segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Pontos aleatórios do 29 de fevereiro

* Antes de começar o dia 29, sábado foi dia de arrumação, e o dia passou tão depressa que mal pude ver tudo o que eu tinha programado (no máximo um episódio de The Big Bang Theory e o segundo da quarta temporada de Vikings - muito boa, por sinal!) 

* Ontem foi dia de muita coisa boa: uma delas foi que saí de casa para pegar um cinema. Foi a primeira vez que saí também com plano de assistir um filme e escolhi outro. Eu e minhas irmãs saímos da cidade de manhã (pois aqui tem cinema, mas eu não quero ver "Os 10 Mandamentos" - pois assisti ao de 1956, com Charlton Heston, muito melhor e estou satisfeita) para ir ver "Deuses do Egito". Minha vontade era de ver "Deadpool". Quando as convenci, pegamos a sessão do Deadpool e foi a melhor coisa do meu domingo. Fazia muito, mas muito tempo que eu não me divertia em cinema como neste filme, que por sinal, além de não ser para criança, não é também para geeks modinhas - sim porque para tudo agora, existe os modinhas. Fiquei satisfeita comigo mesma porque entendi todas as tiradas do filme, o que me fez aproveitar bem. 
Porém é fato, não é filme para moças. E fico por aqui, para não dar spoiler. 

* Mais um dia no mês de fevereiro, o dia 29. O bom é que é uma segunda-feira, já para começar a semana com mais gás, à saber que você tem muito o que fazer no resto do ano. O ruim é exatamente ouvir criaturas reclamando exatamente por ser uma segunda feira e não um dia de fim de semana "para dar uma relaxada"... ¬¬' Preguiça define.

*Ontem também foi dia de Oscar, mas vou fazer fichinhas específicas do evento:

- Agora todo mundo é fã do Leonardo DiCaprio. 
Fato aleatório: eu acho que a maior vergonha de sua filmografia não é "Criaturas III" (ahá, você torceu por ele, mas não sabia disso, procede?)  e sim "O Titanic" (não me venha com essa, o filme é horrível) #mejulguem

- Leo à muito merece Oscar, e agora no filme que ele menos fala, chega a estatueta meio que como consolação. Erraram nas outras vezes, ai remendam agora. Assim é o Oscar.

- Eddie Redmayne é ótimo. Esteve excelente em "A Garota Dinamarquesa". Mas foi melhor ano passado como Stephen Hawkins. Ele não venceria o segundo ano seguido, principalmente quando o filme não concorre na categoria principal. Vocês descobriram o cara ontem, agora acha que ele tem que ganhar tudo? Calma lá. Nem Daniel Day Lewis e Tom Hanks conseguiram tal feito. Respirem, "fanatismo de internet" só funciona nos prêmios da MTV e talvez no Grammy. Não no Oscar.

- Sejamos pragmáticos: Leo merecia (pelo seu passado negado), Fassbender merecia (porque é sempre ótimo também, mas ninguém é fã), Matt Damon merecia (porque para fazer monólogos e não ser chato/dramático excessivo não é fácil) e Bryan Cranston merecia - inclusive "Trumbo" é muito bom e não teve o devido crédito. Ator é sempre categoria com 5 ótimas escolhas. Por isso, nunca decepciona, ao contrário de atriz, que é quase sempre uma piada de mal gosto.

- Galera que achou ruim Cate Blanchett (por favor, Cate é com "C") "perder" o Oscar vai umas dicas: ela não venceria seguidamente como atriz, ainda mais que "Carol" não concorreu a melhor filme (isso não é preponderante, mas sendo o segundo Oscar seguido, já enfraqueceu sim, conforme aconteceu com ator). A galera chega agora no Oscar e acha que entende do negócio só por conta da sua torcida. Fazer uma mulher sedutora, é fácil para Cate. Só porque foi um papel com uma mulher se envolvendo com outra mulher, isso não faz dela especial. Seu papel como Elizabeth I foi e sempre será melhor que este - embora tenha os floreios históricos que não aconteceram. 

- Pela primeira vez em anos achei que ator coadjuvante foi decepcionante. Ponte dos Espiões é um bom filme, mas não me parece que Mark Rylance teve desafios assim. Achei que seria Tom Hardy - apesar de não ter sido muita coisa, fez papel de vilão simples que dá raiva e é o caso que sempre se destaca. Também não apostei grande coisa em Christian Bale, porque ele soa sempre mais do mesmo. Mas achei que Mark Ruffallo merecia mais, não pelo papel - que estava bem - mas porque gosto dele como ator sempre. Stallone... já venceu em ser nomeado, apesar do icônico personagem, não vale Oscar, bem sabemos.

- Sobre atriz, Brie Larson é a novata que outrora foi Jennifer Lawrence - que poderia ter vencido sim, mas a premissa do ator e atriz vencer aquele que concorre a filme ainda prevalece (eu disse, que fandom no Oscar não tem vez...). Ela foi bem, o filme é bom. Mas Blachett é Blanchett. Saoirse e Charllotte tiveram filmes para elas - assim como Cate teve no seu filme com Woody Allen... Mas Brie deu aquela carga maior do drama que a academia sempre opta, na hora da escolha.

- Atriz coadjuvante é quase sempre bobagem das boas. Rachel McAdams e Kate Winslet pegaram papeis muito simples para a disputa. Novamente, Rooney Mara (que tem cara de boneco de cera) não ia levar só porque se apaixona por uma outra mulher. Ela não aprece sofrer tanto assim em Carol e suas expressões são bem gélidas para uma mulher curiosa e apaixonada. Alicia Vikander não é boa. Desculpem. Não fez feio em A Garota Dinamarquesa, mas também não é boa. A melhor foi Jennifer Jason Leigh em disparada, sinceramente. Escolheram a bonitinha sueca (que nem é tão bonitinha)...

- 6 Oscar para Mad Max. Sem roteiro, sem trama, só imagem. E ficção científica e fantasia não ganha nem a pau... Vai entender...

