quinta-feira, 31 de maio de 2018

Faixa a Faixa: Metallica

Antes de começar o faixa a faixa quero perguntar algo importante à todos que acompanham o blog: O Faixa a Faixa está do agrado? O feedback dos votos andou diminuindo e então fiquei na dúvida. Me digam, sim?

Hoje, lançaremos mão do post com o primeiro álbum de escolha unânime desde que começamos o Faixa a Faixa. A sequencia que estamos fazendo aqui é interessante: "Back in Black" do AC/DC, seguido por "Paranoid" do Black Sabbath e entrando nos arrasa quarteirão da música, Iron Maiden com o "The Number of The Beast" e agora com Metallica. Inconscientemente, estamos dando conta dos grandes álbuns de listas famosas por aí afora. 

Com quatro dos quatro votos, o faixa a faixa vai discutir o álbum do Metallica mais conhecido como "The Black Album".

♫ Nome do álbum: Metallica

Quinto disco de estúdio do Metallica marcou uma fase de grandíssimo alcance da banda; do nicho thrasher à um metal mais acessível, mais comercial. Com ele, Metallica se tornou grande e conhecido até pelo Zé e Maria das Couves. Os fãs mais conservadores abandonaram o "barco" justamente por esse álbum diferente do que eles estavam acostumados.
O álbum chegou às lojas no dia 12 de agosto de 1991 e apesar de ser o quinto trabalho de estúdio do quarteto, foi o primeiro sem um título chamativo. "Metallica" passou a ser chamado de "The Black Album" numa possível analogia ao "álbum branco" dos Beatles, que é branco, o décimo disco da banda, que também era um quarteto e não possui título... Mais que isso, é viagem minha, rsrsrs...

► Arte, capa e encarte:

A arte da capa é simples: uma capa preta, lisa, com o nome Metallica em letras que parecem em relevo, fonte de logotipo manchadas e foscas, sem muito destaque, e uma cobra em cinza, espiralada no canto direito em oposto ao nome do topo. Nada mais. Se a proposta do disco era dar indícios de seu imediatismo com qualquer tipo de ouvinte, cumpriu-se, mas apenas em partes. A cobra é uma menção à bandeira de Gadsden (ver aqui). Essa bandeira é de 1775 e se vincula a um símbolo das Colônias Americanas, proposta por Benjamin Franklin. Na bandeira, lê-se a expressão "Don't Tread on Me" (em tradução livre: "Não pise em mim") abaixo do desenho de uma cascavel pronta para o bote, num fundo amarelo. A bandeira tem o nome do seu criador, o general Christopher  Gardsen, mas Franklin entendia a cobra como um animal simbólico fortemente interessante: vigilante e grandioso, ela ainda ataca se provocado ou desafiado. Foi uma das primeiras bandeiras americanas, símbolo de resistência patriótica e também para reavivar a valorização das liberdades individuais bem como o uso dela em movimentos anarcocapitalistas. 
Poderia estarem propondo um disco muito mais comercial, riffs menos nervosos e rápidos, num pequeno abandono de suas raízes, mas a subversão do thrash ainda não havia deixado totalmente o espírito da banda. Tanto que "Don't Tread on Me" é título de uma das músicas do álbum.




O encarte, trás os rostos dos membros em cinza claro, como uma marca das feições formando uma espécie de pôster que dobrado em seis, volta a ser um encarte. O conteúdo interno é o comum: as letras das músicas e as informações de composição e produção.

