terça-feira, 27 de setembro de 2011

Slipknot no Rock In Rio

Eu ainda devo comentar algumas coisas a respeito da F1.
Mas antes que eu perca o pique, quero falar do Rock In Rio.
Esse ser que vos escreve acompanhou pela tv a última edição em 2001. Fraca, para dizer o mínimo. Só tenho a leve idéia (de opiniões alheias) de como foi as anteriores edições. A de 1991 eu cheguei a saber, já que tinha irmãs adolescentes.
Esse ano as coisas pareciam mais empolgantes. Queria muito estar lá no sábado e domingo passados.
Ficar no chãozão para curtir boa música, só acontece bem para quem é alto e gordinho. Um pigmeu - Olívia palito - tinha duas opções: ou morria no sábado a noite ou ficava nos cantos sentada na grama e não enxergando absolutamente nada. Optei por ficar em casa.
Confesso, minhas maiores vontades era em rever o Metallica e conferir um show do Slipknot. O sábado viria de brince uma vez que minha irmã também é fã de Stone Sour.

A sensação de estar num show do Metallica, já postei aqui, é impossível de descrever. E parece que pelo que vi, tudo se repetiu. Os fãs da banda pouco podem reclamar do que eles fazem nos shows.
Mas, Slipknot é o foco do dia. Eu queria mesmo fazer o post sobre a banda norte-americana, e acho a adequada a data.
Conheci Slipknot por curiosidade. Tenho até hoje uma revista de 2003 de Terror, que falava de filmes e deu uma nota sobre o grupo de Iowa.
Eu tenho pavor de palhaços. Máscaras também não são muito bem vindas, dependendo da situação. Quando vi a foto na revista, não gostei muito porque caí os olhos exatamente no palhaço da turma.




Dramas psicológicos a parte, eu procurei a banda ao vivo. Precisava ver como era uma banda com nove integrantes. Já era fã e metal, na época já fã de Nightwish - a procura incansável de material de DVD dos finlandeses, a espera do Once, quinto álbum de estúdio deles.
E assim encontrei um show, do Disasterpiece Tour, do Slipknot e conheci esses caras ao vivo. A primeira impressão deve ter sido como quando o KISS surgiu no mundo da música. Era muito insano, os caras agitavam, o som era muito alto, mas surpreendentemente muito bom. As letras pareciam bobas, alguns críticos repudiavam o chamado New Metal da qual a banda se encaixava, mas eu achava que deveria ter algo de melhor para dizer sobre os caras, que de todas as bandas de New Metal era a única que não pudesse ser tão ruim.
Eu tinha e tenho preconceito com o termo "nü metal" por causa do Korn. Achava Korn repetitivo, muito peso de forma gratuita e sem objetivo. Depois detestei Evanescence, e outras bandas que estavam no estilo.
Slipknot se encaixava no estilo pela presença de sintetizadores, e outros artefatos, mas eles deveriam estar  acima disso, como bons músicos. E foi aos poucos que percebi isso, mais precisamente quando foi deixado de lado músicas de letras mais cheias de palavrões do que qualquer outra coisa, e menos rap. Foi em "Before I Forget" que achei que a banda precisava de um crédito extra. (ver vídeo da música aqui).
Era básico, os guitarristas eram ótimos. A bateria rápida e precisa. E o vocalista na medida certa. Os adereços extras, eram bons adereços extras.
A minha irmã já a essa altura de minha constatação já era fã. Daí só suguei do que ela trouxe dos caras para casa, CDs e DVDs, além do Stone Sour (banda do vocalista Corey Taylor e do Jim Root, um dos guitarristas).
Corey é um grande cantor, um dos melhores dos últimos tempos, digo sem medo de errar. Muito simpático e brincalhão, é gente como a gente. Joey, o baterista, já substituiu Lars Ulrich em alguns shows para o Metallica. Mick, o "Seven" é professor de guitarra, Jim também toca muito bem. Paul (que Deus o tenha, faleceu ano passado por overdose acidental de morfina) era um excelente baixista (este acabou desestabilizando a banda em certo ponto). Os percussionistas Shawn e Chris agitam o ritmo da banda, bem como o DJ Sid leva "os moshes" e o eletrônico ao som. Resta Craig, que ninguém sabe ao certo o que é (hehehehehe), mas é o responsável pelos samplers.



O último álbum All Hope is Gone tem grandes excelentes músicas, deixando a banda num patamar de banda pesada de responsa sem precisar de rótulos.
Quem viu o show do Rock In Rio e não conhecia percebeu uma das melhores bandas em termos de performance neste último domingo aqui no Brasil. O baterista Joey entrar no palco nos ombros do "Clown" (o da máscara de palhaço) era rotina entre eles nos primórdios da banda. O macacão vermelho foi o que deu a eles a fama. os moshes de Sid também é entretenimento garantido desde sempre, assim como a bateria girando, nos últimos shows. Também sempre conta com o pedido de Corey para que todos pulem quando ele cantar "Jump The Fuck Up!"
Slipknot é o que vcs viram, sem se preocuparem com rostos ou poses. Apenas para dar ao seu público o que eles querem: muito som pesado e bom, e diversão.