- Entendam de uma vez por todas: Oscar não é para você amar tudo escolhido. Oscar é um dos prêmios de cinema. Suas escolhas valem mais. Mas tenha argumento quando escolher algum filme, certo? Falo isso pelo seguinte: todos os filmes que concorreram são bons, à exceção do Mad Max, que não acrescenta em nada. O fato de ter vencido Spotlight, não quer dizer que é uma crítica à Igreja Católica e que todos devemos largar a religião. Não sejam bobos. O filme não questiona a religião, mas a fé nas pessoas que estão dentro dela. É o que eu sempre digo: o problema não é a religião, não é a fé, não é o "como" e os "porquês"; é o "quem". 
O mesmo se aplica: gostou do Mad Max, não diga que ele é mais filme que Ponte dos Espiões porque não é. Apenas diga que gostou porque gostou e é argumento mais válido que qualquer besteira que disser além disso.

- Outra polêmica: Chris Rock fez o certo. falou com sarcasmo sobre racismo. E se é que fez isso mesmo -  o que não acho que foi bem assim - fez certo em menosprezar o boicote. Os atores negros deveriam ir para de fato mostrarem que estão ali e talvez serem uma grande parte no evento. 
Mas está tranquilo um negro por exemplo ir na festa do Oscar, e não fazer jus a causa, tipo o Lewis Hamilton, certo? ¬¬' 
Esqueceram completamente que Chris Rock é comediante e do stand-up comedy. Ia ter deboche mesmo, pois assim é o humor. O povo enche o saco do cara com a série que ele narra sua história e conta dos preconceitos que enfrentou - e que acabou em 2009 - e agora vem criatura falar mal do jeito que ele tratou tudo com humor ou deboche? Gente, eu não vejo onde isso possa ser benéfico para quem quer que seja. Tudo é apocalipse para agora! Ninguém prestou atenção que apesar de não ter negros indicados, eles sempre estiveram lá nos últimos anos e ocorreu sim de ter ausência nesses dois - o passado e o de agora. Mais ainda, que Chris Rock foi anunciado como apresentador, junto com os indicados. Preconceito? Se nos dois últimos anos, tivemos um lésbica assumida, um gay assumido apresentando o Oscar e ninguém ficou falando sobre isso. Ninguém falou porque não importa isso. O pior Oscar até agora apresentado foi quando colocaram a Anne Hathaway e James Franco... Dois branquelos e queridinhos... Viraram alvo de piadinhas, mas não foram polêmica. 
Concordo que racismo tem que ser comentado, nem que seja no tom da chacota, em território de Hollywood como Chris Rock fez. Boicote as vezes silencia. Os boicotadores, deveriam falar mais, pedir mais. O simples fato de não irem, pode ter feito muita gente dar de ombros. 
Os latinos tem tomado conta também dos eventos: esqueceram que Iñarritu venceu pela segunda vez e seguido? Donald Trump tem coceiras só de pensar... Acho que tem coisa errada em quem discute essas coisas, aparentemente, mas é moda lançar suas opiniões mesmo sem respaldo. 

- Assistam os filmes. Acho que foi o primeiro ano que tem muita coisa boa, para além do que levou a estatueta.

- PS 1: memes são legais, mas esse da Glória Pires é ridículo. Engraçado, mas no fundo, ridículo. Globo abusa da nossa vontade em defendê-la: arrebenta com as transmissões da F1, compra o Oscar para passar atrasado por conta daquela maravilha de BBB. Passa o Oscar com comentários de gente que não sabe nem o que está fazendo ali... Que coisa mais absurda! #tenhadó

- PS 2: Hahahahahahaha: Lady Gaga. (Só isso.)

- PS 3: Aaron Rodgers com Olivia Munn \o/

* A vida agora é o seguinte: trabalhar, trabalhar e trabalhar.

Abraços afáveis!

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

F1 2016 em tópicos aleatórios e comentados

Daqui à exatos 23 dias teremos a primeira corrida da temporada de F1 2016.
Minha empolgação com isso é a seguinte:


Eu sou o Charlie Brown; e enquanto todo mundo comemora a volta da categoria, eu dou um sorriso amarelo.

Do ano passado para esse ano, dá para falar de coisas pequenas e coisas que poderiam ser grandes, mas podem ser meros fiascos.
Uma é que a Lotus não é mais Lotus, voltou a ser Renault e não sabemos até quando durará. Já começa de certa forma, mudada mesmo, a começar pelo line-up dos pilotos: saem de cena Romain Grosjean e Pastor Maldonado para estrelarem Kevin Magnussen - já conhecido nosso e do paddock - e Jolyon Palmer - ainda uma novidade. Semelhança dos dois é simples, os dois são filhos do meio: o primeiro é filho de Jan Magnussen e o segundo de Jonathan Palmer, ambos, ex-pilotos. Isso dá armas aos membros da mídia, ou seja, seria pauta para eles escreverem sobre os caras. Mas aqui, em terras corruptas, sabemos que é gastar teclado à toa porque o que mais se lê são matérias com as respostas rasas de perguntas toscas para piloto de equipe grande e piloto brasileiro. E fim. (Triste fim, eu diria.)

Desta mudança já pegamos gancho para outra: Onde vão os dois pilotos da "extinta" Lotus? 
Um tem lugar na nova equipe do grid - a tal Haas. E esse é Romain - "Linguini" - Grosjean. Pastor Maldonado foi dispensado e não estará nos cockpits oficiais desse 2016, para a alegria de muitos desesperados que se pelavam de medo do venezuelano tresloucado na pista. Outros lamentam muito pois Maldô em ação podia ser perigoso "pra chuchu", mas dava ao menos uma emoçãozinha no meio de tantas "corridas" monótonas proporcionadas por pistas ruins - os chatos e absurdos tilkódromos. Embora ele fosse um desses caras loucos, eu ainda conseguia achar alguma vantagem nele mais que muitos que possuem vaga na categoria. Ele dava a cara à tapa caso alguém falasse em direção perigosa. Sejamos pragmáticos e deixemos o "mimimi" de lado: automobilismo é perigoso. Qualquer coisa fora dessa premissa é bobagem. Mesmo assim, ele fazia, custava o que fosse e era chamado de maluco. Se ele fosse um "bem moldado" e não um "mal domado" faria as estripulias absurdas e seria considerado gênio, podem ter certeza.
Na Haas, Grosjean divide espaço com Esteban Gutierrez, já conhecido pela sua passagem na Sauber em 2014 e passou 2015 como piloto de testes da Ferrari. Se aprendeu alguma coisa... Bem, eu diria que se ele passe um tempo com os traficantes mexicanos como se fosse fazer uma participação especial em "Narcos" teria dado no mesmo, que esse um ano na Ferrari. (E entendam como quiser...)

