sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Merry Christmas

Meus queridos!
Esse post é especial para desejar a todos boas festas e um 2012 esplêndido para todos nós!

A todos os amigos, familiares, colegas, amigos de blog, de redes sociais:

Feliz Natal!
Merry Christmas!
Buon Natale!
Feliz Navidad!
Joyeux Nöel!
Frohe Weihnachten!
Hyvää joulua!


Abraços afáveis e natalinos a todos!!!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Temporada de 2011: o que acertei e o que errei

Contente com as férias, mas sem idéia para uma postagem acabei de me lembrar que deveria antes do Natal, antes do fim do ano, publicar um balanço de minhas expectativas para a temporada de F1 2011.
Eis aqui neste link (O campeonato de F1 2011: o que acho que vai dar) sobre minha tentativa de Mãe Dinah.
Portanto, agora os comentários de balanço, que nem Jack o Estripador: por partes.

Primeiro a minha idéia de quem vence o GP da Austrália (que esse ano foi o primeiro GP devido o cancelamento do GP do Barein) vence o campeonato mais uma vez deu certo como uma luva. Vejam o que escrevi:

Desde 2007 eu tenho uma bobagem de acreditar que quem vence o GP da Austrália, vence o campeonato. Foi assim em 2007, 2008 e 2009. 2010 quem venceu foi Fernando Alonso, porém foi o ano em que o GP da Austrália não foi o primeiro do campeonato, foi o segundo. E quem foi o segundo colocado no campeonato? Fernando Alonso!
Coincidência? Sim, muito provavelmente. Agora minha pequena paranóia foi revelada.
 
Esse ano, Austrália foi o primeiro GP e contou com a primeira vitória do Sebastian Vettel. Esse tabu precisa ser quebrado antes que alguém monte uma teoria da conspiração.
 
Tentou-se polemizar sobre as asas, sobre pneus que desgastam, então cumpriu-se a idéia de pequenas novelinhas para discutir entre amigos. Isso foi fácil.
E lá fui em direção do caminho mais espinhoso que era acertar quem seria campeão mundial. E acredito que eu não sabia ao certo o que estava escrevendo quando a temporada ficou a poucos dias de começar:
 
Eu creio no bicampeonato de Sebastian Vettel.
 
E então dei o pontapé de dar nomes aos bois: 
 
O que posso dizer dessa dupla é que acredito que Rosberg terminará o ano melhor que Schumi.
Sobre a dupla da Renault, confio que seu substituto Nick Heidfeld será melhor que Petrov.
 
Nos dois casos eu acertei. Por mais que no último caso alguém queira discutir, bato o pé e afirmo que acertei. Nick Heidfeld foi melhor que Vitaly Petrov mesmo sendo substituído à 8 corridas antes do fim do campeonato por Bruno Senna.
Para quem gosta de número, Nick terminou o campeonato com 34 pontos e Vitaly com 37. E ele teve 8 corridas para superá-lo.
 
Vettel será melhor que Webber, porque ele é e tem apoio da equipe.
 
Essa não foi difícil, convenhamos.
 
Acho que Button pode superar Hamilton.
Barrichello tem, TEM que ser melhor que Maldonado.
Kobayashi será melhor que Perez.
 
A primeira afirmativa foi uma sacada legal. Não evidenciei que a temporada de Button seria até melhor que a de 2009 quando foi campeão, mas achei que ele tinha maior potencial para superar Hamilton.
Claro que não imaginei todo o circo que Hamilton montaria, apesar de nunca duvidar da capacidade para fazer coisas totalmente sem sentido. Conhecimento de causa eu tenho, desde 2007 quando botou os pés na F1. Mas anulando todas as "escorregadas" (na falta de um termo melhor) ainda assim acreditava numa posição mais favorável de Button na pista que Hamilton, devido a "N" argumentos. Um deles é que de fato, a tranquilidade as vezes é melhor aliada que o arrojo.
O que dizer de Barrichello e Maldonado. Situação complicada a da Williams! Rubinho deveria mesmo ser melhor que Maldonado, mas foi em termos de número pouco relevante. Terminou o campeonato com 4 pontos e Maldonado com 1. Pirigando perder a vaga, só o brasileiro mesmo.
Kobayashi de fato foi melhor que Perez em termos de números, mas Perez fez um bom trabalho pela Sauber sendo o destaque do ano junto com Paul di Resta da Force India.
 
Massa não se compara com Alonso, (apenas espero que não faça as bobagens que fez ano passado) e não há como falar em sequer acompanhar o ritmo do espanhol.
 