Para finalizar algumas das músicas que mais gosto, além de "Before I forget" postada acima.

"Psychosocial" (ver aqui)

"Duality":


"Dead Memories":


"Sulfur":


"Wait and Bleed" (ver aqui)
"People = Shit" (ver aqui)
"Left Behind" (ver aqui)
"Spit it Out"(ver aqui)
"Vermillion" (ver aqui) e "Vermillion pt.2" (ver aqui)

"The Blister Exists":


"The Heretic Anthem":



Existem "n" outras, mas para fechar escolho uma balada mas com a letra muito, muito bonita:

"Snuff":


O post de hoje vai para minha irmã: Michelle, a Maggot aqui de casa hehehehehehe ("maggots" ou vermes são como os fãs do Slipknot são chamados) e para Ron Groo que parece ter gostado da apresentação dos caras no Rock In Rio, certo Groo?
Aos demais, espero que tenham gostado. Até!
Abraços afáveis!

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Cingapura foi na base do quase...

Ninguém se importa (e agradeço por não se importar) pelo assunto de Kimi Räikkönen de volta a F1.
Pelo menos na transmissão da tv Globo, o comentário foi pequeno, ofendeu o finlandês para defender o posto de Rubens Barrichello, mas de fato, feriu só quem gosta de Kimi.
O destaque não é necessário, a meu ver (ver post anterior para entender melhor) é muito papo para pouca veracidade.
O assunto era, Sebastian ser ou não bicampeão já em Cingapura?
Contas e mais contas, enfadonhas contas e de novo mais contas rechearam a semana. Com a pole, não era muito necessário gastar neurônio, mesmo assim as probabilidades doram postas antes da corrida: ou Button, ou Webber ou Alonso em algumas combinações adiaria a festa antecipada:

Se Vettel vencesse: Alonso tinha de ficar fora do pódio, e Button e Webber não poderiam ficar na segunda posição.
Se Vettel ficasse em segundo: Alonso poderia fazer no máximo 4 pontos (ser 8º colocado), Button poderia fazer no máximo 8 pontos (ser 6º colocado), Webber no máximo 10 pontos (ser 5º colocado), e Hamilton,  no máximo 15 pontos (ser 3º colocado).
Se Vettel ficasse em terceiro: Alonso poderia fazer no máximo 2 pontos (ser 9º colocado), Button e Webber poderiam fazer no máximo 6 pontos (ser 7º colocado), e Hamilton no máximo 12 pontos (ser 4º colocado).

Resolvida as continhas complicadas, Button foi o único que conseguiu algo relativamente bom para adiar a festa. Com o inglês terminando a corrida em segundo como foi o caso, Vettel precisará apenas chegar em décimo na corrida do Japão. Vai ser muita falta de sorte se isso acontecer, principalmente que vai ser a primeiríssima vez no ano que Vettel vai terminar abaixo do quarto lugar esse ano.
Ainda no "quase" do Vettel outras coisas também foram na base do "quase":

- Quase a corrida acaba pelo limite de tempo e não de voltas;
- quase ficamos sem nenhuma batida;
- quase que o Schumacher mata o Perez de susto;
- quase que o alemão heptacampeão acerta a freada;
- quase que ele atinge o companheiro de equipe, ao voar acima de Perez;
- quase Hamilton fez uma corrida digna de sua fama de talentoso e não de mestre em cag****;
- quase o Massa perdeu a educação (que nunca teve) e arrancou o braço do inglês doidão nas entrevistas pós corrida;
- quase que o brasileiro ficou sem desculpa para o novo mal resultado no ano;
- quase Kovalainen tira a possibilidade de Vettel vencer a corrida com sobras, ao sair dos boxes (e sorte que teve uma percepção rápida);
- quase que Webber joga tudo no lixo na largada (e sorte que tem um bom carro para fazer correr atrás desse prejuízo rotineiro - me lembro de uma vez que ele criticou Räikkönen por atrapalhar sua largada e insinuou que o finlandês estivesse bebendo. É, e o feitiço contra o feiticeiro, né amor?...)
- quase Alonso participa do pódio para dificultar a matemática de Vettel campeão;
- e eu, quase dormi em alguns pedaços da corrida...

Cingapura só é feliz para quem senta no carro e pilota (e olha lá que nem tanto porque não é um circuito muito simples), para quem tira fotos bonitas dos carros e para quem tem $$$ para poder ir assistir ao vivo o evento, lá mesmo. Acho que são as poucas vantagens dela.
Totalmente ruim, a corrida não foi. Mas também não foi a melhor do ano...