► Membros da banda, composições, participações especiais e convidados:

Sem participação ou mesmo convidados, o Metallica à essa altura tinha já enfrentado uma mudança no line-up e tinham (em tese) superado a perda do baixista icônico, Cliff Burton. Cliff faleceu de um acidente de ônibus em meio à um turnê do "Master of Puppets", na Suécia. O veículo deslizou numa estrada congelada e tombou. A morte trágica do baixista colocou um ponto de interrogação no futuro da banda. 
O disco seguinte ao "Master Of Puppets", "... And Justice For All", teria como baixista o extremamente talentoso e apaixonado pela banda, Jason Newsted. O coitado penou ao se juntar à James Hetfield, Kirk Hammet e o topetudo Lars Ulrich. O disco de estréia do garoto Newsted para mim, deve ser considerado o "Metallica", afinal, a gravação do baixo em  "... And Justice For All" foi abafado propositalmente por um dos mais infantis bullyings internos das quais uma banda (de adultos, caso não lembremos disso) poderia ter cometido. 
Mais tarde veio à tona que Jason era maltratado pelos companheiros, em muitas ocasiões, de forma bem depreciativa com relação à sua pessoa e seu profissional. Ele aguentou tudo por um tempo considerável porque era e é um grande fã da banda. Hoje as coisas estão acertadas entre eles. O distanciamento foi bom para que eles tomassem consciência dos limites dos relacionamentos.
Se popularizar-se foi um grande problema para a turma do thrash metal, é preciso ver com bons olhos que o produtor Bob Rock "organizaria a casa" com o quinto disco. Não haveria espaço para sabotagem gratuita ao baixista e também, como saberíamos em alguns documentários, James seria impulsionado a trabalhar melhor o potencial vocal e não simplesmente chegar à um microfone e gritar palavras em sequencia acompanhando o ritmo das composições. 
Frescura? Talvez. Mas sabemos que o cuidado com a voz neste ambiente do rock é de suma importância. Se era um desejo de todos, que continuassem na estrada, o cuidado com o instrumento que é a voz, deveria começar a ser tratada com mais atenção. Uma vez perdida, não tem manutenção que faça voltar.
Fato é que a produção do disco foi um diferencial na banda, que trouxe desafio ao talento dos membros e uma esteiramento de laços, pelo menos entre os três da formação (quase) original. 
Todas as canções do álbum são compostas pelos "chefes", James, o vocal e guitarra base, e Lars, o dono da bateria. Algumas, tem contribuições de Kirk, o guitarrista solo. São o caso de"Enter Sandman", "The Unforgiven", "Through The Never" e "Of Wolf And Man". Das 12, a única das quais tem a contribuição de Jason, é "My friend of Misery"... Vamos pensar positivo e não vamos associar nada do título à função do próprio baixista na banda...

► Produção e gravadora:

Depois de ficarem impressionados com o trabalho de Bob Rock no disco "Dr. Feelgood" do Mötley Crüe, o Metallica decidiu arriscar uma produção com ele, ideia que veio mais forte de Lars. Alguns fãs da banda ficaram desgostosos com a mudança brusca de estilo, mas se Lars foi preponderante ao escolher Rock para o que eles tinham em mente sobre produção de um quinto álbum, ele procurava, -aparecido como sempre foi e sempre será - um pedestal maior do que já fora alcançado. 
Em contrapartida, Bob não foi bonzinho: mudou a rotina de gravação dos caras, fez eles trabalharem pesado e se colocarem na linha disciplinatória, algo que pode ser conferido no DVD "A Year and a Half In Life of Metallica", que por sinal, recomendo:


Bob é um produtor canadense que ganhou notoriedade não só pelo trabalho que fez com o Metallica neste álbum como também com outros artistas, como o já citado Mötley Crüe, mas também Cher e Bon Jovi. Bob teve experiência como músico e trabalhou com o Metallica até o "St. Anger", sendo o substituto para Jason Newsted neste mesmo controverso disco, quando o mesmo desistiu de ser o cordeirinho dos companheiros após cerca de 15 anos de convívio. Jason abandonou a banda querendo fazer sua própria música e ser livre para contribuir com alguém que lhe desse o valor que necessitava naquela altura de sua carreira. 
Porém, Rock não foi o produtor único do "Black album". James e Lars deram seus pitacos também e assinam juntos a produção.
A gravação durou de outubro de 1990 a junho de 1991, e dizem que até casamentos foram desfeitos no meio do processo. Se não me falha a memória, Jason e Kirk se separaram das companheiras durante o árduo trabalho do quinto álbum. Além disso, diversos conflitos e divergências com Bob também aconteceram. O estúdio usado foi o "One on One Recording Studios", onde também foi gravado "... And Justice For All", "Dirt" do Alice In Chains e "Psycho Circus" do Kiss, para citar alguns.

