terça-feira, 31 de maio de 2016

Fotos do GP de Mônaco comentadas

Quando vi no Tumblr que nos treinos livres o Ricciardo tinha feito uso do dedo social para o Kimi pensei: "Vixe, lá vamos nós para mais um inimigo público pelos fãs do finlandês"...


Mas gente, acalmem-se. Nem vale a pena.

Eu admito, ao contrário dos fãs do Iceman, dei risada. 
E Horner pode me ajudar na tese de que o dedo do meio é um dedo social. 
Confessem: quem nunca quis usá-lo despretensiosa e amigavelmente?



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- E aí Nars, e o Banco do Brasil??


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Só trouxe a foto para lançar uma hashtag:
#SaudadesDeAlonsoNaDisputa


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 Kimi entre conversas que envolviam Kvyat e Bottas. Um o responsável por fazer Vettel bater nele e o outro responsável por umas disputas ferrenhas ano passado.
Mas o trio global, especialmente quando Kimi e Bottas estão juntos na pista, ainda acha que se eles viram a cara um para o outro como duas crianças mimadas.
É sim, eles ficam remoendo as coisas... 
Tá!


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Vettel e um astronauta?


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Ah, a alegria, o sorriso, o dedão de positivo... 
A risada amistosa e normal...
E a cara emburrada de quem não fez o trabalho da escola e a tia deu bronca perto dos coleguinhas.
Ora, Hamilton:


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Quando não há só dentes, há uma língua!


Vamos parar porque gente bem sucedida e merecedora de holofotes e exaltação na F1 é raridade. Logo algo acontece para que sumam com ele de vista.
Olha só:

1º) De "novato bobinho" a "gênio"
2º) Duas semanas
3º) Volta para "novato bobinho"



Eu falei que era para irem com calma com o garoto. 
Taí, zicou o rapaz.

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The treta has been planted. 
Porém, é uma mini treta, porque é na Sauber. Talvez ainda quem vai se preocupar de verdade seria os brasileiros... 
Ou será que o Ericsson nem vira inimigo da nação porque mexeu com o Felipe que ainda não é Rei?


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Porque ano passado não comemorou assim?
Porque ficou se jogando nessa galera que até sábado eram os responsáveis pelo seus maus resultados?
Porque, hein?


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Agora não tem nenhuma carinha emburrada? 
Uai... Que estranho! #sarcasm
Pode fazer uma pose bonita para fotos de pódio, mas burlando regrinhas, meu filho...
Até eu!


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Valeu F1! Valeu mesmo. É esse tipo de gente que vence corridas hoje. 
Não um cara que oferece champanhe para o chefe de equipe, o mecânico ou o massagista que nem o Schumacher fazia (e alguns ainda fazem). Mas sim, fazem a gente engolir um pseudo-piloto, que tem amizade com um outro bestão, pseudo-cantor.
É de agradecer! 


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A cara emburrada do Hamilton na classificação passou para o Ricciardo.
Ao menos, a "cara-feia" de Ric tem fundamento: ele tinha a corrida nas mãos e a equipe ferrou com a sua parada. Quando teve a chance de se recuperar, o desumilde/desonesto ao lado, tratou de "hamiltonzicar".


Hamilton pode, mentir, burlar, emburrar, festejar, divulgar o que não deve e tudo ok, tudo na paz. Continua ganhando rios de dinheiro sem ao menos ter calos nos dedos.

E ele, em 6 corridas, já fez o seguinte:
- Passou fora da pista na Rússia e ganhou 5 posições, se beneficiando disso, chegando a disputar pódio e marcando o P2;
- Bateu no companheiro na primeira curva da largada na Espanha, curva que aliás era para o companheiro e com isso, ambos não marcaram pontos;
- Passou na chicane para defender uma ultrapassagem iminente. Chicane essa de Mônaco, que no passado, era alvo fácil de punição aos que passassem reto por ela.

Impune, em todas as três. 
Já pode pedir música no Fantástico:




E assim, tentando dar risada, a gente se despede e espera pelo GP do Canadá.
Abraços afáveis!

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Nem Mônaco salva!

O GP de Mônaco é um GP muito esperado. De 11, 10 fãs do automobilismo escolhem aquelas ruas estreitas como o lugar que mais tem "a cara" da F1. De fato, embora eu não seja fã do circuito, concordo que aquelas ruas sempre tem muitas boas histórias de velocidade para contar. E boas. Novatos não podem se iludir pelo que viram ontem.  