O que interessa por enquanto, já que a etapa Cingapura "findou-se", é chegar no Japão, decidir o campeonato, e esperar a briga do vice.
Quantos pontos mínimos vc precisa marcar no GP do Japão, Vettel?


Então tá certo! É no merecido dedão que coroamos o bicampeonato, no Japão. Vejamos... ^^
Abraços afáveis!

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Cingapura vem aí, olê, olê, olá... E vamos ao assunto: Kimi de volta??

Percebem que tive pouquíssimo tempo essa semana? Desculpem.
Decidi que essa sexta é um bom dia para abrir debate sobre uma "fofoca" da semana antes de dar a largada de Cingapura.

Sobre o circuito, falarei amanhã. Sobre a hegemonia de Vettel, também falarei amanhã... Sobre a possibilidade do mesmo vencer logo nesse domingo... também!
Lá vou eu escrever sobre uma coisa que eu não estava muito afim de que surgisse, mas justificarei tim-tim por tim-tim do meu desconforto e apresentação de opinião.


Eis os rumores de um retorno de Kimi Räikkönen à F1, e ainda à Williams. Como fã o que pensei quando li as primeiras notícias sobre era de que se tratava de um simples e chato boato. A coisa foi tomando grandes proporções, confirmaram que ele visitou a Williams, mas continuei pensando de que era bobagem, e que a visita de Kimi não tinha (e creio não ter) nada a ver com uma suporta volta à F1 e sim com o departamento de carros esportivos em função da parceria com a Jaguar...
O seu empresário, Steve Robertson, disse que o finlandês não está negociando com nenhuma equipe de F1 no momento. Mesmo assim as citações acima não pareceram suficientes para que deixassem morrer o assunto. Insistem que ele está querendo voltar, que ele tem negociado com a Williams e o assunto aqui no Brasil virou "hit" porque "O" do Rubinho está em jogo.
Como fã,  não aceito a volta de Kimi na Williams. Não quero.
Antes de jogarem tomates podres em mim, respondo que não é porque é a Williams, não é porque ela está numa má fase que não acho que mereçam tentar com um piloto mais decente no elenco.
Não por isso, jamais seria.
Mas mesmo que fosse um retorno à F1, em qualquer equipe, mesmo a Red Bull da qual é patrocinado, e tendo um carro perfeitão como desse ano para 2012, mesmo assim diria que não aceito.
É preciso entender que seu tempo por lá, já foi. A F1 não aproveitou de Kimi o tempo que lá esteve. Saiu, como papel velho jogado numa lata de lixo. Chovendo críticas nas costas como nos 9 anos que passou pela categoria. Tudo era motivo para prestar mais atenção na sua personalidade fria e no seu gosto por vodca do que necessariamente pelo seu lado profissional, ou humano. Cansei de ver piadas sobre vodca e festas. Uma, duas, três vezes brincar dentro de um contexto, vai lá. Mas mesmo quando não era assunto de pauta lá vinha alguém para falar sobre isso como se realmetne importasse, como se realmente afetasse, como se quem fosse a fã e gostasse da vida pessoal do cara fosse essa pessoa e não eu, por exemplo.
Bom, cada um, cada um. Fato é que Kimi nunca conseguiu aderir aos moldes da F1, nunca foi moldado por patrocinadores, por equipe ou por seja lá o que for. Foi o mesmo cara com espinha na cara que estreou na Sauber em 2001 e só com o rosto mais limpo e poucas mudanças faciais deu "au revoir" ou "näkemiin" para a categoria em 2009, exatamente como entrou.
Voltar vai render muito mais críticas do que antes. Vai ser praticamente impossível achar uma boa alma que vai dizer algo sensato sobre ele. Eu não preciso dizer nada, tem muito profissional do ramo jornalístico que deveria estar no asilo ou ganhando prêmios de puxa-saco do ano, do que necessariamente fazendo comentários por aí nos principais canais de notícia. Pobre de nós blogueiros que muitas vezes temos mais senso que tais e no mínimo recebemos 3 ou 4 comentários por dia de postagem.
Longe de mim querer tomar o posto de alguns. Me contento em evitar de ler tudo que escrevem e ouvir o que dizem. Por isso como admiradora de Kimi, não acho descente a volta à F1. Se com Michael Schumacher, heptacampeão, fazem todo o rebuliço que fazem aqui e acolá, o que sobraria para o mais indesejado finlandês frio e anti-social?
Fora isso, WRC parece  e é muito mais divertido.
No Brasil, o oba-oba é porque se trata de botar a perigo o cargo de alta estimativa, grande chance e sonho de Rubens Barrichello. O próprio está morrendo de medo de perder para o finlandês, louco da vida dizendo que não tem cabimento a saída dele para a entrada de Räikkönen.
Eu quero que Rubinho esteja certo em não ter cabimento a troca dele pelo outro. Mas que Rubinho precisa por os pés no chão de que já deu o que tinha que dar, isso ele precisa.
Quem sou eu para dizer quando alguém deve abandonar o barco?! Eu sou aquela que aceitou a saída de Räikkönen prematura e injustiçadamente em 2009. E é por essa razão que defendo para todos, que chega um ponto que é bom virar o disco, mudar o tom, dançar outra música.
Para a Williams seria até razoável ter Kimi na equipe. Algumas reportagens apontam a BBC como fonte afirmativa de que o finlandês está com um pé dentro da equipe, faltando acertar questões salariais. A Williams estaria planejando a contratação para atrais investidores. O que não há nenhuma surpresa quanto a esse raciocínio.
Digo quem Kimi é uma escolha razoável porque se escrever excelente, considerarão que sou suspeita para dizer isso. Mas o que a equipe precisa é de investimentos e sangue novo, isso qualquer louco sabe. Esse discurso da experiência não cabe em Rubinho. Se assim fosse, a Brawn teria vencido o campeonato em 2009 com ele e não com Jenson Button! Ele teve o disparate de perder o vice para Sebastian Vettel naquele ano.
É complicado, acho que já deu, ele fez um trabalho legal e pronto, seguimos adiante, nem que seja na Stock Car.
Mas essa discussão é correr atrás do rabo. Rubinho quer correr ano que vem e afirma que volta de Kimi é boato. Não boato, mas uma interpretação errada da visita do mesmo à Williams, digo eu e creio piamente que Kimi não volta à F1 nem que seja para vai vender algodão-doce na praça do senado em Helsinque:


