Décima Segunda Etapa F1 2017: GP da Bélgica
Deixando de lado, toda aquela dramaticidade digna de Shakespeare, apaguei agora a pouco o parágrafo que escrevi para falar do GP da Bélgica, no afã de esperar a corrida acontecer e poder, de forma mais enfática, usá-lo no texto que virá depois da sua conclusão. Depois de nutrir uma sutil esperança de pole position de Kimi Räikkönen, dada a quebra de recorde de pista nos treinos livres do finlandês, com o tempo de 1min43s916, cheguei à desilusão de novo. Pelos Q1 e Q2, Kimi ficou à espreita, até - como parece ele mesmo ter admitido - "ferrar com tudo". Não acusou falta de aquecimento nos pneus, rompantes de tontura, quebra de câmbio, mal funcionamento dos freios, falta de equilíbrio no carro ou coleguinha "atrapalhador" de voltas. É nessas horas que a gente respira aliviada. O cara pelo menos é íntegro ao chamar a responsabilidade para si. Cada um torce para o piloto que merece. Largando em quarto, lembro que lá em 2008 (data que marca ain...