As outras equipes então mantém suas figurinhas - respeitando a lei daquele que manda no pedaço e o segundão capacho. A exceção talvez da RBR e STR - pelo menos, não descaradamente. A mudança recai pela insignificante Manor (que era Marussia), ano passado custou a dar as caras e tinha Will Stevens e Roberto Merhi, substituído depois por um Alexander Rossi por cerca de 5 ou 6 corridas. Irrelevante. 
Ou era irrelevante. Até a ideia da nova regra da classificação.
Contando que vcs já sabem e quem não sabe, está sentado aqui vai ela:

O Q1 começa com os 22 carros inscritos para toda a temporada e terá duração de 16 minutos. A partir do sétimo minuto, será eliminado um piloto por vez a cada 1 minutos 30 segundos, até que restem 15 pilotos para ascender ao Q2, disputado com cinco minutos de intervalo após o fim do Q1.
A duração do Q2 será de 15 minutos.  A partir do sexto minuto, será eliminado um piloto por vez a cada 1 minutos 30 segundos, até que o total de pilotos seja reduzido a oito, que lutarão pela pole no Q3, começando com cinco minutos de intervalo após o fim do Q2.
No Q3, a duração do treino será de 14 minutos. Do quinto minuto em diante, seis pilotos serão eliminados com intervalo de 1 minutos e 30 segundos entre um e outro. Restarão somente dois, que ficarão no mano a mano na luta pela pole position.

Pensei e pensei sobre assim que li sobre e cheguei à duas conclusões: a) os dois últimos será os dois que tiver melhor carro e nos dois últimos (chaaaaatos!) anos, isso se circunscreveu apenas à Mercedes, ou seja, a F1 pelo terceiro ano seguido terá a alegria de classificações com Hamilton fazendo a pole e Rosberg ameaçando uma meia dúzia delas [Essa é a teoria que mais reflete a realidade, uma vez que o celebridade Hamilton declarou que não vai mudar muita coisa. Por-tan-to, ele está tranquilo... De novo.]; e b) Vamos ter muita confusão. Imaginem a Manor, se continuar como continuou, lenta, atrapalhando volta de criatura ranzinza? Imaginem um piloto, que gosta de jogar o carro nos outros, atrapalhando aquele que tinha preferência, alegando que "eu não vi ele chegando". A comissão de inúteis agora terá trabalho dobrado. Se o que jogar o carro for o queridinho, a punição de grid cai no que estava no movimento certo. Se o que jogar o carro for um alguém que pode até ser bom piloto, mas não é o queridinho. Ih, meu filho, lascou-se!
Pior: sabe-se lá como essa regra funcionará nos lentíssimos tilkódromos.

Sabe, vai ser mais um ano saco.

Ainda mais que o Jornal Nacional ontem me lembrou algo que eu ainda não tinha me tocado. Depois de uns 3 minutos de entrevista e reportagem super à nível "Video Show" (e poderia ser "Tv Fama" se a "Marciana" Becker tivesse perguntado sobre o status de relacionamento com a frase "Como está o coraçãozinho???!") com o Hamilton a ficha caiu: ele vai para o esdrúxulo tetra-campeonato.

Fiquei pior que o Charlie Brown no gif do começo do texto. Status de agora:


Abraços afáveis!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Lista Colírio #2

Quem já acompanha esse blog por considerável tempo sabe que sou uma doida que gosta de fazer listas. Sou meticulosa com elas. E me divirto ainda mais, compartilhando-as.
Já fiz diversas; musicais então, perdi as contas no meio dessas 1076 (agora 1077) postagens. 
Fiz de moças bonitas de deixar inveja: Lista Glamorosa parte 1 e parte 2.
Até as criaturas mais sem gracinhas que tem por aí e que há pessoas que se rasgam todas em cobiça (bobinhas!): post masculino e post feminino.
E claro... A minha lista colírio. Ah, que maravilha! (Parte 1: aqui!)

Na primeira lista "Colírio" (piagas esse título, mas certamente as escolhas não são, posso garantir!), escolhi atores para meu Top 5: Elijah Wood, Robert Downey Jr., Johnny Depp, James McAvoy e (ah, sim!) Tom Hiddleston. Falta alguns outros, mas isso fica para outro post. Desta vez, os músicos são a chamada para o Top 5, com o brinde de algum bom vídeo dos caras, no palco.
(Sem ordem de preferência)

♫ ♥ Mathias Nygard


Não vou ser Lady Gaga e dizer que sou fã do cara desde criança igual ela faz com qualquer um e qualquer coisa, mas admito que meu raso conhecimento sobre Mathias é apenas o seguinte: finlandês, vocalista/compositor/fundador (acumulando funções de tecladista e percussionista) da banda de folk metal Turisas. Com sadios 33 anos, 4 discos de estúdio com a banda, ele e seus companheiros, se apresentam em estilo bem apoteótico, com pinturas de guerreiros vikings em tom vermelho e preto e peles de urso para o figurino.
E a voz? Olha, uma boa voz, grave que se encaixa bem no estilo da banda. Coisa pouca, mas né, super maravilha.





♫ ♥ Petri Lindroos


Já que na Finlândia estamos, na Finlândia permanecemos (ou assim eu quisesse, pudesse e meu dinheiro caísse do céu). 
Da mesma forma que descobri Mathias, descobri Petri - ouvindo músicas de metal folk; Turisas e Ensiferum me agradaram bastante. Creio que já fiz postagem sobre a banda do Petri, tanto Ensiferum quanto Norther aqui nesse blog, então pode nem soar muita novidade (ver aqui e aqui). Mas os moços são muito bem apessoados. Mathias tem uma testa meio larga demais e Petri está meio gorducho hoje em dia... Mas quem se importa? Ninguém dorme no formol.
Petri tem 36 anos, é vocalista e guitarrista base do Ensiferum, mas também foi o fundador da banda de death melódico Norther. O Ensiferum é uma banda de folk metal e com o Petri nos vocais, participa como integrante de 5 dos 6 álbuns de estúdio. A banda também tem um estilo legal nas apresentações: o figurino é uma saia tipo kilt escocês com a estampa da bandeira da Finlândia e traços pretos abaixo dos olhos.