... Claro que é brincadeira, mas não creio no seu retorno tão já. Tanto não creio, quanto não quero. Se ele sentasse aqui do meu lado e perguntasse "E aí?" Eu diria: "Permaneça pelo menos no WRC, e se quizer fazer outra coisa, seja feliz! Mas evite F1."
Pois tenho certeza que é isso que vale a pena, fazer o que quer. E também tenho certeza que ultimamente, elouquecer no rali é muito mais divertido, sem imprensa perturbando todo tempo, ou uma massa de críticos pseudo-especializados dando pitacos absurdos.
E se sei falar abobrinha tanto quanto alguns jornalistas que querem vender notícia, invento aqui que conheço bem o finlandês, e ele não é do tipo que escolhe a estrada da fama e grana só para aparecer. Ele parece muito mais simples que isso. E espero mesmo que eu esteje certa sobre essa imaginação minha.

E vcs, o que acham?
Abraços afáveis!

sábado, 17 de setembro de 2011

Ensiferum

Oi pessoas queridas!
Essa é a minha postagem número 400! ^^
Eu comentei aqui, especificamente no post que fiz sobre a banda Norther, que estava pensando em post sobre as bandas finlandesas. Mas, abri espaço para falar especificamente do Norther (ver post aqui) pelo pedido de Ron Groo, e hoje farei do Ensiferum, depois do Nelson ter comentado que seria uma boa pauta para post.
Seguindo então o conselho do Nelson e aproveitando o post do Norther é o que farei e deixarei postado para que vcs apreciem pelo menos até meados de terça ou quarta da semana que vem. Os motivos, além da dica do Nelson, também é que ainda não estou contente com a lista das bandas, e para aproveitar Petri Lindroos, um dos meus guitarristas favoritos. ("Visual barbie" Groo, talvez melhore agora com o Ensiferum, hehehehe...)

Ensiferum:



Ensiferum é uma banda de Viking/Folk metal, como já avisei, da Finlândia. Fundada em 1995 por Markus Toivonen (guitarra),  Sauli Savolainen (baixo) e Kimmo Miettinen (baterista). O nome da banda vem do latim, que significa manejador de espada. No ano seguinte, Jari Mäenpää entrou na banda como vocalista e co-guitarrista. Em 1997 lançaram a primeira demo.
Em 1998 Sauli e Kimmo deixaram a banda e foram substituídos por Jukka-Pekka Miettinen (irmão mais novo de Kimmo) e Oliver Fokim. Em 2000 assinaram contrato com a gravadora finlandesa Spinefarm e trabalharam no álbum "Ensiferum" lançado em 2001. No mesmo ano, a tecladista  Meiju Enho passou a integrar a banda.
Em 2003, quando o segundo álbum "Iron" estava pronto, Jari deixou a banda para se concentrar no Wintersun sendo substituído por Petri Lindroos do Norther. Em 2004 foi a vez de Jukka-Pekka deixar o Ensiferum para Sami Hikka e Oliver deixou em 2005 para o lugar de Janne Parviainen.
Em 2007 (se não estou muito enganada) foi a vez de Emmi Silvennoinen passar a tomar conta dos teclados.


