domingo, 11 de outubro de 2015

GP russo: garrafa de álcool

GP na Rússia. Primeira vez ruim.
segunda vez. Pior.
Abandono de uma Mercedes que não foi a do Hamilton. 2 Safety Cars, por batidas: Uma na largada, outra quase no meio da corrida. Nada acontecia.
Entrementes: Sono, muito sono.
Pelo Twitter percebi uma coisa: Torcedor não entende de corrida. Entende de torcer. Por mim, sem Hamilton e sem Massa 50% das minhas reclamações acabariam. Por outros: Só um resultado vale, o resto é resto.
Vettel passou Kimi e eu não xinguei o alemão.
Corrida... Sendo corrida, teremos companheiros melhores que outros. Ali foi isso. Vettel é amigo mas não é trouxa. Foi para cima. Contente ou não, devo calar a boca.
Pior estaria por vir: Quem é Perez? Uma estratégia de paradas e lá ia ganhando pontos cruciais.
Começo de fim da corrida chata com algumas interrupções. Bottas passa Perez. Kimi aproveita a deixa. Escolhe ir para cima de Bottas e aí acontece o pior.
Batem, em termos de lógica, Bottas fechou, Kimi se enfiou e agora mesmo vão punir o finlandês mais velho. Sim porque justo ou não, ele vai ser o culpado.
Cabe agora virarem do avesso a acusarem Kimi Räikkönen da sua fama: Bêbado.
Piora? Sim: Massa ficou em quarto. Hamilton fez ceninha com o carro.
E daqui a pouco, Arrivabene solta o verbo.
A garrafa de álcool aqui nem é vodca - apesar de ser propício, confesso.
Escrevi ontem que quando a gente cai, a F1 vem, dá uma pancada e derruba uma garrafa de álcool na ferida. Depois dos gritos, ela nos oferece uma palha de aço para secar.
Rússia é a garrafa de álcool. A primeira dose. Vamos gritar com a ferida aberta. Porque Abu Dhabi vem com o Bombril.
Reclama que ano que vem eles botam essa corrida valendo 100 pontos...


Graças, mais tarde tem NFL.
Com isso, desejo feliz feriado a todos!

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