A primeira coisa que errei em partes. Não disse que Massa superaria Alonso, mas não imaginei que faria uma temporada tão medíocre como fez. Foi além da minha imaginação...
 
Quanto à Force India, eu ainda acho que Hulkenberg deveria substituir Sutil. Alí não sei o que aconteceria, uma vez que não conheço bem o que pode vir de Paul di Resta.
 
Nesse caso minhas idéias foram atendidas para 2012. Hehehehehehe...
 
Nesse ponto também não sei muito de Jerome D'Ambrosio. Talvez pela experiência, Glock se destaque. Mas o que esperar de carros da Virgin?
Buemi e Alguersuari não se diferem muito. No fim, tanto faz.
Trulli e Kovalainen se empenharam muito e trabalham bastante. Gosto muito dos dois e dessa forma não sei escolher, mas provavelmente será Kova um pouquinho mais feliz que Trulli.
A Hispania... Não tinha carro até um mês atrás, não tinha segundo piloto até duas semanas... Liuzzi e Karthikeyan não tem cara de super heróis.
 
Não faço fama de Mãe Dinah, mas olhando bem depois quase nada saiu totalmente do que pensei. Claro que não imaginaria que Vettel venceria tanto e tão adiantado como foi. Não pensaria que teria a briguinha infantil de Massa e Hamilton e que isso daria mais pano para manga para falarem da vida pessoal do inglês como se fossemos verdadeiros Leão Lobos.
 

E agora 2012 temos a volta do Kimi Räikkönen, novas carinhas novas, alguns sem vaga e até março muita água pode rolar.
Tenho estes meses para pensar e consultar minha bola de cristal antes do primeiro GP.
E enquanto isso... a gente se vê por aqui! rsrsrsrsrs...
 
Abraços afáveis!

sábado, 10 de dezembro de 2011

Site lista filmes mais aguardados por espectadores em 2012

Uma pesquisa feita pelo site especializado em cinema Fandango revelou alguns dos filmes mais aguardados pelos cinéfilos de plantão para o ano que vem.
O principal deles para os homens, segundo resultados da pesquisa, é o filme "The Hobbit", que antecede a saga "O Senhor dos Anéis". Já para as mulheres é a segunda parte de "Amanhecer", da franquia "Crepúsculo".
Leia abaixo quais são os filmes mais aguardados de 2012.


Para homens
1. "The Hobbit: An Unexpected Journey"
2. "The Avengers - Os Vingadores"
3. "Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge"
4. "The Bourne Legacy"
5. "Homens de Preto 3"

Para mulheres
1. "Amanhecer"
2. "Jogos Vorazes"
3. "The Hobbit: An Unexpected Journey"
4. "Dark Shadows"
5. "The Avengers - Os Vingadores"


Fonte: Folha.com

2012 promete coisas boas, e bem, acho que muito mais do que essa lista porpõe.
Mas na boa: eu preciso ver O Hobbit. E faço questão de ver os Vingadores.
Agora o resto...

Abraços afáveis!

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Só mais uns dias

Em alguns dias estarei mais livre das minhas obrigações e estarei a uma semana das férias.
Para não dizer que estou totalmente mal humorada pelo post anterior, vamos a coisinhas mais legais:


Para não passar a semana em branco:


E vamos que vamos!
Abraços afáveis e boa semana para nós!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

"Mas": conjunção adversativa que nos trai

Hoje cedo, ouvi muito sobre essa infeliz conjunção sobre esse aspecto que ela sempre nos trai muito.