Esta é a última formação, restando apenas Markus como formador da banda e podemos dizer que é porta-voz não a toa.
Enfim, passo agora às dicas de sons favoritões meus. Tarefa árdua, porque passei a gostar de muitas músicas do Ensiferum, impossível de escolher algumas, mas farei o meu melhor, começando em ordem cronológica:

"Battle Song" do primeiro álbum "Ensiferum": (primeiro a original do álbum com Jari e depois ao vivo com Petri - para verem que não há grandes diferenças...)




Para a próxima, é só começar um "tatarara, tatarara"... "Iron" do álbum homônimo:



"Lai Lai Hei" do álbum "Iron":



"Ahti" do álbum "Victory Songs":


 

"Victory Songs", do mesmo álbum:



"From Afar" do mesmo nome:



"Twilight Tavern" do "From Afar":



Se gostarem, eu sugiro que comprem ou baixem os álbuns: Ensiferum (2001), Iron (2004), Victory Songs (2007) e From Afar (2009). São simplesmente ótimos, principalmente o meu favorito, Victory Songs. O DVD, 10th Anniversary Live (de 2006) também é algo, para quem gostar do estilo, da banda, para ter mesmo na coleção. Eu já adquiri o meu! Hehehehe...

É isso. Espero que tenham gostado, e já conhecem a banda, que comentem sobre suas favoritas.
Abraços afáveis!

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Brad Pitt diz que a vida com Jennifer Aniston 'não era interessante'

Um pouco cansada, e com muita coisa ainda para cumprir, já justifico minha ausência esses dias.
A F1 não tem brotado nada que me possibilitasse um post mais criativo. Pensei num post de música mais vou deixar para depois. Talvez amanhã, se tiver mais tempo.
Hoje decidi dar de Nelson Rubens e mostrar um lado menos "hominho", sem F1 ou músicas pesadas.

Brad Pitt diz que a vida com Jennifer Aniston 'não era interessante' (Fonte: Yahoo)

As razões da separação entre Brad Pitt e Jennifer Aniston, em 2005, nunca foram muito claras. Desde o rompimento, eles preferiram manter silêncio sobre o assunto. No entanto, Brad resolveu abrir a boca e deu pistas sobre o que teria motivado o divórcio.
"Eu não estava vivendo uma vida interessante", disse o galã à revista "Parade". "Acho que meu casamento com Jennifer tinha a ver com isso, fingir que o casamento é algo que não é", afirmou.
Brad se diz "satisfeito" atualmente, com Angelina Jolie, por "achar a mulher que eu amo e construir uma família que eu amo tanto".
"Uma das melhores, mais sábias coisas que fiz foi dar a meus filhos uma mãe como Angie. Ela é uma mãe maravilhosa. Cara, sou tão feliz por tê-la", afirmou o ator.

Eu acho a dona Jennifer Aniston muito mais simpática e bonita que Angelina Jolie.
Nunca fui fã de Brad Pitt, até porque minha geração não permitia que tivesse pôsteres do tal no meu quarto. Mas fui vítima de interesse por Pitt quando assisti "Entrevista com o Vampiro", "Lendas da Paixão"... Quem não?
Mas essa "melecança" do ator com a Angelina Jolie foi para mim aos poucos perdendo sentido e, com a água da bacia joguei a criança junto: não acho ele tão atraente mais.
Por pontos que vou assumir antes de apresentar: pontos muito machistas, vcs diriam.
Mas é meio chato um cara babar colorido numa magrela que acha que pode ter a mesma quantidade de filhos e tatuagens. Adotar um monte faz com que a intenção seja até bacana, quando se é artista e tem muito dinheiro tem mais é que dar exemplo mesmo, sendo uma pessoa pública. Mas sabemos que Angelina não é perfeita, além do mais um pouco exagera nessa exposição das crianças.
Não acho sua boca bonita, acho exagerada e mal cuidada inclusive. Seu passado a condena e sou altamente conservadora quanto a isso, me perdoem. Fora que não acho que seus filhos biológicos tenham boa educação. Shiloh, a filha do casal, só usa roupas masculinas agora. A mãe insiste que a filha é que gosta. 
Concordo que criança hoje tem mais personalidade que aquelas que nasceram 10 anos atrás. Mas daí acho exagero. Uma boa mãe ponderaria e quando a menina tivesse o mínimo de discernimento, deixaria a filha cuidar do nariz. Não é o caso de Shiloh que tem o quê? 4 quase 5 anos? Até cabelo curtinho agora a menina está!!! Inclusive a cara do pai...
Fora que a ex da qual Pitt diz que era desinteressante conviver, teve marido roubado pela Jolie. Hoje, quase sempre tem notícia de ciúmes de Angelina. Fato ou boato, quem com ferro fere, sempre teme ser ferido (se me permitem a adaptação do ditado).
Brad se tornou uma babá homem. Basta procurar fotos mais normais do casal, e é ele que carrega todos os filhos. E mais: nas aparições públicas ela sempre vai à frente.
Será mesmo que é assim saudável a relação?
Afinal, o que Angelina tem?

