quinta-feira, 29 de novembro de 2012

So much more than just a race

Infelizmente tudo que planejei nas ultimas semanas foram por água abaixo. Tanto na vida pessoal, quanto na dedicação com esse blog.
Ainda quero dividir muitos assuntos com vcs se for possível. Espero que entendam, realmente não estou em condições de me dedicar à F1 com outros prazos precisando de ser cumpridos.
Se ao menos fosse o problema comigo, já teria resolvido. Mas não de mim para resolver.

Hoje pela manhã - enquanto arrumava coisas para minha defesa de monografia - vi esse vídeo no Octeto Racing Team. 
É um baita resumo muito legal e bonito dessa temporada da F1.


Espetacular, não?

Abraços afáveis!

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

GP do Brasil: Last ride for the day

Devidamente cumprida as obrigações da manhã, eu imaginei que teria inspiração excelente para escrever o post do último GP da temporada de 2012. Mas acho que infelizmente não farei jus à corrida de ontem, com as palavras hoje. Nem depois do momento de amadurecimento de idéias.

Foi uma corrida digna de uma temporada que fica marcada como aquela em que mais tivemos boas surpresas. Teve chuva, momentos de oscilações para definir campeonato, rodadas, incidente de largada, pressão quase todas as 71 voltas... Houve escapada bizarra de Kimi e uma punição bizarra da FIA com Hulkenberg (só para fechar com chave de ouro as decisões afrescalhadas dos comissários).



Nessa temporada conseguimos ter prazer em assistir corridas do Barein, de Valência, de Abu Dhabi com uma certa carga de emoção que em outras vezes não parecia muito possível.
A temporada foi, em larga escala, muito mais empolgante do que se esperava. Tivemos novas caras no pódio, boas ultrapassagens que, por mais que estivesse sob a ajuda da DRS, ainda assim é melhor que nada.

Tivemos muitos caras querendo mostrar que são arrojados e que sim, comentem erros. As vezes até muitos, mas são corajosos o bastante para dizer que assim são e isso, por mais que divida opiniões, é notável. 

Outros passaram a temporada toda em uma batalha para se entender com equipe e carro. Uns venceram a batalha. Outros choraram para isso. Outros ainda estão no entendimento, pelo menos com suas equipes. E alguns podem até ficar sem esse gostinho de ser protagonista para o ano que vem.

Alguns tiveram novas chances, voltaram e ressurgiram, deixando tudo o que tinha passado onde deve: no passado. 
Outros amadureceram, mudaram para melhor e fizeram de tudo para aparecer nem que fosse um pouco.

Ainda tiveram alguns que são os mesmos teimosos e mesquinhos de sempre, mas teve alguns momentos em que se redimiram. 
Não convenceram a mim, mas essa não era uma missão deles. Assim como os arrojados, são como são, queiramos ou não.

Houve quem tentou ser o mito que era, mas agora volta a se aposentar, deixando para as novas gerações o espaço que cabe a elas.

Houve aquele que deixou uma lacuna na categoria. Voltou e deixou de marcar pontos apenas uma das 20 etapas ocorridas. Fez - além disso - altas frases de efeito. E ainda não está nem aí para o que pensam dele. Apenas fazendo o papel de dono de si.

Houve quem batalhou, acreditou, e fez devidamente tudo que lhe cabia. E mesmo que não tenha vencido o campeonato, foi um herói.



E houve o vencedor. O cara do Tri. Melhor carro, melhor piloto.

Acabou e foi um excelente ano. Mas, já estou sentindo falta...



Abraços afáveis!

sábado, 24 de novembro de 2012

Último treino classificatório do ano

Óbvio, o eletrizante momento de disputa de campeonato entre Vettel e Alonso é o assunto com razão.
Briguinhas psicológicas entre os competidores, opiniões baseadas em recalque por parte dos críticos esportivos. Alguns (poucos, mas existem) mantém a razão e não optam por nenhum dos lados. Já vimos isso antes. 

Esqueci de ver o treino livre de hoje, minha mãe me lembrou depois de eu estar espairecendo com vídeos de youtube... Depois pensei: "ah, não tem importância. O que interessa é o classificatório". Mas confesso que minha motivação hoje não está das melhores. Ando ansiosa, por isso, nem a F1 me anima. Assim procurei uns vídeos de comédia para rir um pouco.

Daí vejo essa foto:



Cansaço, calor, preguiça e moleza? Sim, não descarto nenhuma delas. Eu também ficaria assim se estivesse com esse tanto de roupa no sol em SP. Dentro de casa, ventinho fresco da janela tbm tenho lapsos de calor.
Mas ver que ele andou 3 voltas hoje cedo e puff, adeus motor, mudou minha opção de escolha.