(PS: o som não está dos melhores, mas foi o melhor que achei dessa música: Victory Song)

♫ ♥ Emppu Vuorinen


Inicialmente a URL desse blog deveria ser iloveitloud.blogspot.com, mas por problemas com essa URL acabou ficando às pressas: manuvuorinen.blogspot.com. Toscamente, um sobrenome de um músico que já vai para mais de 15 anos que acompanho e gosto de ouvir acabou na URL desse blog e assim ficou. Sim, Emppu é o guitarrista da banda Nightwish e sim, depois de dois quase elfos da Terra-Média, trago um hobbit! Nada mais justo, rsrsrsrsrsrs...
Emppu tem 37 anos. É guitarrista de formação do Nightwish e da banda Brother Firetribe. Uma fofolência tamanho pocket! (Emppu é baixinho, em torno de 1,60m - o que é bem anormal sendo ele escandinavo).





♫ ♥ James Hetfield


Dispensa apresentações, eu espero! Rsrsrsrsrsrsrs...É James Hetfield, guitarrista, compositor, cantor de uma das maiores bandas de metal desse planeta, o Metallica. Com 52 anos e inteirão ainda, enfrentou problemas etílicos no passado, mas é dono de um estilo de cantar e tocar que lhe trouxe os holofotes. É casado e tem 3 filhos.
(Esse é um fato meu: gosto da música e começo a achar muitas qualidades dos intérpretes e não o contrário - se assim fosse, ainda gostaria de Boy Bands :D Isso vale para todas as escolhas feitas até agora. ;) )





♫ ♥ Jason Newsted


Não escapando muito do Metallica, meu segundo preferido da banda e não menos importante - Jason Newsted, o segundo baixista e o que mais sofreu na mão - principalmente - de Lars Ulrich. 
Substituir Cliff Burton nesta banda não foi tarefa fácil para ele. De um todo, sempre gostei dele e depois de ouvir algumas histórias minhas simpatia só aumentou. 
Jason, assim como James, tem 52 anos e é casado. Depois de "pinicar" do Metallica, tocou também o Voivod. Ele é o meu número 5 para essa listinha "Colírio #2":




Estou pensando que falta um pessoal ainda (risos)... Já estou pensando no próximo Top 5.

Abraços mega afáveis!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Tag Cinematográfica: Desafio dos 30 filmes (Dia 1)

Mais uma tag, só que desta vez, de filmes, para responder em 30 dias. Este desafio foi pego na página do Facebook, "Fãs da 7ª Arte". Vi uns colegas fazendo, dei risada das escolhas deles, achei meio ridículo algumas coisas que li, pois fã de cinema tem 3 tipos: os bobos que assistem qualquer coisa, os que só assistem aqueles considerados cult e independentes (e repudiam os tipo "pipoca") e aqueles que se motivam por um ator, um diretor, um roteirista ou um enredo para topar a experiência em assistir (eu!). Nem preciso dizer quais são os mais chatos, né? (risos maquiavélicos)

*Desafio dos 30 filmes: Dia 1 – Um filme que lembre a sua infância

Definitivamente, filmes fizeram parte da minha vida de uma forma bem digamos... bem, desde sempre. A lista dos mais mais da infância, certamente seria longa, mas eu fiz o exercício de escrever a pergunta do dia 1, acima "Um filme que lembre a sua infância" e responder com o primeiro filme que me veio à mente no instante em que a digitei:

Edward Mãos de Tesoura

Filme de 1990, estrelado por Johnny Depp e dirigido por Tim Burton, passou incansavelmente na sessão da tarde durante todo o período em que eu tive uma infância, no começo dos anos 90. E é o filme, que fora as influências externas como de alguns que era do tempo de infância de minhas irmãs, Edward sempre me chamou bem a atenção. 
Eu venho de uma geração em que assistia filmes em cinema e em maior escala, alugados nas locadoras, com fitas VHS. De uma família que teve logo cedo, video cassete e fichas em todas as locadoras da cidade, era normal que tivesse gosto por esse entretenimento. Minha irmã mais velha colecionava revistas sobre cinema - o que acontece até hoje, apesar de ter caído de qualidade das tais. Mas é fato que, em suma, nós - diferente da geração de hoje que vai ao cinema como se fosse uma festa com amigos e é facilmente influenciado por uma crítica (quase sempre equivocada ou manipulada nos meios de comunicação) e/ou o sucesso que o filme fez/faz - procuramos filmes que nos tocassem de alguma forma.
Lá com meus 5 ou 6 anos quando assisti à esse filme em má qualidade e reduzido com propagandas na tv e com um dublagem tosca, vi em Edward e as pessoas que vivem naquela cidade em que ele se encontra inserido, algo chamativo e tocante. Depois de mais velha, percebi certas críticas à sociedade que o roteiro trás para com o "diferente", e passei, já adulta a evitar de ver a parte em que Edward é perseguido pela polícia e praticamente linchado pelos habitantes da cidade, pois era uma parte que me deixava desconfortável quando criança, hoje, sabendo bem o que significa, prefiro parar onde ele é bem querido pelos outros personagens. 