Abraços afáveis!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Monza: Small Victory


Vai ser uma rasgação de seda. Mas já aviso na primeira linha, para não dizer que foi uma pequena propaganda enganosa.
Tivemos no fim de semana, mais um GP maneiro no histórico de 2011.
Sim, com Sebastian Vettel repetindo o grande feito não só de 2008 quanto desse ano todo. Sem dúvida "o cara" que a F1 precisava. Por mais que digam que não teve nenhuma pressão até então, não vejo nisso fonte única de exaltação. Vejo que faz o trabalho correto desde a classificação. E se ainda não basta para maioria, creio que agora será tarde demais de convercer.
O que dizer de Button? Tudo parecerá como um enfadonho discurso repetitivo. Mas que esse inglês está dando um singelo chega pra lá no fenômeno Lewis, isso está.
Alonso, aos trancos e barrancos, cada vez mais aumenta a dívida da Ferrari com ele. Tenho lembranças recentes de uma Ferrari que deve e não paga, e nega o quanto puder. Espero que não repitam o erro com o espanhol.
Para ele deve ser muito bonito, ver aquele tanto de ferrarista alí na casa deles enlouquecidos.
Daí vem os coadjuvantes, se é que podemos chamá-los assim.
Schumacher parece que gostou do quinto lugar. Ao menos está fazendo algo que gosto: botando à prova certas figuras. A figura da vez foi Hamilton que perdeu tanto tempo atrás do alemão que de todas as formas talvez (eu escrevi talvez!) faça-o aprender algo com alguém que - por mais que negamos - tem 7 campeonatos no currículo e sabe sim, muito bem, das coisas. Ainda bem que dessa vez não fez nenhuma grande bobagem.
Quem veio depois? Ah, o Massa. Ele correu? Ah sim, o único momento que vi sua presença foi quando tirou Webber da corrida. O australiano falou em lance de corrida. Mas eu não sei se ficaria assim tão calma.
Webber só implica com totais inocentes mesmo. Já tinha imaginado, na saída do carro, quando pelo toque do Massa, um canguru irado... Não, na realidade se prejudicou muito com a saída da corrida, mas manteve a calma?! Esse é Webber, nunca se conhece dele o suficiente...
Um sexto lugar do brasileiro foi besta, uma vez que ele insiste em dizer que poderia lutar pelo pódio. Depois do incidente com Webber sequer percebi algum outro grande feito ou aproximação do pódio como Button fez por exemplo.
A meleca da vez foi protagonizada pelo Liuzzi. Levou tanta gente embora mais cedo, que de fato não prejudicou muuuito a não ser por Rosberg que em geral faz corridas muito boas. Mas podia ter feito bobagem sozinho não?
Pela transmissão brasileira esgotou-se o assunto Bruno Senna. Contando que temos ainda mais corridas com ele, então não vai faltar comentários. Portanto, se me permitem, me abstenho. (Não quero ser injusta com o cara e detesto Boullier).
Quem teve razoável rendimento, entrou na pontuação: do quinto para baixo...
Aos que se safaram do frenético Liuzzi na largada ou não tiveram problemas para abandonar...
Aos que se divertiram, como Schumi...
Aos que não se divertiram, mas aprenderam a se controlar como Hamilton...
Aos 3 primeiros, Monza apenas foi uma "Small Victory":


Abraços afáveis!

sábado, 10 de setembro de 2011

Treino Classificatório de Monza

Não há muito o que falar de Monza hoje, pós treino classificatório. No patamar que estamos, nada surpreende, nada resolve falar da constância da trasmissão em ficar lembrando coisa que passou como um museu, nada pior ainda do que criticar o trio global por algum comentário infeliz, porque sempre haverá pérolas, erros e contradições.
O que eu achei legal hoje foi perceber que no fundo, basta aparecer um brasileiro "novo" na pista que se esquece um pouco dos demais. Podem relembrar, a torcida hoje estava quase toda para Bruno Senna. Mal se ouviu uma sequer torcida ao Massa e ao Barrichello. Nem comento que acho que imprensa deveria ser imparcial sempre. É claro, quem o é? Seria jogar conversa mais do que fora, e chutar cachorro morto. Não ia me levar a lugar nenhum e não trazer nenhum benefício. Mas se são três, porque não esgotam o assunto torcendo para os três? Já que os outros 21 são uns bananas que bastam um deslize e são criticados a duras penas, que tal fazer das transmissões um jogo do Santos? O time do Neymar e Ganso. Vamos falar da F1 do Rubinho, Massa e Senna!
É por isso que tentarei falar menos mal de quem me desagrada na pista. Eu vou fazer o exercício do profissional e esquecer a implicância pessoal. E isso não foi uma piadinha irônica. Mas aquela da F1 dos nossos três brasileiros já não posso garantir.