Detesto quando o "mas" é usado pelos politicamente corretos para dizer que a piada é esteriótipo, é racista, é ofensiva e portanto é sem graça. Nem rir podemos mais sem pensar nos "mas" da vida. Rir de si mesmo então, é muito raro.
Algumas coisas, concordo, são  inconcientes. Escrevemos algo que não queríamos em redes sociais, em emails, em bilhetes (se é que alguém ainda usa). As coisas acabam repercutindo comentários. Claro, afinal não vivemos numa bolha. Ilusão a nossa que ninguém vai ler e ter posicionamento contrário. Dependendo do grau de seriedade do assunto, a polêmica já está colocada a partir do primeiro que discorda.
O limite entre o que se escreve, o que se diz é tênue no que diz respeito ao que o outro que ouve ou lê interpretará.
Demorou um pouco para que eu entendesse que sou responsável pelo que digo, mas não sou pelo que os outros entendem.
Acreditem, um fato ocorreu alguns meses atrás comigo, em que ao avisar um amigo que ele estava fazendo papel de idiota, agindo como um quase nazista no facebook, ele achou que pela forma erudita que procurei escrever, estava na realidade defendendo a forma de expressão dele. Escrevi A e ele entendeu B.
Alguns dias depois, a situação continuou, e se meu avisos não foram bem lidos, que dirá dos livros e autores que ele disse estar se baseando para falar bobagem na rede social. De certa forma, eu queria seu bem, sabia que se encontrasse algum especialista no que ele falava, a coisa ficaria feia para o lado dele. Como amiga, alertei.  Visto que não conseguira nada com isso, não impûs que ele se calasse. As manias da profissão de historiadora pode causar inimizades, e para ponderar, deixei que ele fizesse o que achava que devia e queria. As vezes é um pouco hipócrita da nossa parte achar que sabemos tudo e podemos falar de tudo, das pessoas e das coisas. Então percebi que meu papel também era idiota, então desisti de avisá-lo já que ele parecia não querer ouvir.
Porque estou falando isso, não é mesmo? Porque hoje ainda fiquei pensando nesse "mas" que sempre usamos, porém, que vem carregado de pré conceitos.
Afirmativa um:
"Kimi Räikkönen é um bom piloto."
Afrimativa dois:
"Kimi é campeão mundial."
Daí vem os "mas":
"mas é desmotivado"; "mas é muito frio"; "mas é muito calado"; "mas é muito grosso"; "mas é muito mesquinho"; "mas é uma ameba"; "mas é bêbado"...
Perguntam se estou feliz com a volta dele para a F1. Se parássemos apenas na volta dele para a categoria, responderia prontamente que sim. Mas (olha ela aí!) sei que isso acarretará tantos comentários, muitos engraçados sobre, mas poucos efetivamente úteis. E esses "mas" que podem surgir nos textos daqui em diante, sinceramente acabam com as boas expectativas que eu poderia criar.
O que é preciso saber é que quando é para fazer piada, é para fazer piada. E quando temos que falar sério aí a coisa muda de figura de verdade. O que eu quero dos críticos famosos por acharem-se os reis da cocada, o último biscoito do pacote é que a perspicácia esteja em delimitar uma certa ética ao usar o "mas". É enfrentar, encarar de frente que o "mas" não define, não conceitualiza as coisas.
Sarcasmo e ironia são bons aliados quando bem usados, cada um na sua especialidade. Sarcasmo quando a intenção é ofender indiretamente, e ironia pode ser um alerta subtendido.  A diferença é tênue entre as duas, mas o sarcasmo é sempre mais picante e mais provocador, enquanto que a ironia é uma simples contradição voluntária, com intuito menos áspero.
"Bom mocismo" pode ser piegas muitas vezes, porém não dói quando atribuído com o valor certo.
O que é difícil sacar nos críticos brasileiros sobre Kimi Räikkönen, por exemplo, é que sobre o Kimi podem escrever textos críticos recheados de sarcasmo, ou seja ofensivos, mas em situações semelhantes a pilotos brasileiros quase nunca são alvo de sarcasmo. Talvez uma pequena ironia, branca, mas o personagem de bom moço sempre vai ter espaço para ele.
Não existe verdade absoluta nas coisas e nas pessoas. Brincadeiras, quando propostas para o bem, para o fazer rir, apenas pela simplicidade dela, é ótimo. Digo que visito blogs de amigos que fazem brincadeiras que se enquadram naqueles "mas" que citei acima e não fico chateada, e inclusive acho graça. É só verem as pessoas que comentaram no meu post anterior. Sem intenção de ofensa pode ser possível.
Tenham a convicção que se Kimi não estiver agradando, serei a primeira a falar algo sobre. Mesmo que meus sentimentos mais afetivos estejam gritando. Podem ver, eu não gostei muito da escolha dele de voltar pela Renault, futura Lotus. Mas não é por isso que jogarei a água da bacia com a criança dentro, se é que me entendem.
E se no caso, o esportista não é admirado, e suas forças sentimentais são mais explícitas que sua ética profissional, abstenha-se de escrever bobagens. Mas se for escrever, seja responsável pelo que diz. Não somos capazes de gostar de todo mundo, nem obrigados a conseguir isto. Muito menos sabemos porque escolhemos X ou Y para torcer. Muitas vezes não tem explicação. Talvez nem precise de ter. Apenas é.
Se houver limites, e brincadeiras saudáveis por aqueles que não profissionais, e seriedade daqueles que se julgam tal, tenho certeza: Os fãs do finlandês agradecerão.
E não terá "mas" nos atormentando.

Abraços afáveis!