quinta-feira, 17 de maio de 2018

Faixa a Faixa: The Number of The Beast

Cometendo o grande erro de me perder no tempo para responder à enquete do Faixa a Faixa, concluí que demorar quase um mês é longe do ideal, mas mostra uma coisa visível: o tempo está correndo e logo, logo amigos, já estamos falando festas de fim de ano... 

Mas sem papo, vamos ao que interessa! Agradeço fortemente os votos de vocês, e como o título já deu spoiler, hoje é dia de falar de um dos discos mais influentes da nossa querida e amada banda, Iron Maiden. 


♫ Nome do álbum: The Number of The Beast


O terceiro álbum de estúdio da "Donzela de Ferro", é um grandioso marco (em muitos sentidos) que completou, no último 22 de março, 36 anos. Não é mais um broto, é um disco do começo da década de 80 que sedimentou a banda como um dos expoentes do Heavy Metal britânico, naquela turma do New Wave of British Heavy Metal, ou em síntese, o NWOBHM. 
"The Number of The Beast" chegou às lojas em 1982. A tradução literal é "O Número da Besta". Como é de se esperar - em vias desse título e a arte da capa - mencionar o cara do submundo é gerar instantaneamente uma polêmica das mais insatisfatórias, seja por extremistas religiosos, seja por críticos mal intencionados que, por utilizar de símbolos usados no conteúdo do disco, alavancam comentários conservadores ou mesmo, acusações de se valerem do tema delicado para buscar publicidade.
Obviamente, o disco foi alvo de ataques de satanismo, propiciando além disso, um nome alternativo para a banda: "The Beast". O termo foi mais tarde usado pelo próprio Iron Maiden em disco de compilações e álbum ao vivo. 
Considerado um dos álbuns mais icônicos do estilo, é sem dúvida, mais um alarde das quais se tornou, em certa medida, infundado, sendo como muitas obras de arte, desvirtuado do propósito estético. "The Number of The Beast" é muito mais do que uma provocação latente contra religiões cristãs ou prerrogativa apologética do satanismo. Ao que parece, estava longe disso. É um álbum transgressor por usar e ousar dessa temática, mas assumir que "arrebanha ovelhas negas para cultuar Satã" é meio forçado. É um despropósito com a arte musical pensar pequeno assim... Mas que acontece, acontece. E com esse álbum e banda, certamente não foi (nem é) diferente, até hoje. Só por exemplo, até recentemente, já nos anos 2000, o Iron Maiden vinha ao Brasil e sofria retaliações das Igrejas Evangélicas, como considerada ainda "música do demo". No mental evolution here, my friends... 

► Arte, Capa e Encarte:


Em linhas gerais o que se vê primeiro na capa é Eddie The Head - o mascote caveirístico icônico da banda - um morto vivo cuja a ideia provém de Derek Riggs, que baseou o visual numa propaganda de guerra durante a Guerra do Vietnã. Originalmente, a banda tinha uma grande máscara de Noh - máscara de uso no teatro profissional japonês - posicionada acima da bateria e que soltava sangue falso pelo nariz, por isso o nome Eddie The Head, na qual foi batizada. Logo ele "tomou" corpo, e passou a compor as capas de singles e álbuns, bem como grandes réplicas físicas nos shows. 

As capas são como qualquer arte, passível de qualquer tipo de impressão e opinião diversa. Talvez, essa seja a grande beleza das artes, sejam elas quais forem: a pluralidade de sentidos. Aqui, um grande Eddie, manipula um diabo, que por sua vez manipula um Eddie menor. Engraçado as pessoas pensarem em satanismo apenas, numa analogia simplista. Para mim, é claríssimo o sentido de que o mal é atribuído a quê? Ou a quem? À que força? Ele é algo muito maior, acima à diabos e à divindades? 
Não sei, mas fica aí, alguns palpites.

Infelizmente, não tenho o disco físico para informar melhor o conteúdo do encarte, mas, temos na foto do tio Google acima, com a imagem dos membros da banda, já dando as caras dos novos indivíduos que passaram a compor o Maiden exatamente neste disco.

► Membros da banda, composições, participações especiais e convidados:

"The Number of The Beast"* tem alguns marcos como escrevi acima. Um deles, marca a entrada oficial de Bruce Dickinson no lugar de Paul Di'Anno. Foi com esse álbum que, Steve Harris, o baixista e mentor do grupo, adotou um enfoque nas canções que priorizavam a potência vocal de Bruce. Há quem diga que Di'Anno não seria tão eficaz em algumas linhas vocais como Bruce. Mais adiante, falo o que penso sobre isso. 
Este álbum também é o último com Clive Burr como baterista e conta com a primeira participação nas composições de um dos guitarristas, Adrian Smith. Pois bem, falta ainda mencionar o outro dono dos riffs,  braço direito de Harris, Dave Murray e fechar a conta dos membros do Iron Maiden de TNOTB*.