O papo é o seguinte: 2008 e 2011 em sintéticas imagens, respectivas de cada ano:



A empolgação parece que mudou pelas feições mas quando ouvimos o rádio percebemos que não.
E o dedo está lá para desespero dos chatos de plantão.
O fim da corrida de amanhã pode ser como 2008 e pode não ser. Para isso, precisamos esperar.
Vejo vcs na segunda com meu comentário sobre.

Abraços afáveis!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

"Massa é um dos melhores companheiros que já tive", diz Alonso

As vésperas do GP de Monza temos uma coisa que peço autorização para comentar um pouquinho. Qualquer que seja o GP sempre tem um pérola "bombástica" na imprensa brasileira. Bombástica com o tanto de aspas que acharem necessário, porque normalmente elas o são porque eu as defino assim.
Imprensa essa que tem o árduo trabalho porém não menos competente de filtrar as notícias importantes que chegam até nós.
Opa, essa frase acima requer aspas do começo ao fim. Sim, para quem ainda não visualizou, estou sendo irônica:

"Massa é um dos melhores companheiros que já tive", diz Alonso (Fonte: IG Esportes)


Há dez temporadas na Fórmula 1, o bicampeão Fernando Alonso disse nesta quarta-feira (7) que o brasileiro Felipe Massa é um dos maiores companheiros com que já correu ao lado. As informações são do periódico alemão Auto Bild Motorsport.
"Eu não tenho nenhuma facilidade com ele (Massa), nós andamos muito próximos. Frequentemente, a diferença é de apenas um décimo. Ele é um dos melhores companheiros que já tive. Nós trabalhamos bem juntos, apesar de termos estilos de pilotagem bastante diferentes", disse o espanhol.
Alonso também defendeu o heptacampeão Michael Schumacher que, após 20 anos na F1, ainda continua disputando na categoria com a Mercedes, apesar de brigar por posições intermediárias."Para mim, ele continua sendo o melhor piloto da história da Fórmula 1 e merece respeito. Seus recordes provavelmente nunca serão igualados. Ele ainda ama as corridas e eu entendo isso - ao contrário daqueles que o criticam. Gosto de correr contra ele e tenho certeza de que ele poderia vencer corridas se tivesse um carro competitivo", concluiu.
O espanhol - que na sua carreira já correu ao lado de Tarso Marques, Jarno Trulli, Alex Young, Giancarlo Fisichella, Lewis Hamilton, Jacques Villeneuve, Romain Grosjean e Nelsinho Piquet - está em terceiro no Mundial de Pilotos, com 157 pontos conquistados. Massa é o sexto com 74.

Para tal tem evento justificativas não faltam. Tem para todo o tipo de grupo:

os fãs frenéticos do Massa uns dirão que é justo;
outros dirão que o espanhol está puxando saco porque sabe que sem o Massa nada seria (há! essa garanto-lhes seria fácil de ouvir. Quanto mais absurda, mais corriqueira, podem crer!);
outros ainda dirão que ele so diz isso, porque é um marqueteiro, um falso, um sei-lá-o-quê...

Os fãs do Alonso dirão que ele é justo, bom e amigo;
outros dirão que ele é bom de mais para ser maltratado sempre pela imprensa;
outros dirão que é um besta que só está fazendo isso porque tem um bom coração...
Epa! Tudo isso tem o mesmo contexto né?
Ok, então seguimos...

Os que detestam Massa, chamarão  Alonso de paspalho e se perguntarão o que ele tem na cabeça ao constatar isso. Outros dirão que de fato é o melhor companheiro afinal não faz p**** nenhuma para atrapalhar o espanhol, e ainda se atrapalha sozinho.
Os que detestam Alonso chamarão ele de paspalho e que está afim de aparecer como uma boa alma.

Daí vem as minorias: Os ingleses dirão que ele está usando o elogio ao Massa para atacar Hamilton. "Espanhol  preconceituoso e vigarista!" Poderiam dizer.
Os brasileiros se enchem de orgulho e diz que de fato os brasileiros tem respeito na F1 (puuuff...).

E tem aqueles que não esquentam com nada e diriam: "um dos melhores? Pois sim, comparado ao que já teve de companheiro, pode ser um dos melhores, talvez no quadro do menos pior ele ganha..."

Fato é: para quê preciso saber que Felipe Massa é o favorito do Alonso? Sinceramente, eu no lugar do espanhol responderia Trulli, que é gente boa para caramba. E diria que companheiro de equipe não é para ser bom, é para trabalhar. E o Massa não tem feito isso. Ultimamente se limita a dar "patadas" nos repórteres da Globo antes e pós corrida. São cortadinhas sutis característica de pessoas mal amadas, mas que raramente ou quase nunca alguém fala ou reclama.

Maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaas... Fazer o quê?

Abraços afáveis! 

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Aniversário de 65 anos de Freddy Mercury

Tudo que pudesse ser escrito aqui muito provavelmente seria muito óbvio.




"Grande ícone musical", "uma lenda"... São duas frases óbvias, mas não menos verdadeiras.
Sugiro que leiam o ótimo post do meu amigo bloggeiro Ron Groo (aqui).
E com isso, desejo também uma excelente semana a todos.


Abraços afáveis!

sábado, 3 de setembro de 2011

Tim Burton

Sempre faço listas de música. Hoje farei de filmes.
Quem sabe inspira alguém a dar um pulo na locadora e alugar algo?
Enfim... Tenho um diretor que gosto muito. Apesar de seu estilo de filmes não muito convencionais aos moldes hollywoodianos,gosto do visual de seus filmes, mas mais ainda: do teor fantasioso na maioria das roteiros que trabalha, e do trabalho com o compositor Danny Elfman. Fora Johnny Depp, que faz com que tudo seja uma junção perfeita.
Quem falo? Tim Burton.

Listarei aqui os meus filmes favoritos do diretor.




O primeiro que escolho em ordem cronológica é Beetlejuice, ou "Os Fantasmas se Divertem" de 1988.




Eu era nova de fato quando esse filme saiu no cinema. Mas minha infância foi de assistir esse filme. Bizarro, fantasioso e engraçado. Quem poderia prever?



Michael Keaton com um personagem que até hoje é lembrado pelo menos por mim.
Um filme muito interessante, tão a ponto de ficar com essa cena sempre na memória:


Ou ficar cantando músicas como essa o dia todo:


E a composição de Danny Elfman:


Falando em infância já passo direto para outro favoritão da minha. Não sou muito fã de Super Heróis. É notável que tenha feito um belo trabalho com Batman, mas já pulo direto para Edward Scissorhands (1990), ou Edward - Mãos-de-Tesoura:

 

Dessa vez, estreando a parceria com Johnny Depp, um filme lindo visualmente e com uma história digna de rotulo como conto de fadas moderno.
Mais uma bela composição de Danny Elfman:

 

E a cena da neve:


Estranho Mundo de Jack é uma boa pedida para quem curte desenhos macabros, musicais. Em 1993 Tim mostrou as raízes de um passado trabalhando na Disney:


Um grande salto e já aconselho Sleepy Hollow, A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, como o melhor da última geração Tim Burton + Johnny Depp.


Simples, por uma junção de elenco, fotografia, cenário e enredo, um dos melhores, se não o melhor filme de Burton.

O Planeta dos Macacos de 2001 gerou polêmica e muita gente detestou. Mas não dá para negar que Macacos guerreiros e com armaduras é muito mais legal que qualquer outro filme que use essa temática de sermos "colonizados" pelos nossos amiguinhos peludos:

 

Para quem gosta mais de história do que meros entretenimentos visuais, Peixe Grande e outras histórias é a solução:


Fantasia, de fato, novamente como sempre é a força motor dos filmes de Burton.
E Tim retorna então ao desenho, com Noiva Cadáver de 2005:


Das novidades é preciso estar disposto. O cuidado é necessários nos filmes Sweeney Todd, Fantástica Fábrica de Chocolates, e Alice no país das Maravilhas.
O primeiro de 2007 (ver trailer aqui) tem um elenco e um trilha ótima, como sempre. Fora o visual. Mas é musical e para quem se perturba constantemente com o estilo talvez não seja numa uma boa opção. Sorte? Johnny Depp canta bem, e os atores quase shakesperianos do resto do elenco fariam dele excelente em qualquer circusntância.
O remake da Fábrica de Chocolates nos cinemas em 2005 pode deixar as pessoas familiarizadas com o primeiro filme assustadas com a mudança. O faro moderno de imaginação e interpretação de Tim não é convencional e nunca seria. Ainda mais com a ajuda de Depp. (Ver trailer aqui)
E Alice, é como se aquela pequena Alice tivesse crescido e buscado fazer tudo novamente agora adulta. A tecnologia 3D talvez tenha tirado a imaginação e criação de Burton e transferido aos computadores. Mas sem seu pensamento antes, nenhum computador captaria. (Ver trailer aqui)... A trilha dessa vez, me deu muita saudade das composições de Danny Elfman. Pensem que quando se trata de um tema para a personagem principal, ou seja Alice, a voz que aparece rachando seus tímpanos é a estridente Avril Lavigne?!

Gostam de Tim Burton? Há algum filme dele favorito? Comentem.
Peço para quem não viu, olhar também a última postagem do blog. Norther é uma banda boa, que se vc não conhece merece dar uma olhadinha.
Enfim, fico por aqui.
Abraços afáveis!