Os tombos de dezembro
Para finalizar comentários sobre a temporada de F1 2018, decidi fazer um post que poderia ser longo, mas era a ideia que eu tinha. (Ele ainda virá, como um dos posts de fim de ano). Estava para desistir, confesso. Questões particulares indiciavam duas coisas: uma que, talvez, em 2019, eu não tivesse mais tempo para o blog e eu estava protelando esse aviso. Duas que, eu até poderia ter tempo para ele, mas seria exatamente, ou até pior, que 2018. Acham que dezembro o pior é ganhar presente de Natal ruim, ter briga na família ou engordar com as comidas? Bobagem. Antes mesmo do começo de dezembro, tomei outra rasteira da vida, numa dor potencializada do que a que tomei em 2017. Se no ano passado, eu montei num cavalo, no meio do caminho, disseram que o cavalo estava doente e precisava fazer um tratamento. Em dezembro a notícia que veio era de que o cavalo não resistiu. Tive que procurar outro e isso demandou tempo. Em 2018 montei em um cavalo novo. Arredio e desconfiado. A d...