O Iron Maiden surgiu em 1975, quando alguns de nós, eu inclusa, nem pensavam em nascer. Steve Harris, ex membro do Gypsy's Kiss e Smiler, resgatou o nome "Iron Maiden" do filme baseado no romance "O Homem da Máscara de Ferro" de Alexandre Dumas. A Dama ou Donzela de Ferro é um instrumento de tortura medieval destes bem feios. Consiste em uma representação da face da Virgem Maria, como um caixão de faraó, só que de ferro e sem pinturas, ou seja uma cápsula de ferro com uma fronte  afeminada, esculpida no topo. O sentido primordial era que a cápsula pudesse ser alta e larga o suficiente para enclausurar um ser humano. Possui dobradiças e abre como um ataúde. Usualmente, existem pequenas aberturas por onde o suposto torturado ou condenado pudesse responder ao interrogador ou sofrer ferimentos através de facas ou pregos. No interior da cápsula havia grandes pregos de ferro que perfuravam o corpo do aprisionado à medida que ele se mexia lá dentro, mas estes não atingiam os órgãos vitais. Fechado ali, ele perderia sangue ou agonizaria por asfixia. Terrível, não?

Steve Harris procurava um jeito mais amplo de se expressar como compositor e então decidiu montar a sua própria banda, dando vida à uma das melhores e maiores do gênero.
Houveram idas e vindas grandes nos membros da banda. Dave Murray só entrou em meados de 1976, mas ganha em tempo de Iron Maiden junto com Steve Harris, estando com ele desde a formação oficial. Adrian Smith só passou a compor o Iron em 1980, Clive Burr veio em 1979, mas permaneceu apenas até 1982 e Bruce chegou em 1981, saído do Samson, após a saída de Paul Di'Anno. Paul era, de fato, meio deslocado dos mentores do NWOBHM. Seu estilo era mais voltado ao punk, até mesmo nas vestimentas e o cabelo curto. Notadamente, foi apenas com TNOTB que a banda ficou mundialmente conhecida de forma enfática. Talvez isso tenha se dado melhor com a entrada do Bruce, mas jamais poderemos cravar isso com toda certeza, a não ser apenas pelo nosso juízo de gosto particular.

Assim sendo, setes faixas do álbum foram compostas pelo dono da fuzarca, Steve Harris, duas delas ele partilha composição com Smith em "The Prisoner" e "The Prisoner" e "22 Acacia Avenue". A música "Gangland" é de composição de Smith e Burr.
Não há participações, nem convidados especiais.

► Produção e gravadora:

A produção de TNOTB é de Martin Birch, produtor e engenheiro musical britânico, conhecido por ter trabalhado nos álbuns do Iron, desde o primeiro álbum deles, até "Fear of The Dark" de 1992, quando decidiu se aposentar, e do Deep Purple, no período de 1969 à 1977. Trabalhou também como produtor de Whitesnake, Rainbow, e até em dois discos do Black Sabbath, o "Heaven and Hell" de 1980 e  o "Mob Rules" de 1981.
A gravadora é a EMI Music, a Electric and Musical Industries Ltd., formada em 1931. A empresa, em 2011, teve problemas financeiros e foi comprada pelo Citigroup. Em novembro do mesmo ano, foi anunciado que o braço de gravação musical seria vendido para a Universal Music Group e a parte da editora musical seria adquirida por um consórcio liderado pela Sony/ATV Music Publishing.

A gravação do disco foi de janeiro à fevereiro de 1982, lançado em 22 de março do mesmo ano (rápido não? Hoje a gente quase se mata de esperar lançamentos...) aconteceu no Battery Studios em Londres. A duração total do disco é curta: apenas 39min11s, e compõe 8 canções ao todo, distribuídas em quatro de cada lado do LP original.  

► Música favorita do álbum e a segunda melhor:

Super clichê, mas a minha favoritona é a canção homônima do álbum e a segunda melhor para mim é sem sombra de dúvidas "Run to the Hills" que amo de montão.

► Faixa a Faixa:

♫ Invaders

Se a capa fala de mal advindo de diferentes forças, a dúvida que paira sobre a quem ou a quê atribuir as mazelas do mundo, "Invaders" dá uma baita chute na canela dos britânicos: abordando a ideia de invasões, sumariamente encabeçadas por vikings aos saxões durante todo o começo da Idade Média. O "Outro" sempre foi a causa dos males de uma civilização na Antiguidade e não diferente, durante a Era Medieval. 
Uma música direta e potente, ótima para abrir à todo o vapor o disco. "Invaders" é também a música mais curtinha do álbum.

♫ Children of the Damned

Quase uma balada, se Bruce tinha soado apenas uma promessa vocal interessada na primeira música, em "Children of the Damned" ele deixa qualquer dúvida de lado, encarnando quase com lamúria uma interpretação digna de sentir de fato, "o filho do amaldiçoado". É aí mesmo que definimos o estilo Bruce de cantar, e sedimenta Iron Maiden como produtores de músicas-hinos intrigantemente atmosféricas e teatrais.

♫ The Prisoner

Com um introito de frases da série original "Number 6" da década de 1960, a letra alude prisioneiros que perdem identidade enquanto estão aprisionados: "Não sou um número, sou um homem livre". Subversão ao extremo, é a primeira canção que tem uma grande ênfase nos solos de guitarra bem rápidos. 