Certa vez, quando li "Frankenstein" de Mary Shelley em uma aula de História Contemporânea, fiz um comentário numa espécie de ficha de leitura que todos deveriam entregar para a professora, e que era uma parte livre de cada leitor da sala, onde podíamos destacar livremente o que quiséssemos sobre o romance. Eis o que fiz em um trecho do comentário livre, abaixo:

[Como comparação, temos que o romance "Frankenstein" ainda serviu como inspiração para o filme Edward Mãos de Tesoura de 1990, dirigido e escrito por Tim Burton o qual inclui o ator Johnny Depp como o emblemático Edward. Edward é criação de um velho inventor, que ao morrer deixa sua obra inacabada, com tesouras no lugar das mãos. Ele é descoberto por uma vizinha, que propõe -se a cuidar dele. A primeira recepção pelas pessoas sobre ele é um convidado exótico que desperta curiosidade. Edward se apaixona pela filha da sua mentora, e por ela (e também pela inocência) é levado a atos escusos. À medida que permanece entre os vizinhos, ele toma um caráter igualmente trágico à criatura do Frankenstein. É muito ingênuo, se tornando uma pessoa de grande visibilidade pelo seu talento em fazer esculturas em árvores com as tesouras, cabelos e etc. 
Se o personagem do romance de Mary Shelley começa como um tipo demoníaco e termina como uma criatura sofrida, Edward começa como uma figura inocente que é, mas pelo apelo das pessoas à sua volta, ele se torna uma criatura causadora de um certo caos - algo que na sociedade civil em que vivemos, é exatamente isso que é transformado "o diferente": sua presença distinta desperta curiosidade e medo, que dependendo de sua personalidade é "o diferente" que deve ser excluído/banido ou mesmo culpado quando alguma coisa sai dos eixos.
Em "Frankenstein", Victor tem toda uma vida familiar organizada e feliz. Ao criar o ser, sua vida física, mental e familiar rui. A vida da Criatura também não se segue bem. Ele é julgado, repudiado, passando a viver longe de tudo e todos. O diferente na história é que a Criatura se esforça para ser aceito, se colocando primeiro a aprender como agir para não ser refutado novamente. No filme, Edward é esse tipo de personagem, sendo sua história, uma forma de ridicularizar a força que as pessoas fazem para serem aceitas por uma sociedade, de estarem dentro dos padrões dados como “normalidade” preestabelecida por ela.]

Esses comentários eram discutidos em sala de aula também. Embora o segundo título do livro da Shelley fosse "O Prometeu Moderno" acabamos que discutíamos mais a áurea divina da criação. O aspecto social, que certamente teria muito pano para manga, foi meio que um tópico adjacente do romance. (Engraçado que quando o aspecto social é o menor interessante, os professores de história trazem como aspecto central... Vai entender!) Como muitas coisas na minha vida acadêmica, comparar Edward com a Criatura de Victor Frankenstein não foi grande coisa, inclusive, foi mais um comentário que fiz sobre os romances que me predispus a discutir e apresentar ideias que entrou no ouvido esquerdo da professora e caiu pelo direito, sem ser absorvido ou estendido na rodada da aula.

De todo, Edward tem uma profundidade incrível, para além da mera história narrativa em imagens sincronizadas em tela, acredito eu.
Mas é. Esse é o filme que me lembra mais explicitamente minha infância, pela razão que já justifiquei : ele pertence à minha primeira escolha muito pessoal.

A lista atentaria à muitos, mais antigos e que também imprimem uma identidade minha em termos de gosto pelo gosto, sem razão lógica - afinal, já diria Kant, que se o gosto por alguma arte é justificável com algo lógico, deixa de ser arte. 
Esses filmes seriam: "Os Goonies", "A Lenda", "Willow na Terra da Fantasia", o famoso "Curtindo a Vida Adoidado", "Conta Comigo" e até "Elvira" (rsrsrsrsrs...) Fora, as animações que aí... Nossa! Estou dizendo que uma lista  poderia levar tempo... :D

Passo à vocês, a escolha do filme da infância!

Abraços afáveis!

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Tag Musical: Músicas que você escolheria para (#1)

Encontrei esses dias, uma Tag de 20 perguntas envolvendo música, sob a premissa "Músicas que você escolheria para..."
Eu modifiquei algumas, que me pareciam muito estranhas de serem respondidas e para outras mais sutis.
Começando hoje, dia 1 da brincadeira:

♫ Músicas que você escolheria para

♫ Dia 1 - Usar como despertador

Acordar geralmente trata-se de um martírio. Eu costumo dormir cedo, para ter as devidas 8 horas de sono ininterruptas. Em 90% dos casos, acordo de bom humor. Uma música de bom astral, que valha a empolgação para o dia todo, deve ser levada em conta. Para tanto, ao pensar em um música divertida para começar bem o dia, pensei em "Beauty in the World" de Macy Gray:


(Mas vou ser sincera, sendo música boa e que agrada ao meu gosto, é fato que fico feliz com qualquer escolha... Esses desafios são muito difíceis, muitas vezes... :D )

E vocês? Qual seria a escolha da música para tocar como despertador?

Abraços afáveis e produtiva quinta-feira!

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

TAG de Livros

Conforme fiz ontem - trouxe do Facebook uma tag de séries - trago uma de livros. Eu fiz ambas na rede social hoje, já que fui desafiada. (Obrigada Myn!! ;) )
No desafio do seriador eu mudei umas coisas. Fui sucinta e direta, por exemplo, dizendo que nunca vi The Walking Dead - em tom de que não pretendo fazê-lo e aqui, coloquei uma que tenho vontade em iniciar. 
 A Brincadeira Literária tende a ser um pouco só diferente. Algumas coisas aparecerão aqui, porque eu não escrevi na rede para não ser mal interpretada. Aqui mando as respostas certas com as justificativas adequadas.

Brincadeira Literária:

1 - Último livro que leu: "Jane Austen - Uma Vida Revelada" de Catherine Reef



2 - Livro que está lendo: Estou lendo coisas para a minha dissertação, ou seja, são coisas "técnicas". Para "descansar" estou relendo "Harry Potter e o Enigma do Príncipe". Se esse que é repetido, eu as vezes me esqueço de voltar aos estudos, imagina se eu começar um inédito? Irei perder o meu foco, certamente.