E o evento em 2016 já havia começado promissor na classificação. Há duas semanas era possível ver, de 10 pessoas que acompanharam o GP espanhol, 9 atribuindo boas críticas à corrida de Max Verstappen. Elogios tão bons, que ressaltavam premissas como "filho do Schumacher", "novo futuro campeão da Ferrari", etc. 
Uma semana e seis dias depois, na classificação do GP monegasco, Max se mostra agressivo e as frases depreciativas brotaram como água em mina. Ao abrir o Twitter para acompanhar os comentários nem fiquei surpresa, como muitos de vcs também não ficaram: muita gente esteve ali no micro blog só para ler as mudanças do lado do disco: de um lado, críticas positivas ao jovem campeão ao som de uma espécie de hino. Ele bate o carro e o disco vira, voltaram com a balada chata e irritadiça de "muito jovem, muito afoito"... Será que esse pessoal não tem vergonha? 

A classificação também trouxe boas coisas: uma pole de tempo muito bom de Daniel Ricciardo - o garoto sorriso. A corrida era (e ainda é, apesar de algumas coisas) dele.

Felizmente, a perspectiva de uma boa corrida, com um piloto diferente de qualquer um da Mercedes, estava por vir, novamente, pelo segundo GP seguido.
O domingo lá amanheceu chuvoso. Sem Safety Car veríamos umas lambanças, inclusive entre as Mercedes. Podia ter saído sem SC. Nem que fosse só para que isso acontecesse.
Com a perspectiva do carro #44 na pista, eu tive a certeza que teríamos uma corrida de Mônaco digna de ser esquecida. 
Dito e feito, assim que o SC saiu, com a pista já "seca" Mônaco deu as suas de mostrar a que veio: fazer com que todos agissem como novatos manetas. Verstappen (sim, ele mesmo!!) e até Kimi, fizeram das suas que deu uma espécie de vergonha alheia. 

Dali a corrida entrou em modo "zzZZzzz" porque nada de interessante acontecia. A transmissão perdeu, e só por replay mostrou um Hamilton tendo uma avenida nas ruas estreitas para ultrapassar o companheiro. Rosberg abriu sim. A Mercedes mandou com certeza. E com isso, voltamos ao martírio de 2015. Dali, tudo feito, foi feito aos moldes Hamilton, não genial, mas a seu modo: "faço, repito, e ninguém, nem nada me pára." Não pára mesmo, inclusive se cortar chicane for preciso. 

Não se sabe ainda como Pérez chegou a disputar posições. A transmissão deu enfoque à muitos carros, mas a confusa narração com um cara idiota falando sem parar deixou a gente tonto - e olha que estávamos todos sentados no sofá e não assistindo circuito oval da Indy (que por sinal era em outro canal e mais tarde). Mas sim, Pérez completou o pódio. Não se falou muito, e talvez em um momento, de Vettel. Esse um momento foi quando Massa - lento como uma lesma -, travava caminho na frente do único piloto da pista da Ferrari e mais uma fila de carros.
Mal se falou das Williams, afinal, mal fizeram algo relevante. 

A Globo voltou a falar do Nars - que nem entrevista me apareceu essas últimas corridas - assim que a Sauber deu o aviso de que o mesmo deveria deixar Ericsson passar. Ericsson fez o que faz quase sempre: tentou passar onde não havia espaço. Ficou no ar que Nars não deixou e que Ericsson forçou. Os dois fora, por uma bobagem.
Apesar das declarações de desculpa do sueco, o brasileiro não aceitou fácil. A sina brasuca de ser segundo persegue até quem é gente boa e até quem está em equipe minúscula. 

Mais a mais, aplausos para Alonso, que completou a corrida, e não só, completou em quinto. Button também esteve com pontos garantidos, finalizando a corrida em 9º. Não é grande coisa, mas digno de nota, uma vez que sinceramente, esses caras nos fazem falta na disputa pra valer. E a McLaren, aos poucos, respira, com dificuldade, mas respira.

A RBR lascou de vez com a estrela da corrida: Ricciardo. Uma parada de troca de pneus pífia, prejudicou os avanços do australiano. Para piorar, sua única chance de passar Hamilton e retomar a liderança na corrida, foi travada por mais uma rasteira nas regras do inglês. Cortou caminho, "se defendeu". A investigação veio, só para "inglês ver" e ele viu e deu risada. Nunca vai ter punição para ele. Nunca. 
E é bem por isso que não há circuito que salve a nossa alegria em ver corridas. Nem mesmo Mônaco.

Abraços afáveis!

sexta-feira, 27 de maio de 2016

O que a idade e os excessos fazem

Hoje cedo, em meio a tanta notícia ruim, de barbárie e violência acabei optando por não fazer discursos só por fazê-los. Twitter e Facebook ja foi usado para mostrar a minha indignação com esse mundo estranho e criminoso que vivemos.