♫ 22 Acacia Avenue

Ah sim, subversão é a tônica, então aqui, com um dos começos mais estilos NWOBHM característicos, a letra dá sequencia à saga da prostituta Charlotte, mencionada pela primeira vez no álbum de estréia do Iron Maiden, "Killers", em "Charlotte the Harlot".
É a primeira canção que tem diferentes atmosferas e desníveis da harmonia. Não chegando a perder o rumo total da proposta, e é acelerada e quase operística pelo vocal, ao mesmo tempo.
"Twenty twooo, avenuuuue" é a segunda música mais longa do disco, com 6:34.

♫ The Number of the Beast

Sentam que vou rasgar um pouco da seda para ela. Foi a primeira impressão/audição que tive de iron Maiden e então me "encontrei" neste mundo metaleirístico de forma que permaneço até hoje. 
A música foi escrita inspirada em um pesadelo de Steve Harris após ver o filme Damien: Omen II ("A Profecia II", aqui no Brasil). Há uma relação com a história do poema "Tam o' Shanter" também.  A canção é bastante conhecida pelo estridente grito de Bruce Dickinson segundos após a introdução, também narrada. 
A ideia dela como abertura era de ter o ator de filmes de terror Vincent Price para ler o texto. No entanto, de acordo com Dickinson, Price disse que não faria nada por menos de 25.000 libras. Para não ter que pagar tudo isso, a banda foi obrigada a contratar um locutor que lia histórias de terror na rádio britânica Capital 95.8. A tal descrição que é de arrepiar os cabelinhos do braço, foi tirada diretamente do livro Apocalipse (12:12) e (13:18):

"Woe to you O earth and sea for the Devil sends the beast with wrath because he knows the time is short 
Let him who hath understanding reckon the number of the beast for it is a human number
Its number is six hundred and sixty six..."

(Ai dos que habitam na terra e no mar; porque o diabo desceu a vós, e tem grande ira, sabendo que já tem pouco tempo) (Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é um número do homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis).

É preciso mesmo explicar o que é essa música? Ouçam, e sintam.

♫ Run to The Hills

Por alguma razão eu fico super empolgada com essa música, e ela me coloca para cima. A letra, não tem nada que induza isso, a não ser o ritmo, talvez. O tema é a chacina de nativos americanos na corrida para o Oeste, presumidamente.  Seu tom é o mesmo do tipo Iron característico, com refrão dobrado, quase que como um hino que moveria multidões. Ao vivo isso, eu choraria copiosamente, tenho certeza, por ver uma platéia cantando junto.

♫ Gangland

Rápida e diretona é segunda canção mais curta, assim com "Invaders". A letra entoa temas de morte e assassinato numa terra distópica. Uma rápida canção, a única não composta pelo Steve Harris, mas que não por isso, não tenha seu valor.

♫ Hallowed Be Thy Name

Se a intenção era abrir o álbum com uma canção direta e bombástica, fechar com uma bem escrita, com uma atmosfera densa e complexa, sendo profunda e bem executada, bem... Eles conseguiram o feito e com muito sucesso. "Hallowed Be Thy Name" resume o apelo do álbum: letra potente, vocais poderosos, melodias encantadoras, atmosfera e climas que atingem mais que apenas um sentimento, riffs rápidos e precisos, bateria e linhas de baixo dando a base rimada perfeita. Ainda  que seja 7 minutos e 10, você nem percebe que é uma canção longa. 
Apesar de não ser um álbum conceitual, a ideia de perguntar-se de onde o mal vem, é atenuada na letras: "Se existe um Deus, porque ele me deixa morrer?"...

► Porque desgosta de alguma canção do álbum:

Não desgosto de nenhuma. São todas excelentes. O álbum é o meus favoritos do Iron Maiden, seria um ato meio besta de minha parte torcer o nariz para alguma das músicas. 

► Uma história sobre o álbum, como uma questão pessoal, uma curiosidade:

Sobre esse álbum, penso coisas específicas. Mencionei no começo do texto de que Harris moldou as canções e o disco para o estilo vocal de Bruce e prometi dizer o que pensava sobre, certo? 
No documentário sobre o álbum, parte da série Classic Álbums da BBC, Dickinson conta que o produtor Martin Birch forçava ele a cantar durante várias vezes as quatro primeiras linhas de "The Number of The Beast", o que durou muitas horas todo o processo. Todo esse treino culminou em um tom cada vez mais estridente do grito no começo da música. 
Esta é a minha música favorita do álbum. Quis lá o destino que essa fosse também a minha primeira impressão da banda. Conheci Maiden através dessa canção, com pouca idade, talvez com alguma repetição do Rock in Rio na tv, por conta do retorno do festival em meados de 2000. Eu lembro de ter contato mais expressivo com a canção com uns 11 anos mais ou menos, em tempo de estar virando pottermaníaca e sonhar com a carta de Hogwarts avisando que eu era um bruxa e estudaria em Londres... Isso não parece muito tempo, mas é necessariamente o fim dos anos 1990 na qual me refiro, uma época em que internet era coisa rara e eu só usava na escola. Poucos anos depois eu realmente me inteiraria do que era o Iron Maiden, tentando, à duras penas, conhecer o álbum completo com uma lenta e domiciliar internet discada. Isso aconteceu antes dos meus 14, o que já faz, 17 anos. Não é pouco, percebam.
Mas só mais tarde, já com um certo gosto mais apurado e conhecimento maior das coisas que envolviam música, soube dos álbuns anteriores à TNOTB e claro, de Paul Di'Anno. Naquelas eras, Iron era Bruce e vice-versa. Não tinha maturidade ainda para procurar saber de tudo de uma banda, até porque o tempo era curto e a internet demorava a entrar e prendia o telefone e toda aquela burocracia inexistente hoje. Revistas especializadas, era difícil conseguir. Perceber as evoluções de álbuns de estúdio, composições, técnicas musicais e muito menos que a mudança para um outro vocal... Blá! 
Particularmente sim, ainda acredito que Bruce é Iron e a sua presença deixou a coisa toda redonda, sem pontas soltas. Mas com o tempo, a gente vê sim certa contribuição importante de Di'Anno. Mas que certas canções interpretadas por Paul feitas com Bruce depois, ficaram melhores... Ah, admito que sim! :D

Assim como ocorreu de mencionar na postagem sobre o "Paranoid" do Sabbath, há uma certa vergonha velada em não possuir o álbum físico de "The Number of The Beast". O único álbum que tenho do Iron é o "Virtual XI", um disco extremamente duvidoso. A razão é única para não ter esses discos: falta de grana própria, patrocínio para adquiri-lo ou boa alma para presentear.

► 5 novas sugestões de álbuns para a votação:

Sem nenhum voto dessa vez para o Rammstein, eles saem da enquete, assim, como foi o caso do Pantera. Apareceu em duas das enquetes, e teve um ou nenhum voto, eu opto por reavaliar a opção. Com isso, teremos duas novas adições:




Os votos computados serão apenas os do link acima. Sugestões para as próximas enquetes, podem ser comentadas. Voto, só pela enquete. Tanto é que deixo como opção votar em mais de um dos álbuns e ainda, que seja anônimo. Não tem esquema, basta clicar no álbum (ou álbuns) e ser feliz.
Prometo que em 15-20 dias, volto com a vencedora para mais uma postagem. Dessa vez, não quero demorar muito, pois é injusto com quem acompanha o Faixa a Faixa.
Espero que estejam gostando. Sugestões, pitacos e comentários, please, leave a message, aqui, ou na página do blog, no Facebook.

Abraços afáveis!

terça-feira, 15 de maio de 2018

Legendando Fotos do GP da Espanha 2018

Para vocês verem o quão grave a F1 se encontrou, que o quinto GP em termos de fotos, vai ser um repeteco em muitos pontos da etapa do ano passado. "Bizoiem" o link do ano passado e vamos para o deste. É certo que se o anterior foi sem graça, este também será. Desculpem, mas é coisa do GP da Espanha: ser inevitavelmente sem graça.

Aquele ali no meio é o Iniesta com a duplinha firi-fimfim da Red Bull: os que prometem um estrondo nas corridas, mas geralmente, é só preju (seja deles, ou dos outros).


A presença de jogadores espanhóis pelo paddock, me lembrou que daqui uns dias tem Copa do Mundo.
Já comecei a querer chorar. Vão ser tempos em que ninguém vai trabalhar e se a gente precisar de alguma coisa com urgência, podemos esquecer...
Mas, vamos lá: #rumoao8x1


É necessário mais uma vergonha desses moldes só para ver se esse povo para de vez em babar ovo para futebol...

***

Eu aumentei a foto e fui vendo os detalhes.
Da esquerda para a direita, do lado do Hulk, eu não identifico quem é, mas identifico que tem seios


Seguindo... Hamilton é tão formidável, que aparentemente não teve paciência para esperar o fim do hino e já estava batendo palma

O Ocon estava mais interessando em aparecer de frente à alguns fotógrafos ou isolar um emburrado Grosjean?



Já Ericsson parecia preferir não encarar o Stroll e deixou ele sem graça?...


***

Por falar em Ericsson, esse papo aqui parece inusitado, mas nem tanto. Suecos e Finlandeses trocam figurinhas as vezes, mas não significa que se adoram. Não chega a ser a mediocridade, Brasil x Argentina, mas são civilizados...


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E vocês aí que acreditaram com esse teatrinho que a Mercedes estava mesmo preocupada com a Ferrari tão forte... Fingimento!!!!!! E aquele cara da Mercedes olhando os pneus da equipe vermelha? Fingimento ao quadrado!!!!!!!!!
E Whiting não fala nada... 
Vale lembrar que Jean Todt também estava no box da Mercedes quando filmaram o presida, no Treino Classificatório.
A maioria das pessoas que acompanham a F1 veem conspirações em tudo, eis que eu aprendi com os melhores...


***

O foco dessa foto é os dizeres lá do cartaz.
Eu poderia confiar fielmente na premissa, mas do jeito que as coisas estão caminhando, Max vai entrar para aquela estatística do piloto promissor que virou embuste na opinião de "críticos". E essa lista, pasmem, além de grande, é por vezes, bem cruel e infundada.