3 - Um livro que te indicaram e você amou: Isso é bem complicado, pois geralmente eu não empolgo tanto quanto a pessoa que indica. Eu comecei a ler a saga Crepúsculo por indicação. Os livros não me causam reação positiva, como foi para a pessoa que me indicou. Muita gente ama, e eu mais uma vez fiquei fora desse círculo. Não arrependo de ter lido pois foi uma leitura fácil que não me tomou muito tempo. Mas sim, se eu soubesse, eu teria optado por outra coisa. Mas vamos lá! A pergunta é de livro que segui indicação e gostei. Acho que foi "O Oceano no Fim do Caminho" de Neil Gaiman, uma boa pedida. Não o livro específico, mas o autor. Muitos me diziam gostar dele e tive a primeira chance com esse livro. Surtiu bom efeito, tanto que comprei mais 3 de sua autoria que me disseram ser bem melhores. Logo irei conferir.
Outro que li e achei agradável foi "Alta Fidelidade" de Nick Hornby - indicado pelo Ron Groo.
Me lembro também de ter lido "A Menina que Roubava Livros" de Markus Zusak à muito tempo e ser minha mais boa indicação, tanto que depois encontrei em "Eu sou o Mensageiro" - também de Zusak, uma tocante leitura.

4 - Livro que você gostaria de esquecer que leu, só para ter o gostinho de ler pela primeira vez novamente: Vai ser óbvio, mas não tem outro jeito - "O Senhor dos Anéis" de J. R. R. Tolkien
E as sagas Harry Potter, que me trás boa lembrança do tempo em que eu arrumava sempre um livro para ocupar minhas horas do dia - antes das responsabilidades de faculdade.

5 - Livro que você gostaria de esquecer que leu porque era muito ruim: "Uma Breve Segunda Vida de Bree Turner" de Stephenie Meyer. Um livro bem inútil que se passa com uma personagem que aparece no fim do último livro da saga "Crepúsculo". Pior que isso, acho que só a adaptação desses livros no cinema. 

6 - Livro que todo mundo deveria ler: Se você for uma criança de 11 e poucos anos, a saga Harry Potter pode ser a chave para seu gosto por livros. Para os adultos, é relativo - qualquer livro pode ser bom. Mesmo que seja um autor que eu acho desnecessário, o importante é que o hábito da leitura seja constante no dia-a-dia de uma pessoa. (Não vou mentir que quando a pessoa cita Augusto Cury também me dói na alma, mas ao menos, é leitura... Fazer o quê?) A leitura faz com que se evite as muitas das opiniões grotescas e ridículas formuladas a esmo. No momento, eu diria que todo mundo deveria ler uns livros de política para não pagar de idiota (e mesmo assim, há quem lê bastante e ainda assim cai na infelicidade de falar bobagem). Até dicionário acho que vale a pena a leitura pois o português anda sendo assassinado sem dó, não é mesmo?!

7 - Livro que virou filme e você ficou satisfeita com a adaptação: "A Menina que Roubava Livros"... Mas existem filmes adaptados que ficaram melhor que os livros: um deles é o "Drácula" de Bram Stocker, dirigido pelo Coppolla. Me julguem a vontade, mas as epístolas do livro não chegam perto da tensão que o filme trás.

8 - Livro que quer ler: Tem uma pilha me esperando, outros devidamente guardados em espera. Se fosse escrever todos, demoraria bastante, posso garantir. Além disso, os "técnicos" clamam por mim e estes "festivos" acabam ficando para depois. 

9 - Livro que você tentou ler, mas desistiu: São três. No Facebook eu só coloquei esses dois: "O Monte Cinco" de Paulo Coelho, que eu não sei porque mas não consegui desenvolver. E "A Tormenta das Espadas - As Crônicas de Gelo e Fogo" de George R. R. Martin. Eu li o primeiro, o segundo... e várias outras coisas aconteceram e - para mim - a leitura de Martin é difícil de desenvolver e tentar ler de forma rápida não parece o forte do seu tipo de escrita, então, abandonei por um tempo, até ter mais tranquilidade para ler. Juro que não entendo como tanta gente conseguiu devorar esse livros com tanta facilidade... Salvo exceções, que sei que são bons leitores, os demais me deixa desconfiada quanto a isso, não vou mentir. São pessoas que custam a escrever uma frase coesa nas redes sociais, mas são fãs do livro. Eu achei a leitura difícil. Uma áurea de livro épico com diálogos chulos e as vezes muito sarcásticas, maldosas e com palavrões, pareceu meio difícil de ambientar. Não tem muito o que imaginar no livro, senti dificuldade de formular personagens na minha mente, pela falta de detalhes. Acabei na preguiça e imaginando os personagens que já tem rosto com a série da HBO. Complicado é que lá na série muita coisa mudou o que só piorou para mim. É de se espantar que muita gente detesta a leitura difícil de Tolkien, por exemplo, consegue achar normal esse Martin ser best-seller e inclusive se render a sua leitura. Coisa inexplicáveis da vida...
O outro, eu não escrevi no Facebook. Acho que já ofendi quem gosta da autora Stephenie Meyer, então se eu disser qual outro eu desisti, mais gente ia achar ruim e são pessoas amigas que não quero magoar. Foi o "50 Tons de Cinza" de E. L. James. Me chamem de antiquada, mas não é para mim. Eu ainda não entendi se eu parei de ler por conta da temática central ou do ponto feminista que existe dentro de mim, e eu achava que não existia. Mas certas coisas tem limite, e você pára uma leitura de um livro como aquele quando você vê que a inocente personagem, faz muitas perguntas sobre sexo ao tal Grey, mas não pestaneja em agir de forma quase instintiva quando eles estão juntos. Personagem central fraca? Ok, tentei mais umas páginas... Mesmo discordando das atitudes do cara que ela conhece pouco, ela ainda aceita muita coisa rápido demais. E ela não enfrenta o cara? Em nenhum momento em que li. Não, isso não é nem de longe saudável de viver, que dirá ler. Acabei não indo ao fim e soube da história completa por terceiros. Não julgo quem gostou, ou encontrou romantismo no livro. Desisti porque não gostei de ficar lendo uma personagem que fica brigando mentalmente consigo mesmo, que tem heróis românticos na mente, mas tem um palavreado nada cortês e se envolve com um cara muito, muito problemático, que fala (e faz) coisas piores ainda.