20 etapas. Kimi pontuou em 18 delas, e estava a caminho da décima nona. 
E aí a Lotus f****... 
E vou ver Lewis se dando bem, e lá se vai o terceiro e grandioso lugar no campeonato. Ele vai se vangloriar por terminar no "topo" como ele quer para sua querida McLaren, e o Alonso, incentiva o ego inflado do inglês falando que "Se fosse com Hamilton seria impossível vencer o campeonato". ¬¬'

É folks, pena ver Kimi assim. Ele merecia coisa melhor.
Não confio na Lotus, mas espero que ele consiga tirar leite de pedra hoje e amanhã. 
Se não, paciência. ¬¬' Xingar não vai valer a pena. Mas mentalmente eles já tem os palavrões ideais.

Bom treino classificatório a todos, quem está em casa vendo pela tv, quem está lá torrando no sol. E claro, excelente corrida a todos. Voltamos com os comentários da corrida na segunda de amanhã, como previsto.

Abraços mega afáveis!

Atualizando post depois do treino classificatório: Como disse, Hamilton P1 e Kimi P9. Nem precisava adivinhar. Com essa situação Hamilton fecha o ano em terceiro no campeonato. 

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Felipe Massa solta a pérola: "Não é fácil achar um piloto como eu

Eis o link: Não é fácil achar um piloto como eu


Vinte e quatro pilotos só esse ano de 2012 competem na F1.
Contando os ex pilotos acho que dá para encher minha cidade fácil fácil, com direto a uma casa para cada, abrigando família e animais de estimação.
Ou seja, é muita gente.
Duas respostas ao Felipóvsky: Não é fácil achar um melhor que vc? 

R: Some o número de ex pilotos da F1 (inclusive os que já se foram) mais 23. Fique a vontade para se divertir fazendo a conta.


A segunda, eu vou guardar pra mim. O que posso dizer é que tenho pena dos fãs dele. Defender um cara desses não deve ser fácil. A gente perde as forças.
Em seu tributo, gif que manifestam minha opinião. Já que há espaço para fazer piadinhas cretinas, aqui vamos nós:



















Abraços afáveis!

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

GP dos EUA: Texas meia boca


Pista diferente, legal e movimentadinha.
Ultrapassagens ora apertadas, ora sem tomar conhecimento, aconteceram. Poucas bobagens, poucas distâncias. 
Pouco o que comentar: fato mais que verdadeiro.
Hamilton conseguiu uma não grande proeza de vencer no novo circuito, sem grande maestria, apenas para deixar Bernie feliz que vai levar o campeonato até a última etapa, em solos brasileiros.
Arrependi de ter torcido para que isso acontecesse, assim que vi o pai do distinto ser lá, na maior cara-de-pau se chacoalhando pela conquista do filho. Blá.
Depois pódio brega, com direito a chapéu de cowboy, a falsidade de Martin Whitmarsh com o querido que está deixando a equipe... Blá [2].

Assisti a corrida pela Sky Sports, em um link HD que não entrava em propaganda quando se dá a bandeirada final. Os narradores, apesar de falarem em inglês, não fizeram nenhum comentário pejorativo e maldoso sobre ninguém, nem fofocas alheias que não me interessam, ou jantares com "amigos pessoais" que revelou "histórias de pescador". Estou quase, abandonando conforto do sofá para a cadeira do computador novamente...

Lewis venceu, não fez diferença no campeonato. 
Webber caiu mais na tabela não marcando pontos pela segunda corrida seguida. Vettel não pode contar com ajuda meeeesmo.
Algumas pessoas falaram do Massa, que teve punição, aos olhos destes, suspeita. Eu tenho uma idéia muito, mas muito pesada sobre, e vindo dessa maldita Ferrari eu não duvido nada. Ferrari essa inclusive, que Alonso não merece. E mais: Se Massa assinou contrato de capacho, que o faça sem reclamar. O bolso enche e os puxa-sacos colocam panos para esconder. É assim desde 2007.

Vettel está agora com vantagem de 13 pontos para Alonso. E Vettel ainda está confortável, enquanto Alonso confia em uma farsa. 
Vettel está bem na matemática das probabilidades:
- Pode chegar entre os quatro primeiros no GP do Brasil, independente da posição de Alonso; 
- Pode chegar até o sétimo lugar no GP do Brasil, com Alonso, no máximo, em segundo; 
-E pode chegar até o nono lugar no GP do Brasil, com Alonso, no máximo, em terceiro. 
Se Alonso não subir no pódio em Interlagos, o título fica automaticamente com ele.
E se Alonso estiver em primeiro, Vettel só precisa não chegar abaixo do sexto lugar.
Feito isso, a maioria ainda questionará o talento do alemão. 
Caso Alonso vença, questionarão a viabilidade do campeonato. 
É aquela história, sempre tem alguém para botar defeito, nunca ninguém satisfeito...