O último piloto que ascendeu por degrais baixos aos altos, sendo grandioso, foi Vettel. Depois disso, só deu Hamilton, sempre com o melhor carro, na melhor equipe, com a pausa de um gato pingado.

O pessoal fala mal do Vettel, mas é de se esperar tal comportamento. Os mesmos só tem memória boa para o que não necessariamente condiz com a realidade: lembram de todos os crimes políticos de um ex-senador, mas fingem surdez se alguém lembra algum dos vários de um ex-presidente. Por analogia, lembram fácil do tempo em que Vettel venceu seguidamente sem intromissão por 4 anos, mas se esquecem que antes de ser tudo isso, ele era piloto de testes da BMW Sauber, foi piloto de ascensão um ano na Toro Rosso e ainda teve um ano de ambiência na Red Bull para aí sim chegar ao começo de sua era.
Hamilton já chegou numa McLaren e só não foi campeão porque tinha vento na cabeça, no ano de estréia. No ano seguinte, ainda imaturo, teve o título easy-peasy competindo com um "melão de voz fina", chamado Felipe Massa.
Está certo que em 2016 ele se perdeu, mas vejam bem, eu não disse que ele amadureceu desde que estreou na categoria.

Mas de fato, hegemonias são chatas ao extremo. No meio tempo, caras como Max, Ricciardo, Hulk e outros, vão "caindo" na tal lista...


*** 
Alongamento feliz. Eu quando me alongo, não sorrio, faço caretas.

É bom mencionar que depois dessa foto, a D. Onça chegava. Parece que nem levou os filhos, pois não vi fotos das crianças no avião.
De qualquer maneira, foi lá fazer o que qualquer esposa fútil apoiadora faz: tirar a concentração do maridão, registrar todos os movimentos ao redor e fazer compras. 
E era dia das mães, e então teve flores, bolo e exibicionismo.
O marido abandonou a corrida, ela não mencionou o fato triste.
Apoio, é? Tá.


***

Este é Grosjean depois do incidente. Caíram matando, com memes, xingamentos e discursos misturando sarcasmo ou ódio. Reginaldo Leme chegou a ser insensato sobre dizer que ele causou acidentes em todas as corridas deste ano.
Jornalistas assim, deveriam ser torturados.. Eles falam, os papagaios repetem e concordam. 
Está certo que foi uma bobagem que Linguini fez, e que foi, o segundo (e não o quinto) ato falho em duas corridas. Parece visível que Romain não está bem, e isso tem afetado seu desempenho - que nem de longe é o pior da década - na pista. 


Exageros à parte, tive dó dele, pois, fraco como é, seria logo punido, como já tinha sido em outra ocasião. Ainda mais pois, apesar de ser assim, ele é menos petulante que uns Maldonados e agora, Magnussens da vida. Ele sabe que fez caquinha. Tanto que a reação dele nas duas grandes "Ms" que fez, foi reagir como na foto, acima.


Mas essa foto nos representa em muitos momentos de nossos dias. Mais ainda, o seguinte: É com esse espírito capturado muito bem pelo fotógrafo que enfrentamos agora, a realidade do penta desse cara aí: 

Agora ele festeja e pula na galera... 
Mas o falso é o Vettel!


"Tchau de Miss" para fingir que se importa com quem grita seu nome



Joinha para o Sr. Bigode da Mercedes no indicativo que vem novo título por aí


***

Crianças: esse é Joaquim, torcedor do Alonso. Esse garoto teve do que sorrir, ficou empolgado no treino e conheceu o ídolo. Apesar de oitavo lugar de Alonso, em casa, não ser tão bom, ao menos, terminou na zona de pontuação. O companheiro, nem chegou a concluir a corrida, marcando, já na quinta etapa, o primeiro abandono da McLaren, sem a Honda


***

Já Tomas, apareceu de novo e vou dizer: Fiquei com pena ano passado, mas agora, já aceitei o termo de "pé frio" que o molequinho ganhou. 
Tomas, faz um favor para a tia Manu? Começa a torcer para o Hamilton? Beijo no coração.


Uma pequena observação: se neste fim de semana, eu ganhasse 50 reais por toda "previsão" que fiz, desde os treinos livres até a última volta da corrida, eu estaria com uns 200-250 reais no bolso. Dava para comprar uns livrinhos, CDs e DVDs e ainda sobrava para comprar doces.
Mas a F1 nunca me deu essas alegrias em retribuição então, é com uma boa tristeza que digo que continuo tão lisa quanto antes


Abraços afáveis!

segunda-feira, 14 de maio de 2018

GP da Espanha: Surpresa?

A deixa foi dada bem antes do fim de semana. Pequenos discursos gritados pelos envolvidos da Mercedes, davam conta de a Ferrari ainda era muito forte para eles e que tinha algo "errado". 
Hamilton já está na liderança da disputa, sem ter feito nada, absolutamente nada para ter, que seja 4 pontos, de vantagem sob Vettel.