Mas pela manhã, nem tudo foi só escuridão. Avaliando alguns emails, pensando em outras coisas, assistindo vídeos, e recebendo recado, acabei caindo em um link de um site americano que apontava uma lista de rock stars que tinha "A" imagem trabalhada em seus auges, mas que a idade e também os excessos os fizeram a ficar bem acabadinhos nos anos 2000.
A idade nem tanto, as vezes os excessos é que esses caras passaram a ficarem quase irreconhecíveis. 
Selecionei alguns mais "gritantes" e vamos à eles: 

► Axl Rose

Vocalista do Guns 'n Roses - agora também do AC/DC, foi mesmo um sex symbol nos anos 80/90. 
Acompanhem comigo: Ruivo, magro, com a pele bem tratada. Para tipo "rock star", atitude no palco, uma voz que ninguém imita fácil, cabelos longos e bem cuidados, estilos de calças, camisetas, bandanas e acessórios que conversam entre si e mais uma adequada quantidade de tatuagens. Procede? Então, procedia:


Muitas mulheres, bebidas e outras drogas, confusões e polêmicas, mais atrasos de show e crises de estrelismo no estoque. Depois do fim da banda e um sumiço no mapa,Axl só veio a aparecer em meados dos anos 2000, uma das primeiras aparições foi no Rock in Rio edição de 2002 e lá estava ele, como está hoje, inchado, com as sobrancelhas estranhas, com o cabelo ralinho e praticamente sem voz.
Para quem era tão vaidoso, a ponto de saber que sua platéia era majoritariamente masculina, ele não pestanejava em usar cuecas tipo boxer quase transparentes à exibir um corpo certinho. 
Hoje, ele mantém o estilo das vestimentas e alguns acessórios extras:


"Welcome to the jungle" nunca fez tanto sentido... 

► Lars Ulrich

Baterista icônico do Metallica. Dinamarquês, falastrão e até polêmico, mas um músico de uma das melhores bandas do mundo. Não era alto - é até baixinho, sempre foi. Perto do companheiro James Hetfield, nunca pode se destacar a não ser na mania de falar e de aparecer mais que devia. Com as perninhas fininhas e nem um corpo saradão para a época, nem dá para falar se a mulherada gostava tanto assim. Mas tinha cabelos longos e uma marra e estilo boas para a imagem de "rock star" de uma das bandas de thrash metal mais influentes dos anos 80. 


Foto não fala, então, dava até para encarar certo? Aí veio: puff, com o uso de mil tipos de drogas e já uma "pentelhice" que era de costume, chega a 2016 assim:


Careca, com muitas manchinhas de idade e possivelmente, não resta mais nada daquele jovem Lars. Sorte nossa que toca muito e compensa qualquer coisa com a sua companheira, a bateria, pois, de resto, só sobra o apelido bem a nível de bullying de "véio chato". 

► Sebastian Bach

Vocal do Skid Row, com nome de compositor clássico, tinha um visual quase andrógeno, com cabelão desfiado, rosto delicado, boca carnuda... Com pernas enormes de longas parecendo uma aranha e ombros largos, Sebastian Bach era assim, quase uma Fernanda Lima:


Tudo ok para imagem de "rock star" não? Tudo sim. Com uma carinha afeminada e tudo.
Mas e anos 2000 e fumacinhas? 


A carinha afeminada permanece, mas agora tomou o ar de peruona com mais de 50 na corcunda.

► David Lee Roth

E por falar em vaidade e narcisismo, como nunca falar de David Lee Roth? O cara sempre curtiu uma câmera, ele se divertia com ela e era a figura máxima dos videos do Van Halen. Em Jump, ele ajeita o cabelo, dança, pula na câmera, faz bicos e caretas... Vejam se não?!


Totalmente fora do padrão de hoje, claro, pois os caras de hoje nem tem esse tanto de pêlo no peito ou já tratam de darem um sumiço se tiverem. Nos anos 80 e até o fim do 90 era um padrão mais natural, digamos. 
Se antes era um cara que as mulheres faziam questão de dar uma passada no camarim, nos anos 2000...


Ele até mantém a pompa narcisista, mas para muita moça aí, David estaria pior que o "tio da sukita"... 
Um adendo: apesar da idade, ele ainda está flexível e consegue fazer os pulos com as pernas altas, melhor que eu que sou nova, então...

► David Coverdale

Falando em David, mas agora o Coverdale, a mulherada derretia. Ah se derretia, talvez até mais que com Lee Roth. Mais alto e mais corpulento, ele já era um cara experiente quando atentava as imaginações femininas:


Mas agora, nos anos 2000 e adjacentes ele está mais no termo que era bem usado nos anos 80/90 de "maracujá de gaveta":


O grande problema destes caras que depois dos 50 insistem nos cabelos longos é que eles diferem muito pouco das nossas tias, por exemplo. Faltaria só as maquiagens...

► George Michael

Considerado de fato, sex symbol, o cantor de descendência grega fez um sucessão com a banda Wham! e solo, nos anos 80. Mas também muita polêmica depois mais para o fim doa anos 90, envolvendo escândalos sexuais...