O resultado do disco foi 12 músicas, 62min31s de duração e uma controvérsia: os que acham um disco excelente apesar dos pesares, e os que acham que é o primeiro de uma perda de identidade do Metallica, o primeiro passo para a "venda" deles ao mercado fonográfico. 
Algumas das canções desse disco são as mais conhecidas da banda e marca o fim da então tradição de ter uma das faixas totalmente instrumental ou de longa duração e ter, como "novidade", uma música com arranjos de orquestra.

► Música favorita do álbum e a segunda melhor:

Evitei de pensar muito para não ter que ficar dando voltas e voltas, escolhendo uma e depois outra e acabando a dizer que gosto de todas. Olhei correndo a contra-capa do disco e escolhi "Whenever I May Roam" como favorita e a segunda melhor, "Sad But True". Mas vamos ao Faia a Faixa que me explico melhor rsrsrsrs...

► Faixa a Faixa:

♫ Enter Sandman

É meio complicado aceitar com toda certeza que por ser um álbum mais acessível, ele se tornou (para alguns) o começo do fim, se não mesmo, um trabalho ruim. Tenho o pensamento que muita coisa popular é absorvida por mim com receio e desconfiança. Geralmente, minha reposta é de detestar ou ser indiferente. Mas neste caso, ao apertar play e topar com "Enter Sandman" é impossível não amar de primeira. E olha que não é minha canção favorita...
Aqui ouvimos acordes em um groove poderoso, uma maturidade e agressividade potente no vocal de James e (graças!) um baixo audível. A letra, escrita por James, trata de uma "destruição de uma família perfeita, com um grande e horrível segredo que poderia trazer essa destruição". 
Há uma remota associação com a música "Mr. Sandman" de Pat Ballard. Nesta, gravada pelo grupo The Chordettes, diz "Mr. Sandman / Bring me a dream", onde "sonho" pode ser ainda interpretado como desejo. Já o "Sandman" no folclore popular, seria uma criatura que coloca areia nos olhos das pessoas enquanto elas dormem, remetendo novamente ao entendimento dos sonhos e/ou pesadelos. 

♫ Sad But True

Caminhando no tom groove, "Sad But True" é uma música pesada, com o padrão em D das guitarras que faz qualquer um que ame o instrumento se delicie. Além disso, o baixo de Jason nesta canção é o de 5 cordas. Esta também é a música cuja a letra possivelmente seja a melhor (liricamente falando) já feita por James, na minha opinião. A bateria dessa canção é um show à parte. Por mais que muitas vezes tenhamos ressalvas quanto a personalidade de Lars, é em "Sad But True" que ele manda um recado de "fiquem calados, sou o maioral". E com razão. Seguramente uma música nas quais todo mundo tem um belo de um aproveitamento de suas particulares habilidades, o que, para mim, desfaz toda a crítica negativa da produção da banda com apelo comercial. 

♫ Hollier Than You

A levada ritmica dessa música dá quase um ar pós punk. Eu escrevi quase. Ela é bem mais elaborada que isso. Posso estar dizendo uma grande besteira, mas fato é que ela é rápida e duvido muito que seja a que leva a carimbar o disco como "popular" pois ela não é simplesmente acessível. Até a audição desta terceira faixa, pouco creio nessa atribuição ainda hoje. Já bem diz a letra "Arrogance and ignorance go hand in hand..." (Arrogância e ignorância andam de mãos dadas).