Eu, nestas circunstâncias, já sabia: o intuito era sumariamente tirar os holofotes deles, já que a iminente pole position de Hamilton era uma certeza bem maior que 2 + 2 = 4, na quinta etapa do anom
Confiram a minha página oficial de Facebook: antes mesmo de começar o treino, atualizei meu status dizendo que logo, tudo voltava ao normal com Hamilton na frente. 
Pelo Q1 e Q2 ele fingiu demência, como a gente faz quando não está afim de admitir alguma coisa. No Q3, fez a pole com tamanha facilidade, que ninguém mais, nos 8 minutos restantes do treino, puderam mudar. Continuou fingindo demência, como se tivesse lhe custado um alto grau de suor, muita concentração e uma tonelada de estratégia. Parece que deu certo: muita gente acreditou.

Menos eu.
"Vim" para corrida com isso em mente: GP espanhol costuma ser morno e enfadonho. Com Hamilton na frente, voltaríamos a estaca zero. Na minha mente, não teremos sequer mais, corridas em que as Red Bulls possam vencer... A bolha do primeiro lugar já estaria tomada e era jeito de ir vendo etapas por etapas sem expectativas, no modo automático.

Pois assim foi. Vettel até conseguiu se desvincular, na largada, do Bottas que travava, de jeito, todos atrás para defender Hamilton. Tinha potência suficiente para tomar a ponta e dar de ombros. Escolheu ser cordeirinho, e se ferrou. Pelo menos, por um tempo.

Mas se ferrar bonito foi Grosjean. Linguini acabou acelerando depois de perder o controle do carro e ser responsável pela pior coisa que se pode fazer em pista, levando ele ao abandono e de mais dois pilotos, Hulk e Gasly. Sentar depois, e se lamentar internamente foi o que restou ao Grosjean. 
Redundante criticar. Uma galera aí fez isso ao extremo dos extremos, incluso os prejudicados pelo toque quase catastrófico.

Cantei a pedra. Logo que o Safety Car saiu, a corrida ficou no modo entediante, abrindo espaço para tagalerice desnecessária do Galvão, que por quase 15 voltas iniciais só soubr falar do incidente.

Nisso, Hamilton só foi ficando solto e livre na frente, sem ser sequer incomodado nem por um rádio de aviso de algo. Lembram que eu disse que Hamilton na frente ele não questiona por rádio coach? Pois é.

Tendo em mente isso, já chutava que dali, o evento com Linguini seria o ápice de uma monótona corrida. E que logo, era perigoso nem ter pódio para Vettel. Em duas semanas a Mercedes arrumou a casa e fez das corridas, entediantes ao extremo.
Lembram também que na coluna de Baku eu alertei que voltaríamos ao normal? 
Fiquem tranquilos, não domino as artes divinatórias, mas na atual conjuntura, ganharia dinheiro fácil falando o que ia dar na corrida. Pena qie ninguém me deu us trocados por isso. Estou precisada.

E então, Kimi abandonou a corrida por falta de potência, deixando claro que a hegemonia prematura da Ferrari era uma coisa que logo, logo a Mercedes faria das suas e acabaria com o modo festa. 

Dali abandonos, vieram mais do que o normal e pouca emoção efetiva na corrida. 
Sim, Max fez das suas, depois do primeiro abandono da McLaren este ano com Vandoorne. Mas ainda assim, ele terminou a corrida no pódio. 
Antes da Ferrari ferrar, como de praxe, com a corrida do Vettel numa estratégia tosca e burra, nem deu impressão que daria para resolver pódios ou colocar mais pimenta em brigas. Erraram feio com ele e jogaram no lixo a primeira (para mim a única) chance de.naos deixar Hamilton se afastar mais.

A corrida terminou com a bela dobradinha da Mercedes, que jamais questionarão a guinada repentina em duas semanas de resolução deles.  A Ferrari que tanto dizem ser sacana, suja e afins, sabota a si mesmo à anos. Deixou só mais claro que, competitividade ficou lá em Baku, no máximo.  Modo "normal" ligado, caminhamos arrastando à esmo pelas etapas que restam com o capítulo desenhado do penta do Hamilton.

Surpresa? Eu não tive. Nenhuma. Era claro como uma manhã de verão para mim que Espanha seria palco do resumo da temporada. E mais ainda, que Hamilton tem um talento ótimo: ser responsável por vencer as corridas mais chatas já vistas. Há quem goste.
Eu, detesto com todas as forças mais odiosas inerentes no meu coração peludo.
Se exagero? Talvez.
Fato é que, na quinta corrida do ano, já perdi o interesse total. E pergunto: demora muito para agosto e termos direito à NFL? 

Abraços afáveis!

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Take a Take das Manchetes da F1 2018 (#2)

Vamos comentar umas coisinhas do meio tempo da F1 para aquecermos para o fim de semana? Antes de partir para as manchetes propriamente ditas, vamos comentar a participação do Fernando Alonso na  WEC. Ele venceu as 6 hs de Spa, tendo como companheiros Kazuki Nakajima e Sebastien Buemi. O cara é tão bom, tão bom, que mal chegou e ficou assim, tendo esses caras como companheiros. Botem reparo!
E olhem, é só mais uma prova de que sem Alonso com carro competitivo, essa F1 é esse marasmo todo, com a gente torcendo por tretas dos moleques novos para ter uma sensação de euforia. Isso é devidamente, um desproposito com a categoria, afinal, deveríamos torcer por competições ferrenhas, mas não burradas que são na maioria das vezes impetuosas (apesar de algumas, engraçadas).

