terça-feira, 3 de novembro de 2015

GP do México e outras coisas

Peço desculpas pelo remoto sumiço.
Visivelmente, meu último post de brincadeiras com relação ao ego de Hamilton não foi suficientemente digno de leitura ou comentário. Talvez tenha pegado pesado no humor, mas é assim: a linha entre o engraçado e o ofensivo é mais fina que um cabelo. É o risco que se corre em tentar dizer aquilo que você acha usando um pouco do humor.

Além disso, meu mês de novembro será desses recheados de afazeres. A vida acadêmica de um mestrando sempre foi - ao meu ver - atribulada, mas nunca impossível de ser levada com a devida cautela e dentro dos prazos estipulados. 
Então, por essa razão, sem muitos comentários completos sobre México e a F1, além do trivial e curto comentário abaixo. Porque, e me desculpem a "rudeza", mas a F1 não vai fazer a minha dissertação. (E nem se fosse o caso, a não ser que a F1 fosse meu tema de pesquisa, não seria certo que alguém ou alguma coisa fizesse a minha dissertação no meu lugar. No mínimo um ato de preguiça e de malandragem, que apesar de ocorrer com mais frequência do que deveria, não é, nem de longe a coisa mais certa do mundo.)

O GP do México parece ter sido agradável, na medida do possível. Sonolenta, mas qual esse ano não foi? Podemos dizer que dormimos melhor nessas corridas que em muitas noites frescas de chuva leve na janela.
Em suma, a Mercedes caminha para retomada da segunda colocação com Rosberg enquanto as coisas dão errado na Ferrari, como parece ter sido alvo de má sorte com Vettel, com pneu e batida. 
Kimi e Bottas mais uma vez se engalfinharam. Em tom simples e talvez até finlandês, resolveram o impasse com menos blábláblá e mais ação na pista. Lá na Rússia, Kimi foi declarado culpado (embora nenhum fosse na realidade, culpado). No México, novamente lance de briga e ambos inocentados, embora Bottas devesse ter uma culpabilidade para ficar olho por olho - o docinho de rivalidade para inglês ver: sim porque a Williams acabou no pódio.
Hamilton que é gênio redimiu-se na sua insignificância e parece que não atazanou a vida de Rosberg nem em pensamento. Ganho por ganho, não quis gastar caloria.

Mas o fim de semana foi bom. 
Não foi bom, foi divino! Descanso, comida e mais descanso. 
E o domingo? Apesar dos pesares da F1, há de se dar crédito ao que merece: Espetáculo a olhos vistos à tarde. Uma alegria sem fim à noite.
Um deleite. Um encantamento.
Uma emoção e uma comemoração!!
A NFL veio para ficar de fato na minha cabeça como entretenimento de prioridade. 
Sem sentir culpada, troquei a F1 por um jogo da liga: Giants e Saints. 
Eli Manning x Drew Brees. 
7 touchdowns para um, 7 para o outro.
Últimos segundos e um field goal selou a vitória do Saints. Coisa mais linda de se ver!
Um dos melhores - se não o melhor - jogos da temporada. 
À noite, outro grande jogo estava programado: Packers x Broncos. O meu Broncos invicto e com vários problemas ofensivos enfrentaria o forte Green Bay, também invicto... Era Aaron Rodgers - o melhor quarterback da liga - contra o meu querido "véio" Peyton Manning. 
Despretensiosamente encarei o jogo sabendo que a derrota poderia vir. Nem nas mais otimistas expectativas pensei numa vitória como foi. Pena que Rodgers não saiu-se como deveria, mas faz parte. 
Ainda bem que descobri e que existe NFL!... 

Abraços afáveis!

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