Abraços afáveis!


sábado, 17 de novembro de 2012

Sonho

Na terça-feira tive um sonho agitado. Todas as passagens consegui incorporar Freud e interpretar. São coisas que fim de curso e monografia proporcionam para as pessoas.
Mas uma passagem foi meio estranha e incomum: Vettel apareceu na principal rua da minha cidade, enquanto eu passava na calçada da agência Santander. O que aconteceu? Ele estendeu os braços como se pedisse um abraço. Aceitei um pouco hesitada. O detalhe legal era que ele era da mesma altura e o abraço não foi desconfortável. 
Minha mãe me acordou logo em seguida pois tinha muito que fazer.
Duas hipóteses: ou Vettel se sentia carente por ter "perdido", ou pedia abraço de "comemoração". 
Quem viver, verá.

Até segunda! Para quem ainda não leu: Campeonato 2012: Alonso ou Vettel?
Abraços afáveis!

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Campeonato 2012: Alonso ou Vettel?

(Fonte da foto aqui)

É com essa foto excelente, que vou tentar fazer um texto mais sensato possível.
Talvez seja bom avisar antes de seguir adiante, que o título da postagem já foi pro saco. Não vou responder, se fico com Alonso ou se fico com Vettel para ser o vencedor do ano.
Devo partir desse pressuposto, pois, ao contrário dos jornalistas por aí, não há como tomar partido por um  ou por outro sem envolver algum tipo de pensamento particular, ou opinião.
Então a missão do texto (difícil, mas espero que não seja impossível) é ponderar os prós de cada um para levar a taça de tri campeão, e também os contras, pois ninguém é perfeito.

Passo 1: Traçando perfis

Começando com os mais velhos, Fernando Alonso é um campeão mundial de F1 por duas vezes, consecutivos nos anos 2005 e 2006.
Alonso se tornou uma mania mundial, haviam fãs fervorosos por todo lado. A Renault era uma equipe toda pomposa voltada (como razão) para o novo gênio espanhol que surgia. Eles eram todos meio divertidinhos e essa coisa toda era conhecida por muitos como Alonsomania.
É engraçado pensar que em questão de poucos anos, todos se esqueceriam rapidamente de levantes empolgantes como esse. Depois de tanto tempo com enfadonhos campeonatos muitas vezes liderados por Schumacher (que tem lá todo o seu mérito, mas enjoava uma grande parte de fãs cansadinhos da mesmice. Algumas vezes, tivemos lapsos de coisa nova com Mika Hakkinen, mais tarde com Damon Hill e Jacques Villeneuve e só. Estava nas mãos de certos novatos como Kimi Räikkönen e Fernando Alonso tentar mudar  novamente a hegemonia Schumacher. Mas foi Alonso que colocou mais técnica e sangue novo na chance de fazer inclusive ecoar a frase: "Schmacher, who?" quando foi bicampeão consecutivo em 2006).
A trajetória do espanhol em 2007 marcou com início das pedras no caminho. Fazendo um excelente trabalho em sua nova equipe, a McLaren, ele obtinha o status de "primeiro piloto". Uma mentira velada. A equipe protegeria com força, o novato Lewis Hamilton que, pela presença do espanhol, agia como um verdadeira esponja, absorvendo tudo que podia, e garantindo também excelentes resultados.
Muito se falou da relação entre os dois pilotos, entre a diretoria da McLaren e Fernando. Mas tudo soava mais como uma cortina. O que acontecia de fato na McLaren, poucos de nós saberíamos (e pouco sabemos!) Alonso ainda era um piloto de grande capacidade técnica, um acertador de carros, o que era fácil de perceber, que faltava em Lewis, devido a sua pouca experiência.
Mesmo assim, resolveu-se a parada da seguinte forma: a imprensa fez o papel da detentora da verdade e dividiu mocinhos e vilões.
A situação agravou-se quando, pela equipe, anunciaram que corriam contra Fernando Alonso e não contra Kimi Räikkönen - que defendia a Ferrari. Com isso, ainda havia na McLaren o problema interno da espionagem. O projetista chefe da equipe possuía dados da Ferrari que mais tarde comprovaria que foram usados na projeção do carro MP4/22. A equipe perdeu todos os pontos de construtores, mas seus pilotos foram poupados.
Se o plano da McLaren era voltar a vencer, tendo um bicampeão do mundo, o homem a ser batido, e mais, tendo um novato gênio; ainda tinha todo o pensamento contra a rival Ferrari, para não deixar que ela se sobressaísse. Todo o plano foi exatamente tudo por água abaixo em questão de minutos. Pois de certa forma, Alonso (penso eu) não compactuou com isso e isso não afetou Kimi Räkkönen, que agiu quando pode agir, e venceu o campeonato, sendo a zebra do ano (a Ferrari mais tarde, mal agradeceria por isso).
Deixando a McLaren e retornando a Renault, Alonso teria dois anos bem tensos à frente. Conquistando poucos pódios e vitórias, o carro não era adequado para disputas maiores.
A Renault também fez o favor de arquitetar algo que até hoje não faz sentido. Em Cingapura, houve a denúncia de um fato curioso: o chefe da equipe Flavio Briatore, havia pedido para que Nelsinho Piquet, companheiro de Alonso, batesse o carro em uma área que não poderia ser retirado sem Safety Car. O incidente favoreceu Alonso, que havia parado pouco antes nos boxes e o espanhol venceu a corrida.
Porém, até hoje não entendi qual era a razão para arquitetar isso: fazer Alonso vencer uma corrida em um ano cuja disputa era entre Felipe Massa e Lewis Hamilton?... Um ano, que por sinal, era fatídico, com erros de ambos por todo lado e em todo caso, era ainda duvidoso (pelo menos para mim) todo o talento deles? E mais: um ano da qual foi a única vitória do espanhol que no fim das contas, muito pouco mudava.
Favorecia Hamilton, o tal "grande inimigo" do Alonso, mas ninguém percebia que Massa por si só já havia detonado a própria corrida. Mesmo assim, Alonso foi colocado como vilão da situação de novo, apenas pela ajudinha que no fim, mais prejudicou que ajudou.
Isso colocava o espanhol em maus lençóis e seria razão de todos os fuzuês que mais tarde envolvessem seu nome.
Em 2009 foi anunciado que ele iria para a Ferrari e esse ano, com Briatore banido depois do caso Cingapura, ele finalizava o ano em nono no campeonato. Kimi Räikkönen estava de malas prontas e Alonso era a aposta da equipe de Maranello para voltar a vencer.
Em três anos, Alonso está a caminho de disputar o seu segundo campeonato. Em 2010 - ano de estréia na equipe - Alonso perdeu para Sebastian Vettel devido um tal de Vitaly Petrov, que a bordo de uma Renault, não deixou mesmo que o espanhol avançasse para conseguir mais pontos. Vettel venceu Alonso, por quatro pontos na última corrida daquele ano.
2011 foi um ano atípico, onde o mesmo cara chamado Vettel venceu o campeonato, quatro corridas antes do fim do campeonato. Alonso foi apenas o quarto depois de uma campanha ruim da Ferrari, e uma hegemonia massiva da equipe Red Bull.
Agora, 2012 a Ferrari parece estagnada. Com pouca evolução e confiabilidade de carro, contou com Alonso para ser seu salvador durante uma boa parte das corridas e agora disputando o tri com outro bicampeão: O mesmo Vettel de dois anos atrás.