♫ The Unforgiven

A primeira do que seria um compêndio de 3 partes, é de fato mais acessível à qualquer um, mas longe de tudo de ser uma música do populacho. Acho essa música incrivelmente linda, bem feita, com letra e atmosfera excelentes. Uma coisa é fazer músicas rápidas e pesadas, metaleiras e impetuosas. Outra é fazer músicas que falam da alma, filosofam e emocionam. O Metallica sempre deu indícios desse talento, em especial com James, que pode ter sido sempre um tanto limitado em grandes e mirabolantes jeitões de cantar, mas nunca foi ao escrever. Não culpem a banda pelo excesso dessa canção nas rádios e na MTV, rsrsrs...

♫ Whenever I May Roam

É inexplicável para mim definir essa música. Eu não preciso de narcóticos para entrar em transe, basta que ouça essa canção. Com um introito de "sitar", um instrumento de cordas indiano, logo o ritmo cataclísmico da música, com guitarras em riffs melódicos intensos, e uma levada hora mansa, hora rápida da batera, nas medidas certas tomam conta. É bem mágica. 

♫ Don't Tread On Me

A canção que indica menção à cobra da capa. Enfrentando todos na postura de "nunca se renda, mostre sua fúria" pode até ser uma previsão do que poderia vir a ser recepção do disco. Na defensiva, eles dariam o recado da mudança, sobre um "novo" jeito de fazer música, que tanto estranharam nesse quinto disco. 
O lance é que, se a intenção foi essa, entendo melhor. Há uma linha de raciocínio entre os fãs que, se fosse musicista, teria surtado. Se faz o de sempre, o músico não é mais criativo e não abandona a zona de conforto. Se experimenta coisas novas, "ah, perdeu a mão, não conseguimos identificá-lo mais..." Oras... Complicado isso?!
Essa canção é simples, direta e categórica, inclusive na letra: "Não pise em mim". Recado dado.

♫ Thorough The Never

Há de se convir que nem tudo são flores no álbum. Aqui Kirk, que assina a composição com James e Lars, dá indícios da sua pouca criatividade. Talvez tudo tenha ficado em "Enter Sandman" ou "The Unforgiven". Os riffs não são surpreendentes, soa como se fosse feito as pressas, e nem o solo parece empolgar. Longe de ser uma canção ruim, mas ela é um pouco repetitiva demais, com repiques do som estranhos para a sonoridade.

♫ Nothing Else Matters

Para a família do Thrash Metal eis a heresia: Metallica fazendo uma balada. Hahahaha...
Uma bela letra, uma belíssima melodia, não há nada demais em ter Metallica fazendo uma balada, sinceramente. Até meus meados de 14 anos eu ia casar com essa música. Aí caí da cama, bati a cabeça e recobrei a consciência da vida adulta, (risos histéricos). Brincadeiras a parte, é uma música bela que as vezes pode ter um pormenor: Lars dá a deixa que tocar numa levada calma não é mesmo com ele. 
Inicialmente essa canção não era para o Metallica e James escreveu para ele mesmo dedicando à sua namorada na época. Mas Lars (sempre ele!) ouviu e achou que deveria fazer parte do disco. 
O arranjo e orquestra da música foi feita pelo Michael Kamen, conhecido pelas trilhas que fez como "Highlander" e "Duro de Matar". Participou em projetos com Pink Floyd e foi o responsável pelo projeto S&M que uniu Metallica e uma orquestra sinfônica. 

♫ Of Wolf And Man

Se Kirk teve um momento de preguiça em "Through The Never", na nona faixa ele contribui direitinho, embora o solo ainda seja aquela coisa frenética inventada na hora que vez ou outra ele ainda erra no meio das apresentações ao vivo. É raro quando tocam essa em específico, mas faz parte do tipo de solos das quais Kirk se perde noutro mundo, quando não erra as notas nos shows. A tônica groove permanece firme e forte aqui e na que vem em seguida, o que nem de longe é uma reclamação...