► Vettel: Imagem de Kimi na Ferrari está distorcida (Fonte: Motorsport)

Eu venho dizendo que a prerrogativa de que a Ferrari sabota Räikkönen deliberadamente é falsa. A imagem da qual Vettel se refere (e muito bem) são os resultados dos anos anteriores, altamente discrepantes ao alcançados pelo alemão. Obviamente se prestar apenas aos resultados para saber algo sobre, é um erro que todo mundo comete: os fãs do finlandês atribuem maus resultados à equipe, os fãs da equipe/categoria, atribuem eles ao erro ao finlandês. Ver o todo, é complicado para qualquer coisa, até mesmo, por uma questão fútil que é um esporte. 
Fato é que, Kimi só é grande quando ele quer. E para ele querer muito, tem que tudo dar certo. E não é assim que na maioria dos casos de corrida, a coisa funciona. Nesse exato momento, ele tem feito treinos livres densos e estado com a pole nas mãos. Perdeu todas elas por simples falta de concentração. Na última corrida, contou com a sorte subir ao pódio depois de incidentes. Sorte é uma coisa que nunca é sua amiga e ele mesmo, nem acredita nela. 
Outro ponto trivial é que, eu vejo sim a Ferrari mais homogênea para ambos, Vettel e Kimi, esse ano. Sinceramente. Toda vez penso que alguém da Ferrari vai torcer o nariz para o Kimi em alguma circunstância boa para ele e vejo um zelo agradável no semblante do Arrivabene e dos mecânicos. E se tem uma coisa que aquela italianada não sabe fazer é disfarçar quando eles estão incomodados com algo. 
Por isso, outro ponto à ser levado em conta é que, os estilos de pilotagem são totalmente diferentes. Vettel é mais agressivo que Kimi. Essas coisas, e não só uma "sabotagem", é que refletem melhor as diferenças. 
O erro de achar que, pontos à menos ou à mais significa talento ou preferência na equipe, é muito cedo para dizer. A não ser que esteja falando da Mercedes, rsrsrsrsrs...


Mais um circuito de rua, dessa vez bem bizarro, pode vir a fazer parte das próximas temporadas. Uma coisa horrorosa (não gosto de circuito urbano) e com duas retas absurdamente grandes.
Sei não. Miami ainda me indica festa demais, atração demais, e corrida que é bom, no "dark side da força", bem de menos ou de leve. 
Mas nem adianta sofrer por antecipação. Seria bobagem. 


Nooooooooooosa Poderoso Chefinho, digo, Bottas, que dramalhão!!! Eis que o aquecimento global está deixando os finlandeses sensíveis!
Mas é ótimo. Use a emoção negativa da derrota injusta como revitalização na Espanha. Vença a corrida e cale mais umas boquinhas que falam que você possui um belo equipamento, mas não sabe aproveitá-lo... Você sabe, mas ao contrário do outro lá, que se tivesse no seu lugar, teria movido tudo e todos para "matar" os comissários que não cataram o pedaço do carro que ocasionou o rasgo do pneu.


Só 2021??? Tá longe ainda!! Tem que parar com essa coisa, já! Uma que as punições nunca são certas 100%, por mais que insistamos. Duas, que são seletivas. Tem uns que sambam em cima das regras (para não dizer que defecam), e outros, erram uma vez, levam punição, e quando voltam a fazer outra coisa meio duvidosa, ouvem um senhor sermão interminável que se estende até ao talento e/ou personalidade.
Esse "sumiço" de punições das regras está sendo projetado para 2021 pois sabem muito bem, que amanhã ou depois um Verstappen da vida afeta um estrelinha, aí voltam a falar da necessidade da punição. 
Cadê a proibição efetiva do "rádio coach", por exemplo?


Hum-hum. 


Seria uma bobagem da Ferrari, na minha opinião. Eu escolheria o Hulk se fosse para ter piloto antigo que pode ser minimamente agradável e que não seja do tipo "problema". Ou cara novo, ainda sem cascas. Convenhamos, Pérez criou caso até com o paciente Button na época da McLaren. Foi um tiro no escuro da equipe, na época, pois ficaram com a imagem dele com um par de pódios na temporada de estréia com a Sauber e acharam que fizeram um "negoção"...