Sebastian Vettel começou sua carreira na F1 com pé nos recordes. Sua estréia foi no GP dos EUA, com 19 anos e 53 dias, substituindo Robert Kubica que havia se acidentado no GP anterior. Se tornaria assim o piloto mais jovem a correr de F1. Se não bastasse o feito, a bordo de uma BMW, Vettel chegou na oitava posição, marcando o seu primeiro um ponto. Também era o mais jovem a marcar pontos na categoria.
No mesmo ano passou a ser piloto titular da equipe Toro Rosso, substituindo Scott Speed demitido da equipe, no GP da Hungria. Seu melhor resultado nas corridas que vieram a bordo da Toro Rosso, foi um quarto lugar na China, fechando o ano com 6 pontos.
Em 2008, Vettel escreveu seu nome nos recordes novamente: vencendo o GP da Itália, o primeiro de sua carreira na F1 e o primeiro da Toro Rosso - uma média-baixa equipe - com 21 anos, três meses e oito dias.
Seu segundo ano na categoria lhe renderia um oitavo lugar no campeonato, somando 35 pontos.
Muito jovem, Vettel ganharia o apelido de "baby Schumacher" devido a nacionalidade e as "semelhanças" com o ídolo heptacampeão.
Em 2009, Vettel foi para equipe Red Bull, no lugar de David Coulthard que havia se aposentando. Seria o terceiro ano de Vettel na F1 e já havia uma evolução permanente: Vettel fecharia o ano como vice campeão, em um campeonato marcado pela hegemonia da "novata" Brawn GP, liderada pelo então campeão, Jenson Button. 
Em 2010, a disputa do campeonato até a última corrida era entre quatro nomes: Mark Webber, Fernando Alonso, Lewis Hamilton e Vettel. Sebastian venceu a corrida em Abu Dhabi, a última etapa e conseguiu marcar mais pontos que Alonso, quatro a mais. 
Assim, novo recorde batido por Sebastian: o mais jovem a vencer um campeonato de F1 com 23 anos, quatro meses e 11 dias - batendo o recorde de Alonso - e também foi o primeiro piloto a vencer um campeonato sem ter liderado nenhuma vez na tabela. 
Uma pequena briga entre ele e seu companheiro Webber no GP da Turquia nesse mesmo ano, deu pano para manga sob a discussão de que Vettel era imaturo demais para a F1. Webber liderava o campeonato e a corrida, largando na frente e se mantendo em bom ritmo até a tentativa de ultrapassagem de Vettel, que rendeu em erro e a colisão entre eles. Vettel se retirou da pista gesticulando que o companheiro era  louco.  Poucas pessoas defendiam o alemão e achavam que a cena, foi de um fiasco sem tamanho que poderia ser evitado. Muitos ainda mais tarde duvidaria do talento do jovem, apontando a imaturidade e a proteção da equipe fora do padrões de talento. 
Mesmo assim Vettel venceria esse ano, e a equipe pareceria sempre fazer uma proteção sutil ao seu piloto. Com o primeiro campeonato em mãos uma proteção era justificada, mas nunca afirmada abertamente. 
O ano de 2011 foi marcada por uma hegemonia sem tamanho da Red Bull. Vettel era imbatível, e superava quase a todo momento Webber, que quase nunca não passou de um piloto mediano. Vettel venceu 11 das 19 etapas, teve 5 segundos lugares, um terceiro, um quarto e um abandono. Conquistou o bicampeonato com 4 corridas de antecipação. Passaria  então a ser conhecido por fazer poles e vencer corridas sem muito esforço, nunca precisando disputar efetivamente por posições como fim de grid por exemplo.
Em 2012, ainda na Red Bull, não teve momentos de liderança até a segunda parte das corridas, logo a pós a pausa de verão. Quatro corridas seguidas e Vettel venceu. Foi desclassificado na ante penúltima etapa e largou em último e chegou em terceiro. Encara agora, Fernando Alonso, também bicampeão de peso em busca do mesmo que Vettel deseja: o tri!