10 - Livro que você gostaria de viver: "Eu sou o Mensageiro" de Markus Zusak. Em tempos antigos de internet, eu seguia um fotolog que tinha contos, contos de heróis templários e coisas do tipo. Um dia ele escreveu e me enviou um, depois que eu comentei em vários de seus contos. Esse que me enviou, contava sobre uma moça da Idade Média, que tinha uma carruagem e andava pelas fronteiras se intitulando "Mensageira da Alegria". Ela dizia ao personagem de todos os contos dele, que ela levava sorrisos às pessoas que ela conhecia em suas andanças. De qualquer forma, avisei que tinha achado legal, ele publicou e dedicou à mim, dizendo que ele acreditava que a personagem tinha muito a ver comigo embora, não me conhecesse. Não guardei o conto, mesmo que tivesse achado legal a menção, pois ele era trivial e simples. Além disso, ele havia escrito e os contos eram dele... De fato, ele não me conhecia e assim permaneceu, até perdermos completo contato. Na mesma época li esse livro do Zusak, em que o personagem central Ed, tem um dia-a-dia relativamente fracassado, mas se liga à uma missão de mudar vidas. Por isso, minha escolha.

É isso!
Abraços afáveis!

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Tag das séries

Depois da TAG sobre comida, resolvi fazer do desafio de séries do Facebook, uma TAG aqui no blog.

Não sou dessas que assistem à muitas séries, eu fico meio perdida já com as que assisto. Mas é fato que o treco vicia, e quando você menos percebe, está aderindo à mais uma, e mais outra e mais outra... Em lista, estou assistindo: Once Upon a Time, Vikings, Games of Thrones, Ripper Sreet, The Big Bang Theory e prestes a começar Sherlock e Versailles. Nos planos: House of Cards.

Desafio das Séries

1 - Nunca assisti:

Há muitas, mas vou dizer uma que já acabou e eu não assisti e queria muito:


O bom de série que já teve fim é isso, se decidir assistir, basta pegar tudo e assistir tudo de uma vez, sem intervalos, hiatos e ameças de cancelamento, num-é-não?

2 - Não sinto vontade de assistir novamente:

Acho que nenhuma... Talvez Lost. 

3 - Ninguém que eu conheça assistiu, mas eu gosto

Ripper Street


Que já acabou e era excelente: Pushing Daisies


4 - Última série que assisti

Foi uma mini série: North and South, baseada no romance homônimo de Elisabeth Gaskell. Um espetáculo, à começar pelo Richard Armitage! Ai, ai...


5 - Tenho preguiça

Da maioria das séries. Larguei "Lost" e outras por conta da enrolação.  Geralmente eu espero a coisa passar da terceira temporada, para ver se vinga. A única até hoje que comecei a ver sem esperar ver onde ia dar foi Vikings e não me arrependo. É a melhor que assisto dos últimos anos, fora The Big Bang Theory - que é comédia.

6 - Assistiria tudo de novo

Não só assistiria, como assisto tudo de novo: FRIENDS e The Big Bang Theory. Na realidade, série que eu gosto, eu compro as temporada e assisto sempre que estou com vontade.

7 - Uma série que mudou minha vida 

Horrible Stories, que não é necessariamente série como sit con ou contos, mas é sobre as coisas ruins da História como disciplina mesm, passagens históricas reais: os romanos, os gregos, sujeitos históricos como reis e rainhas, os tratamentos medicinais... Tudo pelo viés cômico. 

8 - Uma indicação

Vikings, certamente. Começa quarta temporada nesta quinta-feira!!! *aplausos*


Abraços afáveis!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Super Bowl 50: A História sendo escrita

Enfim, meu coração está descansado.
Todo o nervoso que passei, foi finalizado por uma grande defesa e um quarterback de mente brilhante. O Denver Broncos me ganhou por conta de Peyton Manning, e tende a me manter com eles, assim que esse grande atleta decida-se por uma aposentadoria. 
Meu coração descansa pois enfim, vi essa história completamente bonita sendo escrita.
É brilhante tudo que li, das possibilidades, das estatísticas e dos porquês o Broncos merecia mais, estarem absolutamente certas. E tudo se completou ontem. Eles fizeram os pontos no começo do jogo, pressionaram o ataque do Panthers, eles desgastaram o time e derrubaram a defesa deles com o placar. No final, o ataque que pouco entrou em campo, fechou o caixão com um TD e uma conversão de 2 pontos, quando já era a hora de definir. Dirão que foi ruim, mas eu sinto que foi exatamente esse o planejado.
E cadê a turma que disse que ia ser um atropelamento?
Cadê o "dab"? 
Cadê?

Não me importa show do intervalo, não me importa se Brady é melhor, se foi injusto porque Newton foi MVP, se foi isso ou aquilo.
TUDO NOSSO!

Orgulho de ter escolhido esse time e orgulho de ter acompanhado esse fim de carreira de Peyton Manning. É bom demais encher o coração com essa emoção.

Na correria do dia, deixo duas fotos que salvei hoje às pressas para deixar aqui registrado na lembrança: o xerife, e o MVP da partida, Von Miller



Aos que duvidaram: Don't believe? Just watch! 


Abraços afáveis!!

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Metallica num Super Bowl 50

Super Bowl. 
De uns tempos para cá, muitos passaram a falar disso. É noticiabilidade em moda. Se você não falar sobre, está desatualizado. Se falar sobre, está falando do que não sabe.
Tudo que se populariza, aumenta a corda do lado negativo.
O simples fato de eu ter, por um ano, usado camiseta com o logo do Broncos, nunca garantiu olhares. Hoje, já vejo modistas reunindo galeras em sua casa para o SB 50. Dou minha cara a tapa, que um babaca de plantão que conheço estará com cerveja na mão às 21h30 escrevendo no Facebook "Go Panthers", no domingo e fazendo a narração do jogo conforme ele sempre fez com a Champions League. Nunca ouvi um "a" dele sobre os jogos quando estive com a camiseta em sua presença. Aposto também que se eu saísse na rua com a camiseta do Broncos, na segunda-feira seria zoada de alguma forma: ou porque estou com a camiseta do time perdedor, ou porque é o vencedor do SB e automaticamente sou da turma da modinha... 
Coisa de americano fazendo sucesso no Brasil é perigoso. Criatura compara Tom Brady à Pelé, confunde extra point com gol. Chama quarterback de zagueiro... E brasileiro adora achar que se você torce por time que perdeu, é um perdedor e o mínimo que deveria fazer é ser um vira-folha ou torcer pelo time que ele - o zuador - acha que é melhor para você. Sentimento - ou no bom inglês ,"feeling" - pelo que você gosta, mas não consegue explicar, independentemente de estatística, números, fatos ou recordes, não é preponderante. A tônica "The zoeira never ends" trás risadas e ranços. Nada é admitido simplesmente pelo fato de bater o olho em um time e falar "ó gostei!!!", sem maiores explicações.