Na verdade, meu querido Prost, o tempo verbal está beeeeeeeeeeem errado. O correto (encarnando professor Pasquale) é a seguinte sentença: "Neste ano, poderiam vencer".
Mas não vão. Até porque, quando o caldo entorna, entorna com gosto na Ferrari. É molho "pomodoro" na cozinha toda. 
Baku chegou para rimar com aquele palavrão maldoso das quais mandamos os incomodadores tomarem lá... A vitória, sortuda, de Hamilton, vai fazer ele tomar o controle da temporada. Enquanto isso, a Ferrari vai se digladiar, agora internamente e com as Red Bulls, pelo segundo posto. 
Que se sabe, toda vez que Hamilton começou na liderança, ele venceu o campeonato, e toda vez que ele tomou a liderança de outro piloto, de outra equipe, ele também venceu. Será anormal se ele começar a ter "problemas" de agora em diante. Marquem aí, já até suponho pole amanhã no GP da Espanha, pela  positividade orbitando ao seu redor.


Falando nele, depois de agir com "benevolência" com Bottas de novo, como fez ano passado, dizendo que o mesmo, merecia a vitória, o tal resolveu soltar as asas de novo. Desta vez, querendo redesenhar o circuito de Miami. 
O boneco deu a deixa de que quem entende mais do negócio é o piloto, o que usa diretamente o circuito. 
Dá para pensar sobre essa manifestação de "ajuda" que na verdade, não tem nada disso. Pensem comigo: Ele, nem era assim tão extraordinário, mas entrou na F1 sendo piloto nada mais, nada menos de uma McLaren. A dita, coincidentemente, tinha na manga, uma boa garantia para satisfazer seus pilotos com uma promessa de competitividade. Houve um escândalo de espionagem, mas ano seguinte, provavelmente, o conhecimento adquirido foi absorvido e competiram até o fim. Com um grauzinho de sorte e tendo um rival abaixo do nível, ele teve o primeiro título. 
A equipe caiu no padrão, ele sentiu isso e pinicou para outra equipe, a Mercedes - outra grande equipe, que teve até Michael Schumacher, mas nada de expressivo até Hamilton aparecer. Era óbvio que ele viu que as condições eram mais favoráveis que nos anos anteriores para se transferir e ficou com essa imagem de "diferencial".
Se ele tivesse escolhido equipe mediana, teria essa vantagem toda?
Porque hoje, ele não pensa em sair da equipe? Porque está confortavelmente moldado para ele. Se domingo (o que duvido muito) ele enfrentar problemas tais que ele abandone a corrida, e na seguinte também ele tenha uma pani no motor, podem anotar que ele falará em mudar de equipe (já que ele não tem contrato renovado ainda) ou em aposentadoria. 
E essas ideias, por um acaso, são pelo bem do esporte? Não, são olhares profundos para o próprio umbigo. Redesenhar o traçado de Miami, seria feito por ele, de acordo com circuitos que ele se dá bem toda vez, com qualquer carro razoável ou bom, tipo, o de Silverstone. 
Minto? Óbvio que não. Qualquer piloto falaria o mesmo. 
Mas um agravante: toda vez que Hamilton está largando no meio do grid, ele esgoela por informações via rádio a corrida toda. O cara não sabe se virar sozinho se não ficarem rememorando as estratégias para ele e já tem histórico de se afobar e apertar botões errados. Vai querer fazer um circuito, palhaço?! Nem em reuniões de pilotos, para decidir as coisas que eles se interessam, ele se presta a ir...Tenha dó, vai!


Sim, contar vantagem é errado. Ainda mais contar a vantagem depois do erro da última corrida, o que é ainda pior. Por último, a Mercedes costuma fingir problemas, para dar um bote feroz. O tombo do cavalo dói, mas pelo visto, a Ferrari esquece o hematoma rápido demais.
GP da Espanha é ruim até dizer chega. Tô mega insatisfeita de pensar que Hamilton está no topo da tabela, líder, à um passo de um circuito que é monótono. E estou pessimista quanto ao GP que pode ser propício para sua vitória e voltarmos àquela mesmice que tanto nos ofende.


Kimi pai é Kimi manteigoso. "Iceman de picolé cremoso", rsrsrsrs... 
Esperamos sim que o garotinho chore por boas razões, embora, na outra, a "cachoeira ligada" deu um bônus incrível que foi conhecer o ídolo e estar pessoalmente com ele. Uma cena realmente tocante, que muda a visão dos detratores pelo Kimi abrutalhado ou sisudo.
O primeiro passo, meu querido Kimi, é foco na coisa. O segundo, é largar a família em casa, pois a esposa, fica muito em cima e com um casal de filhos, a coisa fica apertada. Não me conformo em levar três pessoas, duas delas crianças pequenas e agitadas, para o trabalho. Ainda mais que a mulher dele é dessas que só não registra nas redes o resultado dos movimentos intestinais do marido, não sei como ainda...!


Vou ser bem suja agora: espero que queiram evitar só os acidentes entre si, pois eu ainda quero ver Verstappen rompendo a bolha do Hamilton e tirando ele da corrida bonito.
Eu sei que esse ato vai render um punição abrutalhada para o menino Max, mas eu preciso ver isso, alguém topetudo para rivalizar ele na medida bem sacana. E nada de deixar ele cortar um caminho extra pista enoooorme! Ele já fez isso até na largada uns anos aí e ninguém nem disse nada. Quero pneu furado, chassi avariado, traseira desmontada, bico torto.
Vou rir à beça!

Abraços afáveis!!! Bom fim de semana de corrida para todos.