 Passo 2: Campeonatos vencidos

Os anos de 2005 e 2006 Alonso conquistou seu dois títulos mundiais pilotando uma Renault. Com esse carro disputou o primeiro título de 2005 com Kimi Räikkönen e sua McLaren e no ano de 2006 com o heptacampeão Michael Schumacher, exatamente no ano de sua primeira aposentadoria. Dois concorrentes de peso, não abateram o jovem espanhol.
Fernando já garantia em 2005 um recorde, de o mais jovem campeão mundial de F1, com 24 anos e 56 dias. Tal recorde seria batido mais tarde exatamente por Sebastian Vettel.
Seus números são:
2 títulos mundiais - 30 vitórias - 84 pódios - 22 poles positions 

Vettel venceu os campeonatos de 2010 e 2011, como Alonso, consecutivos. No primeiro disputou com o espanhol já na Ferrari, com seu companheiro de equipe Webber e com Hamilton, da McLaren. Já em 2011, liderou todo o tempo, sendo praticamente imbatível durante todo o ano. 
Vettel acumula recordes: mais novo piloto a pilotar um F1, mais novo a ganhar um campeonato, mais novo ser bicampeão. É o segundo em número de pódios, perdendo apenas para Schumacher e outros. 
Seus números são: 
2 títulos mundiais - 26 vitórias - 45 pódios - 35 poles positions 

Passo 3: Números de 2012

Com 14 etapas concluídas, Fernando Alonso liderava o campeonato com 194 pontos, 29 à frente de Vettel.   A liderança viria a ser tomada no GP da Coréia, a décima sexta etapa. 
Hoje, antes da penúltima etapa, Vettel tem 255 pontos, 10 a mais que Alonso. 

Fernando tem:  1º lugar = 3 / 2º lugar = 4 / 3º lugar = 4 / 4º lugar = 0 / 5º lugar = 3 / 6º lugar = 0 / 7º lugar = 1 / 8º lugar = 0 / 9º lugar = 1 / 10º lugar = 0 / Não completou = 2 / Não pontuou = 1
Em 18 etapas, pontuou em 16 e teve 11 pódios.

Sebastian tem: 1º lugar = 5 / 2º lugar = 2 / 3º lugar = 2 / 4º lugar = 3 / 5º lugar = 2 / 6º lugar = 1 / 7º lugar = 0 / 8º lugar = 0 / 9º lugar = 0 / 10º lugar = 0 /  Não completou = 2 / Não pontuou = 1
Em 18 etapas, pontuou em 15 e teve 9 pódios. 