Com luzes no cabelo, impecavelmente penteado. Barba cerrada, cenho marcado, bronzeado. Eu que vivi meu tempo de meninice hoje sou louca com brinco de argola com uma cruz que nem o dele...
Hoje, isto:


Porque não acordaram ele antes que "go-go"? (Uma forçada piada em cima da música "Wake me up before you go-go...)

► Vince Neil

Pode até não ter mudando muito, ou envelhecido tanto, até porque os cabelos estão quase idênticos. 


Mas eu queria ver achar utilidade para esse cinto... 


Talvez como colar?! Pois os anos deu a Vince um bom tanto de inchaço e o cinto da primeira foto pode até virar gargantilha. Vixe!

► Billy Idol

Para finalizar, Billy Idol. As fotos dos anos 80 dele era quase como catálogos de moda, muita roupa estilosa e acessórios, um topetão e uma cara de punk maldoso, figurão rebelde mais que adequada para venda da imagem:


A cara maldosa foi embora, aquela marra nem dá para tentar copiar mais, muito menos para tentar passar um medo:


As rugas chegaram para ficar. 
Aviso: Olha aí, Supla, já está quase lá, cuidado!

Claro que a idade chega e os caras que aproveitaram a vida e a fama, sabem bem que aproveitaram como queriam e a gente não tem nada com isso. Mas tudo é uma questão de medidas. Saber envelhecer bem, sem se tornarem uns tiozões/fósséis que vivem no passado. 
Veja bem, dois tipos que aceitaram e caminharam juntos com o passar do tempo:

► Bruce Dickinson

No auge da juventude:


Hoje:


Mesma pose, mesmo tipo. Bruce nem está se dando o trabalho de tingir o cabelo. E está ok, com algumas ruguinhas normais, mas o biotipo ainda bem ok

Outro:

► James Hetfield

No auge:


Hoje:


Mais gordinho sim, até barrigudinho, mas está com as rugas ali falando "oi" mas não prejudicando e os cabelinhos brancos já ficando bem aparentes, sem a necessidade da tinta.

As vezes os anos correm tão depressa que é só olhando as fotos é que a gente percebe. Mas há jeito de envelhecer bem, por que se não houver, a velhice vem e a gente se desespera. E não é para ser assim. 

Passo a vez à vcs, comentem, digam quem eu não coloquei na lista e que vcs acham que ficaram diferentes com o passar dos anos, ou envelheceram de acordo com o que era esperado, etc...

Desejo bom fim de semana a todos, excelente corrida de Mônaco para quem for assistir e nos falamos na segunda! 
Abraços afáveis!

terça-feira, 24 de maio de 2016

Tag Musical: Músicas que você escolheria para (#7)

♫ Música que você escolheria para:


♫ Dia 7 - Cantar no chuveiro



Um banho é relaxante, mas com música, principalmente se foi um dia tenso ou acumulado de afazeres.
Uma música desse tipo para soltar os bichos, espantar os males - inclusive com uma voz horripilante de ruim e desafinada - enquanto passa uma bucha nos pés, um esfoliante nos joelhos e cotovelos...



Quando menos se percebe, menos você pode até gostar do Bon Jovi, você já está cantando essa música. #NegueSeForCapaz

E vocês, qual escolheria para o momento do chuveiro?

Abraços afáveis e excelente terça-feira!

♫ Outras escolhas:
Número 1 (Música que escolheria para usar como despertador);
Número 2 (Música que escolheria para ajudar a dormir);
Número 3 (Música que você escolheria para ler um livro);
Número 4 (Música que você escolheria para um dia de sol);
Número 5 (Música para ouvir num dia de chuva);
Número 6 (Música para malhar em casa ou na academia) .

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Post para as meninas

Sei que a maioria dos leitores aqui são homens. Mas decidi abrir a semana com um agrado às moças e sair da mesmices de meus posts, Uma, pois que estou cansada de tantos estudos, técnicas apuradas para formular textos complexos e duas que, as vezes a gente precisa dar uma mudada nas coisas, para não enjoar, não deixar a coisa muito séria e responsável.

Perdão aos moços, prometo que volto logo à minha programação normal. Amanhã inclusive: Prometo! 

Título de contexto: Apreciação de atores e seus cuidados com as barbas, cavanhaques e bigodes:

Tom Hiddleston

Michael Fassbender

Chris Evans

James McAvoy

Chris Pine

Bradley Cooper

Jeremy Renner

Chris Hemsworth

Lee Pace

Benedict Cumberbatch

Chris Pratt

Charlie Hunnam

Henry Cavill

Kit Harrington

Karl Urban

Anthony Mackie 

Luke Evans

Richard Armitage

Tom Hardy

Jude Law

e

Sebastian Stan

Com isso, me despeço, hehehehehehe...
Abraços afáveis e bom começo de semana!!!!