quarta-feira, 22 de julho de 2015

GP à vista...

A semana passada foi marcada pelo trágico falecimento do piloto Jules Bianchi.
A comunidade da F1 se comove, mas no fundo é só um desses que na real eles não se importam.
Houve o velório - a parte da qual eu mesma acho pior na "ida" de uma pessoa: nunca vou à velórios e muito menos à enterros. Semelhantemente ao que fez o piloto Fernando Alonso - que se ausentou no velório, mas não teve um dia sequer que não lembrou de Jules em sua página no Twitter - ele guardou sua dor e lágrimas no íntimo e eu prefiro sempre lembrar da pessoa em vida e me despedir dela em orações e pensamentos. 

É tempo que segue. Diferentemente da maioria, só me revolto muito pela situação triste e fatal por conta da barbeiragem que foi aquela corrida no Japão do ano passado. Simplesmente sabemos o quanto poderia ser evitado.
É remoto, mas sim, havia alguma possibilidade de Bianchi ter uma carreira sólida se é que as promessas da Ferrari se cumprissem. Nunca saberemos. 

A F1 se deteriora aos poucos.
Dois anos de vitórias de um personagem pouco carismático só coloca mais terra no buraco em que ela se encontra. Uma terra úmida, que pesa e afunda ainda mais. ¬¬'
Dia após dia só coisas que desgasta, piloto falastrão dizendo porcaria, Ferrari ajustando seus palitinhos para pisar em pilotos caros e campeões, a McLaren fazendo caquinha e dessa vez, está mais perdida que cachorro caído de mudança - ou realmente acreditando em Papai Noel. Uma hora é a Red Bull hegemônica e quando achávamos que pior não ficava, eis que aparece a Mercedes...
Acabo de ler que para 2016 já a F1 encolherá a pré-temporada para duas semanas e vai acabar com testes coletivos durante campeonato.
Uma ladeira. Um destino: fundo do poço.


E com esse climão, tem GP da Hungria nesse fim de semana.


Fazer o quê?!
Abraços afáveis!

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