandesa, Boyzone:

Versão: Boyzone
Intérpretes: , Ronan Keating e Stephen Gately como principais e Keith Duffy, Michael Graham e Shane Lynch, como coral
Álbum: By Request
Data: 1999
Estilo: Pop
Como conhecemos ou a ideia primeira: A versão foi feita, basicamente, para o programa de caridade Telethon de 1999



A versão é muito parecida com a original, mas pela vantagem (e para outros, a desvantagem) é a de ser uma versão de boy band com a presença de mais vocais mais um feeling pop.

A critério, as duas músicas são divertidíssimas. Vamos chacoalhar o esqueleto.



Abraços afáveis!

PS: Outras versões é só clicar na aba de "Especial 1: versões/covers"

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Legendando fotos do GP da Rússia

Festa de criança. 
E como toda festa de criança, tem criança - o Gutierrez - e pelo menos um véio sentado, com cara de que só está esperando o bolo para ir embora.


***

Dorme, bestão. 
Aí depois perde o emprego igual ao predecessor e vai ficar se lamentando depois.
Mas,


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Um guarda-chuva pilotando uma McLaren.
Ele disse: "Alonso estava errado... É pior que GP2 isso aqui..."



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Juro que catei isso no Instagram de Grosjean na sexta. 
No domingo ele fez passinhos de balé na pista.
No way, Romain. No way. 


Mas compadeço. 
Até ele dormia.

***

250 GPs para Alonsito.
A festa deveria ser mais legal, né não?
Mas não se pode ter tudo na vida, ele escolheu esse cabelão sedoso para o evento, até porque carro de gente grande - sendo otimista pra caramba - só ano que vem.


Ah, e se ele tivesse outra chance, poderia desconvidar o Massa né? 

Os presentes da festa. Os que não foram, tipo Rosberg e Vettel, mandaram recadinhos.
Os ausentes são Hamilton e Räikkönen que não se manifestaram em nada. Um porque é um egocêntrico e o outro porque "doesn't care".


**

Kimi fazia cara de malandragem, mas eu ali passaria longe. 
O que prefiro entre uma rodinha de conversa com Massa, Bernie e Arrivabene ou um tackle do J.J. Watt, super nervoso e com nariz sangrando?
Aceito um tackle do J.J.Watt sem pensar duas vezes.


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Reunião de antes do GP da Rússia. 
Pauta da reunião:
- Como não dormir nessa porcaria.
- Como levantar uma emoçãozinha nessa - de novo - porcaria.

Já vi pelo resultado que Kimi soube dar a emoção, mas não tirar nosso sono.
Resumo da corrida: 
Gritos internos durante todas as voltas: Que saco!! 
Na última volta: Ops!
Assim:


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Vettel é tão "puxa" que pediu autógrafo em nome do cara ao lado.


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Avião fretado, companhias divertidas...



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Foi a segunda Nico, bota na conta. 
No fim do ano, deixa uma cabeça de cavalo morto na cama de Toto Wolff



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Kimi dormiu em pé, que nem a gente no GP
Vettel viu alguma russa se banhando na água lá atrás

Ah. acertei né?

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Rob Smedley e a Libras incompreensível


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 Ôôô, palhaço,


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Haha: Dormiu na sexta, no sábado.
No domingo eu preferiria que tivesse continuado dormindo.
Enquanto isso, sem as reclamações dele, tivemos um substituto à altura: Bottas!


Na segunda feita ele ainda chorava o toque com Kimi. 
Bottas, vc não foi inocente no evento: vc jogou o carro para a curva onde Kimi enfiou o carro para fazer a curva.
O que se quer de Kimi afinal, galera? Que ele siga esse marasmo que está ou que seja feroz? 
Então, ele foi feroz e deu "m". Incidente de corrida. Burrice, mas incidente de corrida, que foi exposta porque Arriva ia encher o saco depois se ele não tentasse. 
Tentou e deu errado. Quem nunca?
Agora Bottas, pára de choramingar. 
Volte a ser finlandês e honre essa bandeira azul e branca se não te chamo de brasileiro.


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Ahá, agora sim o avião deu uma melhorada boa.
Não excelente, mas melhor que antes.


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Se tivesse Putin nessa foto, eu pediria um novo tackle do J. J. Watt, só para esquecer de vez que vi isso.


Abraços afáveis!