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Pontos aleatórios de um janeiro acelerado

Vocês devem ter acompanhado que, mal começou o ano e já tivemos um embrulhado janeiro sob aspectos diversos que justificariam um verdadeiro surto psicótico daqueles mais sensíveis (ou pelo menos, os que tentam ser menos imbecis). Gente (ainda!!!!) defendendo ex-político preso, como se ao iniciar o ano de 2019 tivéssemos perdido a liberdade, as cores e os sorrisos envoltos de pôneis, borboletas e pirlimpimpim do santo homem...  Gente a defender o governo vigente, dividido em dois grupos: os "reaças" hipócritas e pessoas com um grau patético de esperança no cumprimento de promessas.  Todos, na minha opinião, são as bestas quadradas de sempre. Mas, dado a tentativa de ter bom humor, ri de todas as declarações ridículas que li e ouvi dos tipos participantes dessa guerra bipolar. Tudo para manter-me sã.  Se não bastasse, ainda tínhamos um calor dos infernos. Nossas obrigações sendo feitas com muito desconforto pelo suor. A maioria, em situação confortável. Muito da ...

Expectativa de 2018

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No post passado carreguei um textão sobre meu (ruim) ano de 2017. Desejei que os dias que se seguissem para terminá-lo não viesse mais algo negativo. Hoje, amanheci com dor de garganta. Bom, não? Peço desculpas antecipadas. Menti no final do post anterior; disse que voltaria neste sábado para falar de coisa boa. Na verdade não menti propositalmente. Só me esqueci do que nos aguarda 2018... O resumo genérico de nosso 2018 é o seguinte: Após o Ano Novo, vem os impostos: IPTU, IPVA, anuidade das profissões tipo CREAs, CRQs, CROs, CRMs da vida, e se tiver filhos: matrícula, material escolar. E então, tudo muda para outra festa e momentaneamente se esquecem destes deveres citados acima. O Carnaval vem com tudo. No Carnaval, muita gente se endivida de novo, pois gasta para passar a semana pulando de abadá ou fantasia ao som de músicas de baixo nível, regadas à bastante álcool. Este, sempre foi o sinal mais cabal da imbecilidade brasileira: a cultura da festa como se o amanhã não...

"Mas": conjunção adversativa que nos trai

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Hoje cedo, ouvi muito sobre essa infeliz conjunção sobre esse aspecto que ela sempre nos trai muito. Detesto quando o "mas" é usado pelos politicamente corretos para dizer que a piada é esteriótipo, é racista, é ofensiva e portanto é sem graça. Nem rir podemos mais sem pensar nos "mas" da vida. Rir de si mesmo então, é muito raro. Algumas coisas, concordo, são  inconcientes. Escrevemos algo que não queríamos em redes sociais, em emails, em bilhetes (se é que alguém ainda usa). As coisas acabam repercutindo comentários. Claro, afinal não vivemos numa bolha. Ilusão a nossa que ninguém vai ler e ter posicionamento contrário. Dependendo do grau de seriedade do assunto, a polêmica já está colocada a partir do primeiro que discorda. O limite entre o que se escreve, o que se diz é tênue no que diz respeito ao que o outro que ouve ou lê interpretará. Demorou um pouco para que eu entendesse que sou responsável pelo que digo, mas não sou pelo que os outros ente...