Passo 4: Carros e capacidade técnica

Enquanto o carro da Red Bull é confiável e melhor (apesar de ter custado a engatar bons resultados esse ano), o da Ferrari deixa a desejar. 
Tudo até então atribuído ao desempenho da Ferrari é por conta, risco (e alguns diriam, magia) de Fernando Alonso. 
Vettel fez consideráveis melhores resultados, com um carro muito bem projetado, mas muito bem pilotado também, diga-se. 
A comparação por mais ridícula que seja, recai nos companheiros de equipe: O carro da Ferrari é realmente ruim. Massa realmente é um péssimo exemplo para se fazer a comparação com Alonso, mas é o cara que usa o carro mais próximo do que Alonso usa. Massa enfrentou crises fantasmagóricas na equipe, mas  o resultado bom nunca foi bem alcançado, até que houvesse possibilidade de mantê-lo na equipe, para o ano seguinte. Isso feito, os resultados mais ou menos, surgiram, mais como obrigação que talento.  Pontuou 12 corridas e fez um mísero pódio. Portanto, Alonso fez alguns milagrinhos esse ano, visto que realmente a Ferrari não lhe deixou o melhor dos carros.
Se a Red Bull tem o melhor carro então, Webber foi muito sem sal e sem açúcar durante o ano, tendo em mãos o melhor deles. Para se ter uma idéia, com um carro excelente, Webber teve apenas 4 pódios e pontuou 14 das 18 etapas. A diferença é pequena, quando se compara com Massa, que tem um carro inferior, segundo especulam.
Nada entendo de carros, a ponto de dizer se a Red Bull tem vantagem sobre a Ferrari unicamente por ter Adrian Newey.  Pelos meus palpites anteriores, acho que pouco podemos atribuir uma porcentagem grande e vantajosa à carros potentes.
Acho mesmo que a razão se encontra entre o cockpit e o volante. E nesse ponto, Alonso tem mais competência dado sua experiência, tem capacidade técnica, entende de carros, de estratégia. É focado, seguro e trabalha razoavelmente bem sob pressão (e precisa ter paciência visto a Ferrari como é nos últimos tempos...). É o melhor e mais completo piloto do grid. E está empenhado em ser tri.
Porém Vettel não é um bobão infantil como teimam em frisar. Ele sabe o que está fazendo, "cresceu" em dois anos sendo um centro das atenções. Arrisco a dizer que ele está exatamente no mesmo patamar psicológico que Alonso quando foi bicampeão. E arrisco mais ainda em achar que sim, ele pode estar mais sábio e trabalhando quase no mesmo sentido das qualidades do Alonso que citei acima.

Passo 5: Conclusão

Posso estar cometendo um grande erro, mas acho que os dois são exatamente os caras ideais para um fim de campeonato como esse e estou quase segura que não há - em termos de capacidade profissional  - como escolher entre um ou outro para ser tri esse ano. (Ah, se a Lotus fosse mais decente, teríamos um espetáculos a olhos vistos com Kimi Räikkönen na disputa também...!)
Não vejo nenhuma oscilação em nenhuma das partes da balança. Eu acredito (ou quero acreditar), que cada um a seu modo, estão em pé de igualdade, por mais que um carro seja melhor que outro. Ainda quero acreditar mais  que não é o motor que vencerá, e sim, o cara Sebastian Vettel ou o cara Fernando Alonso.
Apesar de óbvio, é um ou outro. E quem for vice, jamais será o perdedor.
Será uma briga boa e boto fé que será o campeonato mais legal da F1 dos anos 2000. 


Abraços afáveis!

PS: Qualquer informação que esteja errada podem me avisar. Demorei 3 dias para escrever esse texto visto que estou trabalhando em ajustes de minha monografia. Pode ter escapado alguma bizarrice, afinal minha cabeça está fervendo esses dias.
Peço ainda que deixem seus comentários sinceros, pois foi um texto custoso hehehehe... Não peço que concordem comigo, mas pelo menos, digam que não estou viajando na maionese, hehehehe...
Aos que têm tv a cabo e SporTV no conforto do lar, boa corrida. Eu não tenho por incompetência da empresa de tv a cabo da cidade. Coisa que já me estressei demais e não tem solução. Procurarei assistir por algum stream da internet já que a nossa querida Globo decidiu fazer bullying com a minoria fã de automobilismo desse país. 
Boa corrida pessoal e só retornarei na segunda comentando da corrida em Austen, afinal esse texto aqui já foi grande demais hehehehe...

domingo, 11 de novembro de 2012

Abu Dhabi - comemoração...

Kimi ficaria orgulhoso de seus fãs ao redor do mundo comentando sua vitória e alguns (muito provavelmente, muitos) comemoraram à risca.

Além de mim e as meninas do Icemans's Club (que teve até post especial de comemoração, ver aqui) com Magnum + coca-cola/ Ice, claro!