♫ The God That Failed

É bom ouvir logo no começo o baixo ressoando na canção. Jason é um bom baixista, muito pouco aproveitado pelo Metallica. Mas quis o destino assim que ele não fosse considerado importante.
A letra é sugestiva onde James expõe sua frustração com a fé cristã. Sua mãe acreditava na cura através de Deus, e não procurou tratamento quando descobriu um câncer. James se sentiu angustiado quando ela faleceu, acreditando que se não houvesse a recusa dela, ela teria sobrevivido à doença. A música passa, de fato, uma revolta pesada, densa, "protestiva" com um misto equilibrado de violência.

♫ My Friend Of Misery

Logo de cara entendemos a contribuição de Jason à essa faixa: o baixo é quem dá o ritmo e a harmonia dela. Caidona, quase triste, mas interessante, com desníveis propícios. Muito boa por sinal, sendo uma das minhas escolhas para dizer que é o diferencial destacável de todo o álbum e fechando de vez meu argumento de que Jason foi mal aproveitado pela banda todo o tempo que esteve com eles. Essa foi a única contribuição do músico junto com o trio de formação.

♫ The Struggle Within

O groove retorna para fechar em um música rápida (não tanto quanto eles costumavam ser) e empolgante. Até então, o solo do Kirk quase empolgava no 100%. Talvez tenha deixado para o final. 
"What the hell?", James diz algumas vezes. E eu perguntaria também se alguém dissesse que esse disco é ruim... rsrsrsrs...

► Porque desgosta de uma canção do álbum:

Como comentado acima, tenho uma certa insatisfação com "Through The Never". Acho as guitarras previsíveis e o solo de Kirk preguiçoso. Na real, Kirk me parece ser desse tipo de guitarrista, mais paradão que aqueles que estão procurando sempre se inovarem.

► Uma história sobre o álbum, como uma questão pessoal ou uma curiosidade:

O meu grande trunfo foi que acompanhei bem de perto o Metallica "florecer" com "The Unforgiven" e "Nothing Else Matters" dado a popularidade dessas canções na MTV principalmente. Cresci ouvindo nas rádios no começo dos anos 90, assim como os sucessos de Guns 'N' Roses e Bon Jovi. "Metallica" foi o primeiro álbum dos que mais gosto da vida e que me pus a comprar com minhas economias, há mais de 10 anos. Tanto que o coitadinho está até surradinho e com o plástico do encarte fosco como podem ver na foto dele no começo do post. Foi o primeiro disco que sempre quis e o comprei numa loja antiga de discos num shopping que fechou as portas ano passado. Já por dizer que foi em shopping já sabem que não foi baratinho.
Felizmente, ano passado, comprei todos os discos anteriores à este na Galeria do Rock. Na coleção me falta "St. Anger" e o mais recente, "Hardwired…To Self-Destruct", além dos EPs "Garage Inc." e "The $9.98 EP Garage Days Re-Revisited". Devagar e sempre é o lema...
Nestas listas avulsas sobre músicas que a gente as vezes faz por brincadeira, especialmente nas redes sociais, já escrevi em mais de uma delas que o "Black Album" foi o disco que mais ouvi na vida. E é pura verdade.

► 5 sugestões de álbuns para a votação:

Sem votos para as demais bandas, eu até pensei em trocar todas, mas vou dar mais uma chance, substituindo apenas a vencedora. A vencedora dos votos terá a postagem publicada na semana do dia 11/06, pós o GP do Canadá. Fecharei a enquete na quarta-feira, dia 13/06, projetando a postagem para o dia 15/06.




Me contem o que vocês acham do álbum "Metallica", deixem as suas impressões sobre o Faixa a Faixa e votem. Já agradeço a participação de todos! 

Abraços mega afáveis e bom feriado!

terça-feira, 29 de maio de 2018

Legendando Fotos do GP de Mônaco 2018

(Mônaco sempre dá história; se não for pela corrida, ao menos, pelo evento...)