Eu comecei a ver FA, em 2012. Confesso que não dava muita bola para toda a temporada. Tinha dias que eu sossegava vendo, em outros eu ia fazer outra coisa. Mas aí assisti os playoffs, achei bem legal e decidi escolher um time. Fiquei entre New Orleans Saints e Denver Broncos. Por Manning, decidi pelo Broncos, mas ainda tenho carinho pelo Saints por conta de Brees. Vi o SB 2013 e enfim, entrei de cabeça. Contei os dias para começar a temporada regular em 2013. meu time foi ao SB naquele fatídico SB 48. A frase "Ataquel ganha jogo, defesa ganha Super Bowl" ecoava na minha cabeça e eu, revoltada, custei a aceitar a derrota. Ainda mais pelas bobagens que li e ouvi por aí a respeito daquele jogo.
2014 veio nova temporada, o Broncos veio à playoffs, mas perderam e não foram ao SB 49 - que nem foi lá eletrizante assim. Uma porque tinha o time mais popular desse país de gente sem noção estava em campo e outro lado tinha sido o carrasco do SB anterior. Ou seja, eu olhava a tv, mas não tinha nem torcida pra nem para outro. Foi bom, porque não houve stress, se é que me entendem.

Com a cabeça erguida, o Broncos virou time de defesa para temporada 2015. São estatisticamente um time capaz de enfrentar esse tal Panthers apoteótico e (im)batível. Enfrentaram mais times fortes na temporada que o Panthers. Enfrentaram - e venceram - duas vezes o segundo mais forte da AFC - o Patriots, que o Panthers, não enfrentou. Além disso, venceram todos os times que foram à playoffs, com exceção do Texans, com os quais, não jogaram. Venceram o Packers, que sim, era um time forte. E por mais que o Panthers conte vantagem, sim, quase perderam para o Saints, o Giants, o Seahawks. Mais um pouco no relógio e o resultado poderia ser diferente. O Falcons - que Falcons? Oras... _ mostrou que dá sim para segurar esses caras. 
Broncos ainda tem a melhor defesa da liga, o time que menos deixou que ataques fizessem suas jogadas, o time que mais pressionou ataques.
Estamos na terceira chance de playoffs, segunda de Super Bowl. Há muita coisa à nosso favor. Desde cor do uniforme, até espírito de concentração dos jogadores. Entram em jogo não como favoritos, como no SB 48. Ninguém aposta com fé no Broncos, assim como não se apostava no Seahawks à 2 Super Bowls. Onde vejo reviews "imparciais", pessoas escrevem sobre as maravilhas do time do Panthers e no fim esperam um grande jogo. Mas no fundo sabemos que estão se coçando para falar as bobagens de sempre: ataque fraco do Broncos, o braço ruim do Manning e blábláblá...
Isso tudo é estatística, palpite, análise e review técnico.

E o "feeling"? Eu tenho, para mim, que tem muita coisa dando certo, muita coisa sendo escrita da forma, não mais perfeita, mas pelo menos, de ficar para história. Muita coisa acontece e eu acho bom e confio. Plenamente convicta, tenho gostado do que vi até agora. Não a toa disse em post anterior que meu SB foi o fim da decisão da AFC. São bons, são legais, são o time que escolhi. Se o resultado for bom no domingo, dia 7, ótimo. Se não: Não ligo. É o meu time de Super Bowl.
E nada mais importa nesse quesito. "Nothing else matters"
Sim! A vida corre e não pára: 2016 é ano de dar conta de dissertação, fazer as obrigações, manter-se saudável e etc. Cada um com as suas buscas.
Mas vou avisar novamente: meu sentimento é o mesmo da Copa do Mundo de 2014. Em 2006 torci para a Alemanha e foi quase. Torci novamente em 2010 e continuei torcendo em 2014, mesmo sem confiar muito, com o discurso de que torcia (e torço) não pela melhor seleção do mundo, mas pela que eu achava ser a melhor do mundo. Minha última felicidade esportiva se deu naquele 13 de julho de 2014 (foi um pouco mais grandioso que o 7 a 1, do dia 8, rsrsrsrsrsrsrsrs...)
O Broncos continua com meu apoio, "no matter what happens on Sunday..."

Super Bowl 50 esteve marcado desde o começo da temporada para o dia 7 de fevereiro. Nem anotei na agenda porque eu não tinha fé que meu time chegasse tão longe, embora tivesse mentalizado o troféu Vince Lombardi nas mãos de Peyton Manning, prestes a fazer 40 anos, nesta data. Veria uma história sendo escrita. Percebem que até no apelo histórico, isso seria a coisa mais incrível de se acontecer?

O evento grandioso contará com uma festa. Por ser edição 50, eu preferiria que atrações musicais fossem mais adequadas ao bom gosto. Mas não: é hino americano com a doida da Lady Gaga e show do intervalo com Coldplay e Beyonce.
Eu aqui, tascaria um Metallica da vida. Cinquentões que são incríveis, com um som de peso. (Querer não é nem de longe poder,afina...!)
Aproveitando o fio, costuro o fim da postagem: eis duas músicas, uma para o Denver Broncos e uma para o Carolina Panthers, na sequência:





Com isso, vou ficando por aqui. À todos, desejo "excelentes" fim de semana, Super Bowl (ou qualquer outra coisa que vão ver/fazer), e folias (se é que vão cair no Carnaval). Juízo, galera! Volto na segunda-feira, se eu tiver forças.

Abraços afáveis!