Eis a minha foto e uma extra:




Vinho tinto italiano em garrafinha mini. (No caso, esse foi escolha minha, para o "evento" :D)

Semana que vem tentarei com todas as minhas forças fazer um texto coeso e descente sobre a decisão do campeonato da F1. Há muitas coisas muito estranhas sendo ditas na mídia, principalmente a brasileira. Parece que os críticos especialistas em automobilismo assumiram seu amadorismo ou estão tomando doses homeopáticas de esquecimento. 
Relembraram coisas ruins de Alonso, mas se esqueceram das passagens nada favoráveis de Vettel, por exemplo. Alonso que sempre foi conhecido como acertador de carros, agora não tem capacidade técnica que Vettel por sua vez, tem de sobra. (O balanço ideal que esses dois pilotos merecem, pelo visto, sumiu!)
Ou seja, algo acontece na cabeça do pessoal que escreve esse tipo de texto, e embora eu goste de procurar a razão para escreverem assim, eu vou tentar ser sensata quando boa parte parece ter esquecido de ser.

Abraços afáveis!

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Palpite: O que Vettel ouvia antes de ir para pista no último fim de semana


Me lembro de ter visto Vettel ouvindo música antes do treino, mas supondo que essa foto  é de domingo, antes da corrida em Abu Dhabi, quais seriam os palpites:

O que Vettel estaria ouvindo para motivação depois da desclassificação?

Abraços afáveis!

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Legendando fotos de Abu Dhabi

Papel é mesmo coisa do passado.

Deus queira que ele não esteja contando ao pneu que está com dor no pescoço.

Preparando voo? 

Ok: Catem as ferraduras. 
Mas guardem elas, assim, lembrarão sempre que ele pode não rir, mas está feliz.



Agora sim!


Vettel: - Vai festejar pouco hein? hein?

Alonso: "Sério, porque a Ferrari me deixou nessa situação?..." 
Räikkönen: "Tanto lugar e eu vim ganhar aqui..."
Vettel: "Quero ver o que arrumarão agora para me desclassificar..."

Extra:


Abraços afáveis!

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Abu Dhabi 2012


Eu não gosto de Abu Dhabi.
Ou pelo menos não gostava.
Quando esse circuito estreou na F1, em 2009, não me carregou boa impressão. Foi um ano muito difícil para quem viu seu piloto favorito ser jogado na lata do lixo. Literalmente.
Abu Dhabi se revelou o reflexo do ano.
Era com poucas boas expectativas que encararia a F1 pela primeira vez sem torcer para alguém especificamente no ano seguinte em 2010. Mas confesso que fez que eu crescesse mentalmente, então houve uma vantagem ficar à par 2010, 2011 um pouco mais apática.
Eu não digo que sou fã, sou torcedora. 
Fã não é uma figura muito bem vista por aí. Confesso que apesar de ponderada, se algo vai mal com Kimi, sim, meu domingo não fica no melhor dos humores.
Aquele dia em 1 de novembro de 2009 eu fiquei triste. Como podia um lugar tão bonito ser o quadro de uma era que se acabava sem muita lógica, com pouca justiça? Mas era assim em qualquer lugar, e F1 não tinha cara de conto de fadas.

Eu não botava fé na corrida ontem. Sempre achei bonita e só. Haveria algumas cenas interessantes, alguns Safety Car e nada mais talvez. 
Mas felizmente Kimi e mais dois caras fizeram de Abu Dhabi um lugar bem suportável.
Sebastian Vettel, líder do campeonato tinha uma tarefa difícil: largar dos boxes depois de uma desclassificação.
Alonso tinha de tirar leite de pedra, o que não seria tão grave para ele.
Queimando a língua de narradores, Kimi largou em quarto, e logo estava em segundo, como se ele quisesse avisar: "cala a boca, Galvão".
Cabia a Vettel correr atrás do prejuízo - sem trocadilhos - e à Alonso ficar o mais à frente possível do rival.
Com uma batida extrema entre Rosberg e Karthikeyan, só podíamos ter Safety Car e pensar que estava tudo bem entre os pilotos dada a gravidade da situação. O Safety Car ajudava Vettel, que vinha ganhando posições e se ajustando no grid depois de uma asa quebrada. Asa trocada, era rezar para os pneus durarem e trabalhar. E ele trabalhou.
Logo, uma das ameaças de Kimi a perder o terceiro lugar no campeonato era o ponteiro da corrida. Com Safety Car fora, em poucas voltas, Hamilton não tinha potência no motor e abandonava a corrida. Kimi era o primeiro, e aí começava uma certa tensão dessa que vos escreve: um turbilhão de pensamentos ocorreram. E as voltas começaram a se arrastar...
As figuras mais desastrosas da corrida não foram Grosjean ou Maldonado. Por sinal os dois foram vítimas pela primeira vez em corridas. Maldonado sentiu o que é um Webber (que larga mal pra caramba hein?) perturbar sua corrida e não conseguir uma ultrapassagem . O mesmo quase bateu em Massa, o que deixou o pobrezinho nervosinho. 
Perez fez o favor de acabar com as lambancinhas de Webber - a segunda criatura que a ameaçaria o terceiro lugar de Kimi. De quebra, o mexicano levou Grosjean junto. Punido, não voltou mais a incomodar, e o Safety Car ajudou Vettel mais uma vez, que precisava de pneus novos. E ele precisava trabalhar mais para conseguir algo.
A esta altura ele se aproximava do pódio, enquanto Alonso garantia um segundo lugar. 
Logo nas voltas finais mais tensas de todo o ano, Vettel conseguiu o terceiro lugar de Button e fechava o pódio. 