A foto abaixo trata-se do que?


a) Uma coletiva de imprensa?


b) Garotos propaganda de óculos de sol?


c) Estatística mostrando que de 4 caras que fazem pose para foto, só um não põe a mão no queixo?


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Stroll: - "Claro que eu vou me dar bem aqui. O que quer dizer?!"
Ocon: - "Hahahaha, nada mano, nada... Hahahaha..."


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Com pressa para ir pegar a mulé que devia estar chegando, se é que já não estava lá...


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Kevin "Formiga Atômica" Magnussem e um suspeito amigo muito juntinho...


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De duas rodas é capaz de estar melhor que de carro, né não Hulk?


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Que meigo... 

Que fofo...

Só falta agora cada um pregar a foto nos respectivos motorhomes


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Mônaco tem o momento em que os pilotos podem escolher modelar. Desta vez até a que safra não está ruim; pode-se constatar que os moços aí estão longe de serem feios


Mas o que esses dois tem de "chalme", tem de breguice nas vestimentas, "creimdeuspai"!


E está confirmado: Ocon gosta mesmo de tons de rosa. 


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Tô para saber ainda o que é esse furão no capacete...


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A insatisfação no rosto de quem não pode mais aprontar umas loucuras que tanto amamos... 


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A serenidade no olhar de quem é segundo piloto, mas de bolsos bem cheios (ou assim espero...)


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Tá calmo, Linguini? O chá de camomila começou a fazer efeito?


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Pára tudooooooo!!! É o Carlton!!!
Coloca o Tom Jones para tocaaaaaaar!!!



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O mundo está dividido em três tipos de pessoas:
a) As que legendariam essa foto como "Ator que interpreta Jaime Lannister tira foto com fã de Game of Thrones"
b) As que legendariam como "Dinamarqueses tietam em evento da F1 em Mônaco"
c) Uma parcela da população mundial de trolleiros legendaria: "Ei, o Magnussem tem fã?"


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Os Rosbergs
O novo era chamado de Keke por muito "caboclim" até se aposentar... 
O velhinho é lembrado pelo menos uma vez ao ano pelo Galvão Bueno


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Kimi com a realeza, sendo super comunicativo na legenda no Instagram
E ainda ficou meio sem graça com a princesa? Uai... 


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Ric, com 25% a menos de potência no carro, deu outra utilidade para o aro que não pode nem ter retrovisor...


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Eu contei 10 rostos nesta foto, além de Vettel e Coulthard. Dos 10, apenas 2 olhava em direção ao entrevistado. Nem o fotógrafo nem um câmera estavam interessados...
Moral baixa, hein?


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Não teve beijinho no rosto não, princesa? Nem banho de champanhe? 
Não sei responder mesmo pois, graças à Globo, não vi o pódio...


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Newey fazendo o certo com o "shoey": se não negar a iguaria, tampa o nariz e vai!


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Afrutado, mas engraçado. 


Por mais Ricciardos na F1!


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Hugh Grant e Kimi Raikkonen


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É para isso que serve a dona esposa do Kimi no paddock. Quando não é ir às compras, é para fazer intermináveis fotos com o troféu. Quando não tem troféu, ela tieta um pessoal...
Apoiadora do marido, bem sei...


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Nada contra Hugh, muito pelo contrário, nem Nikolaj ou o "Carlton", mas a Indy superou a expectativas com presença de celebridade convidada: Chris Hemsworth... James Hunt... THOR!!!!



***

Lenda? Não Nico, lendas não estão por trás das maracutaias de despressurização bolas, rsrsrsrs...


Brincadeirinha fã dos Patriots, nós amamos vocês! 
Mas aproveitando a presença do Tom Brady, registro: "Saudades, NFL!"


Abraços afáveis!


***Aviso!!!***
A enquete do Faixa a Faixa número 4, fechou hoje. Quem votou, votou! Quem não, fique atento para a próxima! ;) 
A nova postagem estará disponível até quinta de manhã! Sem atrasos, nem paralisações!