Ficamos então, de frente aos três melhores caras dessa corrida. Kimi por tudo que fez no ano, e pela largada que lhe garantia uma força incrível para estar na disputa do primeiro lugar. Alonso, que mesmo com uma Ferrari de dar dó, ainda permanece carregando ela nas costas e acreditando, com otimismo que será Tri (e quem pode duvidar?). E Vettel, que por mais as pessoas torçam o nariz, a Red Bull errou com ele, mas lhe deram um carro potente, e apesar do Safety Car, ele fez o trabalho de passar a todos no momento que precisava. Ainda se mantém líder e se torna um cara que pode, apesar de tudo, se tornar um Tri também.

Por mais que vcs me cobrem uma justificativa do porque Kimi estar entre os gigantes, eu digo que qualquer resposta será levada pela emoção e conseqüentemente contestada por alguns.
Porém encontrei sim uma coisa para gostar de Abu Dhabi: 
Os 3 caras do ano mostraram muita maestria em 4 de novembro de 2012.
Dou-me por satisfeita!


Abraços afáveis!

sábado, 3 de novembro de 2012

Expectativas de Abu Dhabi

Abu Dhabi desde que estreou é bonito, garante belas fotos dos carros refletidos com luzes e ...
...
...
Só.

Uma pena, vendo o treino hoje, logo antes do meu almoço, percebi que não pode ter muita coisa divertida para as minhas humildes expectativas.
Sim, o que é empolgante pra mim não é para os demais, portanto, todas as minhas esperanças de acontecer, não serão escritas aqui. Até porque são remotas e tal...

Pois então, sobre amanhã:


Abraços afáveis e apareço aqui na segunda!

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Novo quadro: "Se eu fosse piloto de F1..."

Gostaria de ter cacife para escrever sobre a dança das cadeiras na F1, hoje.
Porém esse calor de matar, está acabando comigo aos poucos. Noites mal dormidas e estômago reagindo mal à comidas pesadas ( e até frutas! que absurdo!) não era bem o que eu esperava nos últimos dias.
 Em todo caso, um comentário sobre as mudanças de cockpit ficará para mais tarde, possivelmente quando outra confirmação aparecer. Então decidi fazer um quadro, que talvez eu nem consiga levar adiante.

Sempre que assisto a F1 uma única e simples coisa que passa pela minha cabeça, especialmente no calor: como é que esses caras se aguentam depois de duas horas de corrida? 
Vi esses dois gifs, do Webber e do Alonso na última corrida, na espera pré pódio, na segunda feira, em um tumblr (como está na marca d'água, a origem):



Então:


... pediria 15 minutinhos básicos para tomar uma ducha. 

Pelo menos antes da coletiva de imprensa. Sim, porque no pódio, tem o champagne, que não vai facilitar a vida, portanto, duchinha rápida/tranquila seria xuxu beleza, porque homem - em tese - não demora no banho. 
Aos que não estiveram no pódio, vale também, um bainho refrescante antes de ir para o cercadinho dos jornalistas.
Não seria por mera vaidade, mas porque ficar grudando de suor não é nada fofinho. É agoniante sentir-se assim, e ver gente dando entrevista assim.
E evitaria ficar com penachos engomados no cabelo, tais quais os do Webber no gif acima. Nesse caso, evita também que pessoas como eu tenha ataques de riso desenfreados.
Vejam as vantagens que enxergo: 

1. Os pódios poderiam até ficar meio melequentos, mas as coletivas pós banho abriria espaço para a pessoa  estar mais disposta, hidratada, descansada e receptiva. 
2. Daria tempo para os jornalistas elaborarem perguntas menos óbvias ou pelo menos, mais criativas. 
3. E ainda viriam pilotos sequinhos, mais relaxados e quem sabe até cheirosinhos?  O que garantiria uma boa imagem na foto (mesmo não sendo lá muito bonitão) e no vídeo. 

Ou seja, todo mundo ganha! \o/
Exceção, talvez, na última corrida do ano, e se por ventura o vencedor esteve no pódio. Vai ser difícil segurar a criatura debaixo de um chuveiro pois este estaria eufórico querendo nadar em champagne e curtir o momento até o último segundo. 
A não ser que este, seja Räikkönen, que possivelmente tomaria o banho e depois iria encarar os jornalistas (risos).

Estão de acordo, ou não? xD

Abraços afáveis!